Questões de Concurso
Sobre trabalho e serviço social: perfil, demanda, prática e competências profissionais em serviço social
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Sendo o Serviço Social regulamentado como uma profissão liberal e dispondo o (a) assistente social de relativa autonomia na condução do exercício profissional, tornam-se necessários estatutos legais e éticos que regulamentem socialmente essa atividade.
IAMAMOTO, M. V. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No que concerne à condição do (a) assistente social como trabalhador assalariado, julgue o item a seguir.
A natureza qualitativa do trabalho do(a) assistente social
como especialização do trabalho coletivo mantém-se
preservada nas diferentes inserções sócio-ocupacionais, ou
seja, verifica-se que o significado social de seu
processamento permanece idêntico, independentemente das
diversas condições em que se realiza esse ofício.
Sendo o Serviço Social regulamentado como uma profissão liberal e dispondo o (a) assistente social de relativa autonomia na condução do exercício profissional, tornam-se necessários estatutos legais e éticos que regulamentem socialmente essa atividade.
IAMAMOTO, M. V. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No que concerne à condição do (a) assistente social como trabalhador assalariado, julgue o item a seguir.
A força de trabalho do (a) assistente social contém as
contradições típicas de toda mercadoria entre trabalho
concreto e trabalho abstrato, que preside a sociabilidade
capitalista.
Sendo o Serviço Social regulamentado como uma profissão liberal e dispondo o (a) assistente social de relativa autonomia na condução do exercício profissional, tornam-se necessários estatutos legais e éticos que regulamentem socialmente essa atividade.
IAMAMOTO, M. V. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No que concerne à condição do (a) assistente social como trabalhador assalariado, julgue o item a seguir.
A condição de trabalhador assalariado, regulada por um
contrato de trabalho, impede que o trabalho profissional sofra
a incidência dos dilemas da alienação e de determinações
sociais que afetam a coletividade dos trabalhadores.
Constatam-se algumas tendências problemáticas de referenciais teórico-metodológicos desenvolvidos no âmbito da relação do Serviço Social com as organizações, os movimentos e as lutas sociais.
DURIGUETTO, M. L. Movimentos sociais e Serviço Social no Brasil
pós-anos 1990: desafios e perspectivas. In: ABRAMIDES, M. B.;
DURIGUETTO, M. L. (Orgs.). Movimentos sociais e Serviço Social: relação
necessária. São Paulo: Cortez, 2014, p. 177-194, com adaptações.
Acerca do tema do texto, julgue o item a seguir.
A permanência do messianismo na atuação junto aos
movimentos e às lutas sociais potencializa o alcance da
intervenção profissional, reafirmando seu estatuto assalariado.
Constatam-se algumas tendências problemáticas de referenciais teórico-metodológicos desenvolvidos no âmbito da relação do Serviço Social com as organizações, os movimentos e as lutas sociais.
DURIGUETTO, M. L. Movimentos sociais e Serviço Social no Brasil
pós-anos 1990: desafios e perspectivas. In: ABRAMIDES, M. B.;
DURIGUETTO, M. L. (Orgs.). Movimentos sociais e Serviço Social: relação
necessária. São Paulo: Cortez, 2014, p. 177-194, com adaptações.
Acerca do tema do texto, julgue o item a seguir.
Uma das tendências consideradas problemáticas é a incorporação da metodologia da educação popular para a formação e a atuação de assistentes sociais nas organizações, nos movimentos e nas lutas sociais, e isso ocorre, muitas vezes, sem as devidas problematizações de sua transposição direta, como metodologia, para a intervenção profissional.
Constatam-se algumas tendências problemáticas de referenciais teórico-metodológicos desenvolvidos no âmbito da relação do Serviço Social com as organizações, os movimentos e as lutas sociais.
DURIGUETTO, M. L. Movimentos sociais e Serviço Social no Brasil
pós-anos 1990: desafios e perspectivas. In: ABRAMIDES, M. B.;
DURIGUETTO, M. L. (Orgs.). Movimentos sociais e Serviço Social: relação
necessária. São Paulo: Cortez, 2014, p. 177-194, com adaptações.
Acerca do tema do texto, julgue o item a seguir.
O enfoque nos espaços institucionais dos conselhos de
direitos e na dinâmica de seu funcionamento, por
exemplo, tende a fortalecer e valorizar os movimentos e
as lutas no campo extrainstitucional.
Constatam-se algumas tendências problemáticas de referenciais teórico-metodológicos desenvolvidos no âmbito da relação do Serviço Social com as organizações, os movimentos e as lutas sociais.
DURIGUETTO, M. L. Movimentos sociais e Serviço Social no Brasil
pós-anos 1990: desafios e perspectivas. In: ABRAMIDES, M. B.;
DURIGUETTO, M. L. (Orgs.). Movimentos sociais e Serviço Social: relação
necessária. São Paulo: Cortez, 2014, p. 177-194, com adaptações.
Acerca do tema do texto, julgue o item a seguir.
A recorrência às categorias gramscianas, como hegemonia,
cultura e intelectual orgânico, como se fossem
constitutivas dos fundamentos do exercício profissional,
materializa uma dessas tendências, incorrendo na tênue
fronteira entre profissão e militância política.
O estudo aprofundado das relações entre trabalho produtivo e improdutivo, manual e intelectual, material e imaterial, bem como a forma assumida pela divisão sexual do trabalho, a nova configuração da classe trabalhadora, entre vários outros elementos, permitiram recolocar e dar concretude à tese da centralidade da categoria trabalho na formação societal contemporânea.
ANTUNES, Ricardo. Perenidade (e superfluidade) do trabalho: alguns
equívocos sobre a desconstrução do trabalho. In: SILVA, J. F. S. da. [et. al.]
(Orgs.). Sociabilidade burguesa e Serviço Social. Rio de Janeiro: Editora
Lumen Juris, 2013. (Coletânea Nova de Serviço Social), p. 15-27.
No que concerne ao trabalho como categoria fundante da sociabilidade humana, julgue o item a seguir.
A cada tempo histórico, as sociedades, mediante as
relações de produção e reprodução social, foram
capazes de atender às demandas pela produção de bens
socialmente necessários por meio do trabalho como
elemento fundante da sociabilidade humana.
Na sociedade burguesa, quanto mais se desenvolve a produção capitalista, mais as relações sociais de produção se alienam dos próprios homens, confrontando-os como potências externas que os dominam.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No tocante à produção e à reprodução das relações sociais na sociedade capitalista, julgue o item a seguir.
Existe uma indissociável relação entre a produção dos
bens materiais e a forma econômico-social em que é
realizada, isto é, a totalidade das relações entre os homens
em uma sociedade historicamente particular, regulada pelo
desenvolvimento das forças produtivas do trabalho social.
Na sociedade burguesa, quanto mais se desenvolve a produção capitalista, mais as relações sociais de produção se alienam dos próprios homens, confrontando-os como potências externas que os dominam.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No tocante à produção e à reprodução das relações sociais na sociedade capitalista, julgue o item a seguir.
O processo de reprodução do capital abrange tanto o
processo direto de produção, quanto a fase de
circulação, isto é, seu ciclo periódico que se repete
sempre de novo e constitui a rotação do capital.
Na sociedade burguesa, quanto mais se desenvolve a produção capitalista, mais as relações sociais de produção se alienam dos próprios homens, confrontando-os como potências externas que os dominam.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No tocante à produção e à reprodução das relações sociais na sociedade capitalista, julgue o item a seguir.
O valor de uso é a forma social do produto do trabalho,
sua capacidade de ser trocado em determinada
proporção por qualquer outro produto, indissociável,
portanto, do fetiche, pois nessa sociedade as relações
humanas assumem a forma de relações entre coisas.
Na sociedade burguesa, quanto mais se desenvolve a produção capitalista, mais as relações sociais de produção se alienam dos próprios homens, confrontando-os como potências externas que os dominam.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No tocante à produção e à reprodução das relações sociais na sociedade capitalista, julgue o item a seguir.
Toda forma de divisão do trabalho confere ao labor a
forma de valor, o qual é uma determinada relação social
tomada como coisa.
Na sociedade burguesa, quanto mais se desenvolve a produção capitalista, mais as relações sociais de produção se alienam dos próprios homens, confrontando-os como potências externas que os dominam.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No tocante à produção e à reprodução das relações sociais na sociedade capitalista, julgue o item a seguir.
O capital, em seu movimento de valorização, produz mais
visibilidade para o trabalho e para a supervalorização do
humano, condizente com a indiferença ante a esfera das
necessidades sociais e dos valores de uso.
No palco da história do século 21, o novo ciclo de expansão do capitalismo transnacional redesenha o mapa do mundo.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
Com base na premissa apresentada no texto, julgue o item a seguir.
Para alguns estudiosos, a transição do capitalismo
competitivo ao monopolista no Brasil ocorreu por
caminhos que fogem ao modelo universal da
democracia burguesa.
No palco da história do século 21, o novo ciclo de expansão do capitalismo transnacional redesenha o mapa do mundo.
IAMAMOTO, M. V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
Com base na premissa apresentada no texto, julgue o item a seguir.
A atual inserção do Brasil na divisão internacional do
trabalho, como um país de economia dita emergente em
um mercado mundializado, carrega a história de sua
formação social, imprime um caráter peculiar à organização
da produção, às relações entre o Estado e a sociedade, e
atinge a formação do universo político-cultural das classes,
dos grupos e dos indivíduos sociais.
( ) Segundo o autor, as principais análises teóricas referentes ao trabalho/exercício/prática profissional ainda têm identificado o assistente social como o profissional que “faz tudo”.
( ) Segundo o autor, o Serviço Social tem ampliado suas produções científicas e, hegemonicamente, sinalizado que a dimensão investigativa é constituinte da formação profissional do assistente social. Dessa forma, é necessário que seja garantida sua horizontalidade ao longo de tal formação.
( ) Segundo o autor, de forma geral, a tradução das dimensões teórica, ética, política e técnica‑operativa como base da dimensão investigativa não tem se processado na formação profissional em Serviço Social. Portanto, o acadêmico em Serviço Social, embora muitas vezes entenda que é preciso ter uma postura investigativa, não tem sido instrumentalizado para sua apropriação como dimensão constitutiva da intervenção profissional.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas retiradas do texto “A atitude investigativa no trabalho do assistente social”, de Cristina Kologeski Fraga.