Questões de Concurso
Sobre fundamentos históricos e teórico-metodológicos do serviço social em serviço social
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I. O Serviço Social tem, na questão social, a base de sua fundação como especialização do trabalho. Questão Social apreendida como as expressões do processo de formação e desenvolvimento da classe operária e de seu ingresso no cenário político da sociedade, exigindo seu reconhecimento como classe por parte do empresariado e do Estado.
II. O Serviço Social tem, na questão social, a base de sua fundação como especialização do trabalho. Questão Social apreendida como uma demanda que é social, não pertencente a um modo de produção. A desigualdade e a pobreza sempre estiveram presentes, uma forma de enfrentamento é a união da classe trabalhadora e dos donos dos meios de produção, promovendo ações de caridade.
III. O objeto do trabalho do assistente social é a questão social. No contexto atual, com a globalização da produção e dos mercados, atua viabilizando direitos, através das políticas públicas sociais; com autonomia para redistribuir as riquezas produzidas para os que se encontram em situação de vulnerabilidade social.
IV. O objeto do trabalho do assistente social é a questão social e suas mais variadas expressões cotidianas. Tais como as que os indivíduos experimentam no trabalho, na família, na área habitacional, na saúde, na assistência social pública etc. Questão Social que, sendo desigualdade, é também rebeldia, por envolver sujeitos que vivenciam as desigualdades e a ela resistem e se opõem.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
A partir dos anos 1990, a Seguridade Social começa a ser frontalmente atacada pelas políticas de corte neoliberal e suas reformas. Dentre suas principais tendências, encontra-se:
O papel da teoria na construção das ações profissionais está relacionado:
As áreas mais relevantes nessa trajetória foram:
Considerando o que explana a autora, é INCORRETO afirmar:
Sobre os desafios nas dimensões constitutivas da profissão, é CORRETO afirmar que:
( ) As transformações societárias que caracterizam a década de 1980 vão encontrar um Serviço Social consolidado e maduro, uma profissão com acúmulos e avanços e com direção social, como é possível observar no Código de Ética Profissional de 1986, documento profissional de densidade teórico-metodológica e operacional que registra o compromisso da categoria com a classe trabalhadora e ética.
( ) Os referenciais orientadores do pensamento e da ação na emergência do Serviço Social tiveram como fontes a Doutrina Social da Igreja e o pensamento derivado de São Tomás de Aquino (tomismo e neotomismo).
( ) O conservadorismo como forma de pensamento e experiência prática, resultado de um contramovimento aos avanços da modernidade, não se constitui como o primeiro suporte teórico-metodológico para qualificação técnica da profissão, visto que não se trata de uma teoria social.
( ) As abordagens funcionalistas, estruturalistas e sistêmicas, todas de matriz positivista, integram a vertente modernizadora do Movimento de Reconceituação, conforme classificação de Netto (1994).
( ) Ao longo da década de 1990, alguns eixos articuladores do debate profissional têm rebatimentos na ação e produção teórica do Serviço Social, quais sejam: i) a noção de seguridade social como conjunto de seguranças para proteção, redução ou prevenção às situações de risco e de vulnerabilidade social; ii) a assistência social como política pública; iii) gestão e operacionalização das políticas sociais.
I. Abordagem que considera a necessidade de combater a pobreza, assentada nas orientações das agências multilaterais como o Banco Mundial, denominada de alívio da pobreza.
II. Perspectiva que apresenta a pobreza como um fenômeno fundado em múltiplas determinações, que, no modo de produção capitalista, se expressam e derivam da Lei Geral da Acumulação Capitalista, vinculando, num mesmo processo, a pobreza e a acumulação de capital.
III. Tendência que considera a pobreza como disfunção social que se assenta na perspectiva da autorresponsabilização e define formas para seu enfrentamento baseadas na educação, adaptação e no ajuste social.
IV. Abordagem que analisa a pobreza vinculada às necessidades que apresentam um viés estrutural e econômico nos seus fundamentos.
V. Abordagem que vincula pobreza com a subalternidade, especialmente com o setor ou classe “subalternos”, conceituação que sugere uma relação de desigualdade entre dominantes e subalternos.