Questões de Concurso Sobre meio ambiente e saúde pública em saúde pública

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Q3660633 Saúde Pública
O controle de vetores envolve métodos químicos, biológicos e de manejo ambiental para reduzir ou eliminar a população de vetores de doenças e prevenir a transmissão de doenças.

Assinale a alternativa correta em relação ao assunto.
Alternativas
Q3660631 Saúde Pública
Qualquer pessoa, de qualquer faixa etária e sexo, pode ser infectada com o parasita da esquistossomose, mas as situações abaixo são grandes fatores de risco para se contrair a infecção:

1. Contato com a água contaminada.
2. Existência do caramujo transmissor.
3. Fazer tarefas domésticas em águas contaminadas, como lavar roupas.
4. Morar em regiões onde não há água potável.
5. Morar em região onde há falta de saneamento básico.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3660629 Saúde Pública
A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes.

Sobre a Dengue, é correto afirmar:
Alternativas
Q3660441 Saúde Pública
A UPA do município de Espera Feliz notificou um surto de doença diarréica aguda (DDA), com 31 crianças matriculadas em uma escola de ensino fundamental do centro da cidade. Todas as crianças de 8 a 10 anos apresentaram diarréia de repetição, vômitos e cólicas abdominais iniciadas há cerca de 9 horas.
É função da Vigilância Ambiental:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDATEC Órgão: GHC-RS Prova: FUNDATEC - 2025 - GHC-RS - Despenseiro |
Q3659423 Saúde Pública
Considerando o artigo “Higienização” (2021), publicado pela Embrapa, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A higienização é feita obedecendo a duas etapas: limpeza e sanitização.
( ) Na etapa de limpeza, é feita a remoção dos resíduos orgânicos e minerais presentes nas superfícies.
( ) Na sanitização, é feita a redução da carga microbiana em níveis satisfatórios, não ocorrendo, no entanto, a eliminação dos micro-organismos patogênicos.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDATEC Órgão: GHC-RS Prova: FUNDATEC - 2025 - GHC-RS - Cozinheiro |
Q3659281 Saúde Pública
A Vigilância Sanitária é um campo de atuação do SUS. Durante uma inspeção realizada em um restaurante, foram encontrados alimentos fora do prazo de validade e mal armazenados, representando risco à saúde da população. Nesse caso, a ação da Vigilância Sanitária está relacionada a: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: AgSUS Prova: FGV - 2025 - AgSUS - Analista de Gestão Arquiteto |
Q3659185 Saúde Pública
A precariedade do sistema de saneamento básico afeta parte da população mundial, causando doenças intrinsecamente relacionadas com a poluição ambiental.

Assinale a opção que contém uma doença transmitida pela via feco-oral, relacionada com a água, e que pode ser causada pela ineficiência de serviços de saneamento básico. 
Alternativas
Q3658381 Saúde Pública
Qual o nome dado à transferência involuntária de microrganismos ou substâncias indesejadas de um alimento, superfície, utensílio ou pessoa para outro, representando um risco à saúde e à segurança dos alimentos? 
Alternativas
Q3657503 Saúde Pública

Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"


O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.


Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.


Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.


Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.


Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.


Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.


No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/

A mudança no perfil do câncer de pulmão exige que tanto a prática clínica quanto a saúde pública adaptem suas estratégias. Mais do que apenas considerar fatores individuais, torna-se necessário refletir sobre ações coletivas capazes de reduzir a incidência da doença. Nesse contexto, qual medida se mostra coerente com as prioridades destacadas no texto?
Alternativas
Q3657502 Saúde Pública

Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"


O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.


Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.


Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.


Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.


Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.


Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.


No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/

Mudanças no comportamento epidemiológico de determinadas doenças revelam como fatores sociais, culturais e ambientais podem alterar os grupos mais afetados ao longo do tempo. No caso do câncer de pulmão, os dados mais recentes apontam que sua ocorrência não se limita mais ao perfil clássico do fumante inveterado. Diante dessa transformação, qual interpretação se mostra coerente com o texto apresentado?
Alternativas
Q3657480 Saúde Pública
Doenças como dengue, Zika e chikungunya, são transmitidas pela picada de mosquito, que se reproduz em água parada e limpa. O conhecimento do ciclo de vida do vetor é essencial para o planejamento de estratégias preventivas. O controle da proliferação do mosquito é uma medida central na prevenção dessas doenças, já que ainda não há tratamento antiviral específico universalmente disponível.
Dentre as opções citadas abaixo, assinale a alternativa que corresponde a uma medida preventiva que interrompe o ciclo de vida do mosquito.
Alternativas
Q3654187 Saúde Pública
O Agente Comunitário de Saúde (ACS) desempenha papel fundamental na promoção da saúde e na prevenção de doenças transmissíveis, como a malária. Cabe ao ACS orientar a comunidade sobre medidas eficazes para o controle do vetor da doença. Com base nessa atribuição, assinale a alternativa que apresenta corretamente a sequência, considerando V (Verdadeiro) ou F (Falso):

( ) O uso de mosquiteiros impregnados com inseticida de longa duração é considerado uma medida ineficaz e não deve ser recomendado pelo ACS.
( ) O ACS deve orientar a comunidade sobre a importância da limpeza das margens dos criadouros e pequenas obras de saneamento, como drenagem e aterro.
( ) A borrifação residual intradomiciliar é uma das medidas coletivas recomendadas para controle do vetor da malária. 
Alternativas
Q3652722 Saúde Pública
O Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas visa reduzir os riscos à saúde pública e manter a qualidade sanitária de alimentos e ambientes. Essa abordagem consiste em um sistema:
Alternativas
Q3650196 Saúde Pública
Em época de aumento de casos de arboviroses, o agente organiza ações de campo junto à equipe. Qual a prioridade CORRETA de controle?
Alternativas
Q3650191 Saúde Pública
Durante a visita domiciliar, o agente percebe que uma criança asmática vive em ambiente fechado com presença de mofo. A orientação CORRETA a ser reforçada à família está na opção
Alternativas
Q3650190 Saúde Pública
Durante a visita domiciliar, o agente orienta moradores sobre a prevenção da hepatite A, doença transmitida principalmente por água e alimentos contaminados. Assinale a alternativa que apresenta a conduta CORRETA.
Alternativas
Q3650189 Saúde Pública
Após enchente, durante a limpeza das casas alagadas, o agente orienta as famílias sobre riscos de leptospirose. A conduta CORRETA a ser seguida é
Alternativas
Q3650188 Saúde Pública
Durante a inspeção em um quarteirão com tambores descobertos e sucata acumulada, o agente identifica grande quantidade de focos de Aedes. A afirmativa que apresenta a ação CORRETA a ser realizada é
Alternativas
Q3650187 Saúde Pública
Durante a visita domiciliar, uma gestante que mora em área com circulação de Zika, solicita orientações de proteção pessoal e no ambiente da casa. O agente deverá ensinar a conduta CORRETA que é 
Alternativas
Q3650181 Saúde Pública
Em área de risco, após várias visitas a casas que contêm caixas e baldes de água, famílias relatam diarreia em crianças. Qual a orientação a ser divulgada?
Alternativas
Respostas
961: D
962: E
963: C
964: E
965: A
966: E
967: A
968: E
969: D
970: C
971: A
972: A
973: C
974: D
975: E
976: B
977: D
978: A
979: C
980: B