Questões de Concurso
Sobre tipos de reações orgânicas: substituição, adição e eliminação. em química
Foram encontradas 255 questões
Observe cada reação a seguir.
(I)
(II)
(III)
(IV)
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma com relação aos processos representados.
( ) A transformação I ocorre via SN1, pois o substrato é terciário; além disso, o solvente empregado favorece esse mecanismo de reação.
( ) A transformação II ocorre via SN2, pois o núcleófilo H2 S é forte; além disso, o solvente é polar aprótico, favorecendo esse mecanismo de reação.
( ) A transformação III ocorre via SN1, pois o nucleófilo fraco e o substrato terciário favorece esse mecanismo que leva a formação de dois diastereoisômeros.
( ) A transformação IV ocorre via reação de eliminação, pois o uso de uma base volumosa favorece a formação do produto de Hofmann.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Complete corretamente as lacunas do texto a seguir.
Considere que o substrato 3-bromopentano reaja com etóxido de sódio formando dois produtos de _________________: (E)-pent-2-eno e o (Z)-pent-2-eno. Ambos são formados, porém, o produto _____________ predomina. Nesse sentido, podemos afirmar que essa é uma reação ______________________, já que o substrato produz dois isômeros em quantidades diferentes
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
Nesse contexto, é correto afirmar que a fórmula da substância X é
Sobre o tema, analise as assertivas a seguir:
I. O ácido salicílico e o ácido acetilsalicílico apresentam o grupo hidroxila, o que os caracteriza como fenóis.
II. O AAS possui um grupo carboxílico (–COOH) que reage com bases fortes em uma reação de neutralização.
III. No organismo, o ácido acetilsalicílico é convertido em ácido salicílico por uma reação de esterificação.
Quais estão corretas?

Com base nessas informações, julgue o item a seguir.
Partindo‑se do benzaldeído, é correto afirmar que o composto p‑fluorobenzaldeído poderá ser obtido por substituição aromática, uma vez que o grupo –CHO atua como um substituinte ativador e orto/para‑dirigente no anel benzênico
A rota sintética do composto alanina, preparada a partir do ácido 2‑bromopropanoico, é representada pelo esquema a seguir.

A partir dessas informações e supondo‑se que uma solução foi preparada a partir de 0,89 g de alanina e 100 mL de água, e considerando‑se que
M C3H7NO2 = 89 g·mol‑1 e M H2O = 18 g·mol‑1 sejam, respectivamente, as massas molares da alanina e da água, que a densidade da água seja 1 g/mL e que a constante universal dos gases seja 0,082 atm·L·mol‑1·K‑1, julgue o item seguinte.
No que se refere à síntese da alanina, é correto afirmar que se trata de uma reação de eliminação.
O rendimento da reação foi de 20%. Considere as seguintes massas molares: H= 1 g/mol, C= 12 g/mol, N= 14 g/mol, O= 16 g/mol e S= 32 g/mol. A massa de antimicrobiano, obtida ao final da reação, foi de

Com base nisso, assinale a alternativa correta:
Observe a reação de substituição nucleofílica a seguir:

O produto dessa reação será:
O mecanismo químico dessa reação é a
Considere a reação química representada pelo seguinte equilíbrio químico:

De acordo com a teoria ácido-base de Brönsted-Lowry,
nas reações direta e inversa, são classificados como ácidos, respectivamente:
Depois do arroz e do milho, a mandioca é a terceira maior fonte de carboidratos das populações nos trópicos do planeta, fazendo parte da dieta básica de mais de meio bilhão de pessoas. A mandioca-brava, todavia, pode ser fatal para quem a consome, devido à presença do glicosídeo de acetona cianoidrina. O glicosídeo em si não é venenoso, mas as enzimas do intestino humano, quando o decompõem, liberam cianeto de hidrogênio (HCN), conforme a reação mostrada a seguir, que ocorre em duas etapas.

Jonathan Clayden, Nick Greeves e Stuart Warren. Organic Chemistry. 2. ed.
New York: Oxford University Press Inc., 2012 (tradução livre).
Uma pequena quantidade de HCN (a partir de 100 mg/kg
de mandioca) é suficiente para matar um ser humano após uma
refeição de mandioca não fermentada. Se, todavia, a mandioca
for esmagada com água e deixada em repouso, ela irá fermentar e
as enzimas da própria mandioca farão o mesmo trabalho e, então,
o HCN poderá ser eliminado antes de a mandioca ser cozinhada e
consumida — como o HCN é muito volátil, ele evapora na
temperatura de cozimento. A mandioca, após esse processo, é
segura para consumo, mas ainda contém algum glicosídeo.
Algumas doenças reportadas principalmente na África são
atribuídas ao consumo prolongado de mandioca-brava.
Tendo como referência inicial as informações e a imagem precedentes, julgue os itens a seguir.
Em uma solução alcalina, a segunda etapa da reação em tela
não necessitaria ser catalisada, pois isso seria uma condição
que favoreceria a conversão da cianoidrina em cetona, uma
vez que o cianeto é um bom grupo abandonador.
Depois do arroz e do milho, a mandioca é a terceira maior fonte de carboidratos das populações nos trópicos do planeta, fazendo parte da dieta básica de mais de meio bilhão de pessoas. A mandioca-brava, todavia, pode ser fatal para quem a consome, devido à presença do glicosídeo de acetona cianoidrina. O glicosídeo em si não é venenoso, mas as enzimas do intestino humano, quando o decompõem, liberam cianeto de hidrogênio (HCN), conforme a reação mostrada a seguir, que ocorre em duas etapas.

Jonathan Clayden, Nick Greeves e Stuart Warren. Organic Chemistry. 2. ed.
New York: Oxford University Press Inc., 2012 (tradução livre).
Uma pequena quantidade de HCN (a partir de 100 mg/kg
de mandioca) é suficiente para matar um ser humano após uma
refeição de mandioca não fermentada. Se, todavia, a mandioca
for esmagada com água e deixada em repouso, ela irá fermentar e
as enzimas da própria mandioca farão o mesmo trabalho e, então,
o HCN poderá ser eliminado antes de a mandioca ser cozinhada e
consumida — como o HCN é muito volátil, ele evapora na
temperatura de cozimento. A mandioca, após esse processo, é
segura para consumo, mas ainda contém algum glicosídeo.
Algumas doenças reportadas principalmente na África são
atribuídas ao consumo prolongado de mandioca-brava.
Tendo como referência inicial as informações e a imagem precedentes, julgue os itens a seguir.
O tamanho dos substituintes desempenha papel central nas
reações orgânicas e é a razão pela qual os aldeídos são mais
reativos que as cetonas, por exemplo. O impedimento
estérico afeta as taxas de reação e também pode determinar o
mecanismo de reação.
Depois do arroz e do milho, a mandioca é a terceira maior fonte de carboidratos das populações nos trópicos do planeta, fazendo parte da dieta básica de mais de meio bilhão de pessoas. A mandioca-brava, todavia, pode ser fatal para quem a consome, devido à presença do glicosídeo de acetona cianoidrina. O glicosídeo em si não é venenoso, mas as enzimas do intestino humano, quando o decompõem, liberam cianeto de hidrogênio (HCN), conforme a reação mostrada a seguir, que ocorre em duas etapas.

Jonathan Clayden, Nick Greeves e Stuart Warren. Organic Chemistry. 2. ed.
New York: Oxford University Press Inc., 2012 (tradução livre).
Uma pequena quantidade de HCN (a partir de 100 mg/kg
de mandioca) é suficiente para matar um ser humano após uma
refeição de mandioca não fermentada. Se, todavia, a mandioca
for esmagada com água e deixada em repouso, ela irá fermentar e
as enzimas da própria mandioca farão o mesmo trabalho e, então,
o HCN poderá ser eliminado antes de a mandioca ser cozinhada e
consumida — como o HCN é muito volátil, ele evapora na
temperatura de cozimento. A mandioca, após esse processo, é
segura para consumo, mas ainda contém algum glicosídeo.
Algumas doenças reportadas principalmente na África são
atribuídas ao consumo prolongado de mandioca-brava.
Tendo como referência inicial as informações e a imagem precedentes, julgue os itens a seguir.
Cianoidrinas podem ser formadas a partir de compostos
carbonilados, como aldeídos e cetonas, e de cianeto de sódio
em meio ácido, pela adição nucleofílica ao grupo carbonila.
Depois do arroz e do milho, a mandioca é a terceira maior fonte de carboidratos das populações nos trópicos do planeta, fazendo parte da dieta básica de mais de meio bilhão de pessoas. A mandioca-brava, todavia, pode ser fatal para quem a consome, devido à presença do glicosídeo de acetona cianoidrina. O glicosídeo em si não é venenoso, mas as enzimas do intestino humano, quando o decompõem, liberam cianeto de hidrogênio (HCN), conforme a reação mostrada a seguir, que ocorre em duas etapas.

Jonathan Clayden, Nick Greeves e Stuart Warren. Organic Chemistry. 2. ed.
New York: Oxford University Press Inc., 2012 (tradução livre).
Uma pequena quantidade de HCN (a partir de 100 mg/kg
de mandioca) é suficiente para matar um ser humano após uma
refeição de mandioca não fermentada. Se, todavia, a mandioca
for esmagada com água e deixada em repouso, ela irá fermentar e
as enzimas da própria mandioca farão o mesmo trabalho e, então,
o HCN poderá ser eliminado antes de a mandioca ser cozinhada e
consumida — como o HCN é muito volátil, ele evapora na
temperatura de cozimento. A mandioca, após esse processo, é
segura para consumo, mas ainda contém algum glicosídeo.
Algumas doenças reportadas principalmente na África são
atribuídas ao consumo prolongado de mandioca-brava.
Tendo como referência inicial as informações e a imagem precedentes, julgue os itens a seguir.
Na conversão de cianoidrinas em seus respectivos derivados
carbonilados, esperam-se melhores rendimentos para as
cianoidrinas aldeídicas que para as cianoidrinas cetônicas.
O grupo funcional detectado pelo teste com o reagente de Tollens e o resultado esperado dessa reação são os(as)
Quando se compararam os produtos obtidos em ambas as reações, constatou-se a formação de
A ordem global dessa reação e o principal produto orgânico formado são