🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Sobre perícia psiquiátrica em psiquiatria

Foram encontradas 220 questões

Ano: 2024 Banca: FURG Órgão: FURG Prova: FURG - 2024 - FURG - Médico - Área: Psiquiatra |
Q3228423 Psiquiatria
Uma das ações periciais realizadas pelo médico psiquiatra é a avaliação para interdição. Com base nisso, analisa as afirmativas abaixo e assinala V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) A interdição pode ser solicitada quando o individuo perde sua capacidade de gerir seus bens e sua própria pessoa.
( ) Conforme artigo 182 do Código de Processo Civil, é vedado, ao interditando, a constituição de advogado para defesa.
( ) A curatela é o encargo público concedido, por lei, a alguém, para reger e defender uma pessoa, bem como administrar os bens de maiores incapazes que não têm condições de fazê-lo em razão de enfermidade mental.
( ) A interdição pode ser promovida pelo pai, mãe ou tutor, pelo cônjuge ou algum parente próximo ou pelo Ministério Público.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3198978 Psiquiatria
Qual das seguintes afirmações sobre os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) é verdadeira?
Alternativas
Q3197387 Psiquiatria
Em uma perícia médica, por determinação judicial, caso o psiquiatra careça de consentimento do periciando para a realização da avaliação especializada, ele deve 
Alternativas
Q3190880 Psiquiatria
A imputabilidade penal é um conceito fundamental na psiquiatria forense, que avalia a capacidade do indivíduo de responder por seus atos. Qual dos seguintes critérios é ESSENCIAL para determinar a imputabilidade penal de um indivíduo no momento do crime? 
Alternativas
Q3148274 Psiquiatria

Na área da Psiquiatria Forense, os médicos discutem as implicações legais e éticas do diagnóstico psiquiátrico, que pode impactar diretamente em julgamentos de responsabilidade criminal, capacidade civil e outras questões legais. Considere os itens abaixo sobre teóricos e teorias dessa área:



I - : Este teórico desenvolveu o conceito de imputabilidade diminuída, afirmando que determinadas doenças mentais podem reduzir, mas não eliminar totalmente, a responsabilidade criminal do indivíduo, sendo fundamental uma avaliação psiquiátrica cuidadosa em processos criminais.


II - : Pioneiro na área de Psiquiatria Forense, ele introduziu o conceito de insanidade legal, onde o transtorno mental é avaliado em termos de capacidade de distinguir o certo do errado, influenciando decisões sobre a responsabilidade criminal do réu.



Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas dos itens:

Alternativas
Q3111906 Psiquiatria
A psiquiatria forense talvez seja a área da psiquiatria com mais dilemas éticos, ou seja, a área em que mais dúvidas surgem ao determinar se as ações do psiquiatra estão de acordo com os conceitos éticos, os ditames morais e os preceitos legais. Sobre esse tema, analise os itens a seguir.

I. O psiquiatra que atua como perito, assistente técnico ou médico assistente é preliminarmente um médico, e deve atuar guiado pela capacitação técnica, honestidade e veracidade no exercício de suas funções.
II. É vedado ao médico ser perito ou auditor do próprio paciente, de pessoa de sua família ou de qualquer outra com a qual tenha relações capazes de influir em seu trabalho ou de empresa em que atue ou tenha atuado.
III. Quando o psiquiatra forense prestar serviços como médico assistencialista, o sigilo deve ser resguardado, salvo em situações excepcionais, em que, por motivo justo ou dever legal, existe a possibilidade de se compartilhar informações que sejam estritamente necessárias para prevenir danos ao próprio paciente e a terceiros.

Estão CORRETOS os itens: 
Alternativas
Q3103336 Psiquiatria

Durante perícia psiquiátrica de réu que cometeu crime violento sob efeito de substância psicoativa, a avaliação da capacidade penal baseada nos critérios de Serafim-Saffi evidencia:


•   Consciência crítica da realidade preservada no momento do exame;
•   Ausência de sintomas psicóticos ativos;   
•   História de múltiplas internações por dependência química;  
•   Intoxicação aguda documentada no momento do delito; 
•   Capacidade de autodeterminação comprometida pelo uso compulsivo. 


A análise técnica indica: 

Alternativas
Q3084666 Psiquiatria
Na prática forense, a avaliação da imputabilidade ou da responsabilidade penal é sempre retroativa e visa avaliar o estado mental do réu ao tempo da prática do delito. A lei brasileira adota o critério biopsicológico para a avaliação, sendo necessário para esse procedimento pericial o conhecimento dos seus variados conceitos.

Assinale abaixo a alternativa INCORRETA sobre a responsabilidade penal e a avaliação de imputabilidade.
Alternativas
Q2541369 Psiquiatria
Um homem de 35 anos é acusado de homicídio após matar um colega de trabalho. Durante a avaliação psiquiátrica, ele alega que estava seguindo ordens de vozes que acreditava serem de anjos, instruindo-o a eliminar uma ameaça para salvar a humanidade. O exame revela que ele tem um histórico de esquizofrenia não tratada.
Com base no teste de M'Naghten, como a defesa poderia argumentar a sua inimputabilidade?
Alternativas
Q2471919 Psiquiatria

Leia o caso clínico a seguir.


Um homem de 45 anos é encaminhado à avaliação de um psiquiatra forense após ser preso e acusado de um crime de tentativa de homicídio há 3 meses. Na prisão, era frequentemente encontrado vagando desorientado pelos corredores. Ele apresenta comportamento estranho e respostas incomuns, durante a avaliação inicial, com respostas aproximadas. Ao ser questionado sobre seu nome, ele responde com nomes de pessoas famosas, mas de maneira hesitante e incoerente. Quando perguntado sobre a data atual, ele fornece uma resposta incorreta e pouco precisa. Durante a conversa, o paciente apresenta um sorriso irônico e parece desviar o olhar enquanto responde às perguntas. Ele parece confuso e tem dificuldade em manter a atenção. Quando questionado sobre sua localização atual, ele dá respostas vagas e não relacionadas ao lugar em que está preso. Ao ser perguntado sobre o suposto crime, desconversa, como se estivesse confuso.

Na entrevista com familiares e testemunhas, não há relatos de antecedentes psicopatológicos ao longo de sua vida. À época do delito, não há descrição de alterações psicopatológicas de grande monta.

Durante o exame físico, o paciente parece ter dificuldade em andar de maneira coordenada e seus movimentos são desajeitados. Ele também relata dores de cabeça intermitentes e visão turva, mas não há sinais físicos objetivos que justifiquem esses sintomas.


Diante do exposto acima no caso, o diagnóstico psicopatológico compatível e a decisão pericial são, respectivamente:

Alternativas
Q2382704 Psiquiatria
Leia o caso a seguir.


Mulher, G.N, 18 anos, solteira, é presa, acusada de infanticídio. Nos autos do processo, constam que G.N deu a luz a um bebê, em uma sexta-feira, às 19 horas. Voltou para a casa dos pais no dia seguinte, abatida, em mutismo importante, evitando pegar a criança para amamentar. Dois dias depois, abandonou a criança em casa e saiu andando a esmo pela rua, em desalinho, com corte e sangramento nos pulsos, ainda em mutismo. A família a reconduziu para casa e a obrigou a cuidar da criança. No quinto dia após o parto, a família encontrou G.N no quarto cantarolando canções de ninar, com palavras sem nexo, com o bebê nos braços, sem respirar, em cianose. O laudo do IML apontou asfixia mecânica como causa da morte do bebê. Na entrevista com a polícia, G.N permaneceu calada, com olhar longínquo e, nas poucas vezes que falava, parecia desconexa e dizia que não aguentava mais “os barulhos” e os “choros” de bebê na sua cabeça: “– Estão ouvindo? O bebê chorar? Alguém segura ele... Não aguento mais”. Ainda na prisão, começou a se machucar, batendo a cabeça na parede, dizendo que os “choros do bebê a mandavam se matar”. Foi encaminhada para uma clínica psiquiátrica. O pai da criança, que havia sido o primeiro namorado de G.N e com quem ela havia perdido a virgindade, negou a paternidade desde o início da gravidez e se afastou. Na curva vital, G.N nunca havia apresentado alterações de comportamento ou indícios de transtorno de personalidade. Sempre muito recatada e religiosa, com pais opressivos, escondeu a gravidez dos pais até o dia do parto. O juiz, na fase processual do inquérito, solicitou perícia psiquiátrica para o caso.


O psiquiatra perito concluiu que se trata de caso de
Alternativas
Q2361573 Psiquiatria
Em relação a transtorno factício e simulação, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2360505 Psiquiatria
O clínico psiquiatra é um profissional que atua constantemente em processos administrativos, previdenciários, judiciais, etc., emitindo pareceres tanto como perito, mas também como médico assistente.
Nesse contexto, avalie as afirmativas a seguir.

I. As perícias previdenciárias podem ser divididas em dois grupos com aspectos distintos: administrativas e judiciárias realizadas, respectivamente, por médicos do INSS e por peritos nomeados pelo juiz.
II. Não são consideradas como doença do trabalho: a doença degenerativa; a inerente a grupo etário; a que não produza incapacidade laborativa; a doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva, salvo comprovação de que é resultante de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho.
III. A Previdência Social regulamenta o nexo de causalidade profissional para quadros de transtorno de estresse pós-traumático, síndrome de Burnout e transtorno do sono-vigília, quando relacionados com o trabalho.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3901363 Psiquiatria
Comparece para uma avaliação psiquiátrica Kairo, 43 anos, professor de ensino de jovens e adolescentes (EJA) do período noturno. Paciente apresentou um episódio de descontrole de raiva durante uma aula após ser ofendido por um aluno, imprimindo uma reação de despropoção ao fato e, consequentemente, foi afastado das suas atividades. Manteve-se em tratamento durante esse período e agora deseja retornar as suas funções laborativas após 8 meses de afastamento.
Em exame médico-psiquiatrico, para avaliacdo da capacidade de retorno ao trabalho, qual item é indispensável para considerar o profissional apto? 
Alternativas
Q3901362 Psiquiatria
Chega à delegacia de polícia um senhor chamado Denis, 49 anos, preso em flagrante ao manter relação sexual com Luciene, 34 anos. A família de Luciene refere que ela tem “problema mental e não sabia o que estava fazendo”. Denis alega que foi Luciene quem começou a “paquera” e quem o convidou a realizar o ato sexual, alegando não saber o motivo para tal intervenção, dado que Luciene ndo é “de menor”, segundo Denis. No decorrer do caso, solicitou-se a realização de perícia médica psiquiátrica de Luciene, sendo constatado que ela tem déficit intelectual grave. Sobre o caso relatado, assinale a afirmativa correta: 
Alternativas
Q3901360 Psiquiatria
Julgue os itens se verdadeiros (V) ou falsos (F) e, a seguir, assinale a alternativa com a sequéncia correta:
De acordo com o Manual de Perícia Oficial em Saúde do Servidor Público Federal, o perito oficial em saúde, atuando na perícia singular ou em junta, fica impedido de participar de ato pericial quando:
( ) for parte interessada;
( ) tenha tido participação como mandatário da parte ou sido designado como assistente técnico de órgão do Ministério Público;
( ) for conjuge ou parente da parte interessada (consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o segundo grau);
( ) a parte for paciente, ex-cliente do médico perito;
( ) referir-se a pessoa com quem tenha ou teve relações sociais, afetivas, comerciais ou administrativas, capazes de comprometer o caráter de imparcialidade do ato pericial. 
Alternativas
Q3901358 Psiquiatria
Catarina, 54 anos, chega ao serviço de saúde mental solicitando acolhimento, pois necessita de um laudo para um processo judicial. Está acompanhada pelo seu advogado, que relata que Catarina está sendo acusada injustamente de maltratar seus netos, que moram com ela desde o falecimento da mãe das crianças por Covid-19. Ao acolhimento referem que a paciente é “inocente” e que “não se lembra” das coisas que acontecem. Enquanto avaliada, são observados comportamento de esquiva e olhar fixo no examinador; responde “não sei” sempre que confrontada sobre sua doença. Quando questionada novamente sobre o motivo da solicitacdo de acolhimento, relata que sua “memória recente” está prejudicada.
Assinale a alternativa que apresenta a condição da paciente: 
Alternativas
Q3901357 Psiquiatria
Em relação ao Decreto 7.003, de 9 de novembro de 2009, que regulamenta a licença para tratamento de saúde, considere as assertivas a seguir:
I. Ao servidor é assegurado o direito de recusar a avaliação por meio de telessaúde.
Il. Caso considere necessário, o perito poderá optar pela perícia presencial a qualquer momento.
IIl. A perícia oficial não poderá ser dispensada para a concessão de licença para tratamento de saúde, independente do período de afastamento determinado pelo atestado médico.
IV. Para sua validade legal, o laudo pericial deverá conter a conclusão, o nome do perito oficial e respectivo registro no conselho de classe, referindo-se ao nome ou à natureza da doença do servidor em todos os casos.
V. Não serão aceitos atestados em que o servidor não permitiu a exposição do CID pelo seu médico assistente.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3606114 Psiquiatria
Sobre a perícia médica em psiquiatria:
Alternativas
Q2437104 Psiquiatria

Sobre a avaliação psiquiátrica forense, é correto afirmar que

Alternativas
Respostas
61: B
62: A
63: B
64: C
65: C
66: D
67: E
68: C
69: A
70: C
71: D
72: B
73: E
74: A
75: C
76: D
77: C
78: E
79: A
80: B