🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Sobre neurociência em psiquiatria

Foram encontradas 173 questões

Q3947676 Psiquiatria
Paciente relata episódios de paralisia muscular súbita durante vigília, desencadeados por emoções intensas, associados a sonolência diurna excessiva e alucinações hipnagógicas. O diagnóstico mais provável nesse caso é 
Alternativas
Q3921520 Psiquiatria
Sobre o equilíbrio e interação entre os neurotransmissores GABA e glutamato no sistema nervoso central, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3921396 Psiquiatria
Sobre o equilíbrio e interação entre os neurotransmissores GABA e glutamato no sistema nervoso central, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3921389 Psiquiatria
Sobre os receptores dopaminérgicos presentes no sistema nervoso central, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3914974 Psiquiatria
O sistema nervoso central é organizado em circuitos e vias de neurotransmissores que modulam o comportamento, o humor e a cognição. Acerca das principais vias dopaminérgicas, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A via nigroestriatal, que se projeta da substância negra para o estriado, é primariamente responsável pela modulação das funções motoras.
(__)A via mesocortical, que se projeta da Área Tegmentar Ventral (VTA) para o córtex pré-frontal, está associada principalmente aos sintomas negativos e cognitivos da esquizofrenia.
(__)A via mesolímbica, que se projeta da VTA para o núcleo accumbens, está implicada no sistema de recompensa e nos sintomas positivos da esquizofrenia.
(__)A via tuberoinfundibular, que regula a secreção de prolactina, projeta-se do hipotálamo para a amígdala.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3848390 Psiquiatria
A apoptose mediada pelo complexo receptor N-metil-D-aspartato (NMDA) é provavelmente causada por níveis intracelulares elevados de qual dos seguintes íons?
Alternativas
Q3848387 Psiquiatria

Qual é o exame mais indicado para o diagnóstico da doença de Huntington?


Alternativas
Q3835094 Psiquiatria
O transtorno comportamental do sono REM é caracterizado por episódios repetidos de despertar, com frequência associados a vocalizações e/ou a comportamentos motores complexos que surgem do sono REM. Sobre este transtorno, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3835057 Psiquiatria
Em relação ao seu conhecimento básico sobre os principais neurotransmissores, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4227564 Psiquiatria
        Homem branco, 71 anos de idade, casado, engenheiro (sócio proprietário de empresa de construção civil), residente em São Paulo. Solicita uma consulta, em consultório particular, para obter uma terceira opinião sobre o seu caso. Comparece acompanhado da esposa, mas ele próprio fornece as informações de anamnese com boa precisão. Conta que, no último ano, tem notado lapsos de memória, particularmente para fatos recentes, e dificuldades para encontrar palavras durante uma conversa informal – sintomas que parecem ter se acentuado ao longo do tempo. Apesar disso, continua com capacidade plena para exercer atividades diárias, inclusive aquelas relacionadas ao exercício de sua profissão, embora hoje não tenha mais tantas atribuições, pois o trabalho operacional é realizado por sua equipe. Mantém suas rotinas esportivas (joga tênis, faz caminhadas) e sociais (frequenta concertos de música clássica e aprecia reunir-se com amigos em restaurantes). Não se considera deprimido, mas reconhece estar preocupado com os sintomas cognitivos. Sua esposa corrobora a impressão de que os esquecimentos não causam incapacitação, mas são perceptíveis em situações cotidianas.

       Em uma primeira consulta com seu médico generalista, foi assegurado de que estaria bem clinicamente, eutrófico e com parâmetros de saúde normais. Relata hipertensão leve e dislipidemia (controladas); nega diabetes melito, hipotireoidismo ou outras condições clínicas. Tem boa acuidade auditiva e visual, com lentes corretivas. Faz uso de metoprolol (50 mg/dia), ácido acetil salicílico (100 mg/dia) e rosuvastatina (10 mg/dia). É filho único e sua mãe, com 94 anos de idade, tem boa saúde, mas já demonstra sinais de senilidade. Quando insistiu sobre sua preocupação com as falhas de memória, somadas ao fato de que seu pai faleceu com demência aos 82 anos de idade, o médico lhe recomendou consultar um neurologista.

      Nesta consulta, apesar de não identificar anormalidades no exame neurológico e de ter apresentado desempenho satisfatório em teste de rastreio cognitivo (28 pontos no teste cognitivo de Montreal), foram solicitados outros exames. A avaliação neuropsicológica foi compatível com a hipótese de comprometimento cognitivo leve amnéstico. O exame de imagem cerebral por ressonância magnética não mostrou alterações significativas em relação aos parâmetros gerais; apenas mínimas alterações microangiopáticas (escore de zero na escala de Fazekas) e, à inspeção visual das porções mesiais dos lobos temporais, foram atribuídos os escores MTA (Medial Temporal Atrophy, ou Atrofia Medial Temporal) pela escala de Scheltens, sendo MTA = 2 à esquerda e MTA = 1 à direita. Com base nessas informações, o médico tranquilizou o paciente, dizendo que sua condição não seria compatível com o diagnóstico de demência. Prescreveu um polivitamínico “para fortalecer a memória” e sugeriu que ele retornasse em consulta de seguimento em 6 meses.

      Na consulta com você, psicogeriatra, são relatados os dados da história clínica e apresentados os exames realizados. Sua orientação foi de que a condição clínica descrita, como comprometimento cognitivo leve amnéstico pode ser indício de doença de Alzheimer em fase incipiente; contudo, seria precipitado estabelecer esse diagnóstico categoricamente com os dados atuais. E que, embora a conduta expectante não esteja incorreta, outros exames poderiam ser realizados para se obter uma melhor caracterização clínica e estabelecer o diagnóstico diferencial com a Doença de Alzheimer.
O paciente aceitou a sua indicação sobre os exames subsidiários, e tomou providências para realizá-los da forma mais abrangente possível. Alguns exames já ficaram prontos e são apresentados a seguir:

• A avaliação da funcionalidade, feita por uma terapeuta ocupacional experiente, mostrou preservação total da capacidade de desempenhar atividades básicas da vida diária, mas identificou algumas dificuldades em tarefas instrumentais de maior complexidade, como lembrar-se de todos os itens de uma lista de compras e realizar cálculos mentais para determinar o troco em transações financeiras.
• A volumetria hipocampal por ressonância magnética mostrou volume hipocampal de 1,82 cm³ à esquerda e 2,16 cm³ a direita, sugerindo redução assimétrica do volume hipocampal.
• O exame de imagem funcional por 18F-FDG-PET revelou redução da atividade metabólica em região mesial dos lobos temporais, mais acentuada à esquerda, e também nos córtices de associação temporoparietais (pré-cúneo e cíngulo posterior) com predomínio à esquerda. As concentrações do radiofármaco em áreas subcorticais, como estriado e tálamo, bem como nos córtices sensoriomotores e no cerebelo estavam preservadas.
• A análise de biomarcadores plasmáticos (com base nas concentrações de peptídeos Aβ42 e Aβ40, proteína Tau fosforilada e não fosforilada em treonina 217, e do genótipo ApoE) indicou um índice APS (amyloid probability score) de 75, sugerindo alta probabilidade da presença de placas de amiloide em tecidos cerebrais.
• Exame de imagem molecular por 11C-PIB-PET revelou captação do traçador em áreas corticais, com SUVR (Standardized Uptake Value Ratio) de 2,05 sugerindo acúmulo de amiloide cerebral.
• Pesquisa de polimorfismos da apolipoproteína E indicou que o paciente é portador do genótipo heterozigoto ε-3/ε-4.

Com base nessas informações, assinale a alternativa que melhor reflete (i) a classificação AT(N), onde A se refere à presunção do acúmulo de amiloide cerebral, T se refere à presunção de acúmulo de proteína tau fosforilada e N indica evidência de processo neurodegenerativo; e (ii) como essa informação pode auxiliar no raciocínio clínico, para fins de esclarecimento diagnóstico e tomada de decisões terapêuticas. 
Alternativas
Q4227563 Psiquiatria
        Homem branco, 71 anos de idade, casado, engenheiro (sócio proprietário de empresa de construção civil), residente em São Paulo. Solicita uma consulta, em consultório particular, para obter uma terceira opinião sobre o seu caso. Comparece acompanhado da esposa, mas ele próprio fornece as informações de anamnese com boa precisão. Conta que, no último ano, tem notado lapsos de memória, particularmente para fatos recentes, e dificuldades para encontrar palavras durante uma conversa informal – sintomas que parecem ter se acentuado ao longo do tempo. Apesar disso, continua com capacidade plena para exercer atividades diárias, inclusive aquelas relacionadas ao exercício de sua profissão, embora hoje não tenha mais tantas atribuições, pois o trabalho operacional é realizado por sua equipe. Mantém suas rotinas esportivas (joga tênis, faz caminhadas) e sociais (frequenta concertos de música clássica e aprecia reunir-se com amigos em restaurantes). Não se considera deprimido, mas reconhece estar preocupado com os sintomas cognitivos. Sua esposa corrobora a impressão de que os esquecimentos não causam incapacitação, mas são perceptíveis em situações cotidianas.

       Em uma primeira consulta com seu médico generalista, foi assegurado de que estaria bem clinicamente, eutrófico e com parâmetros de saúde normais. Relata hipertensão leve e dislipidemia (controladas); nega diabetes melito, hipotireoidismo ou outras condições clínicas. Tem boa acuidade auditiva e visual, com lentes corretivas. Faz uso de metoprolol (50 mg/dia), ácido acetil salicílico (100 mg/dia) e rosuvastatina (10 mg/dia). É filho único e sua mãe, com 94 anos de idade, tem boa saúde, mas já demonstra sinais de senilidade. Quando insistiu sobre sua preocupação com as falhas de memória, somadas ao fato de que seu pai faleceu com demência aos 82 anos de idade, o médico lhe recomendou consultar um neurologista.

      Nesta consulta, apesar de não identificar anormalidades no exame neurológico e de ter apresentado desempenho satisfatório em teste de rastreio cognitivo (28 pontos no teste cognitivo de Montreal), foram solicitados outros exames. A avaliação neuropsicológica foi compatível com a hipótese de comprometimento cognitivo leve amnéstico. O exame de imagem cerebral por ressonância magnética não mostrou alterações significativas em relação aos parâmetros gerais; apenas mínimas alterações microangiopáticas (escore de zero na escala de Fazekas) e, à inspeção visual das porções mesiais dos lobos temporais, foram atribuídos os escores MTA (Medial Temporal Atrophy, ou Atrofia Medial Temporal) pela escala de Scheltens, sendo MTA = 2 à esquerda e MTA = 1 à direita. Com base nessas informações, o médico tranquilizou o paciente, dizendo que sua condição não seria compatível com o diagnóstico de demência. Prescreveu um polivitamínico “para fortalecer a memória” e sugeriu que ele retornasse em consulta de seguimento em 6 meses.

      Na consulta com você, psicogeriatra, são relatados os dados da história clínica e apresentados os exames realizados. Sua orientação foi de que a condição clínica descrita, como comprometimento cognitivo leve amnéstico pode ser indício de doença de Alzheimer em fase incipiente; contudo, seria precipitado estabelecer esse diagnóstico categoricamente com os dados atuais. E que, embora a conduta expectante não esteja incorreta, outros exames poderiam ser realizados para se obter uma melhor caracterização clínica e estabelecer o diagnóstico diferencial com a Doença de Alzheimer.
Considerando que o paciente tem condições financeiras para custear exames não providos pelo SUS, assinale a alternativa que apresenta os exames que você indicaria para completar a investigação clínica, tendo como objetivo estabelecer o “diagnóstico biológico” da Doença de Alzheimer, considerando-se um possível encaminhamento para terapia modificadora da doença com drogas antiamiloide. 
Alternativas
Q4227559 Psiquiatria
Em relação ao transtorno afetivo bipolar, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4214014 Psiquiatria
Em relação aos modelos etiopatogênicos contemporâneos dos transtornos mentais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4213983 Psiquiatria
Sobre os mecanismos psicopatológicos e neurobiológicos que fundamentam a compreensão atual dos transtornos por uso de substâncias (TUS) e dos comportamentos aditivos digitais, como o transtorno de jogos eletrônicos, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4212286 Psiquiatria
Em relação aos fatores neurocomportamentais que contribuem para o início precoce do uso de substâncias psicoativas em adolescentes, assinale a alternativa que apresenta corretamente as mais recentes descobertas. 
Alternativas
Q4212285 Psiquiatria
Adolescente, 17 anos de idade, sexo masculino, iniciou o uso de Cannabis spp.aos 12 anos de idade e nos últimos 2 anos, tem feito uso diário, mais de dois cigarros de maconha por dia e uso quase semanal de haxixe. Há 1 ano e meio, tem apresentado conflitos na escola, que abandonou há 3 meses, e em sua casa. Recentemente, agrediu o pai que o recriminou por ter perdido dinheiro em aplicativos de jogos no celular. Assinale a alternativa que descreve com maior precisão os achados contemporâneos de neuroimagem funcional em adolescentes e adultos jovens usuários de Cannabis spp. 
Alternativas
Q4212266 Psiquiatria
Assinale a alternativa que está mais alinhada com as atuais evidências neurobiológicas quanto ao impacto do uso crônico de álcool no desenvolvimento cerebral durante a adolescência. 
Alternativas
Q4212263 Psiquiatria
A modulação sináptica dos canabinoides endógenos é conhecida como: 
Alternativas
Q4212257 Psiquiatria

Texto para à questão


Homem, 32 anos de idade, usuário de cocaína há 14 anos. Atualmente, usa dois a três pinos por dia. Faz panfletagem e gasta todo o dinheiro com a substância. Teve uma internação há 4 meses. Sentiu muita dificuldade nos primeiros dias de internação. Sentia-se cansado, sem atitude, com vontade de ficar na cama. Ficava irritado com tudo, mas tinha muita vontade de usar a substância. Aceitou a internação porque percebeu que mesmo querendo parar de usar a cocaína, não conseguia evitar o uso. 

Entre as diversas neuroadaptações decorrentes do uso crônico de cocaína, assinale a alternativa que apresenta a associação correta entre sítio de ação e repercussão clínica em relação a esta substância. 
Alternativas
Q3781701 Psiquiatria
Um paciente de 38 anos, masculino, vítima de acidente de moto com TCE e politrauma, é socorrido pelo SAMU e levado para hospital de referência. Avaliação inicial: vias aéreas pérvias, com colar cervical e em prancha rígida; expansibilidade torácica simétrica, Sat O2 94%; ausência de sangramentos ativos, pelve estável; abertura ocular ao chamado, resposta verbal com palavras inapropriadas e localiza a dor; ausência de escoriações. PA 110 x 80 mmHg; FR 17irm; FC 96bpm. Feita a tomografia computorizada de crânio, evidenciou-se hematoma em forma de lua crescente, acompanhando a tábua e o parênquima encefálico lateralmente. O diagnóstico tomográfico provável desse paciente é um hematoma: 
Alternativas
Respostas
21: B
22: A
23: A
24: E
25: D
26: C
27: B
28: C
29: C
30: B
31: D
32: C
33: A
34: B
35: D
36: A
37: C
38: D
39: B
40: B