Questões de Concurso Sobre esquizofrenia, transtornos esquizotípicos e transtornos delirantes em psiquiatria

Foram encontradas 1.124 questões

Q3417944 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Com base nos sintomas apresentados por Murtha, aponte qual abordagem terapêutica é considerada mais apropriada para o manejo inicial de seu quadro clínico:
Alternativas
Q3417943 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Considerando os avanços recentes no entendimento das psicoses, indique qual teoria etiológica poderia oferecer uma explicação para o desenvolvimento tardio de sintomas psicóticos em uma paciente como Murtha, sem histórico prévio de doença mental:
Alternativas
Q3417942 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
No contexto da avaliação de Murtha, identifique qual dos seguintes exames complementares é fundamental para excluir causas orgânicas que possam mimetizar ou exacerbar sintomas psicóticos:
Alternativas
Q3417940 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Dentre os sintomas relatados por Murtha, aponte qual é mais representativo de sintomas negativos frequentemente associados a distúrbios psicóticos:
Alternativas
Q3417939 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Qual dos seguintes é considerado um sintoma positivo que se alinha com os apresentados por Murtha em sua avaliação?
Alternativas
Q3417938 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Os delírios de Murtha, especificamente sua crença em estar morta e em ter órgãos que cessaram suas funções, podem ser classificados como:
Alternativas
Q3417937 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Considerando o relato de Murtha e suas manifestações clínicas, aponte qual diagnóstico inicial é mais provável, levando em conta a especificidade de seus delírios e a ausência de histórico psiquiátrico prévio:
Alternativas
Q3410526 Psiquiatria
Quanto ao Transtorno Delirante, é correto afirmar que no seu subtipo somático:
Alternativas
Q3410524 Psiquiatria
Acerca da Esquizofrenia, pode-se afirmar ser um sintoma classificado como positivo: 
Alternativas
Q3398053 Psiquiatria
As teorias comportamentais ou de aprendizagem da ansiedade postulam que a ansiedade é uma resposta condicionada a um estímulo específico do ambiente. Nesse contexto, analise as afirmações a seguir:

I. Estudos com humanos verificaram que, em pacientes com transtorno de pânico, os agonistas dos receptores β -adrenérgicos (p. ex., a ioimbina) e os antagonistas dos receptores α2-adrenérgicos (p. ex., oisoproterenol) podem provocar ataques de pânico frequentes e graves.
II. Um modelo de neurotransmissores para o transtorno de ansiedade se baseia no estudo da Aplysia californica, realizado pelo vencedor do Prêmio Nobel Dr. Eric Kandel. A aplysia é um caramujo marinho que reage ao perigo se afastando, recolhendo-se para sua concha e reduzindo seu comportamento alimentar. Tais comportamentos podem ser condicionados classicamente, de modo que o caramujo responda a um estímulo neutro como se fosse um estímulo perigoso.
III. O Neuropeptídeo (NPY) é um peptídeo de 36 aminoácidos altamente preservado, que está entre os mais abundantes encontrados no cérebro de mamíferos. A evidência que sugere o envolvimento da amígdala nos efeitos ansiolíticos do NPY é robusta e é provável que ocorra por meio do receptor NPY-Y1. O NPY tem efeitos contrarreguladores sobre os sistemas do CRH e LC-NE em locais do cérebro importantes na expressão de ansiedade, medo e depressão.
IV. Estudos de imagens cerebrais funcionais (IRMf) − por exemplo, tomografia por emissão de pósitrons (PET), tomografia por emissão de fóton único (SPECT) e eletrencefalografia (EEG) − de pacientes com transtornos de pânico relataram, de forma invariável, anormalidades no córtex frontal, em áreas occipitais e temporais e, em um estudo sobre transtorno de ansiedade, no giro para-hipocampal.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3398050 Psiquiatria
Os escaneamentos por emissão de pósitrons (PET) fornecem informações sobre a ativação relativa de regiões do cérebro, visto que o metabolismo de glicose regional é diretamente proporcional à atividade neuronal. O escaneamento por PET usando FDDNP tem a capacidade de diferenciar envelhecimento normal, comprometimento cognitivo leve e doença de Alzheimer pela determinação de padrões cerebrais regionais de placas e emaranhados associados com essa doença. O FDDNP significa:
Alternativas
Q3398048 Psiquiatria
Recomenda-se que o tratamento farmacológico seja utilizado nos pacientes agitados portadores de Delirium que representam risco para si ou para outros, após tentativa do uso de medidas não farmacológica. Nesse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3378085 Psiquiatria
O diagnóstico da Esquizofrenia, como conhecemos hoje, foi construído ao longo de anos, fruto das observações de psiquiatras e neurologistas que se tornaram clássicos. Considere as afirmativas abaixo:
I Benedict Morel usou o termo “Démence precoce” para descrever pacientes com comprometimento pela doença iniciada na adolescência.
II Eugen Bleuler criou o termo esquizofrenia.
III Adolf Meyer via a esquizofrenia como uma reação aos estresses da vida.
IV Emil Kraepelin definiu os chamados “Os 4 As de esquizofrenia”.

É correto afirmar o que consta em:
Alternativas
Q3378073 Psiquiatria
Pensamento mágico, noções peculiares, ideias de referência, ilusões, perturbações do pensamento e desrealização são parte da vida cotidiana de pessoas com o transtorno de personalidade do tipo:
Alternativas
Q3378072 Psiquiatria
O transtorno da personalidade que se caracteriza por suspeita e desconfiança enraizadas em relação as pessoas em geral é:
Alternativas
Q3378067 Psiquiatria
A percepção nítida, clara, definida e com corporeidade de um objeto sem a presença de objeto estimulante real, que pode ocorrer em indivíduos saudáveis ou com transtornos mentais denomina-se:
Alternativas
Q3378061 Psiquiatria
A agitação psicomotora e comportamentos violentos em atendimentos de emergência em psiquiatria podem ter diferentes causas. No caso de uma paciente de 50 anos, com histórico de transtorno mental, que se apresenta irritada, com orientação temporal e espacial preservadas, verborreica, com fuga de ideias, hipervigilante e hipotenaz, a hipótese diagnóstica mais provável para a agitação, dentre as listadas abaixo é: 
Alternativas
Q3376321 Psiquiatria

Analise os itens:


I. A esquizofrenia é um exemplo de transtorno psicótico, onde delírios e alucinações são sintomas centrais.


II. Transtornos psicóticos são sempre secundários a condições médicas gerais e nunca ocorrem como entidades diagnósticas primárias.


III. O tratamento de transtornos psicóticos frequentemente inclui uma combinação de medicação antipsicótica e psicoterapia.


IV. Pacientes com transtornos psicóticos não podem se beneficiar de intervenções psicossociais.


É correto afirmar que o número de itens verdadeiros corresponde a

Alternativas
Q3345363 Psiquiatria
A catatonia é uma condição que pode ocorrer ao longo de um amplo espectro de transtornos, mais frequentemente nos transtornos psicótico e do humor graves, podendo também ser causada por uma condição clínica subjacente ou induzida por uma substância.
A semiologia da catatonia envolve as características abaixo, EXCETO:
Alternativas
Q3345358 Psiquiatria
A respeito do transtorno delirante persistente, assinale a afirmativa INCORRETA
Alternativas
Respostas
241: E
242: A
243: C
244: D
245: B
246: B
247: C
248: C
249: D
250: D
251: E
252: C
253: A
254: E
255: C
256: A
257: B
258: B
259: A
260: B