Questões de Concurso Sobre esquizofrenia, transtornos esquizotípicos e transtornos delirantes em psiquiatria

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Q3530760 Psiquiatria
Com relação às características essenciais que definem os Transtornos Psicóticos, assinale a alternativa CORRETА
Alternativas
Q3521338 Psiquiatria
Mulher de 22 anos vem para a consulta psiquiátrica após encaminhamento de um médico da Atenção Primária. Durante o exame, o psiquiatra corrobora o diagnóstico de esquizofrenia, entretanto, ao perceber alterações motoras, decide por fazer um exame neurológico mais detalhado. Ao exame neurológico, o médico detecta tremores de repouso, rigidez em roda dentada e instabilidade postural, que, segundo a paciente, começaram há cerca de 6 meses, após uma troca de medicamento psiquiátrico. Desse modo, qual seria o diagnóstico da paciente?
Alternativas
Q3514510 Psiquiatria
Em relação ao delírio, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3512571 Psiquiatria
No que se refere aos sintomas negativos e positivos da esquizofrenia, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3510023 Psiquiatria
Movimentos coreoatetoides estão mais relacionados à demência: 
Alternativas
Q3448195 Psiquiatria
A eletroconvulsoterapia (ECT) é um tratamento baseado na indução controlada de crises convulsivas. Em geral, as indicações deste tratamento dependem da natureza e da gravidade do transtorno mental, o histórico de tratamento, o diagnóstico do paciente, a progressão do quadro clínico-psiquiátrico e a preferência do paciente. Sendo assim, dentre as indicações mais comuns, o quadro clínico que não costuma apresentar boa resposta terapêutica à ECT é:
Alternativas
Q3448194 Psiquiatria
A respeitos dos subtipos clínicos da esquizofrenia, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3418450 Psiquiatria
Os transtornos psicóticos podem se manifestar de forma mais variada, apresentando sintomas que provocam intenso sofrimento e comprometimento funcional importante na vida do indivíduo. Considerando o aspecto sindrômico e a classificação sintomatológica, assinale a alternativa que indica um sintoma positivo da esquizofrenia. 
Alternativas
Q3418449 Psiquiatria
Os transtornos delirantes caracterizam-se por condições que provocam um estado psíquico de ruptura com a realidade, manifestando-se principalmente por meio de delírios, alucinações e comportamento desorganizado. Tendo em vista os diferentes tipos de transtorno delirante, assinale a alternativa que apresenta o subtipo marcado por delírios, sem a presença de outras alterações psicopatológicas proeminentes.
Alternativas
Q3417944 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Com base nos sintomas apresentados por Murtha, aponte qual abordagem terapêutica é considerada mais apropriada para o manejo inicial de seu quadro clínico:
Alternativas
Q3417943 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Considerando os avanços recentes no entendimento das psicoses, indique qual teoria etiológica poderia oferecer uma explicação para o desenvolvimento tardio de sintomas psicóticos em uma paciente como Murtha, sem histórico prévio de doença mental:
Alternativas
Q3417942 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
No contexto da avaliação de Murtha, identifique qual dos seguintes exames complementares é fundamental para excluir causas orgânicas que possam mimetizar ou exacerbar sintomas psicóticos:
Alternativas
Q3417940 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Dentre os sintomas relatados por Murtha, aponte qual é mais representativo de sintomas negativos frequentemente associados a distúrbios psicóticos:
Alternativas
Q3417939 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Qual dos seguintes é considerado um sintoma positivo que se alinha com os apresentados por Murtha em sua avaliação?
Alternativas
Q3417938 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Os delírios de Murtha, especificamente sua crença em estar morta e em ter órgãos que cessaram suas funções, podem ser classificados como:
Alternativas
Q3417937 Psiquiatria
Vinheta Clínica: Murtha, a Morta

Murtha é uma gerente de projetos de 45 anos, reconhecida por sua competência e dedicação no trabalho. Solteira e anteriormente ativa social e religiosamente, apresentou mudanças comportamentais notáveis nas últimas semanas. Distanciou-se das atividades na igreja e interações sociais, além de negligenciar sua aparência e higiene pessoal, algo inédito em seu histórico.

A situação tornou-se alarmante quando Murtha começou a comunicar-se de maneira desorganizada e confusa, com discursos fragmentados que dificultavam a compreensão de seus pensamentos. Esse comportamento levou ao seu encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde uma avaliação psiquiátrica detalhada foi realizada.

Durante a entrevista, Murtha expressou crenças delirantes, insistindo que estava morta. Ela relatou uma perda completa do prazer em atividades anteriormente gratificantes, afirmando que seus órgãos haviam parado de funcionar, negando a sensação de fome ou sede e descrevendo sua pele como fria e acinzentada. Além disso, Murtha comparou seu estado de sono a "estar em um túmulo", caracterizando uma desconexão severa com a realidade e uma apatia profunda.

Murtha também demonstrou desorganização no pensamento, com dificuldades significativas de concentração e lapsos de memória frequentes. Apresentou alucinações visuais esporádicas, descrevendo ver figuras sombrias que interpretava como "visitantes do além". A paciente expressou sentimentos persistentes de culpa e de ser um fardo para os outros, frequentemente questionando o valor de sua existência.

Não há histórico familiar conhecido de transtornos psiquiátricos, e Murtha nunca havia manifestado sintomas semelhantes anteriormente. Sua rápida deterioração emocional e cognitiva, sem antecedentes de traumas recentes ou alterações significativas em sua vida, sugere um quadro complexo que pode envolver distúrbios neurológicos, endocrinológicos ou metabólicos, além de considerações psiquiátricas.
Considerando o relato de Murtha e suas manifestações clínicas, aponte qual diagnóstico inicial é mais provável, levando em conta a especificidade de seus delírios e a ausência de histórico psiquiátrico prévio:
Alternativas
Q3410526 Psiquiatria
Quanto ao Transtorno Delirante, é correto afirmar que no seu subtipo somático:
Alternativas
Q3410524 Psiquiatria
Acerca da Esquizofrenia, pode-se afirmar ser um sintoma classificado como positivo: 
Alternativas
Q3398053 Psiquiatria
As teorias comportamentais ou de aprendizagem da ansiedade postulam que a ansiedade é uma resposta condicionada a um estímulo específico do ambiente. Nesse contexto, analise as afirmações a seguir:

I. Estudos com humanos verificaram que, em pacientes com transtorno de pânico, os agonistas dos receptores β -adrenérgicos (p. ex., a ioimbina) e os antagonistas dos receptores α2-adrenérgicos (p. ex., oisoproterenol) podem provocar ataques de pânico frequentes e graves.
II. Um modelo de neurotransmissores para o transtorno de ansiedade se baseia no estudo da Aplysia californica, realizado pelo vencedor do Prêmio Nobel Dr. Eric Kandel. A aplysia é um caramujo marinho que reage ao perigo se afastando, recolhendo-se para sua concha e reduzindo seu comportamento alimentar. Tais comportamentos podem ser condicionados classicamente, de modo que o caramujo responda a um estímulo neutro como se fosse um estímulo perigoso.
III. O Neuropeptídeo (NPY) é um peptídeo de 36 aminoácidos altamente preservado, que está entre os mais abundantes encontrados no cérebro de mamíferos. A evidência que sugere o envolvimento da amígdala nos efeitos ansiolíticos do NPY é robusta e é provável que ocorra por meio do receptor NPY-Y1. O NPY tem efeitos contrarreguladores sobre os sistemas do CRH e LC-NE em locais do cérebro importantes na expressão de ansiedade, medo e depressão.
IV. Estudos de imagens cerebrais funcionais (IRMf) − por exemplo, tomografia por emissão de pósitrons (PET), tomografia por emissão de fóton único (SPECT) e eletrencefalografia (EEG) − de pacientes com transtornos de pânico relataram, de forma invariável, anormalidades no córtex frontal, em áreas occipitais e temporais e, em um estudo sobre transtorno de ansiedade, no giro para-hipocampal.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3398050 Psiquiatria
Os escaneamentos por emissão de pósitrons (PET) fornecem informações sobre a ativação relativa de regiões do cérebro, visto que o metabolismo de glicose regional é diretamente proporcional à atividade neuronal. O escaneamento por PET usando FDDNP tem a capacidade de diferenciar envelhecimento normal, comprometimento cognitivo leve e doença de Alzheimer pela determinação de padrões cerebrais regionais de placas e emaranhados associados com essa doença. O FDDNP significa:
Alternativas
Respostas
221: C
222: B
223: B
224: D
225: A
226: E
227: A
228: C
229: E
230: E
231: A
232: C
233: D
234: B
235: B
236: C
237: C
238: D
239: D
240: E