Questões de Concurso
Sobre teorias e técnicas psicoterápicas em psicologia
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I. A transferência é a parte racional e intencional dos afetos do paciente para com o seu terapeuta. II. A transferência refere-se às respostas psicológicas do terapeuta ao paciente, encaradas por ele como derivadas de conflitos psicológicos a serem superados. III. A transferência pode ser definida como uma série de experiências psíquicas que são revividas, não como algo do passado, no vínculo atual com a pessoa do terapeuta. IV. A transferência pode ser considerada como uma resistência à recordação. Uma vez que a resistência é aquela parte da função psíquica que se rebel a ativamente ao trabalho terapêutico de trazer à consciência material inconsciente.
Estão corretas as afirmativas
A psicoterapia do adolescente apresenta características particulares, pois, nesse momento da vida, o paciente vivencia frequentes modificações, a saber: de um corpo infantil para um corpo adulto, do autoerotismo para a heterossexualidade, além de enfrentar identificações transitórias.
Sobre as psicoterapias na adolescência, assinale a alternativa incorreta.
As intervenções em psicoterapia de apoio se designam essencialmente a reforçar certas funções do ego, utilizando a influência que o terapeuta exerce sobre o paciente.
São intervenções da psicoterapia de apoio, exceto:
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
São princípios presentes na terapia cognitivo-comportamental:
I. a construção de uma aliança terapêutica sólida em que haja colaboração e participação ativa do paciente no processo terapêutico, podendo este, no decorrer do processo, auxiliar o terapeuta a decidir sobre quais problemas falar, identificar as distorções em seu pensamento e planejar os exercícios a serem realizados em casa.
II. desenvolver-se de maneira limitada no tempo, orientando-se para focalizar os problemas e alcançar os objetivos terapêuticos estabelecidos.
III. ser educativa, tendo como um de seus objetivos ensinar o paciente a ser seu próprio terapeuta, ensinando-o como identificar e avaliar seus pensamentos e crenças, e planejar as mudanças comportamentais.
IV. ser limitada no que diz respeito às técnicas, visando, exclusivamente, modificar o comportamento, sem ter em vista o pensamento e os estados de humor do paciente.