Questões de Concurso
Sobre teorias e técnicas psicoterápicas em psicologia
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A seguir analise as principais contribuições do Behaviorismo para as práticas educacionais, a maioria delas relacionadas à proposta da instrução programada.
I. O conteúdo a ser ensinado deve ser subdivido em pequenas partes, distribuídas em uma sequência lógica que possibilite a passagem gradual de uma etapa à outra. É importante o uso de reforçadores ao longo de todo processo e não apenas no final.
II. O uso de reforçadores é de grande importância para o processo de aprendizagem escolar, mas deve-se ter cuidado com o excesso de punição, pois tende a levar à esquiva (evitação).
III. Cada estudante tem seu próprio ritmo de aprendizagem e esse deve ser respeitado.
IV. O ensino deve ser pensado de modo que apresente conhecimentos futuros úteis.
V. A avaliação é um elemento muito útil, por alguns motivos: "o erro indica ao professor que o seu procedimento de ensino não está sendo efetivo e que algo em seu planejamento de ensino precisa ser revisto.
Estão CORRETOS:
Nesse sentido, em relação à abordagem de psicoterapia de grupo, é correto afirmar:
No CAPS, a adolescente foi atendida pela equipe multiprofissional e foi indicado um trabalho psicoterápico por meio da terapia cognitivo-comportamental.
Nesse contexto, em relação à terapia cognitivo-comportamental, assinale a alternativa incorreta.
Com relação à terapia cognitivo-comportamental (TCC), assinale a alternativa correta.
Na Ciência Cognitiva, considera-se a racionalidade em termos de relações biossociais, como a relevância. Estritamente, a validade de um argumento depende de sua forma lógica, como em "Se A é B e B é C, então A é C". Aqui, as metavariáveis representam múltiplas instâncias de argumentos válidos, conhecidos como validade-tipo. Existe também a abstração para a validade-tipo, que considera a perspectiva contextual.
Os terapeutas familiares argumentam que a família vai além da reunião de indivíduos distintos; ela funciona como um sistema integrado, onde as partes interagem de maneira complexa, superando suas características individuais. Mas, como parte desse sistema, cada pessoa mantém sua individualidade, com a sua própria subjetividade. Quando um indivíduo reside sozinho, é possível analisá-lo sem considerar seu contexto familiar, entendendo o indivíduo de maneira completa.
Na obra "Três ensaios sobre a teoria da sexualidade", Freud resume o conceito de libido como uma força variável em termos qualitativos que mede os processos e transformações presentes na esfera da excitação sexual. Estabelecendo assim a libido como um conceito fundamental na compreensão dos processos sexuais e psíquicos na teoria psicanalítica de Freud.
Na teoria de Freud, id, ego e superego representam instâncias mentais distintas. O id busca satisfação imediata, guiado por pulsões e desejos inconscientes. O ego age como consciência, mediando entre o id e a realidade externa. O superego internaliza normas sociais, censurando impulsos. Essa dinâmica revela o constante conflito na mente humana entre instintos, realidade e normas, enriquecendo a compreensão dos processos psicológicos.
Para Skinner, a Educação é entendida como uma instituição social que busca o “estabelecimento de comportamentos que serão vantajosos para o indivíduo e para outros em algum tempo futuro. Na definição de Skinner, o ensino é entendido como o arranjo de contingências para procedimentos e conteúdos a serem ensinados.
Frankl ressalta que a Logoterapia foca na procura do sentido da vida e na liberdade humana. Ele argumenta que, mesmo com sofrimento, é possível encontrar propósito, gerando motivação e resiliência. A Logoterapia se distingue de outras abordagens ao enfatizar que a busca de significado é a principal força motivacional do indivíduo.
Segundo Baldwin e Baldwin, o reforçamento positivo adiciona estímulos gratificantes, aumentando a probabilidade da repetição de uma resposta, enquanto o reforçamento negativo remove estímulos aversivos, também elevando a probabilidade de repetição de uma resposta.
Na abordagem de Anna Freud, a adolescência é marcada pela reorientação afetiva do jovem. Desligando-se inconscientemente dos pais, eles se voltam para heróis e pares, refletindo a reemergência de desejos edipianos. Esse período, interligado ao despertar sexual, representa a adaptação à complexidade da sexualidade adulta.
A terapia psicanalítica é um método de tratamento de transtornos mentais que se baseia na compreensão do inconsciente. A interpretação dos sonhos usada por Freud na psicanálise é uma ferramenta poderosa para acessar o inconsciente e compreender os desejos reprimidos do paciente, mas o processo terapêutico prolongado da psicanálise é fundamental para permitir a exploração gradual e segura dos sentimentos e conflitos do indivíduo.
A terapia em grupo é limitada a um tipo específico de grupo terapêutico. Não há variação ou flexibilidade na aplicação da terapia em grupo para diferentes finalidades ou objetivos. Além disso, não existem diferentes tipos de grupos terapêuticos baseados em critérios como o problema, a população atendida ou a abordagem teórica, já que a terapia em grupo é estritamente focada em uma única abordagem clínica e não se adapta a diferentes contextos ou necessidades terapêuticas.
Skinner identifica três esferas causais no comportamento: filogenético (aprendizado por interações ambientais e condicionamento), ontogenético (traços genéticos e evolução da espécie) e cultural (modelação comportamental através de imitação e normas sociais).
Terapias de grupo têm seus resultados potencializados pela troca de experiências, apoio mútuo e desenvolvimento de habilidades sociais. Essa interação fortalece relacionamentos, melhora a comunicação e impulsiona a autoconfiança, otimizando resultados terapêuticos.
Carl Rogers, pioneiro da Psicologia Humanista, criou a Abordagem Centrada na Pessoa, contrastando com Behaviorismo e Psicanálise. Ele enfatizou a experiência e percepção individuais, defendendo técnicas psicoterapêuticas personalizadas, baseadas em empatia, aceitação incondicional e autenticidade, rejeitando métodos generalizados e teorias rígidas que ignoram a vivência do indivíduo.
Segundo Freud, a pulsão é um limite entre o psíquico e o somático, sem nuances específicas ou dualidades entre pulsões sexuais, do ego, ou de vida e morte. Na visão freudiana, é um representante psíquico dos estímulos corporais, sem múltiplos níveis ou dualidades.
As crenças centrais são moldadas na infância através de interações com pessoas importantes e podem ser ativadas por crises ao longo da vida, como a perda de um ente querido. A teoria de Aaron Beck reconhece que enquanto disposições genéticas influenciam tais crenças, essas disposições não são determinantes. As experiências de vida e a capacidade de reflexão do indivíduo podem modificar esses padrões.