Questões de Concurso
Sobre psicopatologia em psicologia
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Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue o item que se segue.
O isolamento social apresentado por Carlos é característico do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), e reflete uma tentativa de evitar estímulos associados ao trauma vivenciado.
Sérgio, 25 anos de idade, buscou atendimento em um CAPS-AD após relato de uso abusivo de crack e outras drogas. Ele reside em uma comunidade vulnerável e compartilha frequentemente seringas com outros usuários. Em entrevista com a equipe psicossocial, relatou episódios de infecção respiratória e resistência ao tratamento em abordagens que exigiam abstinência imediata.
A partir da situação hipotética apresentada, julgue o item subsequente.
No caso de Sérgio, a abordagem de redução de danos pode
incluir ações educativas sobre práticas mais seguras de uso
de substâncias, bem como a distribuição de insumos pelo
SUS, como seringas descartáveis.
Sérgio, 25 anos de idade, buscou atendimento em um CAPS-AD após relato de uso abusivo de crack e outras drogas. Ele reside em uma comunidade vulnerável e compartilha frequentemente seringas com outros usuários. Em entrevista com a equipe psicossocial, relatou episódios de infecção respiratória e resistência ao tratamento em abordagens que exigiam abstinência imediata.
A partir da situação hipotética apresentada, julgue o item subsequente.
Sérgio não pode ser atendido no CAPS-AD, uma vez que a abstinência é uma condição imprescindível para o início do cuidado.
Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.
A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.
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Com o intuito de realizar a avaliação diagnóstica, além da observação da criança e das entrevistas com os responsáveis, o profissional responsável precisará, entre outros cenários, investigar se o comportamento de Amora estaria associado a algum medo ou ansiedade diante de situações sociais.
Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.
A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.
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Os sintomas de insegurança e medo de Amora associados ao fracasso persistente de falar em ambiente escolar corroboram o quadro de mutismo seletivo.
Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.
A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.
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Amora atende a critérios de transtorno disruptivo da desregulação do humor.
Marcus, 15 anos de idade, apresenta dificuldades na escola, com comprometimento da elaboração intelectual e lentificação. A professora com quem ele tem mais afinidade reporta lentidão de pensamento, déficits atencionais e comprometimento da memória. Ela diz: “A gente pergunta as coisas e ele tem demorado mais do que o habitual para responder...” (sic).
Considerando o extrato clínico apresentado, julgue o item a seguir, referentes a avaliação psicológica e psicodiagnóstico e psicopatologia.
Marcus apresenta critérios diagnósticos de franco quadro psicótico.
Marcus, 15 anos de idade, apresenta dificuldades na escola, com comprometimento da elaboração intelectual e lentificação. A professora com quem ele tem mais afinidade reporta lentidão de pensamento, déficits atencionais e comprometimento da memória. Ela diz: “A gente pergunta as coisas e ele tem demorado mais do que o habitual para responder...” (sic).
Considerando o extrato clínico apresentado, julgue o item a seguir, referentes a avaliação psicológica e psicodiagnóstico e psicopatologia.
Marcus não apresenta quadro de fuga de ideias.
Marcus, 15 anos de idade, apresenta dificuldades na escola, com comprometimento da elaboração intelectual e lentificação. A professora com quem ele tem mais afinidade reporta lentidão de pensamento, déficits atencionais e comprometimento da memória. Ela diz: “A gente pergunta as coisas e ele tem demorado mais do que o habitual para responder...” (sic).
Considerando o extrato clínico apresentado, julgue o item a seguir, referentes a avaliação psicológica e psicodiagnóstico e psicopatologia.
Marcus apresenta sinais de alteração de curso do pensamento.
Marcus, 15 anos de idade, apresenta dificuldades na escola, com comprometimento da elaboração intelectual e lentificação. A professora com quem ele tem mais afinidade reporta lentidão de pensamento, déficits atencionais e comprometimento da memória. Ela diz: “A gente pergunta as coisas e ele tem demorado mais do que o habitual para responder...” (sic).
Considerando o extrato clínico apresentado, julgue o item a seguir, referentes a avaliação psicológica e psicodiagnóstico e psicopatologia.
Marcus apresenta prejuízo no conteúdo do pensamento, muito característico de quadros depressivos.
Marcus, 15 anos de idade, apresenta dificuldades na escola, com comprometimento da elaboração intelectual e lentificação. A professora com quem ele tem mais afinidade reporta lentidão de pensamento, déficits atencionais e comprometimento da memória. Ela diz: “A gente pergunta as coisas e ele tem demorado mais do que o habitual para responder...” (sic).
Considerando o extrato clínico apresentado, julgue o item a seguir, referentes a avaliação psicológica e psicodiagnóstico e psicopatologia.
O afrouxamento de associações apresentado por Marcus é típico de quadros de estresse pós-traumático.
Caso:
Um homem de 25 anos apresenta alucinações auditivas persistentes, relatando ouvir vozes que o criticam constantemente. Ele demonstra pensamentos desorganizados, frequentemente muda de assunto sem coerência e evita interações sociais. Durante a avaliação, é observado um afeto embotado, além de significativa negligência com sua higiene pessoal.
Com base no DSM-5, quais características são essenciais para o diagnóstico de esquizofrenia, e qual seria a abordagem inicial mais adequada para o manejo desse paciente?
Caso:
Uma mulher de 35 anos apresenta episódios de euforia extrema, durante os quais dorme apenas 2 horas por noite, gasta compulsivamente em compras desnecessárias e acredita ter habilidades extraordinárias. Após algumas semanas, entra em um estado de tristeza profunda, com perda de interesse por atividades, isolamento social e pensamentos de inutilidade.
Com base no DSM-5, qual diagnóstico é mais apropriado, e quais critérios diferenciam este transtorno de outros transtornos de humor?
Caso:
Um paciente de 28 anos relata passar cerca de três horas por dia lavando as mãos e desinfetando superfícies de sua casa. Ele descreve pensamentos intrusivos persistentes sobre "contaminação por germes" que causam intenso desconforto. Apesar de reconhecer que seus comportamentos são excessivos, ele sente que não pode evitá-los.
Com base nos critérios diagnósticos do DSM-5, qual característica é essencial para diferenciar o TOC de outros transtornos de ansiedade?
I. Caracteriza-se por um padrão recorrente de comportamento negativista, desafiador e hostil em relação a figuras de autoridade, que persiste por pelo menos seis meses.
II. É mais frequentemente diagnosticado em adolescentes e tende a desaparecer espontaneamente na vida adulta sem necessidade de intervenção.
III. Crianças com tal transtorno frequentemente apresentam dificuldades significativas em ambientes sociais e educacionais, podendo desenvolver outros transtornos na vida adulta.
IV. Seu tratamento geralmente envolve apenas intervenções farmacológicas, sem necessidade de terapias comportamentais ou familiares.
Está correto o que se afirma apenas em
I.Indivíduos com TAB não experimentam aumento na utilização de serviços de saúde ao longo da vida.
II.O transtorno afetivo bipolar é caracterizado exclusivamente por episódios de mania, sem períodos de depressão.
III.A síndrome maníaca é essencial para o diagnóstico do TAB, com características como exaltação do humor e aceleração do pensamento.
Está correto o que se afirma em:
Acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)Indivíduos com TPB frequentemente experimentam uma sensação de vazio emocional e têm dificuldade em manter uma imagem estável de si mesmos.
(__)O transtorno de personalidade borderline raramente afeta a maneira como alguém percebe a si mesmo e aos outros.
(__)O transtorno de personalidade borderline é caracterizado por uma estabilidade emocional que facilita os relacionamentos interpessoais.
(__)Problemas gastrointestinais como dor abdominal, náuseas e diarreia podem ser desencadeados ou piorados pelo estresse emocional em pessoas com TPB.
A sequência está correta em:
I.A presença de cinco ou mais sintomas em um período de duas semanas, incluindo pelo menos um sintoma principal, é necessária para o diagnóstico de TDM.
II.Em pacientes com TDM, a coexistência de ansiedade, sintomas psicóticos e abuso de substâncias está associada a um pior prognóstico.
III.A fisiopatologia da depressão é totalmente compreendida e não está relacionada aos processos de neuroplasticidade.
Está correto o que se afirma em: