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Questões de Concurso Sobre psicologia do trabalho em psicologia

Questões Discursivas

Foram encontradas 451 questões

Q104701 Psicologia
Muchinsky (2002, p.279-280) indica três tipos básicos de grupos trabalhando como equipes: equipes de solução de problemas; equipes de criação e equipes táticas. As
equipes de solução de problemas requerem que
Alternativas
Q89968 Psicologia
A respeito da ergonomia da atividade, da psicopatologia do trabalho
e da saúde e qualidade de vida no trabalho, julgue os itens
subsequentes.

A qualidade de vida no trabalho é um fenômeno complexo sustentado pela noção de satisfação no trabalho, cuja essência é a percepção afetiva das condições de trabalho de acordo com uma escala de valores individual.
Alternativas
Q2927121 Psicologia

A respeito das organizações e representações sociais, todas as afirmativas estão corretas, exceto:

Alternativas
Q109293 Psicologia
No aconselhamento psicológico na organização, o psicólogo deve considerar

I as emoções como foco principal.

II a cultura e os valores organizacionais para a análise do contexto de atendimento.

III o desempenho como objeto de discussão nas entrevistas.

IV o comprometimento afetivo do empregado.

V o estilo e a qualidade da gestão.

Estão certos apenas os itens
Alternativas
Q109292 Psicologia
O desempenho no trabalho depende das dimensões simbólicas e dinâmicas da relação entre o indivíduo e a organização, não se restringindo às características do cargo. Nessa perspectiva, nos processos de avaliação do trabalho, o psicólogo deve considerar prioritariamente
Alternativas
Q109281 Psicologia
Desde meados da década de 1950, pesquisadores têm
buscado, por meio de diferentes metodologias, compreender o
significado atribuído ao trabalho por pessoas de diferentes países.
Os resultados obtidos por pesquisadores do grupo Meaning of Work
International Research Team
(MOW, 1987) mostraram que o
trabalho pode assumir desde a condição de neutralidade até a de
centralidade na identidade pessoal e social. O objetivo dessa
pesquisa é apresentar dados qualitativos acerca dos sentidos do
trabalho para jovens executivos brasileiros, a partir da abordagem
desenvolvida por Morin. Os resultados preliminares da pesquisa
indicam, para a amostra pesquisada, que o trabalho é essencial na
vida das pessoas. Para esse grupo, o trabalho tem sentido
principalmente porque permite a sobrevivência. Além disso, os
dados da pesquisa indicam que valores como variedade na natureza
das tarefas, aprendizagem, autonomia, reconhecimento e segurança
também são fundamentais para que o trabalho tenha sentido.

E. Morin; M. J. Tonelli e A. L. V Pliopas. O trabalho e seus sentidos. In: Psicologia &
Sociedade
, v.19 n.º esp. Porto Alegre, URGS, 2007 (com adaptações).

Os resultados da pesquisa mencionada no texto
Alternativas
Q109280 Psicologia
Desde meados da década de 1950, pesquisadores têm
buscado, por meio de diferentes metodologias, compreender o
significado atribuído ao trabalho por pessoas de diferentes países.
Os resultados obtidos por pesquisadores do grupo Meaning of Work
International Research Team
(MOW, 1987) mostraram que o
trabalho pode assumir desde a condição de neutralidade até a de
centralidade na identidade pessoal e social. O objetivo dessa
pesquisa é apresentar dados qualitativos acerca dos sentidos do
trabalho para jovens executivos brasileiros, a partir da abordagem
desenvolvida por Morin. Os resultados preliminares da pesquisa
indicam, para a amostra pesquisada, que o trabalho é essencial na
vida das pessoas. Para esse grupo, o trabalho tem sentido
principalmente porque permite a sobrevivência. Além disso, os
dados da pesquisa indicam que valores como variedade na natureza
das tarefas, aprendizagem, autonomia, reconhecimento e segurança
também são fundamentais para que o trabalho tenha sentido.

E. Morin; M. J. Tonelli e A. L. V Pliopas. O trabalho e seus sentidos. In: Psicologia &
Sociedade
, v.19 n.º esp. Porto Alegre, URGS, 2007 (com adaptações).

A afirmativa o trabalho é essencial na vida das pessoas e permite a sobrevivência, que sintetiza o resultado preliminar da referida pesquisa, está sustentada na busca de
Alternativas
Q109279 Psicologia
Desde meados da década de 1950, pesquisadores têm
buscado, por meio de diferentes metodologias, compreender o
significado atribuído ao trabalho por pessoas de diferentes países.
Os resultados obtidos por pesquisadores do grupo Meaning of Work
International Research Team
(MOW, 1987) mostraram que o
trabalho pode assumir desde a condição de neutralidade até a de
centralidade na identidade pessoal e social. O objetivo dessa
pesquisa é apresentar dados qualitativos acerca dos sentidos do
trabalho para jovens executivos brasileiros, a partir da abordagem
desenvolvida por Morin. Os resultados preliminares da pesquisa
indicam, para a amostra pesquisada, que o trabalho é essencial na
vida das pessoas. Para esse grupo, o trabalho tem sentido
principalmente porque permite a sobrevivência. Além disso, os
dados da pesquisa indicam que valores como variedade na natureza
das tarefas, aprendizagem, autonomia, reconhecimento e segurança
também são fundamentais para que o trabalho tenha sentido.

E. Morin; M. J. Tonelli e A. L. V Pliopas. O trabalho e seus sentidos. In: Psicologia &
Sociedade
, v.19 n.º esp. Porto Alegre, URGS, 2007 (com adaptações).

A referida pesquisa tem como base teórica
Alternativas
Q109278 Psicologia
Desde meados da década de 1950, pesquisadores têm
buscado, por meio de diferentes metodologias, compreender o
significado atribuído ao trabalho por pessoas de diferentes países.
Os resultados obtidos por pesquisadores do grupo Meaning of Work
International Research Team
(MOW, 1987) mostraram que o
trabalho pode assumir desde a condição de neutralidade até a de
centralidade na identidade pessoal e social. O objetivo dessa
pesquisa é apresentar dados qualitativos acerca dos sentidos do
trabalho para jovens executivos brasileiros, a partir da abordagem
desenvolvida por Morin. Os resultados preliminares da pesquisa
indicam, para a amostra pesquisada, que o trabalho é essencial na
vida das pessoas. Para esse grupo, o trabalho tem sentido
principalmente porque permite a sobrevivência. Além disso, os
dados da pesquisa indicam que valores como variedade na natureza
das tarefas, aprendizagem, autonomia, reconhecimento e segurança
também são fundamentais para que o trabalho tenha sentido.

E. Morin; M. J. Tonelli e A. L. V Pliopas. O trabalho e seus sentidos. In: Psicologia &
Sociedade
, v.19 n.º esp. Porto Alegre, URGS, 2007 (com adaptações).

Pela leitura do texto, conclui-se que, na coleta de dados da mencionada pesquisa, foi empregada a técnica de
Alternativas
Q80080 Psicologia
Com relação às teorias da motivação, julgue os itens a seguir.

A conquista de objetivos por meio do pensamento racional, da satisfação e da produtividade é enfatizada tanto na teoria de fixação de objetivos como na teoria da expectância.
Alternativas
Q80079 Psicologia
Com relação às teorias da motivação, julgue os itens a seguir.

Programas destinados ao aperfeiçoamento e à motivação de recursos humanos estão relacionados aos postulados da teoria da dissonância cognitiva e propiciam a resolução de incoerências no âmbito do trabalho e estimulam a busca de consenso e harmonia.
Alternativas
Q80078 Psicologia
Acerca das emoções no ambiente de trabalho, julgue os itens
subsequentes.

Indivíduos que sofrem de alexitimia têm dificuldade de expressar emoções e sentem desconforto com seus próprios sentimentos, o que os torna indicados para o exercício de atividades que demandem pouco esforço emocional.
Alternativas
Q80077 Psicologia
Acerca das emoções no ambiente de trabalho, julgue os itens
subsequentes.

A adoção de estratégia defensiva, resultante da dinâmica frustração-regressão, em circunstâncias de enfrentamento de situações de inadequação social e baixa produtividade, gera nos indivíduos sentimento de inferioridade e impotência.
Alternativas
Q77722 Psicologia
Texto V, para responder às questões de 52 a 54.

O trabalho na sociedade capitalista contemporânea
tem assumido diversos sentidos para os trabalhadores, ora
oferecendo condições emancipadoras, ora escravizantes.
Nesse contexto, muitas vezes, o psíquico é envolvido no
jogo e na trama da dominação social, associada às leis da
racionalidade econômica, refletidas nos princípios da
produtividade, da flexibilidade e do consumo, levando os
trabalhadores a não ter saídas, prevalecendo a sujeição no
lugar da resistência e da emancipação.
A sobrevivência, a segurança, o poder, como
dimensões da condição humana, influenciam fortemente
essa sujeição. Dessa condição também faz parte a busca
pelo prazer e pelo reconhecimento, uma vez que esses
fatores se articulam com a estruturação psíquica e social
dos sujeitos. Tais fatores também são importantes para a
conquista da emancipação, experiência que tem sido
bloqueada em função das atuais condições de precariedade
oferecidas pelo mundo do trabalho flexibilizado.
Utilizando a psicodinâmica do trabalho como
abordagem teórica para explicar o prazer e o
reconhecimento, torna-se central considerar a organização
do trabalho. É a organização do trabalho que coloca em
evidência e em risco essas dimensões da condição
humana, patrocinando o jogo entre a servidão e a
emancipação do sujeito.
A organização do trabalho produz um jogo de
forças contraditórias que operam sobre o trabalhador,
levando-o às mais diversas soluções de compromissos.
Essas contradições são vivenciadas quando entram em
confronto o desejo do sujeito, expresso nas necessidades,
aspirações e interesses e a realidade de trabalho,
geralmente, marcada pelo produtivismo, desempenho e
excelência. Um exemplo de contradições muito presente
nas relações de trabalho hoje é o "fazer mais versus fazer
bem". As exigências das organizações, muitas vezes, sem
as condições necessárias à execução das tarefas, levam os
trabalhadores a negligenciar a qualidade em nome da
quantidade. Outros exemplos são "trabalhar em equipe
versus trabalhar sozinho"; "atender a normas em que não
se acredita versus perder o emprego"; "cooperar versus
sobrecarregar-se"; "denunciar práticas das quais se
discorda versus silenciar".
Essas contradições, na maioria das vezes,
favorecem a rivalidade entre os colegas, a competição e o
individualismo, tendo em vista as estratégias de gestão
utilizadas, como os sistemas individualizados de avaliação
de desempenho. Especificamente, podem ser consideradas
modos perversos de organização do trabalho, expressos
em situações provocadoras de contradições, tais como a
gestão pelo controle, medo, pressão, desconfiança,
insegurança e pela sedução e promessa do "paraíso
perdido", usando a busca pelo prazer e pelo
reconhecimento como armas para essa sedução; normas
sem limites ou muito padronizadas; poder autocrático ou
permissivo; comunicação sem visibilidade, paradoxal,
restrita; discurso de transparência, ética e responsabilidade
social, foco na produção, ideologia da excelência; metas
inatingíveis, desqualificando o sentido psíquico e social do
trabalho.
Quando a organização do trabalho é saudável,
oferecendo oportunidades para negociação, ou seja, se
existe uma margem de liberdade para o trabalhador ajustar
a realidade de trabalho aos seus desejos e necessidades e
as relações socioprofissionais são abertas, democráticas e
justas, é possível o processo de reconhecimento, prazer e
transformação do sofrimento.
Entretanto, quando impera a impossibilidade de
negociação, tornam-se mais problemáticas a superação do
sofrimento e a resistência dos trabalhadores. A evolução,
frequência e características desse sofrimento mal enfrentado, com o passar do tempo, podem traduzir-se em
comportamentos patológicos, como a violência no trabalho
e as práticas de assédio moral. Nesse sentido, é necessário
que o sofrimento provocado nos trabalhadores em
decorrência das contradições da organização do trabalho
seja desvelado, com o objetivo de identificar-se o mal que o
gerou, à medida que foi disfarçado até o momento em que
se transformou em sofrimento.

Imagem 007.jpg

Em relação ao sofrimento, de acordo com o texto V, é correto afirmar que
Alternativas
Q77721 Psicologia
Texto V, para responder às questões de 52 a 54.

O trabalho na sociedade capitalista contemporânea
tem assumido diversos sentidos para os trabalhadores, ora
oferecendo condições emancipadoras, ora escravizantes.
Nesse contexto, muitas vezes, o psíquico é envolvido no
jogo e na trama da dominação social, associada às leis da
racionalidade econômica, refletidas nos princípios da
produtividade, da flexibilidade e do consumo, levando os
trabalhadores a não ter saídas, prevalecendo a sujeição no
lugar da resistência e da emancipação.
A sobrevivência, a segurança, o poder, como
dimensões da condição humana, influenciam fortemente
essa sujeição. Dessa condição também faz parte a busca
pelo prazer e pelo reconhecimento, uma vez que esses
fatores se articulam com a estruturação psíquica e social
dos sujeitos. Tais fatores também são importantes para a
conquista da emancipação, experiência que tem sido
bloqueada em função das atuais condições de precariedade
oferecidas pelo mundo do trabalho flexibilizado.
Utilizando a psicodinâmica do trabalho como
abordagem teórica para explicar o prazer e o
reconhecimento, torna-se central considerar a organização
do trabalho. É a organização do trabalho que coloca em
evidência e em risco essas dimensões da condição
humana, patrocinando o jogo entre a servidão e a
emancipação do sujeito.
A organização do trabalho produz um jogo de
forças contraditórias que operam sobre o trabalhador,
levando-o às mais diversas soluções de compromissos.
Essas contradições são vivenciadas quando entram em
confronto o desejo do sujeito, expresso nas necessidades,
aspirações e interesses e a realidade de trabalho,
geralmente, marcada pelo produtivismo, desempenho e
excelência. Um exemplo de contradições muito presente
nas relações de trabalho hoje é o "fazer mais versus fazer
bem". As exigências das organizações, muitas vezes, sem
as condições necessárias à execução das tarefas, levam os
trabalhadores a negligenciar a qualidade em nome da
quantidade. Outros exemplos são "trabalhar em equipe
versus trabalhar sozinho"; "atender a normas em que não
se acredita versus perder o emprego"; "cooperar versus
sobrecarregar-se"; "denunciar práticas das quais se
discorda versus silenciar".
Essas contradições, na maioria das vezes,
favorecem a rivalidade entre os colegas, a competição e o
individualismo, tendo em vista as estratégias de gestão
utilizadas, como os sistemas individualizados de avaliação
de desempenho. Especificamente, podem ser consideradas
modos perversos de organização do trabalho, expressos
em situações provocadoras de contradições, tais como a
gestão pelo controle, medo, pressão, desconfiança,
insegurança e pela sedução e promessa do "paraíso
perdido", usando a busca pelo prazer e pelo
reconhecimento como armas para essa sedução; normas
sem limites ou muito padronizadas; poder autocrático ou
permissivo; comunicação sem visibilidade, paradoxal,
restrita; discurso de transparência, ética e responsabilidade
social, foco na produção, ideologia da excelência; metas
inatingíveis, desqualificando o sentido psíquico e social do
trabalho.
Quando a organização do trabalho é saudável,
oferecendo oportunidades para negociação, ou seja, se
existe uma margem de liberdade para o trabalhador ajustar
a realidade de trabalho aos seus desejos e necessidades e
as relações socioprofissionais são abertas, democráticas e
justas, é possível o processo de reconhecimento, prazer e
transformação do sofrimento.
Entretanto, quando impera a impossibilidade de
negociação, tornam-se mais problemáticas a superação do
sofrimento e a resistência dos trabalhadores. A evolução,
frequência e características desse sofrimento mal enfrentado, com o passar do tempo, podem traduzir-se em
comportamentos patológicos, como a violência no trabalho
e as práticas de assédio moral. Nesse sentido, é necessário
que o sofrimento provocado nos trabalhadores em
decorrência das contradições da organização do trabalho
seja desvelado, com o objetivo de identificar-se o mal que o
gerou, à medida que foi disfarçado até o momento em que
se transformou em sofrimento.

Imagem 007.jpg

O texto V permite identificar que
Alternativas
Q77718 Psicologia
A cultura organizacional pode ser estudada por meio de diversas abordagens; entre elas, destacam-se as teorias interpretacionistas, estruturalistas e funcionalistas. Com bases nos pressupostos de cada uma delas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: DETRAN-PE Prova: FUNCAB - 2010 - DETRAN-PE - Psicólogo |
Q77080 Psicologia
O termo definido por Schein (1984) como uma "tendência de suposições fundamentais que determinado grupo tem desenvolvido na aprendizagem para resolver seus problemas de adaptação externa e integração interna, e que tem trabalhado suficientemente bem para ser ensinada para os outros membros como o caminho correto de perceber, pensar e sentir" é:
Alternativas
Q67293 Psicologia
No que concerne a trabalho, subjetividade e saúde psíquica, julgue
os próximos itens.

O enfoque da psicologia do sujeito, que investiga as opressões no trabalho e as defesas adquiridas pelos trabalhadores, privilegia os aspectos objetivos do trabalho em detrimento dos aspectos subjetivos.
Alternativas
Q67292 Psicologia
No que concerne a trabalho, subjetividade e saúde psíquica, julgue
os próximos itens.

Um empregado de uma instituição bancária, ao afirmar ser de um determinado banco, procura fazer-se reconhecido e sua fala se configura como referência simbólica que sustenta a sua identidade como trabalhador.
Alternativas
Q67291 Psicologia
No que concerne a trabalho, subjetividade e saúde psíquica, julgue
os próximos itens.

Considerando que o cotidiano de trabalho ocupa grande parte da vida das pessoas, tem-se que os laços de pertencimento grupal, que referenciam a identidade social, costumam estar associados ao trabalho. Nesse contexto, é possível inferir que os processos identificatórios, ao longo da vida das pessoas, determinam sua identidade e sustentam a posição subjetiva no contexto de suas relações.
Alternativas
Respostas
381: C
382: E
383: C
384: E
385: D
386: E
387: D
388: E
389: C
390: E
391: C
392: C
393: E
394: A
395: B
396: D
397: D
398: E
399: C
400: E