Questões de Concurso
Sobre psicodiagnóstico e avaliação psicológica em psicologia
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Coluna 1 1. Interações Sociais. 2. Vulnerabilidade. 3. Competência. 4. Pró-Sociabilidade.
Coluna 2 ( ) Neuroticismo. ( ) Extroversão. ( ) Socialização. ( ) Realização.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1 1. Cubos. 2. Digitos. 3. Semelhanças. 4. Código.
Coluna 2 ( ) Índice de Compreensão Verbal. ( ) Índice de Organização Perceptual. ( ) Índice de Memória Operacional. ( ) Índice de Velocidade de Processamento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Em um processo de avaliação psicológica, há espaço para a entrevista clínica não só com o paciente, mas também com sua família.
A entrevista clínica é parte do processo de avaliação e apresenta um aspecto terapêutico intrínseco.
Durante o processo de avaliação, o psicólogo pode, além de lidar com condutas negativas ou evasivas do paciente, experimentar sentimentos originados da contratransferência.
Ao realizar o psicodiagnóstico, o psicólogo pode sofrer pressões de quem encaminhou o paciente e até mesmo de colegas e chefias do local de trabalho.
Ao adotar o método psicodiagnóstico, o psicólogo deve levar em consideração que a interação clínica com o paciente é uma característica da psicoterapia, e não dos processos de avaliação.
O psicólogo que atua com psicodiagnósticos deve estar familiarizado com a nomenclatura oficial dos transtornos mentais, mas não pode se ater apenas à nosologia, porque essa classificação dificultaria lidar com diferenças subjetivas que variam de um paciente para outro.
Na avaliação de uma psicopatologia, o psicólogo pode seguir o modelo categórico ou o modelo qualitativo, a depender dos sintomas apresentados pelo avaliado.
Formado no campo da Psicologia e da Neurologia, o cientista norteamericano Howard Gardner causou forte impacto na área educacional com sua teoria das inteligências múltiplas, divulgada no início da década de 1980.
Até ali, o padrão mais aceito para a avaliação de inteligência eram os testes de QI, criados nos primeiros anos do século 20 pelo psicólogo francês Alfred Binet (1857-1911).
O QI (quociente de inteligência) media, basicamente, a capacidade de dominar o raciocínio que hoje se conhece como lógico-matemático, mas durante muito tempo foi tomado como padrão para aferir se as crianças correspondiam ao desempenho escolar esperado para a idade delas.
Uma das consequências da valorização exclusiva da inteligência lógico-matemática, ainda hoje presente em muitas instituições escolares, é a tendência de definir o desempenho dos alunos: