Questões de Concurso Sobre teorias e práticas para o ensino de história em pedagogia

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Q1171663 Pedagogia
Sobre Metodologias do Ensino de História, leia o texto seguinte:
Narrativas diferentes sobre o mesmo tema Tema: A história da minha cidade.
Primeiro passo: A criança conta a história da sua cidade. Pode ser aquela que ela sabe ou pode ser uma história imaginada.
Segundo passo: Conhecimento histórico: narrativa historiográfica: o professor escolhe um texto de um livro didático e documentos históricos e constrói junto com os alunos uma segunda narrativa.
Terceiro passo: O professor pede para que a criança entreviste alguém sobre a história da cidade construindo uma terceira narrativa. Diferenças nas narrativas: a criança é convidada a ler e refletir sobre as narrativas construídas. Terá que fazer um exercício de perceber no que as narrativas se diferenciam e naquilo que se aproximam e como os autores chegaram a suas conclusões.
Quarto passo: A partir das três narrativas, a criança constrói uma nova narrativa sobre a história da cidade, complementando, justificando, deduzindo como os autores construíram suas narrativas.
Fonte: História: ensino fundamental / Coordenação Margarida Maria Dias de Oliveira. - Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 201 O, p. 31.
Após a leitura do texto, marque a alternativa errada.
Alternativas
Q1171658 Pedagogia
Todas as alternativas estão corretas em relação à aquisição dos conceitos históricos para o ensino e aprendizagem da história, exceto:
Alternativas
Q1171657 Pedagogia
Considerando a dimensão da Temporalidade e o ensino da história, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1 ª.
1ª coluna I- Aluno: II- Temporalidade: III- Processo educativo que agrega a Temporalidade:
2ª coluna ( ) percebe as diversas temporalidades no decorrer da história. ( ) é a forma de ensinar a história problematizando pontos de referência, seu marco para compreensão de sua própria história, assim como da história em geral. ( ) é uma importante categoria do conhecimento histórico.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q1171652 Pedagogia
Sobre o trabalho com documentos e diferentes linguagens no ensino da História, analise as afirmativas seguintes e marque a alternativa correta. I- Os documentos históricos contêm uma infinidade de situações que nos permitem trabalhar com diferentes representações sobre o mesmo objeto, isto serve aos objetivos do ensino da história para a construção do sujeito histórico. II- Em uma sociedade imagética como a nossa, caracterizada pela comunicação de massa, pela força das imagens produzidas para e pela televisão, essas linguagens possibilitam construir capacidades de leitura de mundo dos estudantes - sujeitos, cidadãos, trabalhadores -e podem ser tomadas como instrumento didático privilegiado no ensino de História. III- O uso pedagógico, de documento/fonte, recurso didático é restrito para ilustrar historicamente os fatos narrados e estudos no ambiente escolar. IV- As diferentes linguagens: imagens, músicas, literatura, programas de televisão, filmes, desenhos animados/animações, programas de rádio, elementos da cultura material, como também "internet (sites, redes de relacionamento etc.), jogos eletrônicos, têm sido apontadas como elementos para de renovação do ensino de História em contraposição ao ensino tradicional.
Alternativas
Q1112330 Pedagogia
Sobre a concepção de sujeito histórico no ensino de História e de Geografia nos anos iniciais do Ensino Fundamental, analise as afirmativas a seguir.
I. Os sujeitos históricos podem ser entendidos como sendo agentes de ação social, que se tornam significativos para estudos históricos escolhidos com fins didáticos, sendo eles indivíduos, grupos ou classes sociais. II. Os sujeitos históricos podem ser todos aqueles que exprimem suas especificidades e características, sendo líderes de lutas para transformações mais amplas ou de situações mais cotidianas, independentemente do contexto histórico. III. Os sujeitos históricos podem ser trabalhadores, patrões, escravos, reis, camponeses, políticos, prisioneiros, crianças, mulheres, religiosos, velhos, partidos políticos, etc.
Considerando as definições de “sujeito histórico” contidas nos Parâmetros Curriculares Nacionais de História e Geografia está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
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Q1102448 Pedagogia
“Marxismo ou liberalismo? – um tema polêmico e uma promessa de um debate interessante. A ‘coisa’ esquentou quando um aluno defendeu a Ditadura Militar como modelo. O professor rebateu: ‘Pode-se ter a opinião que quiser, mas jamais justificar tortura e assassinato’. O aluno se sentiu humilhado. Reclamou em casa. A mãe deu queixa, dizendo que o filho, um aluno de ensino médio, foi constrangido e humilhado por suas posições ideológicas pelo professor. (Revista Nova escola, julho de 2016, p. 34.) Acerca dessa questão da ideologia na escola, analise as afirmativas a seguir.  I. À medida que a relação pedagógica se estreita e ganha transparência, é desejável que tanto o docente quanto os estudantes possam expor – civilizadamente – suas convicções pessoais. II. O importante é não colocar a própria visão como a única correta e aprender a separar as coisas. Ter militância é um direito do professor, mas a sala de aula não é um lugar adequado para exercê-la. III. É possível fazer uma interpretação 100% marxista da história e isso se faz necessário, uma vez que a teoria da história é parte integrante dos currículos. IV. É necessário o compromisso de ser intelectualmente honesto e deixar claro que existem outros pontos de vista, igualmente legítimos, além daquele que eventualmente será mostrado com mais detalhe.
Estão corretas apenas as afirmativas 
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Q1040287 Pedagogia

Felipe leciona História para turmas de 7º ano e se programou para levar seus alunos para realizar uma pesquisa no laboratório de informática da escola. Na aula anterior, explicitou para os alunos os objetivos e combinados da atividade e ressaltou a diferença entre a leitura de textos no computador (online) e em livros/textos impressos.


Assinale a opção que melhor explicita esta diferença.

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Q916971 Pedagogia

Leia o texto abaixo.


O historiador deve estar à procura constante e regular de fontes que viabilizem o seu contato com as experiências que já se consumaram ao longo do tempo. Fora desse tipo de ação, a pesquisa histórica fica sujeita à produção de suposições e julgamentos que fogem ao compromisso do historiador em conferir voz ao tempo que ele observa e pesquisa. Sendo assim, as fontes históricas aparecem como elementos de suma importância em tal caminhada.

Disponível em: <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiageral/as-fontes-historicas.htm> . Acesso em: 20 jan. 2016. Fragmento. 


Com base nesse texto, sobre o trabalho dos historiadores com as fontes, constata-se que

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Q916970 Pedagogia

Leia o texto abaixo.


A construção do conceito de tempo histórico e abstrato representa o ponto final da descontextualização dos instrumentos de medição [...]. É necessário que haja antes todo um trabalho de aprendizagem, caminhando para esse entendimento altamente generalizado. É preciso que as atividades escolares favoreçam a compreensão da noção de tempo em suas variadas dimensões, ou seja, o tempo natural cíclico, o tempo biológico, o tempo psicológico [...].

Disponível em:<http://migre.me/ty4qG> . Acesso em: 15 abr. 2015. Fragmento.


De acordo com esse texto, a importância do tempo no ensino de História é explicada pela

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Q744841 Pedagogia

Em “Materialidade da experiência e materiais de ensino e aprendizagem”, Marcos Silva e Selva G. Fonseca discutem a respeito da cultura material e de suas relações com o ensino e o aprendizado da História, enfocando o exemplo de museus nacionais, como o Museu do Ipiranga (São Paulo).

À luz das considerações apresentadas pelos autores, assinale a opção que exemplifica corretamente ações educativas realizadas no espaço do museu.

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Q744835 Pedagogia

“O Egito já não são apenas os faraós, mas também as muitas e muitas aldeias, não há apenas continuidade, mas mudança, mostra-se que ali conviviam povos e culturas variadas: egípcios, núbios, hícsos, hebreus, gregos, romanos. A Mesopotâmia já não é apenas o mundo dos déspotas precursores de Saddam Hussein, mas um local onde a variedade cultural produziu uma infinidade de reflexões, muitas delas profundamente enraizadas em nossa própria cultura. Os hebreus já não são apenas precursores do cristianismo, mas fazem parte de nossa própria maneira de conceber o mundo. A Antiguidade tampouco inicia-se com a escrita, mas, cada vez mais, busca-se mostrar como o homem possui uma História Antiga multimilenar, anterior à escrita em milhares de anos.”

FUNARI, Pedro PauloA renovação da História Antiga” in KARNAL, Leandro (Org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Contexto, 2015, p. 97.)

Nesse trecho, o autor se refere à renovação da História Antiga nos livros didáticos brasileiros ocorrida nas últimas três décadas.

A respeito das inovações interpretativas que permitiram sua renovação, analise as afirmativas a seguir.

I. A revisão da concepção oitocentista da dualidade entre Oriente e Ocidente desconstruiu a visão eurocêntrica da História Antiga, até então considerada a etapa fundadora da História Universal.

II. A incorporação de novos temas, como, por exemplo, o das relações de gênero, ressignificou o estudo da História Antiga em função da relação entre o mundo contemporâneo em que vivemos e a experiência social da Antiguidade.

III. A crítica à hegemonia dos documentos escritos e a incorporação da cultura material, pelo estudo de edifícios, estátuas, cerâmica e pinturas, possibilitaram o fortalecimento de uma história política da Antiguidade.

Assinale:

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Q744834 Pedagogia

Ao abordar o problema dos currículos de História nas escolas em um contexto global e multicultural, Marcos Silva e Selva G. Fonseca se perguntam o que ensinar no mundo multicultural e se apropriam do pensamento do educador Peter McLaren, que, ao ir além do termo crítico, defende o “multiculturalismo revolucionário, que não se limita a transformar a atitude discriminatória, mas se dedica a reconstituir as estruturas profundas da economia política, da cultura e do poder nos arranjos sociais contemporâneos. Ele não significa reformar a democracia capitalista, mas transformá-la, cortando as suas articulações e reconstruindo a ordem social do ponto de vista dos oprimidos”.

MCLAREN, Peter apud SILVA, Marcos e FONSECA, Selva G. Ensinar História no século XXI: em busca do tempo entendido. Campinas: Papirus, 2007, p. 46.

Para os autores, o multiculturalismo crítico e revolucionário é

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Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEDU-ES Prova: FCC - 2016 - SEDU-ES - Professor - História |
Q720404 Pedagogia

   O Marechal Junot, da infantaria francesa, entrou em Lisboa junto com a chuva. Uma chuva fina, matinal, que agulhava os ossos. A corte tinha de fugir, conforme o combinado com a Inglaterra.

   Os fujões quiseram raspar até a prata dos altares. Em suas arcas, atacharam pra mais de 80 milhões de cruzados, em ouro e diamantes. (Curiosa ironia: migalhas da riqueza iam de volta, agora, para o Brasil.)

   O cais de Belém lembrava uma feira, mas feira do inferno. Lacaios se entrechocavam e mordiam. Marujos ingleses berravam palavrões cabeludos por sobre as cabeças das senhoras. A um simples estouro de cavalos, centenas de peralvilhas jogavam-se ao mar. A quem assistisse – 15 mil nobres embarcando em 36 navios – o espetáculo podia ser divertido, jamais bonito.

   E D. João? Corria que já embarcara. Mas quando? Perguntava a turba com raiva, contida pela fileira de soldados. ‘Foi aquela criada grandona, andar de pata choca, não vira?’ O covarde disfarçara-se. Agora é a vez da rainha-mãe. Arrancada aos murros, a demente sorve aflitivamente o ar das ruas: há 16 anos não a tiram da cela. (...)

   Achavam que a coitada não percebia nada. A chuva, contudo, acordou-lhe a razão. Começou a berrar.

   – Não corram tanto! Acreditaram que estamos fugindo. Por que fugir sem ter combatido?


(In: SANTOS, Joel Rufino dos. História do Brasil. São Paulo: Marco editorial, 1979, p. 77) 

A estratégia utilizada pelo professor de História de solicitar a exploração de todas as informações contidas num documento, como o de Joel Rufino dos Santos, além de reforçar o conhecimento já aprendido,
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Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEDU-ES Prova: FCC - 2016 - SEDU-ES - Professor - História |
Q720394 Pedagogia
Considere o texto: 
Para Jörn Rüsen a consciência histórica pode ser definida como uma categoria que se relaciona a toda forma de pensamento histórico, através do qual os sujeitos possuem a experiência do passado e o interpretam como história. Em outras palavras ela é ‘(...) a suma das operações mentais com as quais os homens interpretam sua experiência da evolução temporal de seu mundo e de si mesmos, de forma tal que possam orientar, intencionalmente, sua vida prática no tempo’.
(MARRERA, Fernando Milani & SOUZA, Uirys Alves de. “A tipologia da consciência histórica em Rüsen”. Revista Latino-Americana de História. v. 2, n. 6. Ago. 2013 – Edição Especial, p. 1070. Disponível em: http://projeto.unisinos.br/rla/index.php/rla/article/viewFile/ 256/209. Acesso em: 07 de dezembro de 2015) 
Segundo o texto acima, a importância da consciência histórica reside 
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Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEDU-ES Prova: FCC - 2016 - SEDU-ES - Professor - História |
Q720385 Pedagogia
A abordagem histórica da antiguidade grega e romana possibilita a discussão, em sala de aula, de temas pertinentes à compreensão de alguns traços culturais marcantes do mundo ocidental. Entre esses temas vinculados a Grécia e Roma, respectivamente, pode-se destacar
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Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEDU-ES Prova: FCC - 2016 - SEDU-ES - Professor - História |
Q720384 Pedagogia
Para o historiador que trabalha com a noção de identidade cultural, é fundamental considerar, como princípio metodológico, que esta
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Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEDU-ES Prova: FCC - 2016 - SEDU-ES - Professor - História |
Q720383 Pedagogia
A História Geral, nos livros didáticos, ainda costuma ser apresentada segundo uma organização que supõe cinco grandes períodos: Pré-História, História Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea. Alguns historiadores problematizam essa divisão, apresentando, entre outros argumentos, que tal divisão
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Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEDU-ES Prova: FCC - 2016 - SEDU-ES - Professor - História |
Q720382 Pedagogia
A Nova História problematizou a concepção de documento histórico endossada pelos historiadores positivistas pois estes
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Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEDU-ES Prova: FCC - 2016 - SEDU-ES - Professor - História |
Q720381 Pedagogia

Memória, como construção social, é a formação de imagem necessária para os processos de constituição e reforço da identidade individual, coletiva e nacional. Não se confunde com a história, que é operação intelectual de conhecimento, operação cognitiva.(...) A história não deve ser tratada como o duplo científico da memória, o historiador não pode abandonar sua função crítica, a memória precisa ser objeto da história.

(MENESES, Ulpiano Bezerra de. “História, cativa da memória?” Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, 34, São Paulo, 1992, p. 22)


Segundo o autor, o historiador deve considerar a memória com 

Alternativas
Q1384033 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental de História fazem um alerta aos professores quanto à escolha dos conteúdos. Segundo o documento, os conteúdos devem “expressar três grandes orientações”. Analise as assertivas abaixo identificando as características que contemplam essas orientações: I. Auxiliar o ordenamento, a elaboração intelectual e manifestações artísticas sociais e linguísticas aos educandos. II. Proporcionar a compreensão da história coletiva, destemperando a integração, as relações históricas particulares e universais. III. Conceder ciência de diversas comunidades historicamente organizadas pela via da aprendizagem, valorizando as diversas “temporalidades”. IV. Contribuir para a formação pessoal com ênfase nos mecanismos paradidáticos, que fomenta exclusivamente a formação de técnico profissional para o mundo do trabalho. V. Fornecer entendimento da relação histórica, o encontro e a integração entre história coletiva e individual.
Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Respostas
841: E
842: E
843: D
844: D
845: B
846: C
847: E
848: B
849: B
850: C
851: D
852: B
853: A
854: B
855: A
856: B
857: B
858: D
859: E
860: B