Questões de Concurso
Comentadas sobre teorias e práticas para o ensino de história em pedagogia
Foram encontradas 831 questões
I - Os dispositivos: nota, referência e citação são fundamentais para a prova da história, mas no contexto digital esses elementos são modificados, pois o leitor pode acessar diretamente as fontes e documentos analisados.
II - Impressão, estrutura e formato são aspectos físicos de um livro, não ligados à prova histórica.
III - Disposição, armazenamento e distribuição são elementos-chave para a prova da história.
É falso o que se afirma em:
I – A história era relatada como uma narrativa objetiva e contínua, sem intervenção do narrador.
II – A hierarquização racial foi defendida, com a ideia de superioridade da raça branca sobre os demais grupos.
III – O Estado foi retratado como o principal agente histórico, responsável pelos grandes feitos nacionais.
IV – A narrativa destacava a contribuição cultural e econômica dos africanos e indígenas em igualdade com os europeus.
Marque a alternativa correta:
I – A história, até a segunda metade do século XIX, era dividida entre história profana e história eclesiástica, com o foco na aprendizagem moral dos jovens.
II – A ampliação das fontes históricas e a expansão dos conceitos de história romperam essa divisão no final do século XIX.
III – O movimento da Escola Nova promoveu o desprezo das fontes históricas como materiais didáticos.
É falso o que se afirma em:
I - A memoração histórica é o processo de formação de sentido por meio da narrativa histórica e interpretação temporal.
II – A memoração histórica transforma o passado em algo proveitoso para o presente e orientador para o futuro, conectando experiências temporais.
III - A história prática está ligada à aplicação funcional da história no cotidiano.
IV - A história, ao ser ensinada, tem em vista produzir conhecimento histórico que responda questões cotidianas em busca de orientações para a vida, para ações visando o futuro.
É verdadeiro o que se afirma em:
Ao estudar a obra de Boris Fausto, observa-se que sua obra é marcada pela:
1. Compreender acontecimentos históricos, relações de poder e processos e mecanismos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais ao longo do tempo e em diferentes espaços para analisar, posicionar-se e intervir no mundo contemporâneo.
2. Elaborar questionamentos, hipóteses, argumentos e proposições em relação a documentos, interpretações e contextos históricos específicos, recorrendo a diferentes linguagens e mídias, exercitando a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos, a cooperação e o respeito.
3. Identificar interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos, culturas e povos com relação a um mesmo contexto histórico, e posicionar-se criticamente com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
4. Produzir, avaliar e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de modo crítico, ético e responsável, compreendendo seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Deve-se buscar uma transformação pedagógica onde o papel do professor supere a compreensão e prática sobre sua disciplina, abrangendo uma reflexão sobre os conteúdos e valores a ele associados, ampliando a responsabilidade do educador com a formação dos alunos. Ou seja, com base nos temas transversais propostos e na necessidade de cada realidade escolar, o professor deve aproximar seus conteúdos e sua prática escolar para o desenvolvimento da capacidade do aluno ler e interpretar a realidade, contextualizando-a, aprendendo a aprender.
NETO, José Alves de Freitas; KARNAL, Leandro (organizador). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003. p. 62.
O texto apresentado oferece reflexões e orientações sobre o ensino de História. A partir dessa linha pedagógica, em um planejamento de aula deve ser considerado(a)
Nessa época não era incomum assistir a procissões, participar de rituais, cerimônias emocionais em teatros de corte ou de manifestações pelo fim da escravidão, que perdiam em eficácia e facilidades. Por mais que o governo tentasse recorrer a uma estratégia “reformista” — como a promulgação da Lei dos Sexagenários —, o resultado começou a ser o oposto. E os ataques vieram de todo lado, isso sem falar das rebeliões escravas que estouravam nos quatro cantos do país. “Medo” era uma palavra e um sentimento que se socializava [...]. Os senhores, impedindo o fim do regime, e tendo boa parte de seu capital imobilizado em escravos, passando-lhes a exigência de uma jornada ainda mais carregada de trabalho. As consequências foram fugas constantes, ataques e assassinatos de fazendeiros e feitores, protestos de forros e populares; movimento paralelo, diga-se de passagem, ao aumento do recurso aos castigos e sevícias [...]. Para conter o pânico, uma política atuosa ao lado dos senhores, prendendo escravos considerados indisciplinados, descaracterizando denúncias de maus-tratos e reprimindo atos de abolicionistas. Mas a indisciplina tornava-se coletiva, e os crimes cada vez mais violentos, rompendo-se assim um dos tabus de uma escravista: o monopólio do castigo corporal e da violência por parte dos brancos.
SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 420-421.
No contexto apresentado no texto, diversas lutas e eventos moldaram a transição para um regime de trabalho livre no Brasil. Ao trabalhar com esses dados em sala de aula, e considerar os estudos mais atualizados sobre essa transição, o professor de História pode
(Rüsen, 2010, p. 51.)
A aprendizagem histórica desempenha um papel importante na vida do indivíduo, uma vez que