Questões de Concurso
Comentadas sobre teorias e práticas para o ensino de história em pedagogia
Foram encontradas 831 questões
NICODEMOS, Alessandra. Ensino de História na EJA: o legado da educação popular e os desafios docentes na formação do aluno jovem e adulto trabalhador. Disponível em:<http://www.snh2013.anpuh.org/resources/ anais/27/1371350734_ARQUIVO_ANPUH2013- ALESSANDRANICODEMOSOLIVEIRASILVA-TC1- ALTERADO_1_.pdf . P 14> . Acesso em: 13 jun. 2018.
Para Alessandra Nicodemos, considerando o trecho destacado, o professor de História na Educação de Jovens e Adultos (EJA) deve ser autor de sua aula e, nesse trabalho, deve se orientar
ARRUDA, Eucídio Pimenta. Aprender História com jogos digitais em rede: possibilidades e desafios para os professores. In MAGALHÃES, Marcelo e outros (orgs.) Ensino de História, usos do passado, memória e mídia. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2014. p. 248-249.
Considerando o trecho anterior, que aborda o uso de jogos digitais em aulas de História, é correto afirmar que
CAIMI, Flávia Eloisa. Gerações Homo Zappiens na escola e os novos suportes de informação e a aprendizagem histórica. In MAGALHÃES, Marcelo e outros (Org.) Ensino de história: usos do passado, memória e mídia. Rio de Janeiro, Editora FGV, 2014. p 180.
De acordo com Flávia Eloisa Caimi, para o professor que pretende trabalhar com seus alunos a partir de arquivos, mesmo que simulados, conforme estudos desenvolvidos por Ivo Mattozzi, entre outras estratégias, é necessário
ROCHA, Helenice. A presença do passado na aula de História. In MAGALHÃES, Marcelo e outros (Org.) Ensino de História: usos do passado, memória e mídia. Rio de Janeiro: FGV editora, 2014. p 46.
O saber docente do professor de História, na perspectiva apresentada pelo texto, pode ser exemplificado em uma aula em que ele
ROCHA, Helenice. A presença do passado na aula de História. In MAGALHÃES, Marcelo e outros (Org.) Ensino de História: usos do passado, memória e mídia. Rio de Janeiro: FGV editora, 2014. p 42.
De acordo com Helenice Rocha, a presença do historiador dedicado à história pública tem sido uma demanda crescente porque
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez Editora, 2004. p 308.
Analisando a afirmativa anterior frente à organização dos programas escolares, em meados da primeira década do século XXI, o crescimento da edição de livros paradidáticos para a disciplina História é justificada
FONSECA, Thais Nivia de Lima e. História e Ensino de História. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. P 66.
Essa sintonia entre saber escolar e saber científico descrita pela autora pode ser vista já a partir do final dos anos 1980 e início dos 1990 em função da(o)
FONSECA, Thais Nivia de Lima e. História e Ensino de História. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. p 23-24.
A História, enquanto disciplina escolar no século XIX, ganhou posição central no conjunto das disciplinas escolares porque
É fato conhecido dos estudiosos desse campo e reforçado pelas palavras de Carlos Leonardo Kelmer Mathias (2011, p. 41) que, nesse contexto, pode-se identificar que o Estado Imperial “estava em busca de sua afirmação enquanto nação e detinha uma orientação em sintonia com as tendências historiográficas caudatárias, fundamentalmente de matriz francesa”.
Dessa forma, refletindo sobre as características fundadoras / balizadoras do ensino de história ao longo do século XIX, analise as afirmativas a seguir.
I. O ensino de história nasceu sob a égide da elaboração dos agentes responsáveis por formar a nação, arquitetando um passado habilitado a homogeneizar e unificar as ações humanas na constituição de uma cultura nacional. II. A história ensinada era a história exclusiva da elite branca, voltada para Europa e para a mestiçagem da raça brasileira. III. A história ensinada, dada sua natureza caudatária, cuja matriz era o Colégio Pedro II, não costumava estar em sintonia com a história acadêmica, produzida pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). Conforme as informações e reflexões desse autor em relação ao ensino de história no Brasil, ao longo do século XIX, estão corretas as afirmativas
Uma questão orientadora é aquela em que
Tratar um filme como documento significa que
Entre outros cuidados, segundo os PCN-História, na escolha de um livro didático é preciso avaliar
A partir da nossa experiência como educadores de museu, gostaríamos de apresentar alguns pontos fundamentais que devem ser levados em conta no planejamento de uma visita.
(Adriana M. Almeida e Camilo de M. Vasconcellos. Por que visitar museus. Em: Circe Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula)
Entre esses pontos, é correto assinalar para
No contexto da “abertura democrática”, ocorreu
A autora afirma no texto que