Questões de Concurso Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

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Q1142172 Pedagogia
O projeto político-pedagógico é a expressão da autonomia da escola no sentido de formular e executar sua proposta de trabalho. Conforme Neves (In: Veiga, 1996), o projeto político-pedagógico
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Q1141045 Pedagogia
A respeito da organização dos conteúdos na Pedagogia Tradicional, é correto afirmar que:
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Q1141043 Pedagogia
“A caracterização da didática como mediação do processo de ensino-aprendizagem não abandona a clássica metáfora do triângulo didático, mas o amplia” (LIBÂNEO, 2012). Assim, os três componentes do ato didático são:
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Q1141040 Pedagogia
De acordo com Libâneo, a atividade de ensino tem como núcleo:
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Q1140577 Pedagogia

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a pedagogia __________________ tem suas origens nos movimentos de educação popular que ocorreram no final dos anos 50 e início dos anos 60. Nessa proposta, a atividade escolar pauta-se em discussões de temas sociais e políticos e em ações sobre a realidade social imediata. O professor é um coordenador de atividades que organiza e atua conjuntamente com os alunos.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Q1140575 Pedagogia
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais, os conteúdos são abordados em três grandes categorias: conceituais, procedimentais e atitudinais. Os conteúdos atitudinais envolvem:
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Q1140574 Pedagogia

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a Escola _____________ destaca o princípio da aprendizagem por descoberta e estabelece que a atitude de aprendizagem parte do interesse dos alunos, que, por sua vez, aprendem fundamentalmente pela experiência, ou seja, pelo que descobrem por si mesmos.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Q1140566 Pedagogia
Entre as funções do ensino NÃO está:
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Q1140563 Pedagogia

Vasconcellos afirma que, em uma atividade por projeto, cabe ao professor:


I. Mediar o processo de ensino-aprendizagem.

II. Assegurar o acesso a boas fontes de informação.

III. Fiscalizar o trabalho individual dos alunos.


Quais estão corretas?

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Q1140561 Pedagogia
A Unidade entre ensino e aprendizagem fica comprometida quando o ensino se caracteriza pela:
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Q1140560 Pedagogia

Segundo Vasconcellos, os __________ são o conjunto de conhecimentos, hábitos e atitudes, organizados pedagógica e didaticamente; são os meios para a concretização das finalidades que o educador tem ao preparar o curso, a partir da realidade.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Q1140390 Pedagogia
Para Mantoan (2001), a primeira condição para estar no caminho de uma educação aberta às diferenças e de qualidade é estimular as escolas para elaborarem com autonomia e de forma participativa o seu projeto político- -pedagógico, diagnosticando a demanda, ou seja, verificando a quantidade de alunos, onde estão na escola e por que alguns estão fora dela. Segundo a autora, a inclusão requer
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Q1140389 Pedagogia
Para Zabala (1998), por trás de qualquer proposta metodológica se esconde uma concepção do valor que se atribui ao ensino, assim como certas ideias mais ou menos formalizadas e explícitas em relação aos processos de ensinar e aprender. Segundo o autor, educar quer dizer
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Q1140386 Pedagogia
Para Veiga, a construção do projeto político-pedagógico é entendido como a própria organização do trabalho pedagógico da escola como um todo. Todo projeto supõe rupturas com o presente e promessas para o futuro. Um projeto educativo pode ser tomado como promessa frente a determinadas rupturas. Para a autora, o projeto político-pedagógico
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Q1140384 Pedagogia
Para Pimenta (1990), a construção do projeto pedagógico na escola é um trabalho coletivo de professores e pedagogos empenhados em colocar sua profissão a serviço da democratização do ensino em nosso país. A escola que se quer democrática precisa definir, a priori, uma nova qualidade, que passa, dentre outras, pelas questões de organização escolar que modifique a realidade que aí está, a partir dessa realidade encontrada. Dessa forma, para a autora, o ponto de partida para construção de um projeto real é
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Q1140381 Pedagogia
Perceber, compreender, criticar e, se necessário, alterar a sua prática pedagógica constitui um desafio para a escola, o que pode ser efetivado mediante um conjunto de ações norteadas pelo projeto político-pedagógico construído coletivamente. Há um razoável consenso entre os educadores de que o projeto político-pedagógico, construído de forma coletiva e participativa, constitui o norte orientador das práticas curriculares e pedagógicas na escola. Nesse sentido, o Conselho Escolar, segundo Aguiar (2006), pode exercer um papel relevante na gestão escolar, contribuindo
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Q1140380 Pedagogia

Em uma apresentação sobre as tendências pedagógicas aos professores da Rede Municipal de Francisco Morato, o palestrante destaca os seguintes pontos:


•  A atividade escolar: deve centrar-se em discussões de temas sociais e políticos e em ações concretas sobre a realidade social imediata;

•  O professor: deve agir como um coordenador de atividades, aquele que organiza e atua conjuntamente com os alunos;

•  O conhecimento: o homem cria a cultura na medida em que, integrando-se nas condições de seu contexto de vida, reflete sobre ela e dá respostas aos desafios que encontra.


Segundo as autoras Queiroz e Moita (2007), o palestrante está se referindo à tendência pedagógica

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Q1139174 Pedagogia

                                               TEXTO III

                               Língua Oral: Usos E Formas


      Não é papel da escola ensinar o aluno a falar: isso é algo que a criança aprende muito antes da idade escolar. Talvez por isso, a escola não tenha tomado para si a tarefa de ensinar quaisquer usos e formas da língua oral. Quando o fez, foi de maneira inadequada: tentou corrigir a fala “errada” dos alunos – por não ser coincidente com a variedade linguística de prestígio social –, com a esperança de evitar que escrevessem errado. Reforçou assim o preconceito contra aqueles que falam diferente da variedade prestigiada.

      Expressar-se oralmente é algo que requer confiança em si mesmo. Isso se conquista em ambientes favoráveis à manifestação do que se pensa, do que se sente, do que se é. Assim, o desenvolvimento da capacidade de expressão oral do aluno depende consideravelmente de a escola constituir-se num ambiente que respeite e acolha a vez e a voz, a diferença e a diversidade. Mas, sobretudo, depende de a escola ensinar-lhe os usos da língua adequados a diferentes situações comunicativas. De nada adianta aceitar o aluno como ele é mas não lhe oferecer instrumentos para enfrentar situações em que não será aceito se reproduzir as formas de expressão próprias de sua comunidade. É preciso, portanto, ensinar-lhe a utilizar adequadamente a linguagem em instâncias públicas, a fazer uso da língua oral de forma cada vez mais competente.

      As situações de comunicação diferenciam-se conforme o grau de formalidade que exigem. E isso é algo que depende do assunto tratado, da relação entre os interlocutores e da intenção comunicativa. A capacidade de uso da língua oral que as crianças possuem ao ingressar na escola foi adquirida no espaço privado: contextos comunicativos informais, coloquiais, familiares. Ainda que, de certa forma, boa parte dessas situações também tenham lugar no espaço escolar, não se trata de reproduzi-las para ensinar aos alunos o que já sabem. Considerar objeto de ensino escolar a língua que elas já falam requer, portanto, a explicitação do que se deve ensinar e de como fazê-lo.

(MEC - Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000 - com adaptações).

Ainda sobre o ensino da língua oral na escola, é CORRETO afirmar somente que:
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Q1139170 Pedagogia

                                               TEXTO III

                               Língua Oral: Usos E Formas


      Não é papel da escola ensinar o aluno a falar: isso é algo que a criança aprende muito antes da idade escolar. Talvez por isso, a escola não tenha tomado para si a tarefa de ensinar quaisquer usos e formas da língua oral. Quando o fez, foi de maneira inadequada: tentou corrigir a fala “errada” dos alunos – por não ser coincidente com a variedade linguística de prestígio social –, com a esperança de evitar que escrevessem errado. Reforçou assim o preconceito contra aqueles que falam diferente da variedade prestigiada.

      Expressar-se oralmente é algo que requer confiança em si mesmo. Isso se conquista em ambientes favoráveis à manifestação do que se pensa, do que se sente, do que se é. Assim, o desenvolvimento da capacidade de expressão oral do aluno depende consideravelmente de a escola constituir-se num ambiente que respeite e acolha a vez e a voz, a diferença e a diversidade. Mas, sobretudo, depende de a escola ensinar-lhe os usos da língua adequados a diferentes situações comunicativas. De nada adianta aceitar o aluno como ele é mas não lhe oferecer instrumentos para enfrentar situações em que não será aceito se reproduzir as formas de expressão próprias de sua comunidade. É preciso, portanto, ensinar-lhe a utilizar adequadamente a linguagem em instâncias públicas, a fazer uso da língua oral de forma cada vez mais competente.

      As situações de comunicação diferenciam-se conforme o grau de formalidade que exigem. E isso é algo que depende do assunto tratado, da relação entre os interlocutores e da intenção comunicativa. A capacidade de uso da língua oral que as crianças possuem ao ingressar na escola foi adquirida no espaço privado: contextos comunicativos informais, coloquiais, familiares. Ainda que, de certa forma, boa parte dessas situações também tenham lugar no espaço escolar, não se trata de reproduzi-las para ensinar aos alunos o que já sabem. Considerar objeto de ensino escolar a língua que elas já falam requer, portanto, a explicitação do que se deve ensinar e de como fazê-lo.

(MEC - Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000 - com adaptações).

Conforme o texto 3, o principal objetivo do ensino da língua oral na escola é:
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Q1139168 Pedagogia

                                                 TEXTO II

                                                 A caçada


      Quando a cavalgata chegou à margem da clareira, aí se passava uma cena curiosa.

      Em pé, no meio do espaço que formava a grande abóbada de árvores, encostado a um velho tronco decepado pelo raio, via-se um índio na flor da idade.

      Uma simples túnica de algodão, a que os indígenas chamavam aimará, apertada à cintura por uma faixa de penas escarlates, caía-lhe dos ombros até ao meio da perna, e desenhava o talhe delgado e esbelto como um junco selvagem.

      Sobre a alvura diáfana do algodão, a sua pele, cor do cobre, brilhava com reflexos dourados; os cabelos pretos cortados rentes, a tez lisa, os olhos grandes com os cantos exteriores erguidos para a fronte; a pupila negra, móbil, cintilante; a boca forte mas bem modelada e guarnecida de dentes alvos, davam ao rosto pouco oval a beleza inculta da graça, da força e da inteligência.

      Tinha a cabeça cingida por uma fita de couro, à qual se prendiam do lado esquerdo duas plumas matizadas que, descrevendo uma longa espiral, vinham roçar com as pontas negras o pescoço flexível.

      Era de alta estatura; tinha as mãos delicadas; a perna ágil e nervosa, ornada com uma axorca de frutos amarelos, apoiava-se sobre um pé pequeno, mas firme no andar e veloz na corrida. Segurava o arco e as flechas com a mão direita calda, e com a esquerda mantinha verticalmente diante de si um longo forcado de pau enegrecido pelo fogo.

      Perto dele estava atirada ao chão uma clavina tauxiada, uma pequena bolsa de couro que devia conter munições, e uma rica faca flamenga, cujo uso foi depois proibido em Portugal e no Brasil.

      Nesse instante erguia a cabeça e fitava os olhos numa sebe de folhas que se elevava a vinte passos de distância, e se agitava imperceptivelmente.

      Ali por entre a folhagem, distinguiam-se as ondulações felinas de um dorso negro, brilhante, marchetado de pardo; às vezes viam-se brilhar na sombra dois raios vítreos e pálidos, que semelhavam os reflexos de alguma cristalização de rocha, ferida pela luz do sol.

      Era uma onça enorme; de garras apoiadas sobre um grosso ramo de árvore, e pés suspensos no galho superior, encolhia o corpo, preparando o salto gigantesco.

      Batia os flancos com a larga cauda, e movia a cabeça monstruosa, como procurando uma aberta entre a folhagem para arremessar o pulo; uma espécie de riso sardônico e feroz contraía-lhe as negras mandíbulas, e mostrava a linha de dentes amarelos; as ventas dilatadas aspiravam fortemente e pareciam deleitar-se já com o odor do sangue da vítima.

      O índio, sorrindo e indolentemente encostado ao tronco seco, não perdia um só desses movimentos, e esperava o inimigo com a calma e serenidade do homem que contempla uma cena agradável: apenas a fixidade do olhar revelava um pensamento de defesa.

      Assim, durante um curto instante, a fera e o selvagem mediram-se mutuamente, com os olhos nos olhos um do outro; depois o tigre agachou-se, e ia formar o salto, quando a cavalgata apareceu na entrada da clareira.

      Então o animal, lançando ao redor um olhar injetado de sangue, eriçou o pêlo, e ficou imóvel no mesmo lugar, hesitando se devia arriscar o ataque.

      O índio, que ao movimento da onça acurvara ligeiramente os joelhos e apertara o forcado, endireitou-se de novo; sem deixar a sua posição, nem tirar os olhos do animal, viu a banda que parara à sua direita.

      Estendeu o braço e fez com a mão um gesto de rei, que rei das florestas ele era, intimando aos cavaleiros que continuassem a sua marcha.

      Como, porém, o italiano, com o arcabuz em face, procurasse fazer a pontaria entre as folhas, o índio bateu com o pé no chão em sinal de impaciência, e exclamou apontando para o tigre, e levando a mão ao peito:

      – É meu!... meu só!

ALENCAR, J. de. O guarani. 20ª ed., São Paulo: Ática, 1996 - com adaptações).

Ainda em conformidade com os Parâmetros Curriculares Nacionais e em relação ao trabalho com o texto literário na escola, é CORRETO afirmar somente que:
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Respostas
46021: C
46022: C
46023: A
46024: A
46025: A
46026: D
46027: B
46028: D
46029: B
46030: E
46031: D
46032: D
46033: B
46034: E
46035: B
46036: A
46037: D
46038: B
46039: D
46040: B