Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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I. Os indicadores de qualidade social consideram apenas os resultados acadêmicos dos estudantes, priorizando índices como aprovação e desempenho em avaliações externas.
II. A participação da comunidade escolar na avaliação institucional é fundamental para identificar aspectos que necessitam de melhoria e promover a gestão democrática.
III. A qualidade social da escola pública envolve não apenas o ensino-aprendizagem, mas também a equidade, a inclusão e o respeito à diversidade.
Está correto o que se afirma em:
(__) A barbárie na educação se manifesta na ausência de liberdade de ensinar e a não imposição de um currículo homogêneo e padronizado.
(__) A barbárie pode ser compreendida como a negação da educação crítica e reflexiva, que visa à formação de cidadãos conscientes e transformadores.
(__) A educação contra a barbárie se constrói por meio do diálogo, da valorização da diversidade e do respeito à individualidade.
(__) A barbárie na educação se caracteriza pela promoção da intolerância, do preconceito e da discriminação.
A sequência está correta em:
I. A música é um elemento fundamental na construção da identidade cultural de um povo. Hinos nacionais, canções folclóricas e outros gêneros musicais tradicionais carregam consigo os valores, crenças e histórias de uma comunidade.
II. O professor desempenha um papel central, orientando o aluno individualmente e corrigindo erros técnicos. A relação professor-aluno é geralmente mais formal e individualizada.
III. A técnica instrumental é o pilar central dessa abordagem. Os alunos são submetidos a um rigoroso treinamento para desenvolver a destreza, a precisão e a coordenação necessárias para executar peças musicais complexas.
IV. O segundo capítulo de Swanwick convida os educadores musicais a considerar a música como um fenômeno cultural complexo e significativo. Ao explorar a relação entre música e cultura, Swanwick oferece uma perspectiva mais ampla sobre o ensino da música, enfatizando a importância de criar experiências musicais que sejam relevantes e significativas para os alunos.
Sobre a proposta pedagógica re-arranjo considere as afirmativas a seguir.
I. O re-arranjo possui dois objetivos pedagógicos centrais (e concomitantes): desenvolver a atividade criadora, ou seja, levar o aluno a expressar-se através de elementos sonoros e, promover uma reapropriação ativa e significativa da vivência cultural.
II. Quando utilizada com alunos não familiarizados com a linguagem da música erudita e/ou que não tiveram estudos (formais) de música anteriormente, a estratégia criativa de re-arranjo revela-se bastante produtiva ao tomar como base músicas que remetem a temas: músicas que se relacionem com vivências pessoais ou com temáticas culturais, isto é, com temas que se ligam ao imaginário social.
III. Penna considera a estruturação uma experiência criativa mais livre e espontânea, embora possa também ser orientada ou realizada a partir de propostas, enquanto a improvisação já tem um caráter composicional, em que se planeja a utilização do material com vistas a um resultado controlado.
IV. A segunda etapa do roteiro do re-arranjo é a "tempestade de ideias" trata-se de uma pergunta previamente colocada, levantam-se e listam-se, sem qualquer censura, todas as possíveis respostas. Sob a orientação do professor, o grupo vai examiná-las, combiná-las, elaborá-las, avaliá-las e selecioná-las. Dessa forma, quanto mais ideias forem apresentadas, maiores as chances de se conseguir boas ideias, que por sua vez indicam possibilidades para o trabalho criativo.
I. "O primeiro passo prático, em qualquer reforma educacional, é dar o primeiro passo prático". Schafer defende que a ação precede a teoria na educação musical. A prática, para ele, é o ponto de partida para qualquer mudança. O maior obstáculo para o professor é a própria teoria, quando utilizada como justificativa para a inação. A música é uma atividade prática, e aprender a fazer música é mais importante do que discutir sobre ela.
II. "Na educação, fracassos são mais importantes do que sucessos. Nada é mais triste do que uma história de sucessos". Ao afirmar que 'na educação, fracassos são mais importantes do que sucessos', Schafer critica a cultura do sucesso a todo custo. Para ele, a busca incessante por resultados positivos pode levar o professor a negligenciar a importância da reflexão sobre sua prática. Os fracassos, por sua vez, oferecem uma oportunidade única para que o educador identifique as falhas em seu trabalho e busque soluções mais eficazes. Dessa forma, os erros se transformam em valiosas ferramentas de aprendizado e desenvolvimento profissional.
III. "Não há mais professores, mas uma comunidade de aprendizes". A frase de Schafer reflete uma visão democrática da educação, onde todos, incluindo o professor, são aprendizes. Essa perspectiva horizontal valoriza a experiência e a individualidade de cada membro da comunidade, estimulando a colaboração e a construção conjunta do conhecimento.
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Com base na imagem, como o texto ilustra a relação entre globalização e imigração?
"The newly renovated library's grand opening was attended by the city's most prominent figures.”
O que Calvin está criticando em seu discurso na história em quadrinhos?
O texto acima trata das possibilidades pedagógicas na:
Assinale a alternativa CORRETA sobre as teorias relacionadas aos enfoques descritos no texto acima.
Estela: Tem acontecido muito isso, Vitória. Acho que nós devíamos conferir com as outras professoras, pode ser que a gente precise colocar essa habilidade também no 2º ano.
Vitória: Eu acho mesmo que seria melhor termos dois anos para que as crianças aprendam a nasalizar. Acho que um ano é pouco para isso, até no 3º ano algumas crianças ainda trocam M por N ou ο contrário, na nasalização, ou simplesmente não nasalizam a vogal.
Estela: Isso é mesmo difícil pra criança, acho que é por causa das diferentes formas de nasalizar a vogal, e algumas têm dificuldade de diferenciar fonologicamente vogal nasal de vogal oral. Aqui no quadro das metas(consulta o quadro), isto está mesmo só no 1º ano; no 2º a meta já é que as crianças escrevam corretamente palavras com vogal nasal, mas, como você está dizendo, as crianças não assimilam as formas de nasalizar no 1º ano. Seria melhor mesmo colocar isso em dois anos, no 1º e no 2º ano. Vamos propor essa mudança na próxima revisão das metas?” (Soares, 2020)
A conversa entre as professoras é um exemplo de que: