Questões de Concurso
Sobre temas contemporâneos: bullying, violência, o papel da escola, a escolha da profissão, transtornos alimentares na adolescência, família, escolhas sexuais em pedagogia
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O conhecimento, as experiências e a consciência de cada participante devem ser respeitados na construção do planejamento participativo. Dessa forma, a interação grupal, nessa construção, é educativa, pois os membros vão-se educando enquanto participam.
Uma das contribuições do processo de planejamento participativo à comunidade escolar é a possibilidade do encontro das pessoas pelo diálogo, por meio dos debates, nos quais os membros discutem, decidem e assumem os limites de sua realidade em comum e avaliam os resultados.
O planejamento participativo como um empreendimento de tomada de decisões por um grupo de pessoas exige a indicação de uma coordenação. Essa coordenação deve exercer os papéis de animadora do processo, alimentadora das relações pessoais, sinalizadora das questões específicas de planejamento, procedimentos, técnicas e instrumentos e articuladora dos processos sociais envolvidos.
Com base na situação hipotética e considerando a concepção, a construção, o acompanhamento e a avaliação do planejamento participativo, julgue o item a seguir.
Segundo a diretora, o planejamento participativo se caracteriza como um processo. Portanto, será elaborado por etapas. É preciso ser vivenciado, assimilado, amadurecido e construído por todos os membros envolvidos.
Com base na situação hipotética e considerando a concepção, a construção, o acompanhamento e a avaliação do planejamento participativo, julgue o item a seguir.
Para Maria Auxiliadora, a associação de pais e mestres pode ser parceira na construção do planejamento participativo daquela escola.
Quando se trata de crimes envolvendo adolescentes, a sociedade brasileira reflete a estrutura de classe. Se um jovem de maior poder aquisitivo comete atos de violência, estes são analisados como fatos isolados. No entanto, se esses atos são praticados por adolescentes pobres, a comunidade os vê como perigosos e os associa à sua coletividade. Diante dessa questão, cabe à escola, como instância formadora, criar estratégias de reflexão e promover discussões com o objetivo de eliminar os preconceitos sociais.
Diante dos inúmeros atos violentos e discriminatórios em relação aos adolescentes das classes desfavorecidas nos aspectos econômico, étnico, de cor e de gênero, a educação brasileira tem um papel fundamental, ou seja, criar estratégias para garantir o acesso desses adolescentes à escola e a sua permanência no sistema educacional.