Questões de Concurso
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A atual prática da avaliação escolar estipulou como função do ato de avaliar a classificação e não o diagnóstico, como deveria ser constitutivamente. Ou seja, o julgamento de valor, que teria a função de possibilitar uma nova tomada de decisão sobre o objeto avaliado, passa a ter a função estática de classificar um objeto ou um ser humano histórico num padrão definitivamente determinado. Do ponto de vista da aprendizagem escolar, poderá ser definitivamente classificado como inferior; médio ou superior. Classificações essas que são registradas e podem ser transformadas em números e, por isso, adquirem a possibilidade de serem somadas e divididas em médias. Será que o inferior não pode atingir o nível médio ou superior? Todos os educadores sabem que isso é possível, até mesmo defendem a ideia do crescimento. Todavia, parece que todos preferem que isto não ocorra, uma vez que optam por, definitivamente, deixar os alunos com as notas obtidas, como forma de “castigo” pelo seu desempenho possivelmente inadequado.
Vejamos como isso se dá. Trabalha-se uma unidade de estudo, faz-se uma verificação do aprendido, atribuem-se conceitos ou notas aos resultados (manifestação supostamente relevante do aprendido) que, em si, devem simbolizar o valor do aprendizado do educando e encerra-se aí o ato de avaliar. O símbolo que expressa o valor atribuído pelo professor ao aprendido é registrado e, definitivamente, o educando permanecerá nessa situação.
Dessa forma, o ato de avaliar não serve como pausa para pensar a prática e retornar a ela; mas sim como um meio de julgar a prática e torná-la estratificada. De fato, o momento de avaliação deveria ser um “momento de fôlego” na escalada, para, em seguida, ocorrer a retomada da marcha de forma mais adequada, e nunca um ponto definitivo de chegada, especialmente quando o objeto da ação avaliativa é dinâmico como, no caso, a aprendizagem. Com a função classificatória, a avaliação não auxilia em nada o avanço e o crescimento. Somente com uma função diagnóstica ela pode servir para essa finalidade.
(VYGOTSKY apud BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2009)
Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) para as afirmações sobre os conceitos científicos e espontâneos na perspectiva de Vygotsky:
1. ( ) O desenvolvimento de um conceito espontâneo deve atingir um certo nível antes que a criança possa absorver um conceito científico correlato.
2. ( ) O desenvolvimento de conceitos históricos somente se inicia quando a criança consegue distinguir claramente o conceito cotidiano que possui do passado.
3. ( ) Os conceitos científicos se desenvolvem naturalmente em interação com o ambiente e com outras pessoas ao seu redor.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
I. Esquema é uma estrutura mental ou cognitiva, um padrão de comportamento ou uma ação que se desenvolve com certa organização.
II. A adaptação, fundamental para a aprendizagem, provém de um equilíbrio entre os processos de assimilação e acomodação.
III. Assimilação é a incorporação de um novo objeto ou ideia ao que já é conhecido, ou seja, ao esquema que o indivíduo já tem, fazendo uma alteração na estrutura.
IV. Acomodação implica na permanência dos esquemas mentais do sujeito. Nessa etapa, já não ocorrem transformações para lidar com o ambiente.
Estão CORRETOS:
Fonte: (https://encr.pw/bcwIK.adaptado.)
O texto ilustra as perspectivas e os estudos de:
Fonte: (https://acesse.one/TgaC6.adaptado.)
O texto ilustra as perspectivas e os estudos de:
I. É complexa na construção da fantasia em relação à realidade, que consiste na elaboração, modificação e reelaboração por meio das experiências humanas.
II. Com ela, as crianças conseguem desenvolver os desenhos que representam seus sentimentos, objetos e interesses.
III. As construções da fantasia são imersas ao imaginário, correspondendo à realidade.
Está(ão) CORRETO(S):