Questões de Concurso
Comentadas sobre paulo freire em pedagogia
Foram encontradas 1.014 questões
“Constituído por uma turma de alfabetizandos e um professor orientador, que incentivava os alunos a falarem de suas vidas na comunidade em que viviam.”
Paulo Freire denominou a descrição acima de:
A educação em direitos humanos é compreendida como um processo sistemático e multidimensional que orienta a formação do sujeito de direitos, articulando as seguintes dimensões, EXCETO:
( ) Pensar certo, do ponto de vista do professor, tanto implica o respeito ao senso comum no processo de sua necessária superação quanto o respeito e o estímulo à capacidade criadora do educando. ( ) Quem pensa certo está cansado de saber que as palavras não necessitam da corporeidade do exemplo. Pensar certo não implica fazer certo. ( ) É próprio do pensar certo a disponibilidade ao risco, a aceitação do novo que não pode ser negado ou acolhido só porque é novo, assim como o critério de recusa ao velho não é apenas o cronológico. O velho que preserva sua validade ou que encarna uma tradição ou marca uma presença no tempo continua novo.
Nesse sentido, é correto afirmar que, segundo Paulo Freire, a Educação deve priorizar a:
Quanto aos seguintes pensadores, relacione as lacunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Paulo Freire.
2. Piaget.
3. Aristóteles.
4. Anísio Teixeira.
5. Perrenoud.
( ) A educação surge como prática da liberdade, que deve surgir e partir dos próprios oprimidos como instrumento de transformação da realidade.
( ) A educação visa à virtude, ou excelência moral, que corresponderia à ideia de uma razão relativa às questões da conduta.
( ) Competência é a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes, capacidades, informações, etc.) para solucionar uma série de situações.
( ) A partir do nascimento, os seres humanos são submetidos a fases de desenvolvimento cognitivo, do qual são descritos quatro estágios de desenvolvimento: sensório, pré operacional, operacional concreto e operacional formal.
( ) Tudo que fazemos se funda em
hipóteses, sujeitas obviamente a
mudanças. Tais mudanças decorrem
de novos conhecimentos, os novos
conhecimentos decorrem de novas
experiências e tais novas experiências,
do fluxo ininterrupto de mudanças.
Paulo Freire, em seu livro Pedagogia da Autonomia (1996), afirma que a “reflexão crítica sobre a prática se torna uma exigência da relação Teoria/Prática sem a qual a teoria pode ir virando blábláblá e a prática, ativismo” (FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996).
Considere o texto abaixo.
Na verdade, seria incompreensível se a consciência de minha presença no mundo não significasse já a impossibilidade de minha ausência na construção da própria presença. Como presença consciente no mundo não posso escapar à responsabilidade ética no meu mover-me no mundo. Se sou puro produto da determinação genética ou cultural ou de classe, sou irresponsável pelo que faço no mover-me no mundo e se careço de responsabilidade não posso falar em ética. Isto não significa negar os condicionamentos genéticos, culturais, sociais a que estamos submetidos.
O excerto acima, extraído de obra de Paulo Freire, oferece elementos para considerarmos os processos de educação escolar e não escolar dos indivíduos. A partir das formulações nele contida, os indivíduos
“Conhecer os limites reais da educação formal na sociedade ajudou-me a direcionar meu trabalho. Sobre esses limites, poderia dizer concretamente que, quando estou com um grupo de vinte ou quarenta alunos, discutindo algum aspecto da realidade para tentar desvendá-lo, até mesmo quando estou discutindo o próprio processo de educação, não estou pensando, quando me despeço dos alunos, que terei vinte e cinco novos revolucionários...” (Paulo Freire)
Para o educador, o importante é aumentar a curiosidade dos alunos, estimulá-los a: