Questões de Concurso
Comentadas sobre multiculturalismo e educação em pedagogia
Foram encontradas 491 questões
( ) Ironizar demandas que tenham origem em orientação sexual diversa da sua.
( ) Atender a todas e todos com respeito.
( ) Contribuir com proposição de medidas que busquem dar a todas e todos os mesmos direitos.
( ) Participar de atividades escolares que busquem sua formação constante em temas atuais e polêmicos, que fazem parte da vida da escola, buscando superar uma única forma de ver as questões em debate.
I. A presença de personagens negros, tanto em livros de literatura quanto em textos didáticos, foi, muitas vezes, marcada pela estereotipia e pela caricatura. II. A invisibilidade e a reduzida representação do negro no livro didático constroem a ilusão da não existência e da condição de minoria do segmento negro. III. A presença do elemento negro nos livros didáticos deve ser valorizada pelo professor como instrumento crítico das situações de discriminação vividas no cotidiano.
Está correto o que se afirma em
Ao abordar o problema dos currículos de História nas escolas em um contexto global e multicultural, Marcos Silva e Selva G. Fonseca se perguntam o que ensinar no mundo multicultural e se apropriam do pensamento do educador Peter McLaren, que, ao ir além do termo crítico, defende o “multiculturalismo revolucionário, que não se limita a transformar a atitude discriminatória, mas se dedica a reconstituir as estruturas profundas da economia política, da cultura e do poder nos arranjos sociais contemporâneos. Ele não significa reformar a democracia capitalista, mas transformá-la, cortando as suas articulações e reconstruindo a ordem social do ponto de vista dos oprimidos”.
MCLAREN, Peter apud SILVA, Marcos e FONSECA, Selva G. Ensinar História no século XXI: em busca do tempo entendido. Campinas: Papirus, 2007, p. 46.
Para os autores, o multiculturalismo crítico e revolucionário é
Observa-se, na contemporaneidade, profundas transformações nas inter-relações humanas, desencadeadas pela conectividade no meio informacional, e que afetam diretamente a construção identitária dos jovens. Em termos geográficos, fala-se em “desterritorialização” e, sociologicamente, como afirma Canclini, uma “deslocalização”. Deste modo é possível inferir que, nos jovens, essas transformações estão processando:
A essa perspectiva homogeneizadora das culturas chamamos:
O livro “O Ouvido Pensante” de Murray Schafer, constitui-se de seis capítulos que abrem um campo de novas possibilidades para o ensino da Música.
Dentre eles, o capítulo “Quando as palavras cantam” apresenta como foco principal: