Questões de Concurso
Sobre luckesi em pedagogia
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Considerando as contribuições de Jean Piaget e Lev Vygotsky e o que se refere ao papel da linguagem no desenvolvimento e à relação entre linguagem e pensamento, julgue o item.
Para Piaget, as crianças, a princípio, desenvolvem uma
linguagem egocêntrica, não sendo capazes de perceber
as coisas de um ponto de vista diferente do seu, o que
dificulta, assim, a interação social; com o passar do
tempo, as crianças desenvolvem a linguagem social.
Vejo o educador, antes de mais nada, como um ser humano e, como tal, podendo ser sujeito ou objeto da história. Como objeto, sofre a ação do tempo e dos movimentos sociais, sem assumir a consciência e o papel de interferidor nesse processo. Não toma para si, em sua prática, a forma de ser autor o ator da história. Aqui, certamente, não desempenha o papel de educador, na sua autenticidade, como a entendo. Como sujeito da história, compreendo o educador, o autêntico educador, como o ser humano que constrói, pedra sobre pedra, o projeto histórico de desenvolvimento do povo. Um ser, junto com outros, conscientemente engajado no fazer a história.
Cipriano Carlos Luckesi. O papel da didática na formação do educador. In: Vera Maria Candau (org.). A didática em questão. Rio de Janeiro: Vozes, 1983 (com adaptações).
Considerando a temática do texto acima e os aspectos a ela relacionados, julgue o item.
Para manter-se conscientemente engajado, como um
autêntico educador, o professor deve criar modos
críticos de desenvolvimento de sua prática, avaliando
sua própria ação didática em relação ao projeto
político-pedagógico que a escola construiu; para tanto,
sua formação inicial é suficiente, sendo dispensável seu
envolvimento em processos de formação permanente.
Vejo o educador, antes de mais nada, como um ser humano e, como tal, podendo ser sujeito ou objeto da história. Como objeto, sofre a ação do tempo e dos movimentos sociais, sem assumir a consciência e o papel de interferidor nesse processo. Não toma para si, em sua prática, a forma de ser autor o ator da história. Aqui, certamente, não desempenha o papel de educador, na sua autenticidade, como a entendo. Como sujeito da história, compreendo o educador, o autêntico educador, como o ser humano que constrói, pedra sobre pedra, o projeto histórico de desenvolvimento do povo. Um ser, junto com outros, conscientemente engajado no fazer a história.
Cipriano Carlos Luckesi. O papel da didática na formação do educador. In: Vera Maria Candau (org.). A didática em questão. Rio de Janeiro: Vozes, 1983 (com adaptações).
Considerando a temática do texto acima e os aspectos a ela relacionados, julgue o item.
Assim como o projeto pedagógico da escola deve ser
construído coletivamente para configurar-se como uma
proposta educativa que visa ao desenvolvimento
humano, também a formação permanente dos
professores deve ocorrer em um coletivo.
Vejo o educador, antes de mais nada, como um ser humano e, como tal, podendo ser sujeito ou objeto da história. Como objeto, sofre a ação do tempo e dos movimentos sociais, sem assumir a consciência e o papel de interferidor nesse processo. Não toma para si, em sua prática, a forma de ser autor o ator da história. Aqui, certamente, não desempenha o papel de educador, na sua autenticidade, como a entendo. Como sujeito da história, compreendo o educador, o autêntico educador, como o ser humano que constrói, pedra sobre pedra, o projeto histórico de desenvolvimento do povo. Um ser, junto com outros, conscientemente engajado no fazer a história.
Cipriano Carlos Luckesi. O papel da didática na formação do educador. In: Vera Maria Candau (org.). A didática em questão. Rio de Janeiro: Vozes, 1983 (com adaptações).
Considerando a temática do texto acima e os aspectos a ela relacionados, julgue o item.
O engajamento do professor em um projeto de
construção histórica exige uma formação
didático-pedagógica focada em métodos, técnicas e
ferramentas de ensino, pois esses mecanismos
garantem a aprendizagem dos estudantes.
Vejo o educador, antes de mais nada, como um ser humano e, como tal, podendo ser sujeito ou objeto da história. Como objeto, sofre a ação do tempo e dos movimentos sociais, sem assumir a consciência e o papel de interferidor nesse processo. Não toma para si, em sua prática, a forma de ser autor o ator da história. Aqui, certamente, não desempenha o papel de educador, na sua autenticidade, como a entendo. Como sujeito da história, compreendo o educador, o autêntico educador, como o ser humano que constrói, pedra sobre pedra, o projeto histórico de desenvolvimento do povo. Um ser, junto com outros, conscientemente engajado no fazer a história.
Cipriano Carlos Luckesi. O papel da didática na formação do educador. In: Vera Maria Candau (org.). A didática em questão. Rio de Janeiro: Vozes, 1983 (com adaptações).
Considerando a temática do texto acima e os aspectos a ela relacionados, julgue o item.
O projeto histórico de desenvolvimento do povo do qual
o professor deve se perceber como ator e autor se
traduz em sua ação pedagógica, e esta não pode ser
entendida e praticada de forma neutra.
Vejo o educador, antes de mais nada, como um ser humano e, como tal, podendo ser sujeito ou objeto da história. Como objeto, sofre a ação do tempo e dos movimentos sociais, sem assumir a consciência e o papel de interferidor nesse processo. Não toma para si, em sua prática, a forma de ser autor o ator da história. Aqui, certamente, não desempenha o papel de educador, na sua autenticidade, como a entendo. Como sujeito da história, compreendo o educador, o autêntico educador, como o ser humano que constrói, pedra sobre pedra, o projeto histórico de desenvolvimento do povo. Um ser, junto com outros, conscientemente engajado no fazer a história.
Cipriano Carlos Luckesi. O papel da didática na formação do educador. In: Vera Maria Candau (org.). A didática em questão. Rio de Janeiro: Vozes, 1983 (com adaptações).
Considerando a temática do texto acima e os aspectos a ela
relacionados, julgue o item.
Na perspectiva da multidimensionalidade do processo de ensino e aprendizagem, a ação didática alcança diferentes dimensões (humana, cultural, técnica e política), as quais não se articulam entre si, mas mantêm suas respectivas características quando presentes na prática pedagógica do professor.
B. M. F. Villas Boas e S. L. Soares. Cad. Cedes, Campinas, v. 36, n.º 99, p. 239-254, maio-ago.de 2016 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
Para Luckesi, quando a avaliação é executada fora do processo de ensino e exclusivamente com o objetivo de atribuição de notas e conceitos, os alunos inseridos nesse contexto estarão fadados ao êxito no âmbito escolar.
Leia o texto a seguir.
Historicamente, passamos a denominar a prática de acompanhamento da avaliação da aprendizagem do educando de “avaliação da aprendizagem escolar’, mas, na verdade, continuamos a praticar ‘exames”. (LUCKESI, 2003).
De acordo com o autor, na avaliação,
Conforme o enunciado acima, marque a alternativa verdadeira defendida pelo autor.
A avaliação atravessa o ato de planejar e de executar; por isso contribui em todo o percurso da ação planificada (1ª parte). A avaliação se faz presente não só na identificação da perspectiva político-social, como também na seleção de meios alternativos e na execução do projeto, tendo em vista a sua construção (2ª parte). Ou seja, a avaliação, como crítica de percurso, é uma ferramenta necessária ao ser humano no processo de construção dos resultados que planificou produzir, assim como o é no redimensionamento da direção da ação (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
Em uma turma de 40 alunos, 10 deles, numa escala de qualificações representada por notas que variam de 0 (zero) a 10,0 (dez), obtém-se a qualificação expressa pela nota 7,0 ou mais. Com os outros 30 (75%) obtêm qualificações abaixo de 7,0, chegando a 0 (zero). (Fragmento adaptado: LUCKESI, 2018, p. 202).
Avalie as afirmações sobre o que revelam os dados apresentados no texto acima.
I - A expressão estatística - 75% - se refere à qualidade da aprendizagem individual do aluno.
II - A avaliação do desempenho da turma de estudantes marca o início da avaliação de larga escala.
III - A análise da turma de estudantes está para além daqueles que aprenderam individualmente.
IV - A qualidade satisfatória do desempenho dos alunos está configurada nos dados estatísticos da turma.
Está correto apenas o que se afirma em
Luckesi (2000, p. 6) esclarece que a "avaliação da aprendizagem, por ser avaliação, é amorosa, inclusiva, dinâmica e construtiva", é uma avaliação que "inclui, traz para dentro".
Acerca do tema "Acompanhamento e Avaliação dos Processos de ensino e de aprendizagem", é INCORRETO afirmar que:
I. A avaliação implica a retomada de curso das ações, caso o resultado dos alunos não tenha sido satisfatório.
II. A avaliação da aprendizagem adquire sentido no momento em se articula com um projeto pedagógico da escola e, consequentemente, com projeto de ensino do professor.
III. Como a avaliação subsidia ações e decisões sobre a aprendizagem dos alunos com o objetivo de obter bons resultados, ela pode ser estudada, delineada e definida mesmo sem um projeto que a articule.
Quais estão corretas?