Questões de Concurso Comentadas sobre inclusão e exclusão - diversidade, desigualdade e diferença em pedagogia

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Q1074258 Pedagogia
As maiores desigualdades educacionais são encontradas entre ricos e pobres, mas elas também são grandes entre brancos, negros e outros grupos raciais e estão, por sua vez, particularmente relacionadas à oferta educativa mais precária que restringe as oportunidades de aprendizagem das populações mestiças e negras, ribeirinhas, indígenas, dos moradores das áreas rurais, das crianças e jovens que vivem nas periferias urbanas, daqueles em situações de risco, das pessoas com deficiência, e dos adolescentes, jovens e adultos que não puderam estudar quando crianças.
Conhecer a realidade em que vivem os alunos, compreender o universo cultural deles, trata de uma condição importante para que os mesmos
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Q1074253 Pedagogia
A educação indígena, tratada na Resolução CEE no 3.777/2014,
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Q1069270 Pedagogia
De acordo com Mantoan (2001), é preciso compreender melhor como as crianças aprendem e como ajudá-las, especialmente as que apresentam dificuldade por deficiência intelectual, leve ou severa. Em conformidade com a autora, é correto afirmar que
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Q1069269 Pedagogia
Segundo Mantoan (2001), na visão inclusiva, em uma escola que tem o objetivo de oferecer uma educação aberta às diferenças, faz-se necessário que
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Q1068233 Pedagogia
Segundo Mantoan et all (2006), “temos muitos desafios a enfrentar para atingir a educação como direito de todos. Um deles é não permitir que esse direito seja traduzido meramente como cumprimento da obrigação de matricular e manter alunos com necessidades educacionais especiais em classes comuns [...]”. Na perspectiva das autoras, acerca das relações entre inclusão e integração escolar, é correto afirmar que
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Q1052890 Pedagogia
A chamada Educação Inclusiva é um movimento que teve início e ganhou força com a proposta de atender em classes comuns do ensino regular os educandos com deficiências, com distúrbios, ou com superdotação, e que, conforme Machado (2009) e Mantoan (2006),
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Q1052339 Pedagogia
Leia o texto que segue para responder à questão.

    Ensinar na escola, ser professor, é trabalhar com desenvolvimento humano e com a construção do conhecimento numa realidade multicultural. Esse trabalho corresponde ao desenvolvimento do currículo na escola de Educação Básica. Esta, conforme se afirma na Resolução CNE/CEB nº 04/2010, “é o espaço em que se ressignifica e se recria a cultura herdada, reconstruindo-se as identidades culturais, em que se aprende a valorizar as raízes próprias das diferentes regiões do País” (art. 11).
Henrique pensava que soubesse o que é currículo: “o rol oficial de disciplinas com seus programas, ensinado nas escolas”! Mas, surpreendeu-se enormemente, ao ler o cap. III, da 4ª parte do livro de Libâneo; Oliveira; Toschi (2003). Ali, apercebeu-se da importância do trabalho educativo escolar e da participação de cada um, com seus saberes e valores, para se garantir o conjunto, a formação integral dos estudantes, sua identidade, sua cidadania, sob a “regência” da equipe de direção coordenação. Com essa leitura, compreendeu que “o provimento de cultura escolar aos alunos e a constituição de um espaço democrático na organização escolar devem incluir a interculturalidade: o respeito e a valorização da diversidade cultural e das diferentes origens sociais dos alunos, o combate ao racismo e a outras formas de discriminação e preconceito”. Nessa perspectiva, Henrique pôde interpretar corretamente a obra de Auad (2016), Educar meninas e meninos: relações de gênero na escola, na qual essa estudiosa apresenta dados de suas pesquisas analisando que a escola
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Q1052330 Pedagogia
Leia o texto que segue para responder à questão.

    A escola para pessoas comuns, que não são nobres e nem do clero, faz parte da modernidade, da sociedade de classes, urbano-industrial e capitalista, que tem o conhecimento científico embutido nas práticas produtivas. No Brasil, país com proporções continentais, com forte desigualdade social e sequelas de quase quatro séculos de colonialismo e escravidão, esse processo de urbanização e industrialização teve início no século XX e foi exigindo, progressivamente, a educação escolar pública, importante para a produção do tecido social e para a humanização e inserção das pessoas, o que levou a Constituição Federal de 1988, arts. 205 a 208, declará-la como direito do cidadão e dever do Estado, da família e da sociedade.
Rossana Ramos (2016) escreve: “As pessoas com deficiência não têm de pedir licença ou permissão para serem incluídas. Têm apenas de ocupar seu lugar no universo humano de que fazem parte”. A esse respeito, no tocante à escola, pode-se constatar que a CF/88, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96, assim como a Lei Orgânica do Município de Sertãozinho, determinam que os portadores de necessidades especiais sejam atendidos preferencialmente na rede regular de ensino. Porém, na perspectiva da inclusão, para atender esse preceito legal não basta matricular os estudantes com deficiência nas classes comuns do ensino regular.
De acordo com Mantoan (2015), esse atendimento requer 
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Q1043936 Pedagogia
Segundo Ropoli (2010), “O questionamento constante dos processos de diferenciação entre escolas e alunos, que decorre da oposição entre a identidade normal de alguns e especial de outros, é uma das garantias permanentes do direito à diferença. Os alvos desse questionamento devem recair diretamente sobre as práticas de ensino que as escolas adotam e que servem para excluir. Os encaminhamentos dos alunos às classes e escolas especiais, os currículos adaptados, o ensino diferenciado, a terminalidade específica dos níveis de ensino e outras soluções precisam ser indagados em suas razões de adoção, interrogados em seus benefícios, discutidos em seus fins, e eliminados por completo e com urgência. São essas medidas excludentes que criam a necessidade de existirem escolas para atender aos alunos que se igualam por uma falsa normalidade - as escolas comuns - e que instituem as escolas para os alunos que não cabem nesse grupo - as escolas especiais”. Ambas as escolas são classificadas por Ropoli como escolas
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Q1043705 Pedagogia
Para a educadora Maria Teresa Égler Mantoan (2006), na escola inclusiva, professores e alunos aprendem uma lição que a vida dificilmente ensina: respeitar as diferenças. Esse é o primeiro passo para construir uma sociedade mais justa. Incluir é, antes de tudo, reconhecer as diferenças (todas elas e de todos os seres humanos) como algo que faz parte do mundo, da sociedade. Segundo Mantoan (2006), “A inclusão é uma inovação que implica um esforço de modernização e de reestruturação das condições atuais da maioria de nossas escolas (especialmente as de nível básico), ao assumirem que as dificuldades de alguns alunos não são apenas deles, mas resultam, em grande parte,
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Q1043530 Pedagogia
Paula Francisca foi aprovada no concurso para professora de Educação Básica I na Prefeitura Municipal de Guararapes. Ao assumir sua turma, ela notou que havia três alunos participantes do Atendimento Educacional Especializado – AEE. Por isso, ela decidiu ler o documento A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva, de Edilene Aparecida Ropoli (2010). Com essa autora, ela pôde aprender que “as ações para consolidação do AEE exigem firmeza e envolvimento de todos os que estão se empenhando para que as escolas se tornem ambientes educacionais plenamente inclusivos”. E, ainda, que o entrelaçamento dos serviços de Educação Especial, entre os quais o AEE, conjuga igualdade e diferenças como
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Q1043418 Pedagogia
Na sociedade letrada atual, saber ler e atribuir significado ao que se lê é extremamente importante, pois se trata de uma competência decisiva à inclusão ou marginalização social de uma pessoa. É a competência leitora que abre as portas para o desenvolvimento dos saberes escolares das diversas áreas do conhecimento. Sabedores dessa realidade, os legisladores estipularam no art. 32 da LDBEN, Lei nº 9.394/96, que “O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão” e, entre seus incisos, explicitaram que esse objetivo dar-se-á mediante o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio
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Q1043415 Pedagogia
A professora Joana, ao conversar com uma especialista em Currículo, indagou desta qual sua posição em relação à valorização das diferenças individuais, particularmente as de gênero. A especialista respondeu-lhe, citando o texto de Daniela Auad, Educar meninas e meninos – relações de gênero na escola (2016). Disse que, tal qual essa autora, diferencia escola mista de coeducação, pois julga que a ‘mistura’ de meninas e meninos no ambiente escolar não é suficiente para o fim das desigualdades. Para que isso ocorra, conforme a posição de Auad, é necessário que, além de garantir a coexistência entre os sexos masculino e feminino, também sejam combatidas a separação de gêneros e
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Q1042955 Pedagogia
A equipe de docentes e os demais profissionais da Escola Municipal Jardim das Borboletas, inspirados em Ropoli (2010), organizam reuniões sistemáticas nas quais promovem reflexões sobre como construir um ambiente escolar inclusivo, em que todos se sintam acolhidos. Nesse contexto, das alternativas a seguir, assinale aquela que, corretamente, está em conformidade com o pensamento de Ropoli.
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Q1036506 Pedagogia
Ao discutir a forma de o professor tratar o erro em sala de aula, Lemov (2011) defende o ponto de vista de que
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Q1035470 Pedagogia

Para garantir a plena inclusão das pessoas com deficiência nas escolas, é necessário:


“aprimoramento dos sistemas educacionais, visando a garantir condições de _________, permanência, participação e ___________, por meio da oferta de serviços e de recursos de acessibilidade que eliminem as ____________ e promovam a ___________ plena”


A alternativa que completa adequadamente a frase acima é:

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Q1035049 Pedagogia
Ao discutir a Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar, Ropoli (2010) afirma que a escola comum se torna inclusiva quando reconhece as diferenças dos alunos diante do processo educativo e busca a participação e o progresso de todos, adotando novas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, a autora defende o ponto de vista de que o Projeto Político Pedagógico deve ser concebido como um documento
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Q1035046 Pedagogia
Ao discutir as relações de gênero na escola, Auad (2016) afirma que algumas medidas cotidianas nas práticas docentes podem ser repensadas e reconstruídas com vistas à igualdade entre o masculino e o feminino. Entre essas práticas, contribui para a igualdade
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Q1034908 Pedagogia
Leia o texto a seguir para interpretar e responder a questão.

     Libâneo, Oliveira e Toschi (2010) analisam as características da sociedade contemporânea, cuja economia capitalista transnacional se orienta pela ideologia neoliberal e promoveu grande avanço tecnológico, tornando-se economia do conhecimento, ao mesmo tempo em que, movida pelo individualismo e pela competição, aprofundou a desigualdade social, tanto em países ditos desenvolvidos quanto naqueles entendidos como em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. Esse contexto demanda educação escolar não apenas para as elites, pois há conhecimento embutido nas práticas produtivas e, para as pessoas comuns inserirem-se, mesmo num trabalho que as explora, todas precisam da senha de uma escolarização efetiva. As relações da educação escolar com esse contexto social globalizado pela economia e pelas comunicações, são analisadas por Fullan e Hargreaves (2003), os quais assinalam que já se pode falar de uma economia do conhecimento, impulsionada pelo capitalismo, mas que a sociedade só poderá ser considerada sociedade do conhecimento à medida que a educação escolar capacite as pessoas para processarem informações, construindo conhecimento. 
A obra de Rosângela Machado, Educação Especial na escola inclusiva: políticas, paradigmas e práticas (2009), corresponde a um estudo inerente à experiência de transformação dos serviços de educação especial na rede regular de ensino de Florianópolis. Mantoan, orientadora desse estudo, aponta, no prefácio dessa obra, que “a educação escolar enfrenta, hoje, no Brasil, um momento difícil”. Ela afirma que o direito de todos a uma educação de qualidade precisa sair do papel e que não há educação para todos sem um compromisso social de torná-la realidade. Machado testemunha isso no relato da experiência de transformação da educação escolar na perspectiva inclusiva, a qual assume um currículo que leva em conta a pluralidade cultural e que teve por eixos
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Q1027366 Pedagogia
Teresa, aluna de Psicopedagogia, perguntou à professora, da disciplina “Diversidade e Inclusão Educacional”, qual a diferença entre dificuldade escolar e distúrbio de aprendizagem. A professora respondeu-lhe corretamente que, embora haja divergências entre os autores, de um modo geral a expressão dificuldade escolar refere-se a um rendimento escolar abaixo do esperado para a idade e nível cognitivo do aprendente, podendo ser uma dificuldade passageira, gerada até mesmo pela forma como o professor ensina ou pelas relações que o aprendente mantém com as pessoas de seu meio ambiente, já o distúrbio de aprendizagem é uma questão intrínseca ligada a problemas de origem
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Respostas
3981: C
3982: C
3983: C
3984: C
3985: C
3986: A
3987: C
3988: A
3989: D
3990: D
3991: B
3992: E
3993: A
3994: D
3995: C
3996: D
3997: B
3998: C
3999: D
4000: E