Questões de Concurso
Comentadas sobre história da educação brasileira em pedagogia
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1ª coluna I- Aluno: II- Temporalidade: III- Processo educativo que agrega a Temporalidade:
2ª coluna ( ) percebe as diversas temporalidades no decorrer da história. ( ) é a forma de ensinar a história problematizando pontos de referência, seu marco para compreensão de sua própria história, assim como da história em geral. ( ) é uma importante categoria do conhecimento histórico.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
O Saber Histórico escolar é o processo de reelaboração do conhecimento, agrega um conjunto de do mundo e da história __________ produzidas por ________ e _______ no espaço da sala de aula.
O Manifesto defendia que a escola deveria, EXCETO:
No cenário educacional brasileiro da década de 1960, a pedagogia tecnicista começou a ganhar força.
As opções a seguir apresentam justificativas para o fortalecimento dessa tendência naquele momento histórico, à exceção de uma. Assinale-a.
“Em 1932, foi publicado o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova: a reconstrução educacional no Brasil. Escrito por Fernando de Azevedo e assinado por vários intelectuais da época, como Carneiro Leão, Hermes Lima, e o grande amigo de Azevedo, que não podia faltar, Anísio Teixeira. Neste documento, foram propostas e definidas várias soluções que, a partir de então, foram sendo aplicadas à educação brasileira.”
(Romanelli, 1991.)
De acordo com o exposto, foram princípios anunciados no Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova:
I. A educação deve ser essencialmente pública, obrigatória, gratuita, laica e sem qualquer segregação de cor, sexo ou tipo de estudo e desenvolver-se em estreita vinculação com as comunidades.
II. A educação deve ser uma só, com os vários graus articulados para atender às diversas fases do crescimento humano. Embora única, sobre as bases e os princípios estabelecidos pelo Governo Federal, a escola deve adaptar-se às características regionais.
III. A educação deve ser funcional e ativa, e os currículos devem adaptar-se aos interesses naturais dos alunos, que são o eixo da escola e o centro de gravidade da educação.
IV. Todos os professores, mesmo os de ensino primário, devem ter formação universitária.
Estão corretas as afirmativas
Leia o texto abaixo.
Assim, para os positivistas que estudaram a História, esta assume o caráter de ciência pura: é formada pelos fatos cronológicos e o que realmente significam em si. São objetivos à medida que possuem uma verdade única em sua formação (que é o seu sentido e sua única possibilidade de compreensão) e não requerem a ação do historiador para serem entendidos: como já dito, o papel deste é coletá-los e ajeitá-los, constatando, pela análise minuciosa e liberta de julgamentos pessoais, sua validade ou não. O saber histórico, dessa forma, provém do que os fatos contêm, e assume um valor tal qual uma lei da Física ou da Química, ciências exatas.
O Positivismo, Os Annales e a Nova História. Angela Birardi, Gláucia Rodrigues Castelani, Luiz Fernando B. Belatto. Disponível em: http://www.klepsidra.net/klepsidra7/annales.html. Acesso em 11/04/2016.
Marque a opção que define, com precisão, o Positivismo em relação aos estudos da
História.
Na década de 80, uma das principais mudanças no ensino superior foi a
A construção de uma sociedade democrática no Brasil apresenta várias frentes de ação, desde a proteção e inclusão de pessoas portadoras de deficiência em todos os espaços socioculturais e laborais, até a construção de mecanismos de visibilização das diferenças, buscando empoderar aqueles que historicamente foram colocados em lugares subalternos. São ações que podem ser consideradas de visibilização e empoderamento:
I – murais escolares que representem todos os tipos de família e todas as origens etnicoraciais;
II – circulação de literaturas, entre os estudantes, que tenham afro-brasileiros e povos originários (os chamados “índios”) como protagonistas;
III – divulgação da história, mitologia, religiosidade dos povos africanos e ameríndios
“As licenciaturas curtas vêm acentuar, ou mesmo institucionalizar, a desvalorização e a consequente proletarização do profissional da educação. Isso acelera a crescente perda de autonomia do professor diante do processo de ensino e aprendizagem, na medida em que sua preparação para o exercício das atividades docentes é mínima ou quase nenhuma. (...) Assim, as licenciaturas curtas cumprem o papel de legitimar o controle técnico e as novas relações de dominação no interior da escola.”
FONSECA, 1993, apud SILVA, M. e FONSECA, S. G. Ensinar História no século XXI: em busca do tempo entendido. Campinas: Papirus, 2007, p. 30.
Ao historicizar a formação dos professores de História no Brasil, os autores se referem à instituição da licenciatura curta em estudos sociais, durante o período autoritário (1964-1985), como um exemplo de