Questões de Concurso Sobre educação infantil em pedagogia

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Q981528 Pedagogia

Leia com atenção a afirmação a seguir.

A criança vivencia, experimenta e apreende o mundo por meio de diferentes formas de interação com o outro e com os objetos. O uso de diferentes linguagens é o que lhe permitirá comunicar-se e compreender ideias, sentimentos e a organizar seu pensamento.

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Sobre esse tema, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para as afirmativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.

( ) O desenho, a brincadeira, a pintura, a linguagem corporal, dentre outras, são formas de linguagem que permitiram o acesso aos símbolos e signos.

( ) A possibilidade de construção de novos símbolos e signos culturais orientaram o comportamento da criança, sua maneira de ver, sentir e viver.

( ) Compreendendo a cultura, como os modos de um povo de uma comunidade ou de um grupo fazer, ver, ser, sentir e estar no mundo, é um processo dinâmico.

( ) As formas particulares de linguagem (a palavra, o gesto, a arte e o desenho, dentre outros) são instrumentos individuais e não de apropriação da cultura.

( ) A decifração do mundo e, consequentemente, as ações e manifestações da criança sobre o meio em que vivem são desarticuladas dos costumes e tradições.

Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.

Alternativas
Q981527 Pedagogia

01/02/2016 14h17 - Atualizado em 01/02/2016 14h17

Sucesso na TV e 'made in Brazil', Luna é o fenômeno infantil da vez.

Personagem já está em 74 países, foi parar nas lojas e vai virar musical.

Marca 'O Show da Luna!' já foi licenciada para cerca de 30 empresas.

Darlan Alvarenga Do G1, em São Paulo

Célia Catunda, desenhista e 'mãe da Luna', novo fenômeno infantil (Foto: Marcelo Brandt/G1)


Peppa Pig e Galinha Pintadinha que se cuidem. A Luna chegou e, em pouco mais de 1 ano, já se tornou o fenômeno infantil da vez. Criada pelos brasileiros Célia Catunda e Kiko Mistrorigo (os mesmos autores de "Peixonauta"), a série de animação "O Show da Luna!" é um sucesso na TV e aposta no mercado de licenciamentos.

Caso você ainda não conheça a Luna e não tenha ouvido o bordão e refrão "Eu quero saber!", saiba que se trata de uma menina apaixonada por Ciências, cheia de perguntas, que tem um irmão chamado Júpiter e um furão de estimação chamado Cláudio.

Lançado em 2014, o desenho já chegou a 74 países. No Brasil, a primeira temporada com 26 episódios é exibida pelo Discovery Kids, pela TV Brasil e pela TV Aparecida.

E quais seriam os ingredientes para o sucesso da animação?

"A Luna traz uma protagonista feminina, o que já não é muito comum. E é uma menina sem fru-fru. Além disso, a série não tem nenhum adulto, máquina ou Google que tira as dúvidas. É ela que vai atrás e, pela imaginação, consegue formular as próprias hipóteses e tirar as conclusões", analisa Mistrorigo, produtor da Luna.

O texto evidencia que Luna desenvolve bem a sua

Alternativas
Q981525 Pedagogia

O desenho e a brincadeira como formas de linguagem a serem exploradas no processo de alfabetização.


Analise a proposta de ensino acima para responder à questão a seguir. 


São situações de aprendizagem que se adequariam a qual proposta?

I. Momentos previstos na rotina de atividades para brincadeiras com o professor, somente.

II. Criação de espaços na sala de aula com materiais que incentivem jogos de faz de conta.

III. Uso do desenho como forma de registro em atividades diversas propostas em sala de aula.

IV. Utilização do desenho como forma de expressão de ideias e sentimentos das crianças.

V. Atividades de desenho com modelos padronizados pelo professor.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Q981524 Pedagogia

O desenho e a brincadeira como formas de linguagem a serem exploradas no processo de alfabetização.


Analise a proposta de ensino acima para responder à questão a seguir. 

Sobre os objetivos de aprendizagem dessa proposta de ensino, analise as afirmativas a seguir.

I. Usar e aprimorar o desenho como sistema de representação

II. Participar de jogos simbólicos através de brincadeiras livres e planejadas na turma.

III. Produzir desenhos a partir de modelo desenvolvido pelo professor.

IV. Dramatizar situações do cotidiano referenciadas pelo professor.

V. Ampliar vocabulário vivenciando jogos diversificados de palavras.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Q981523 Pedagogia

O desenho e a brincadeira como formas de linguagem a serem exploradas no processo de alfabetização.


Analise a proposta de ensino acima para responder à questão a seguir. 


O objetivo geral da proposta pedagógica deve ser o de 

Alternativas
Q981519 Pedagogia

Uma sala cheia de colchonetes espalhados de forma organizada. Tudo fechado, inclusive as cortinas. O dia é quente. As crianças acabam de almoçar. As crianças de 6 anos (...) são colocadas nos colchonetes. A funcionária alerta: “É hora de dormir, não quero ver ninguém de olhos abertos.” Alguns sorrisos e gestos no ambiente escuro e abafado. Alguns tentam cumprir o “descanso compulsório.” (Sanches, 2003, p. 160). Esta cena, retrata uma situação em que as crianças são desrespeitadas em sua individualidade e em seu direito de escolha. Sobre essa situação, analise as afirmativas a seguir.

I. O ambiente abafado, fechado, favorece o repouso, além de representar um momento necessário e obrigatório nas instituições de educação.

II. Os momentos de descanso devem ser planejados considerando as necessidades da criança, para que se tornem fonte de prazer e bem-estar.

III. É necessária uma preparação adequada tanto do ambiente quanto da situação, de modo a favorecer o repouso, o relaxamento, o que não significa, necessariamente, que as crianças tenham que dormir.

IV. O ambiente adequado ao repouso é aquele em que todas as crianças dormem ao mesmo tempo, portanto precisa ser planejado visando a este objetivo.

V. O tempo de descanso dependerá do ritmo de cada criança. Algumas crianças podem dormir por algumas horas, outras podem apenas relaxar por alguns minutos, sentindo-se satisfeitas com este tempo de repouso.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IDECAN Órgão: UFPB Prova: IDECAN - 2016 - UFPB - Pedagogo |
Q958269 Pedagogia

Ferreiro e Teberosky (1985) caracterizaram os momentos pelos quais as crianças passam quanto ao nível de concepção da escrita. As autoras foram felizes nessa reflexão por abordarem de forma muito pertinente o caminho percorrido pelas crianças ao alfabetizarem-se. A seguir analise cada uma das figuras apresentadas.


Imagem associada para resolução da questão

Imagem associada para resolução da questão


I. Taissa e Lucas são pré-silábicos I (Figura 1).

II. Taissa é ideográfica e Lucas pictórico (Figura 1) e não estabelecem vínculo entre fala e escrita.

III. Maria apresenta o realismo nominal e está no nível pré-silábico II, assim como Bruno (Figura 2).

IV. Gabriel é vocálico e Júlia é consonantal, ambos são silábicos, assim como Jean (Figura 3).

V. Mirian (Figura 4) e João (Figura 5) são silábico-alfabéticos.

VI. João é alfabético (Figura 5).


Estão corretas apenas as afirmativas

Alternativas
Q858452 Pedagogia
A questão refere-se à Metodologia de Ensino de Inglês.  
Chamar a atenção ao gênero de um texto no ensino da leitura
Alternativas
Ano: 2016 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: UFAL Prova: COPEVE-UFAL - 2016 - IFAL - Pedagogo |
Q818433 Pedagogia
Dadas as afirmativas quanto aos princípios pedagógicos de Pestalozzi, I. A educação consiste no desenvolvimento das capacidades humanas, para o que se ensina o aluno a memorizar, a saber executar e a repetir. Por isso, é preciso educar o espírito (cabeça), a emoção (coração) e a ação (mão). II. A educação deve seguir a natureza: criança como planta que se desenvolve. É preciso descobrir as leis do desenvolvimento natural, intelectual, físico, moral. III. Na educação, a impressão sensorial é o alicerce de todo o conhecimento: primeiro as coisas, depois as palavras (lições das coisas). IV. As lições (a aula) visam fazer o aluno memorizar conteúdos, para formar na mente impressões sensíveis a uma realidade prática e direta. verifica-se que estão corretas
Alternativas
Q807000 Pedagogia
Alfabetização e letramento se somam, e para atender à mudança ocorrida no processo de ensino e aprendizagem da língua escrita, a Escola Ativa baseia esse conhecimento em torno de cinco eixos. Um deles tem como princípio básico o fato de que cada “som” é representado por uma “letra”. Esse aprendizado é decisivo no processo de alfabetização, e se realiza quando o educando entende que o princípio que regula a escrita é a correspondência grafema-fonema. Esse eixo é denominado:
Alternativas
Q792251 Pedagogia
O ato de cuidar é complexo. O cuidador deve compreender que a pessoa cuidada tem reações e comportamentos que podem dificultar o cuidado. É importante que o cuidador perceba as reações e os sentimentos que muitas vezes afloram, para que possa cuidar da pessoa da melhor maneira possível. Desta forma, pode-se afirmar que o estresse pessoal e emocional é grande, sendo necessário planejar maneiras de convivência para que o cuidador mantenha sua integridade:
Alternativas
Q766435 Pedagogia
 Autora do livro Marcelo, Marmelo, Martelo e de mais de uma centena de obras, que incluem contos para crianças, histórias recontadas, adaptações de clássicos, novelas juvenis, manuais didáticos, almanaques e traduções, é conhecida como a herdeira da tradição iniciada por Monteiro Lobato na Literatura Infantil Brasileira. Em seus livros, a crítica social e política é forte, sem ser amarga, e tem raízes, por certo, na sua formação de socióloga e na sua consciente postura de cidadã:
Alternativas
Q766432 Pedagogia
No que diz respeito ao conceito de letramento, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas: 

( ) Nos últimos anos, um conceito que vem ganhando espaço e nova dimensão no mundo da escrita é o letramento. Ele é um termo que nomeia o conhecimento do sistema alfabético ortográfico e um dos princípios que norteiam essa perspectiva é que para que os alunos leiam e escrevam com autonomia é necessário que eles desenvolvam muitas atividades de escrita, utilizando principalmente o livro didático e o caderno de caligrafia.
( ) Letramento é um termo relativamente recente, visto que surgiu há cerca de 30 anos, e nomeia o conjunto de práticas sociais de uso da escrita em diversos contextos socioculturais.
( ) O conceito de letramento surgiu para dar conta da complexidade de eventos que lidam com a escrita. Mais amplo que o conceito restrito de alfabetização, a noção de letramento inclui não só o domínio das convenções da escrita, mas também o impacto social que dele advém.
( ) Um dos princípios que norteiam a perspectiva do letramento é que a aquisição da escrita não se dá desvinculada das práticas sociais em que se inscreve: ninguém lê ou escreve no vazio, sem propósitos comunicativos, sem interlocutores, descolado de uma situação de interação; as pessoas escrevem, lêem e interagem por meio da escrita, guiadas por propósitos interacionais, desejando alcançar algum objetivo, inseridas em situações de comunicação. 
A sequência correta é:
Alternativas
Q765506 Pedagogia
Complete as lacunas: Cabe à ______________ garantir à criança o acesso a processos de _________________________________ e aprendizagens de diferentes linguagens, assim como o direito à proteção, à saúde, à liberdade, à confiança, ao respeito, à dignidade, à brincadeira, à convivência e à interação com outras crianças (DCNEI, 2010,p.18). A alternativa que completa as lacunas de forma correta é:
Alternativas
Q765505 Pedagogia
Segundo Kramer (2009, p.84), no que se refere à relação cuidar e educar na educação infantil, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q765504 Pedagogia
Sobre a importância do brincar na Educação Infantil, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q765503 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (2010) destacam que a proposta pedagógica das instituições de educação infantil deve cumprir sua função sociopolítica e pedagógica e para tanto, deverão garantir condições e recursos para que as crianças usufruam seus direitos civis, humanos e sociais. Para isso, é preciso, EXCETO:
Alternativas
Q765306 Pedagogia
Desde o começo, sempre, lá estava a ideologia. E sempre tem estado presente. Muitas vezes, o autor nem tem consciência dela, e o leitor comum não percebe. Mas nem por isso ela deixa de ser no texto, latente, como uma espécie de lapso freudiano, que desmascara os motivos inconscientes. Ou talvez mais como um lapso junguiano, já que é cultural e revela maneiras coletivas de pensar, apontando também para os arquétipos.
Alem do mais, a ideologia de um livro também reflete o conjunto de crenças e opiniões da cultura da época em que o autor vive. Até recentemente, não se suspeitava da força desse processo. Na verdade, ele só se tornou evidente há muito pouco tempo, depois do desenvolvimento da psicanálise, do refinamento da crítica textual, do afloramento do orgulho cultural dos povos e pessoas longamente oprimidos, e do aumento de sensibilidade solidária em relação aos outros, trazido pelos anos 60, com seu despertar em favor dos direitos das minorias ou de maiorias fracas, sem voz. Em outras palavras, foi apenas depois de campanhas pelos direitos civis, depois do feminismo, depois da luta dos negros contra o preconceito e a discriminação, depois da consciência anti-imperialista, depois do movimento verde e de tantas outras conquistas ideológicas recentes que se tornou evidente que, durante muito tempo, os livros didáticos infantis vinham moldando os jovens para agirem segundo padrões de comportamento que, frequentemente, eram inadequados, injustos, imorais e agressivos à dignidade humana.
Dou um exemplo concreto. Sempre gostei muito dos contos das Mil e uma noites, entre as minhas histórias favoritas desde que eu era pequena. Não foi escrito para crianças, é claro, e é uma dessas obras de adultos que as crianças adotaram. Li e reli essas histórias muitas vezes, umas mais do que as outras, mas, de qualquer modo, repetidamente com prazer e encantamento. Mas por uma ou outra razão, nunca as tinha relido depois de adulta. Há dois anos, quando finalmente mergulhei nessa releitura, fiquei estarrecida com o conteúdo racista e sexista da obra. Mas será que o livro tinha mudado? Evidentemente, não. Quem mudou fui eu. E só mudei porque a sociedade mudou. Mas, provavelmente, quando alguém de cultura africana leu esse livro antes, à luz do tratamento vergonhoso que foi inflingido a seu povo durante séculos, com a sensibilidade apurada pela dor que essa consciência lhe trazia, sem dúvida, detectou com repugnância e revolta os trechos sobre os escravos negros que eu não conseguia suportar agora em minha releitura. Mas no meu país, tão devedor à cultura africana havia poucos negros que soubessem ler e tivessem condições de ter acesso a esses livros. E, mesmo que alguns lá chegassem, ainda era menor o número dos que poderiam verbalizar sua crítica por escrito e conseguir que ela fosse publicada, de modo que pudessem mostrar aos outros leitores a profundidade dos preconceitos que jaziam sob a superfície de um clássico desse porte. Igualmente acintoso, aliás, é o tratamento dado por ele às mulheres e nós líamos sem reparar e sem protestar. Foi preciso que o mundo vivesse uma revolução de consciência, para que eu conseguisse abrir os olhos e enxergasse tudo isso, envergonhada de minha cegueira anterior.
Quero apenas levantar alguns pontos de natureza mais geral sobre todo esse processo. O primeiro é que já vimos, e repito apenas para recordar e resumir: não existe objeto escrito que seja ideologicamente inocente. Não dá para esquecer isso.
O segundo é o seguinte: os livros para crianças são especialmente suscetíveis de serem fortemente usados como veículo de mensagens ideológicas, porque as crianças não podem se defender, como já dissemos. Mas também porque, tradicionalmente, esses livros vivem num mundo muito promíscuo, onde são facilmente tocados e molestados por coisas que não podem ser confundidas com literatura.
MACHADO. Ana Maria. Ideologia e livro infantil. Contracorrente Conversas sobre leitura e política, São Paulo: Ática. (Texto apresentado no Congresso do IBBY em Sevilla.) 
No texto lido, Machado indica duas posturas acerca da leitura dos contos Mil e uma noites: a primeira, sobre as suas impressões de infância e a segunda, a sua perspectiva como leitora depois de adulta. O trecho que não aborda a ideia de transformação de ideias e posicionamentos vividos por Machado está contemplado em
Alternativas
Q765271 Pedagogia
Assinale V (verdadeiro) e F (falso)sobre os espaços, materiais e equipamentos das Instituições de Educação Infantil que destinam-se prioritariamente às crianças: ( ) São construídos e organizados para atender às necessidades de saúde, alimentação, proteção, descanso, interação, conforto, higiene e aconchego das crianças matriculadas. ( ) São destinados espaços diferenciados para as atividades das crianças, para a dos profissionais, para os serviços de apoio e para o acolhimento das famílias e/ou responsáveis. ( ) É prevista a instalação de um quadro de avisos ou similar em local de fácil visualização na entrada e nas salas da instituição de Educação Infantil. ( ) As cores e as tonalidades de paredes e mobílias são escolhidas para tornar o ambiente interno e externo das instituições de Educação Infantil mais bonito, instigante e aconchegante. ( ) O mobiliário, os materiais e os equipamentos são organizados para tornar os diferentes espaços da instituição de Educação Infantil mais aconchegantes e confortáveis. Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q765270 Pedagogia
A Educação Infantil, é um lugar de aprendizagem, portanto deve-se organizar os espaços da creche e da pré-escola e integrá-los à rotina pedagógica. Dentro desse contexto assinale a alternativa CORRETA que condiz com as crianças entre os 4 e os 5 anos:
Alternativas
Respostas
14941: D
14942: A
14943: B
14944: D
14945: B
14946: A
14947: C
14948: A
14949: C
14950: C
14951: C
14952: D
14953: C
14954: D
14955: A
14956: B
14957: B
14958: A
14959: C
14960: B