Questões de Concurso
Sobre educação infantil em pedagogia
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O despertar do interesse do aluno em direção à atividade proposta pelo professor, está no sentido de provocar relações intrapessoais e interpessoais, e a ludicidade pode e deve estar presente nesses dois momentos.
SUANNO, J. H. O papel do brinquedo na aprendizagem e no desenvolvimento da criança. In: Didática e Interfaces. 2. Edição revisada e ampliada. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2019.
Com base no texto, conclui-se que
Embora os textos oficiais do período recomendassem que também as creches, além dos jardins-de-infância, contassem com material apropriado para a educação das crianças, o atendimento em creches e parques infantis continuou a ser realizado de forma assistencialista. O surgimento, na década de 40, de psicólogos para trabalhar em parques infantis então existentes em algumas cidades reforçou o enfoque de higiene mental, de influência norte-americana, que foi usado como justificativa para o trabalho nessa nova modalidade de atendimento pré-escolar e punha ênfase na possibilidade de as crianças matriculadas apresentarem desajustes de personalidade e outros problemas de desenvolvimento. Essas perspectivas apontavam as vantagens das creches e parques infantis como agências promotoras da segurança e da saúde sem, contudo, aprofundar-se na análise crítica dos fatores econômicos, políticos e sociais presentes nas condições de vida da população mais pobre.
OLIVEIRA, Z. R. de. Educação infantil: fundamentos e métodos. (Coleção Docência em Formação). Ed. 3. São Paulo: Cortez, 2007.
De acordo com o texto, qual a perspectiva de educação que norteou a educação infantil nos anos 1940/1950 no Brasil?
[...] o trabalho pedagógico precisa se orientar por uma visão das crianças como seres sociais, indivíduos que vivem em sociedade, cidadãs e cidadãos. Isso exige que levemos em consideração suas diferentes características, não só em termos de histórias de vida ou de região geográfica, mas também de classe social, etnia e sexo. Reconhecer as crianças como seres sociais que são implica em não ignorar as diferenças. [...]
KRAMER, S. (coord.). Com a pré-escola nas mãos-uma alternativa curricular para a educação infantil. São Paulo: Ed. Ática, 1995.
A partir da leitura feita sobre a interpretação da infância, é necessário considerar as crianças como
Analise as afirmativas abaixo sobre o papel do professor da educação infantil de acordo com o Currículo Base da Educação Infantil do Município de Chapecó, SC (2023).
1. O professor é quem media o processo de aquisição e construção do conhecimento. Ele é habilitado e comprometido, proporcionando situações de aprendizagem e desafios.
2. Os professores da Educação Infantil no município de Chapecó que atuam nas instituições educativas devem ser habilitados em Pedagogia da Educação Infantil e Licenciatura em Educação física.
3. Vínculos afetivos não são destaques nas atitudes do professor da Educação Infantil do Município de Chapecó.
4. O professor da Educação Infantil deve estar comprometido com a profissão e sua prática deve ter objetivos que contribuem com a formação integral das crianças.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.
FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.
https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf
Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.
FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.
https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf
Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.
FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.
https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf
Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.
FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.
https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf
Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.
FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.
https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf