Questões de Concurso Sobre currículo (teoria e prática) em pedagogia

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Q4403404 Pedagogia
A respeito do que o documento Currículo jundiaiense da educação de jovens e adultos (Jundiaí, 2022) propõe sobre avaliação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4403394 Pedagogia
Na conclusão de seu texto, Moran enumera as dimensões que “estão ficando claras na educação formal”, entre as quais está “o modelo híbrido, misturado, com foco em valores, competências amplas, projeto de vida, metodologias ativas, personalização e colaboração, com tecnologias digitais”.
Nesse modelo, segundo o autor, o currículo se torna
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Q4403383 Pedagogia
Gomes (in Moreira, 2007) retoma as clássicas contribuições de Tomaz Tadeu da Silva para compreender o currículo como resultado das relações sociais e de poder. Segundo a autora, desconsiderar que “as relações desiguais de poder entre grupos sociais” fazem parte desse processo significa
Alternativas
Q4403382 Pedagogia
Libâneo, Oliveira e Toschi (2010) apresentam algumas ações a serem desenvolvidas no contexto da gestão participativa. Entre elas está uma ação que pode ser descrita sucintamente como “associada à ideia de participação ativa de professores, pedagogos e alunos – por meio de reuniões, debates, aulas, atividades extraclasse – nas decisões relacionadas com a vida da escola, com os conteúdos, com os processos de ensino, com as atividades escolares de variada natureza, com a avaliação”. Essa ação visa constituir um “espaço público em que se discute o conhecimento, a organização curricular, as relações sociais, os modos e critérios de avaliação, as normas”.
Nos termos dos autores, trata-se da construção de
Alternativas
Q4403095 Pedagogia
Na educação infantil, o currículo acontece, concretiza e dinamiza aprendizagens apenas quando as experiências pedagógicas são envolventes e constituem sentido. Assim sendo, conforme Barbosa (2009), o currículo será compreendido como
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Q4402677 Pedagogia

Ao discutirem os projetos de trabalho como modo de organização dos conhecimentos escolares, Hernández e Ventura (2017) dissertam sobre a importância das fontes de informação.


Em relação aos projetos, de acordo com os autores,

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Q4402240 Pedagogia
O Art. 5º da Resolução CNE/CEB nº. 2/2024 (que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio – DCNEM) apresenta algumas definições importantes para a organização da Educação Básica. Observe as descrições abaixo.

I. Conjunto de experiências escolares que condicionam os processos de produção, circulação e apropriação de conhecimentos e saberes de natureza conceitual, factual, procedimental e atitudinal.

II. Forma de organização pedagógica que garante o planejamento interdisciplinar das unidades temáticas, sequências didáticas e processos de sistematização e avaliação das aprendizagens, articulando os componentes curriculares das diferentes áreas de conhecimento.

III. Mobilização de conhecimentos (conceituais e procedimentais), habilidades (práticas cognitivas e socioemocionais) e atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana.

IV. Tem como finalidade explicitar, organizar e sistematizar: as metas e objetivos compartilhados pela comunidade escolar e seus compromissos comuns, bem como as escolhas metodológicas, projetos e ações voltadas a garantir acesso, permanência, aprendizagem e desenvolvimento de todos os educandos.

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE os conceitos correspondentes às definições acima:
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Q4402233 Pedagogia
A inclusão da história das mulheres nos currículos escolares brasileiros, impulsionada pela recente Lei 14.986/2024, representa um marco na luta por igualdade de gênero e visibilidade feminina. A referida lei determina a obrigatoriedade de inserir nos currículos do ensino básico as histórias e contribuições das mulheres em diversas áreas do conhecimento. Essa legislação representa não apenas uma mudança na estrutura curricular, mas um avanço histórico, ao abrir espaço para que as jovens gerações conheçam as trajetórias de heroínas que, por muito tempo, foram invisibilizadas. Ao instituir a “Semana de Valorização de Mulheres que Fizeram História”, a legislação não apenas revisa narrativas, mas desafia estruturas patriarcais enraizadas no sistema educacional brasileiro.
KARPOWICZ, Débora Soares; SANTOS, Antocléia. Lei 14.986/2024 e a inclusão da história das mulheres na educação básica: um avanço político e social. Educar em revista. n. 42 • 2026. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ er/a/ Acesso em: 20 ago. 2026.

Sobre a Lei 14.986/2024, julgue as assertivas como (V) para VERDADEIRAS ou n (F) FALSAS:

I. O objetivo principal da lei é garantir que as contribuições, vivências e conquistas femininas, tanto no Brasil quanto no mundo, sejam devidamente incluídas nos currículos escolares.

II. A lei corrige um longo silêncio sobre as contribuições femininas, trazendo para os currículos uma perspectiva de soberania, ao incluir a história das mulheres em todas as áreas.

III. A promulgação da lei é um marco para a educação brasileira, pois formaliza a importância de uma abordagem curricular inclusiva que valoriza o protagonismo feminino e combate a invisibilidade histórica das mulheres.

IV. Entre os dispositivos destacados na lei está a criação da “Semana de Valorização de Mulheres que fizeram História”, a ser celebrada mensalmente em todas as escolas de educação básica do país, com palestras, exposições, debates e projetos que destaquem a trajetória de mulheres.

Está CORRETA a alternativa:
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Q4402231 Pedagogia
Os estudos sobre o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) decorrem de uma temática internacional, implementada, inicialmente, na década de 1990. Desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, formada por cientistas da aprendizagem, profissionais do design instrucional e gráfico, analistas em políticas, entre outros profissionais, a concepção do DUA se dá a partir da problematização do contexto. Com base em estudos da neurociência e educação, a compreensão do DUA começa pelo reconhecimento da pluralidade de sujeitos e de como ocorre a aprendizagem. A barreira tem de ser identificada e, diante disso, a sua eliminação, seja no currículo, nas metodologias, nas estratégias (visuais, auditivas), na dimensão afetiva e nos diferentes cenários de aprendizagem (presencial, on-line). O DUA desenvolve três princípios-base que buscam considerar, no desenvolvimento de processos, que todos possam aprender a partir de variados meios. Esses princípios se fundamentam em múltiplos meios de:

1) Engajamento – bases emocionais e afetivas no ensino e aprendizagem para o envolvimento das pessoas, o que se dá de maneira particular para cada um;

2) Representação – diversidade de sujeitos e a necessidade de variados meios na recepção de informações, utilizando recursos e apoios para dar sentido;

3) Ação e expressão – diferentes formas para que se possa expressar o conhecimento, desconstruindo uma única via de expressão, mas valorizando outros meios


CORDEIRO, Kelly Maia; SOUZA, Izadora Martins da Silva. Acessibilidade curricular e o desenho universal para aprendizagem como pontos de análise para a inclusão. Revista Educação Online, Rio de Janeiro, v. 19, n.47, set./ dez. 2024, p. 1-19. Disponível em: file:///C:/Users/cliente/ Downloads/ Acesso em: 20 ago. 2026.

Sobre o DUA é CORRETO afirmar: 
Alternativas
Q4402225 Pedagogia
Segundo Portela, Silva e Almeida (2024, p. 18-22), as discussões em torno do currículo são marcadas por um processo histórico em que seu conceito vem passando por transformações, por ser um tema revisitado e por se tratar de uma área que constitui um campo com diferentes visões e ser um documento importante no espaço escolar e, também, no sistema de ensino

E assim, é importante e indispensável que todos que compõem uma escola compreendam o desafio de se transformar o ambiente escolar de forma efetiva, de diferentes conhecimentos e saberes, reconstruindo estratégias e práticas pedagógicas.

Como o conceito de currículo é histórico, surgiram algumas teorias.

Portela; Silva; Almeida. Novos Contornos do Currículo: Integrando Teorias, Práticas e Diversidades na Educação Brasileira. Formiga (MG): Editora Uniesmero, 2024, p. 18-22.

À luz dessas disposições, analise as teorias a seguir e estabeleça a relação entre elas e suas características.

(1) Teoria Tradicional. (2) Teorias Críticas. (3) Teorias Pós-críticas.

( ) Os currículos fundamentam suas concepções no marxismo, a partir dos ideários da primeira geração da Escola Crítica de Frankfurt, especialmente em Max Horkheimer e Theodor Adorno.
( ) No Brasil, essa teoria foi amplamente difundida com as obras de Tomaz Tadeu da Silva e através de outras publicações ligadas a matrizes pósmodernas e pós-estruturais.
( ) As percepções de currículo foram norteadas pelo capitalismo americano, que subsidiaram o currículo tecnicista praticado no Brasil.
( ) O currículo estabelece vinculações entre saber, poder e identidade, visando compreender o papel do currículo na educação.
( ) Os currículos buscam trabalhar para a emancipação, destacando as diferenças entre grupos e classes sociais oprimidos.
( ) Os currículos alargam suas categorias de abrangência para além da questão das classes sociais, colocando o sujeito como foco principal.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de associação entre as teorias e suas características.
Alternativas
Q4400339 Pedagogia

Ao revisar o currículo escolar, o pedagogo observa que determinados conteúdos relacionados à diversidade cultural, história e cultura afro-brasileira e indígena aparecem de forma pontual, restritos a datas comemorativas.


Considerando uma perspectiva de educação para as relações étnico-raciais, é adequado: 

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Q4400332 Pedagogia

Durante uma reunião, um professor afirma que adaptar uma atividade para um estudante com deficiência significa reduzir o nível de dificuldade e diminuir os objetivos de aprendizagem. O pedagogo discorda dessa interpretação.


A posição do pedagogo é adequada porque: 

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Q4400325 Pedagogia

Uma estudante com deficiência visual ingressa em uma turma do Ensino Fundamental. A equipe escolar demonstra preocupação com a necessidade de disponibilizar materiais acessíveis e garantir sua participação nas atividades. O professor regente solicita ao pedagogo orientações sobre a utilização de recursos específicos.


Considerando uma perspectiva de educação inclusiva, é CORRETO afirmar que: 

Alternativas
Q4399954 Pedagogia
Ao desenvolver determinado conteúdo curricular, uma professora observa que os estudantes apresentam diferentes formas de compreender o tema estudado. Considerando a relação entre currículo e construção do conhecimento, cabe à docente:
Alternativas
Q4399951 Pedagogia
A passagem da Educação Infantil para o Ensino Fundamental implica mudanças nas experiências e na organização do trabalho pedagógico. Considerando a organização curricular na transição entre essas etapas, cabe ao professor: 
Alternativas
Q4399179 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece aprendizagens essenciais para a Educação Básica e organiza o Ensino Fundamental por áreas do conhecimento, componentes curriculares, competências e habilidades. Nesse contexto, analise as assertivas.

I.As competências gerais da Educação Básica devem ser desenvolvidas ao longo das diferentes etapas da escolarização.

II.A BNCC define aprendizagens essenciais que devem orientar a elaboração dos currículos das redes e sistemas de ensino.

III.A organização das habilidades na BNCC determina um modelo único de distribuição curricular que deve ser reproduzido pelas redes de ensino.

IV.As competências gerais são destinadas aos Anos Iniciais e são substituídas por competências específicas a partir dos Anos Finais.

V.As habilidades expressam aprendizagens relacionadas aos objetos de conhecimento e às competências previstas para os componentes curriculares.


É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4399178 Pedagogia
Nos Anos Iniciais, diferentes componentes curriculares contribuem para que os estudantes compreendam fenômenos naturais, relações sociais, espaços, tempos e manifestações culturais. Nesse contexto, analise as assertivas.

I.O ensino de Ciências pode promover situações investigativas que envolvam observação, formulação de questões, análise de informações e construção de explicações.

II.O ensino de Geografia pode desenvolver progressivamente o pensamento espacial por meio de localização, representações, mapas, desenhos e outras linguagens cartográficas.

III.O ensino de História favorece a compreensão das relações entre sujeitos, acontecimentos, tempos e diferentes formas de organização das sociedades.

IV.O Ensino Religioso deve direcionar os estudantes à adoção de uma tradição religiosa selecionada pela comunidade escolar como referência para a formação cidadã.

V.O trabalho com diversidade cultural pode favorecer reconhecimento, respeito e compreensão de diferentes grupos, identidades e formas de viver.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4399169 Pedagogia
O ensino de Matemática nos Anos Iniciais deve favorecer a compreensão de conceitos e procedimentos em situações que permitam ao estudante mobilizar diferentes estratégias. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4399075 Pedagogia
Read the study case below:
An English class is preparing multimodal digital travel guides that combine written descriptions, maps, photographs, and recorded explanations. One student is blind and uses a screen reader. The English teacher and the second teacher want the student to work toward the same communicative goals while ensuring access to source materials and meaningful participation in the final product.
Which plan is pedagogically appropriate?
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Q4399062 Pedagogia
'I felt lighter, more open': Why you are never too old for therapy


We assume therapy belongs to youth, yet older people may be particularly likely to benefit from psychological support.

Maurizio is 70. He recently began therapy in the hope of better understanding a physical pain he had carried since childhood. He has suffered migraines since the age of seven and wanted to explore what might lie behind them.

Over the years he had consulted different doctors and sought multiple opinions – therapy was another attempt to trace the origins of the problem. But he continued even after realising he might never find a single cause. "The process itself became something meaningful, a space for introspection that helped me understand my life more clearly," Mauizio says. (We have omitted the surnames of the therapy clients quoted within this piece to preserve their privacy.)

Antonio, 73, and his wife Gigliola, 68, turned to therapy hoping to save their relationship after years marked by disappointments and unspoken tensions. "After some time, I realised I felt lighter, more open," Antonio says.

"Looking within ourselves and bringing out what we could never say before perhaps helped us," Gigliola adds.

Their stories challenge a common assumption: that therapy is only for the young. And a growing body of evidence suggests that many older people could benefit from the same kind of help.

Therapy in later life

The potential for therapy to treat mental illness and enhance our overall wellbeing is now well-established, yet it is relatively rare for older people to access these services.

According to the World Health Organization, around 14% of people over 70 live with a mental health disorder, most commonly anxiety and depression, and 17% of all suicides occur in people of in this age range. A study published in 2024, however, found that only around 4% of US adults aged 65 and over received psychological therapy, compared with 12% of those aged 18-24 and 8% among those aged 35-64.

This is despite there being no evidence that therapy is any less effective or useful as we get older, according to Pim Cuijpers, professor of clinical psychology at the Vrije Universiteit Amsterdam in the Netherlands. "Therapies work across the whole adult age," he says.

Cuijpers recently published a review on psychotherapy for depression across different age groups. "What surprised me is that there is quite a lot of research in older people who are above 75 and we didn't find any indication that psychotherapies differ in that age group either," he says.

Older people may find that therapy helps to target some of the specific concerns that come with ageing, including social isolation and chronic illness, with widespread benefits. Many report improvements in overall wellbeing, renewed motivation and increased social participation. In this way therapy can function as a bridge: helping older adults reconnect with themselves and the wider world. The strongest responses, according to a 2025 review, may be found in group-based interventions, which makes sense, since they offer a structured means of relating with others.

And despite lower levels of initial access, completion rates among older participants can reach up to 54%, often surpassing those of younger adults. This demonstrates that older patients are frequently highly committed to therapy and capable of sustaining the work required for meaningful change.

"We don't know the reasons but we could imagine that when older adults are willing to seek help, they are also more motivated to do that," says Cuijpers.

Barriers to care

Financial difficulties help explain part of the gap in older people beginning therapy in the first place: their health insurance may not cover therapy, and they may not be able to afford to pay for it independently.

A world of therapy options

Therapy comes in many different forms and can be tailored to different needs. A few that may be worth considering trying are:

• Cognitive behavioural therapy (CBT) focuses on identifying and changing unhelpful thought patterns.

• Psychodynamic therapy has an emphasis on how past experiences shape present emotions and behaviours.

• Family therapy is for those who want to work beyond an individual focus (such as in Antonio and Gigliola's case) and looks at relationships and dynamics within the family as a whole.

• Group therapy creates opportunities to share experiences with people facing similar medical diagnoses and to feel more understood and less alone.

But another barrier can arise within the healthcare system itself. The journey into therapy often depends on a referral from a primary care physician, yet some research suggests that older adults are referred to psychological treatments less frequently, even when they present with symptoms of anxiety or depression. Their distress may be seen as a natural response to ageing or physical decline, rather than as a mental health condition that warrants treatment.

Part of this prejudice comes from Sigmund Freud, the founder of psychoanalysis, who argued that therapy stopped working after 40 or 50 years, says Rossana De Beni, professor and senior researcher in experimental psychology at the University of Padua, Italy. In On Psychotherapy (1905), a brief technical paper on the practice of psychoanalysis, Freud noted that above a certain age "the elasticity of the mental processes, on which the treatment depends, is as a rule lacking".

But that is "absolutely not true", says De Beni. In fact, "studies show the opposite".

Clinicians need to see the older person for who they truly are, De Beni points out, not simply as "an old person", but as a multi-faceted individual. Unfortunately, our ageist prejudices are often "deeply entrenched", she says.

Some of the ageism may be internalised by the potential patients themselves. Beliefs such as the idea that mental health problems are simply a normal part of ageing are among the most frequently cited obstacles to accessing care. This is especially problematic, since ageism can itself predispose someone to greater anxiety and depression.

The simple truth is that positive transformation is possible across the lifespan. "Ageing, right to the very end, is a stage of life marked by change," De Beni says. "People become more fully themselves in a process of continuous transformation, learning and flexibility that never truly ends."

Maurizio certainly identifies with this sentiment. "There are three moments when therapy helped me: in dealing with my marital separation, in working through certain conflicts with my children, and in navigating the transition from active work to a pre-retirement phase, where I had to find new ways to socialise," Maurizio says. "I never thought it could be too late for anything."

He hopes that he has set an example for others to follow. "I think it may have planted a small seed: not today, not tomorrow, but perhaps the day after, they will bring it out and water it," he says.



https://www.bbc.com/future/article/20260609-mental-health-and-ageingwhy-you-are-never-too-old-for-therapy
Read the teaching situation below:
An English teacher uses the article with an advanced class. Students compare the headline with the statistical evidence, distinguish expert claims from personal testimony, examine expressions such as "natural response to ageing" and "deeply entrenched," and then redesign the article as a short social-media carousel for a younger audience while documenting what information had to be selected, reframed, or omitted.
Which interpretation characterizes this teaching sequence?
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: A
4: D
5: A
6: D
7: D
8: E
9: C
10: A
11: B
12: C
13: B
14: D
15: A
16: A
17: B
18: A
19: C
20: C