Questões de Concurso
Sobre currículo: planejamento, seleção e organização dos conteúdos em pedagogia
Foram encontradas 1.283 questões
I. O planejamento curricular ultrapassa a simples organização de conteúdos, constituindo-se como um processo dinâmico que acompanha as transformações sociais, culturais, técnicas e educacionais, orientando a prática pedagógica de forma contextualizada.
PORQUE
II. A elaboração do planejamento curricular ocorre em um contexto permeado por influências políticas, econômicas, sociais e culturais, cabendo ao Professor analisar criticamente essas determinações para mediar sua concretização no cotidiano escolar.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
A instituição escolar realiza a seleção, a organização e a legitimação curricular de diferentes tipos de saberes. Ela não pode reduzir o saber popular a mera ilustração do saber científico, nem tratar o conhecimento científico como simples conteúdo a ser transmitido.
Assinale a opção que exemplifica corretamente esse procedimento.
Acerca desse contexto, é correto afirmar que
Japan in the Ancient World
Japanese archaeologists divide the earliest part of Japanese history into four periods: the Paleolithic (preceramic) period, the Jomon (cord-marked pottery) period, the Yayoi period, and the Kofun (burial mound) period. Underlying this chronology, however, are two basic problems: First, who are the Japanese, and where did they come from? Second, how do the Japanese or "proto-Japanese" relate to the Ainu, a group of people who have resided in Japan since about 7500 B.C.E. but differ racially, culturally, and linguistically from modern Japanese in significant ways?
Paleolithic Japan (before 10,000 B.C.E.)
The Japanese islands have probably been occupied by humans for at least 30,000 years, if not longer. However, 10,000 years ago, Paleolithic Japan was a cooler place, and the sea level was 125 feet (38 meters) lower; therefore, some of the archaeological evidence of the earliest inhabitants is submerged. These hunters and gatherers, who had an extensive stone-tool inventory, most likely came to southern Japan through present-day Korea or to northern Japan from eastern Siberia, though there is abundant evidence of land connections to Asia at this time throughout the islands. It appears that the complete physical separation of the Japanese islands occurred only as recently as 18,000 to 12,000 years ago.
Jomon period (c. 10,000-c. 300 B.C.E.)
Starting about 13,000 years ago, when the Japanese climate began to warm, beautiful local pottery traditions—characterized by complex impressions made by twisted cords or sticks on the outside of pots before baking—abruptly appeared at various locales. Such ceramics eventually became commonplace throughout the islands. The Jomon people (named for this distinctive "cord-marked" ceramic style) were probably the direct descendants of the people of the previous Paleolithic traditions. They were very successful at hunting, fishing, and gathering, and because of the numerous rivers and rugged coastlines, they were largely sedentary. Shell mounds all over the islands indicate how extensively the ocean and rivers were exploited by Jomon people. The Jomon pottery eventually came to show distinctive regional styles, suggesting the existence of rather well-defined cultural groups and local folk traditions.
Yayoi (c. 300 B.C.E.-c. 300 C.E.)
About two thousand years ago, a distinct break occurred in the archaeological record. In Kyushu, the southernmost main island of Japan, bronze from the Korean peninsula and a newer style of earthenware pottery appeared, and iron smelting was developed. These changes characterize the Yayoi period, named after the district in modern Tokyo where certain artifacts were first discovered. The Yayoi period also saw the beginning of Japanese-style intensive irrigated wet-rice cultivation, which became the main means of subsistence for almost everyone on the islands. This agrarian rice-based economy—with basically the same kind of farming practices—would persist until Japan's westernization in the late nineteenth century.
However, controversy surrounds the origins of this culture. The Yayoi people may have come from overseas and replaced the earlier Jomon people (as evidenced by the presence of many new technologies from abroad). For many years, Japanese archaeologists have assumed this to be true, with the implication being that the Jomon people are the ancestors of modern Ainu, and modern Japanese are the descendants of those who migrated from the Asian mainland during the Yayoi and Kofun periods. However, a majority of archaeologists feel that the record probably indicates a gradual but direct continuity from Jomon people to early, but historically identifiable, Japanese, with any migration from the mainland blending in with the local cultures. In either case, by the end of the Yayoi period, certain institutional structures were in place—a division of labor, the accumulation of prestige and luxury goods by particular individuals, and the rise of complex political organizations—which created a more stratified society, allowing for the development of a full-fledged Japanese state in the Kofun period.
https://www.ebsco.com/research-starters/history/japan-ancient-world
Na organização das práticas pedagógicas da Educação Infantil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) orienta que o planejamento esteja articulado aos direitos de aprendizagem e aos campos de experiências.
Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa correta.
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. O movimento e a corporeidade constituem dimensões fundamentais para o desenvolvimento integral da criança na Educação Infantil, sendo reconhecidos pela BNCC como campo estruturante de experiências denominado “Corpo, gestos e movimentos”.
PORQUE
II. Práticas pedagógicas que consideram o corpo como eixo estruturante das aprendizagens, como circuitos motores, dança e brincadeiras simbólicas, permitem à criança estabelecer relações mais profundas com os conteúdos e com o ambiente.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Segundo Bauer e Galian (2026), o clima escolar é um dos fatores centrais que medeiam as relações entre as condições de funcionamento da instituição e os resultados de aprendizagem. De acordo com as autoras, um bom clima escolar é marcado pelas seguintes características:
I. Coerência curricular e didática, com objetivos de aprendizagem claros e compartilhados.
II. Gestão participativa, capaz de articular professores e equipe pedagógica em torno de objetivos comuns.
III. Colaboração docente, refletida em trabalho disciplinar e uniforme, alicerçado em recursos materiais abundantes.
Quais estão corretas?
Leia o Caso Fictício I para responder à questão.
Caso Fictício I: Ana, professora do 5º ano do Ensino Fundamental, organizou seu plano de ensino respaldando-se em princípios da teoria construtivista de aprendizagem, em que consta a sequência didática explicitada a seguir.
UNIDADE I – O sujeito e seu lugar no mundo – Sequência Didática
1- Apresentação por parte da professora de uma situação-problema a partir de uma notícia no jornal: “Área ocupada pelas favelas quase triplicou nos últimos 40 anos no Brasil”- a situação pode ser solucionada? De que forma? ...
2- Diálogo entre a professora e os alunos – estabelecer um diálogo com os alunos e entre eles e promover a problematização de dúvidas, questões e reflexões relacionados ao tema.
3- Comparação entre os diferentes pontos de vista – a professora registra os diferentes pontos de vista e promove a discussão em grupo.
4- Estudo em grupos dos objetos de conhecimento: dinâmica populacional, território, redes, população.
5- Conclusão – a partir da discussão do grupo e de suas contribuições, a professora sistematiza as conclusões.
6- Generalização – com as contribuições do grupo e as conclusões obtidas, a professora estabelece as leis, os modelos interpretativos ou os princípios que se deduzem deles.
7- Exercício de memorização – os alunos realizam atividades de memorização que lhes permitam lembrar os resultados das conclusões ou generalizações.
8- Avaliação – na classe, todos os alunos respondem as perguntas e fazem os testes durante o tempo de duas horas.
9- A professora comunica aos alunos os resultados obtidos.
Adaptado de uma situação apresentada por A. Zabala. Aprática educativa: como ensinar [livro eletrônico]. Porto Alegre: Penso, 2014.
Orientando-se pela sequência didática apresentada no Caso Fictício I, analise as assertivas a seguir.
I- Ao prever a apresentação para a classe de uma situação problema enfocando o aumento da população das favelas, a professora Ana potencializará a participação dos alunos nas discussões, de forma a conectar seus conhecimentos com os objetos de conhecimento da área de Ciências humanas (Geografia), contemplados na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
II- O sujeito e seu lugar no mundo correspondem a uma unidade de conhecimento prevista na BNCC a ser estudada a partir do 6º ano do Ensino Fundamental, na área de Ciências Humanas.
III- A sequência didática prevista pela professora Ana dialoga com um dos princípios e fins da educação nacional apontados na Lei nº 9.394/96 que estabeleceu as Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que é o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Caso Fictício I para responder à questão.
Caso Fictício I: Ana, professora do 5º ano do Ensino Fundamental, organizou seu plano de ensino respaldando-se em princípios da teoria construtivista de aprendizagem, em que consta a sequência didática explicitada a seguir.
UNIDADE I – O sujeito e seu lugar no mundo – Sequência Didática
1- Apresentação por parte da professora de uma situação-problema a partir de uma notícia no jornal: “Área ocupada pelas favelas quase triplicou nos últimos 40 anos no Brasil”- a situação pode ser solucionada? De que forma? ...
2- Diálogo entre a professora e os alunos – estabelecer um diálogo com os alunos e entre eles e promover a problematização de dúvidas, questões e reflexões relacionados ao tema.
3- Comparação entre os diferentes pontos de vista – a professora registra os diferentes pontos de vista e promove a discussão em grupo.
4- Estudo em grupos dos objetos de conhecimento: dinâmica populacional, território, redes, população.
5- Conclusão – a partir da discussão do grupo e de suas contribuições, a professora sistematiza as conclusões.
6- Generalização – com as contribuições do grupo e as conclusões obtidas, a professora estabelece as leis, os modelos interpretativos ou os princípios que se deduzem deles.
7- Exercício de memorização – os alunos realizam atividades de memorização que lhes permitam lembrar os resultados das conclusões ou generalizações.
8- Avaliação – na classe, todos os alunos respondem as perguntas e fazem os testes durante o tempo de duas horas.
9- A professora comunica aos alunos os resultados obtidos.
Adaptado de uma situação apresentada por A. Zabala. Aprática educativa: como ensinar [livro eletrônico]. Porto Alegre: Penso, 2014.
A partir da sequência didática apresentada no Caso Fictício I, analise as assertivas a seguir.
I- A professora Ana não valoriza os conteúdos de ensino de caráter atitudinal, visto que na sequência didática não faz menção a avaliação de conteúdos atitudinais.
II- A sequência didática da professora Ana explicita que ela valoriza e ensina conteúdos do tipo conceitual, procedimental e atitudinal.
III- Na sequência didática da professora Ana é possível antever que ela prioriza o ensino dos conteúdos de natureza conceitual.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Em uma situação de ensino, a professora encaminhou a realização de uma atividade envolvendo a prática da entrevista pelos alunos, atividade esta que deveria ocorrer na própria sala de aula e na presença dos colegas da classe.
A partir desse contexto, analise as assertivas a seguir.
I- Expressar-se em situação de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado correspondem a uma das habilidades a ser desenvolvida nos anos iniciais do Ensino Fundamental, especialmente no componente curricular Língua Portuguesa.
II- A entrevista não é uma prática ou recurso didático indicado para o desenvolvimento das habilidades vinculadas ao campo de atuação “Oralidade”, apontado na Base Nacional Comum Curricular (BNCC)-Anos Iniciais do Ensino Fundamental, no componente Língua Portuguesa.
III- A entrevista é uma atividade relevante para aprofundar o conhecimento e o uso da linguagem oral, as características das interações discursivas e as estratégias de fala e escuta em intercâmbios orais.
É CORRETO o que se afirma apenas em: