Questões de Concurso
Sobre currículo e diversidade em pedagogia
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Quanto à relação entre currículo e tempos e espaços escolares, Gomes argumenta que ela pressupõe uma nova estrutura de escola que se articula em torno de uma concepção mais ampla de educação, visando
É importante para o educador das Artes incluir em sua formação o conhecimento das danças e ritmos de brincadeiras tradicionais brasileiras, no sentido de entender o estudante como um cidadão que reconhece as memórias de seu próprio país.
Com base no comentário acima, é fundamental que façam parte do contexto escolar os seguintes elementos:
Em um contexto escolar, a estratégia que um professor deve usar para colocar seus estudantes em contato com a ideia de pluralidade de culturas é
A atitude correta em relação ao ensino de dança, com base no comentário anterior, é considerar que
A educação infantil, primeira etapa da educação básica, configura-se como importante momento de socialização, ampliação de repertórios individuais e coletivos e experimentação do mundo. Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica (2013), a construção de propostas pedagógicas para a educação infantil segue determinados princípios.
O trabalho em Artes Visuais e o contato com diversas manifestações artísticas neste segmento atendem aos princípios de
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
A educação para a diversidade deve abordar temas
como racismo, machismo, homofobia, lesbofobia,
transfobia, depreciação de pessoas que vivem no
campo, entre outras discriminações a grupos
historicamente marginalizados.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
A educação baseada na cidadania é um avanço
importante para a inclusão de minorias nas políticas
sociais e, por isso, garante a convivência igualitária entre
grupos considerados como maiorias e minorias.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
A educação no campo deve ser compreendida como a
superação da relação dicotômica entre rural e urbano.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
O tema diversidade deve ser classificado como inclusivo
pelo fato de considerar a exclusão social como um fator
preponderante na história da educação brasileira.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
A diversidade deve ser trabalhada na escola por meio de
eixos transversais, pois eles reforçam o caráter
normativo do currículo.
A educação para a diversidade é a realização de uma prática pedagógica que visa criar e executar estratégias com base em uma visão crítica sobre os diferentes grupos que constituem a história social, política, cultural e econômica do País.
Ao discutir questões relativas à diversidade, os professores devem evitar abordar as diferenças de orientação sexual.
Leia o texto abaixo.
No estudo “Medo da Violência e o Apoio ao Autoritarismo no Brasil” (2018), os pesquisadores do Fórum Nacional de Segurança Pública (FNSP) demonstraram uma correlação positiva entre escolaridade e posições mais democráticas: quanto maior o tempo de estudo, maior a aversão ao autoritarismo. Os autores apontam que o País precisa olhar a violência sob a perspectiva da prevenção, apostando em iniciativas combinadas com áreas como a Educação, para não cairmos em soluções artificiais e autoritárias em resposta à insegurança. Mas o que violência, democracia e Educação têm a ver umas com as outras? Tudo! A maneira como enxergamos o problema da violência em nossas casas, escolas, ruas e até mesmo a violência empregada pelo Estado tem tudo a ver com democracia. A Educação entra nessa equação como uma ferramenta preventiva. Nesse sentido, precisamos de uma escola que não apenas valorize o diálogo, como também prepare o aluno. Uma Educação que ensine as crianças desde pequenas a dialogar, ao mesmo tempo que lhes garanta a aprendizagem.
Fonte: https://blogs.oglobo.globo.com/todos-pela-educacao/post/ sociedade-que-queremos-comeca-nas-escolas-voce-nao-acha.html (adaptação)
Do texto acima, pode-se depreender que a Educação
necessária para os tempos atuais é uma Educação:
No Brasil, a política educacional do Ministério da Educação para os alunos identificados como portadores de Altas Habilidades e Talentos aponta para duas alternativas: programas de enriquecimento curricular e programas de aceleração dos estudos (LDB n° 9.394/96, art. 59º, inciso II), ou uma combinação de ambos.
A criança com altas habilidades/superdotação precisa de um programa específico, baseado em:
Para Fonseca (2017), todos os estudantes têm direito às aulas e devem ser ensinados; não é dever do professor decidir quem aprende e quem não aprende. A autora trata da dialética inclusão/exclusão e abre um campo de reflexão para se pensar a diferença não como um entrave, e sim como um desafio ao docente. Na Educação Física escolar, o processo de ensino e aprendizagem “abre uma brecha para a possibilidade de adotarmos estratégias onde as diferenças culturais possam coexistir democraticamente, mas não de forma ingênua”. A exclusão não precisa ser definitiva; mas é ingênuo pensar que ações inclusivas garantam que a inclusão aconteça para todos.
FONSECA, Michele Pereira de Souza da; RAMOS, Maitê Mello Russo. “Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de educação física escolar”. In: PONTES JR, José Airton de Freitas (Org.). Conhecimentos do professor de educação física escolar [livro eletrônico]. Fortaleza: EdUECE, 2017, p. 186.
Assinale a alternativa em que a autora aponta caminhos possíveis para práticas mais inclusivas nas
aulas de Educação Física.
A busca pela prática do futebol por estudantes é algo recorrente nas aulas de Educação Física. Não distante desse fato, é fácil constatar a existência de um perfil de gênero que fomenta, em prioridade, que essa prática corporal esteja presente nas aulas. A ação docente, por vezes, legitima o tempo e o espaço da aula como exclusivo da prática do futebol, na medida que não existam propostas de conteúdos diversificadas, orientação didática e um método de trabalho que problematize as diversidades presentes nos jogos, o que faria do futebol, nesse caso, uma temática fértil sob o ponto de vista pedagógico. Para Oliveira e Daólio (2014), a aula – como um espaço de livre convivência – contribui para construção de estereótipos, preconceitos e desigualdades de oportunidades entre os gêneros, gerando o fenômeno que denominaram como a ‘periferia da quadra’, ou seja, espaços físicos de participação e apropriação das aulas de Educação Física, ocupados ou não pelos estudantes, os quais os autores chamaram de “pedacinhos”.
No que tange ao jogo de futebol, os autores puderam observar uma falta de participação de algumas meninas por conta da repetição do conteúdo, por desinteresse e por entenderem que não têm habilidades, meninos que jogavam com regras bem rígidas e em número inferior de meninas que jogavam com meninos completando sem compartilhar das mesmas ideias e meninos que jogavam sem se importar com as regras, por diversão e por vezes demostravam desinteresse.
OLIVEIRA, Rogério Cruz de; DAOLIO, Jocimar. “Na ‘periferia’ da quadra: Educação Física, cultura e sociabilidade na escola”. Pró-posições, v. 25; n. 2 (74); p. 237-254, maio/ago. 2014.
De acordo com os autores, assinale a alternativa que nomeia os três “pedacinhos” ocupados por
esses estudantes nas aulas de Educação Física.