Questões de Concurso
Comentadas sobre avaliação educacional em pedagogia
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[...] não há nenhum instrumento que não pertença à avaliação formativa [...] a ‘virtude’ formativa não está no instrumento, mas, sim, se assim se pode dizer, no uso que dele fazemos, na utilização das informações graças a ele. O que é formativo é a decisão de uma progressão do aluno e de procurar os meios suscetíveis de agir nesse sentido (HADJI, 1993, p. 165).
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Assim sendo, a identificação, se o instrumento de avaliação é formativo ou não, será o(a)
I. Ainda hoje se praticam exames escolares em vez de avaliação da aprendizagem;
II. A avaliação aponta para a predominância de uma avaliação construtiva, vista como instrumento de verificação pontual, seletivo e, portanto, inclusiva e justa;
III. A avaliação com caráter punitivo e classificatório, como atualmente é praticada na escola, deverá dar espaço para uma avaliação comparativa e comprometida com a aprendizagem do aluno;
IV. É urgente e necessário que cursos de formação de professores, nas diversas áreas do conhecimento, comecem a enfatizar o tema avaliação em suas disciplinas, a fim de que os professores possam desenvolver múltiplos recursos que os subsidiem nessa prática;
V. A avaliação escolar apresenta-se como um elemento classificatório imposto pela escola, predominantemente formal, com objetivos pautados na quantificação e/ou verificação da aprendizagem e limitada a julgamentos que levam apenas à aprovação ou reprovação, com base nas notas.
As afirmativas que estão de acordo com os resultados obtidos pelos autores são:
O primeiro, tempo de admirar-se, é quando o professor olha para saber como é, e não para saber se é como queria que fosse. Busca-se a aproximação e o diálogo; um olhar mais amplo, dedicado, sempre presente. É o tempo de aprender a observar, registrar, reunir dados, ler tarefas, escutar os alunos e trocar ideias com outros professores.
O segundo, tempo da reflexão, nos aponta maneiras de aprender a questionar nossas hipóteses o tempo todo. É o momento de termos humildade, no sentido de pensar no que somos, e sabemos para interpretar o que está havendo acerca da realidade observada.
O terceiro, tempo da reconstrução das práticas avaliativas, é o tempo da ação reflexiva, da mediação. Esse é o tempo da tomada de consciência, tempo de professores comprometidos, tempo do estudo, do preparo, da qualificação profissional.
Neste contexto, a concepção de avaliação citada é a
I. A avaliação deve ser contínua, formativa e sem o uso de notas ou reprovações, respeitando o ritmo e o desenvolvimento de cada criança.
II. O objetivo da avaliação na Educação Infantil é classificar as crianças por desempenho, promovendo comparações entre elas.
III. O registro de observações e a documentação pedagógica são instrumentos importantes para acompanhar o progresso das crianças.
Está correto o que se afirma em:
“Algumas redes de ensino vêm adotando modalidades de registros escritos mais qualitativos, tomando-os instrumentos primordiais no acompanhamento da aprendizagem e na tomada de decisões para o avanço qualitativo das aprendizagens dos estudantes. Se, do ponto de vista oficial, tais registros significam um grande avanço, é preciso ter cuidado em não transformá-los em tarefa burocrática. Como bem expuseram Oliveira e Morais (2005), estudos já demonstraram a necessidade de os professores terem oportunidades de discutir continuamente os objetivos e os instrumentos de avaliação que passaram a usar, a fim de se apropriarem daqueles novos recursos e serem, de fato, ajudados a reorganizar sua tarefa de ensino ao empregá-los.”
Com o objetivo de implementar uma avaliação de aprendizagem mais qualitativa, qual das seguintes ideias pode ser implementada?
Com base nessa perspectiva, Luckesi (2022) propõe alguns passos metodológicos da investigação avaliativa, que são, respectivamente: