Questões de Concurso
Sobre a construção do conhecimento: papel do educador, do educando e da sociedade em pedagogia
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educação.
Texto IX, para responder às questões de 42 a 44.
Para que um plano de aula?
Para quem, como eu, está iniciando sua prática pedagógica, é muito importante ter bem claro tudo que se pretende fazer durante uma aula. Ter um plano detalhado que registre seus objetivos, a matéria que será trabalhada, o material utilizado, o que será feito e quanto tempo vai levar proporciona uma organização que pode ser a diferença entre uma aula bem sucedida ou não. Eu mesmo já achei tudo isso uma besteira, mas percebi, na prática, como a falta dessa organização pode levar ao fracasso total.
Internet: <www.lendo.org/como-fazer-um-plano-de-aula>. Acesso em 23/6/2010.
Texto X, para responder às questões de 42 a 44.
[...] o mundo e a sociedade mudaram em torno da escola. Os alunos participam de vários círculos sociais, com culturas não raro conflitantes que se enfrentam dentro e fora da instituição escolar, reforçando seu caráter de arena, ou de arenas superpostas. A participação do discente depende de negociação, enquanto a autoridade de que o professor estava investido tradicionalmente já não é respeitada. Em outras palavras, novas sociedades requerem novas escolas e novos professores.
C. A. Gomes e M. M. Pereira. A formação do professor em face das violências das/nas escolas. Cadernos de Pesquisa. V. 39, n.º 136, jan.-abr./2009, p. 206. Internet: <www.scielo.br>. Acesso em 21/7/2010.
No texto X, a metáfora da “arena”, no espaço social e escolar vivido pelos estudantes, revela que
Texto IX, para responder às questões de 42 a 44.
Para que um plano de aula?
Para quem, como eu, está iniciando sua prática pedagógica, é muito importante ter bem claro tudo que se pretende fazer durante uma aula. Ter um plano detalhado que registre seus objetivos, a matéria que será trabalhada, o material utilizado, o que será feito e quanto tempo vai levar proporciona uma organização que pode ser a diferença entre uma aula bem sucedida ou não. Eu mesmo já achei tudo isso uma besteira, mas percebi, na prática, como a falta dessa organização pode levar ao fracasso total.
Internet: <www.lendo.org/como-fazer-um-plano-de-aula>. Acesso em 23/6/2010.
Texto X, para responder às questões de 42 a 44.
[...] o mundo e a sociedade mudaram em torno da escola. Os alunos participam de vários círculos sociais, com culturas não raro conflitantes que se enfrentam dentro e fora da instituição escolar, reforçando seu caráter de arena, ou de arenas superpostas. A participação do discente depende de negociação, enquanto a autoridade de que o professor estava investido tradicionalmente já não é respeitada. Em outras palavras, novas sociedades requerem novas escolas e novos professores.
C. A. Gomes e M. M. Pereira. A formação do professor em face das violências das/nas escolas. Cadernos de Pesquisa. V. 39, n.º 136, jan.-abr./2009, p. 206. Internet: <www.scielo.br>. Acesso em 21/7/2010.
Com relação ao texto X, assinale a alternativa correta.
Texto IX, para responder às questões de 42 a 44.
Para que um plano de aula?
Para quem, como eu, está iniciando sua prática pedagógica, é muito importante ter bem claro tudo que se pretende fazer durante uma aula. Ter um plano detalhado que registre seus objetivos, a matéria que será trabalhada, o material utilizado, o que será feito e quanto tempo vai levar proporciona uma organização que pode ser a diferença entre uma aula bem sucedida ou não. Eu mesmo já achei tudo isso uma besteira, mas percebi, na prática, como a falta dessa organização pode levar ao fracasso total.
Internet: <www.lendo.org/como-fazer-um-plano-de-aula>. Acesso em 23/6/2010.
Texto X, para responder às questões de 42 a 44.
[...] o mundo e a sociedade mudaram em torno da escola. Os alunos participam de vários círculos sociais, com culturas não raro conflitantes que se enfrentam dentro e fora da instituição escolar, reforçando seu caráter de arena, ou de arenas superpostas. A participação do discente depende de negociação, enquanto a autoridade de que o professor estava investido tradicionalmente já não é respeitada. Em outras palavras, novas sociedades requerem novas escolas e novos professores.
C. A. Gomes e M. M. Pereira. A formação do professor em face das violências das/nas escolas. Cadernos de Pesquisa. V. 39, n.º 136, jan.-abr./2009, p. 206. Internet: <www.scielo.br>. Acesso em 21/7/2010.
Relacionando as ideias dos textos IX e X, é correto afirmar que
Nos Estados Unidos, as pesquisas educacionais com base em investigação e análise de indicadores sociais e educacionais tiveram início ainda nas décadas de 20 e de 30 do século XX. No Brasil, a produção e a análise de indicadores sociais relacionam-se ao crescimento econômico do período do pós-guerra até 1980, que levou o país a ingressar no grupo das dez maiores economias do mundo; consequentemente, esse período foi marcado pelo começo de profundas transformações estruturais, em gestão, controle e em relação às demandas sociais. A respeito desse tema, assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa que caracteriza o processo de educação segundo Paulo Freire.
Assinale a alternativa que apresenta apenas característica(s) adequada(s) às práticas de formação continuada.
Assinale a alternativa que apresenta apenas características de um planejamento de ensino adequado.
A metodologia de projetos envolve união entre teoria e prática, adaptada à realidade social. Para que isso ocorra, é necessária uma capacitação profissional continuada, que deve se pautar
GÓMEZ e SACRISTÁN (1998) analisam a formação de professores, considerando os diferentes modos de compreender a prática educativa, quais sejam: perspectiva acadêmica, perspectiva técnica, perspectiva prática, perspectiva de reconstrução social. Na perspectiva de reconstrução social, o professor é considerado como um
Para Parsons, a igualdade entre os competidores no início da escolarização é o fator fundamental para garantir uma seleção justa ao longo do processo de educação.
O pedagogo deve assumir atitudes assemelhadas às de um animador cultural e adotar estratégias dinâmicas de ensino, pois, diante da sedução que as mídias exercem sobre crianças e jovens, o processo de escolarização deve ser mais lúdico e atraente.
A docência com a amplitude que a prática social requer reforça a necessidade de educação para o profissional desenvolver habilidades necessárias ao enfrentamento de questões fundamentais da escola e das organizações educativas não-escolares.
Cabe ao pedagogo ser um cientista da educação com uma ampla gama de conteúdos disciplinares, em especial os didáticos e os psicológicos.
É essencial que o pedagogo seja um profissional cada vez mais especializado em um único campo do saber e conheça profundamente os processos de aprendizagem segundo os fundamentos da neurociência e da psicologia, cabendo a ele facilitar e acelerar o processo de aprendizagem.
A discussão sobre pedagogia de projetos não é recente. Ela surgiu com Froebel no início do século XX, época em que se concebeu a educação como um processo de vida, e não como uma preparação para o futuro, devendo a escola representar o contexto da vida presente.
Atividades de desenvolvimento de projetos propiciam a interdisciplinaridade e o foco em áreas especiais e prioritárias, além de permitirem construir-se com os alunos um aprendizado abrangente e rico em relações sociais.
Os projetos da área educacional não são excludentes entre si e se restringem aos seguintes tipos: intervenção, pesquisa, ensino, trabalho, gestão.
Na educação de adultos, ao contrário do que ocorre na educação infantil, é irrelevante considerar as diferenças de estilo, tempo, lugar e ritmo de aprendizagem.