Questões de Concurso Sobre não definido

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Q4290396 Não definido

O Artigo 53 da Lei Orgânica do Município de Itaocara/RJ enumera as hipóteses de perda do mandato de Vereador.


Marque a opção INCORRETA sobre o referido tema. 

Alternativas
Q4290395 Não definido

Analise as afirmativas abaixo, considerando o disposto na Lei Orgânica Municipal de Itaocara/RJ acerca dos Vereadores.



I - Os Vereadores gozam de inviolabilidade por suas opiniões, no exercício do mandato e na circunscrição do Município.


II - Os Vereadores gozam de inviolabilidade por suas palavras e votos, no exercício do mandato e na circunscrição do Município.


III - Os Vereadores serão obrigados a testemunhar, perante a Câmara, sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato.


IV - Os Vereadores não serão obrigados a testemunhar, perante a Câmara, sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato, nem sobre as pessoas que lhes confiarem ou deles receberem informações.



Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s): 

Alternativas
Q4290394 Não definido

Suponha que um indivíduo, na qualidade de agente de uma pessoa jurídica de direito privado prestadora de serviço público, cause um dano a terceiro.


Quem responderá por esse dano? 

Alternativas
Q4290393 Não definido

O Título I da Constituição Federal de 1988 trata dos Princípios Fundamentais, positivando nos artigos ali dispostos questões como fundamentos e objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, e ainda, os princípios que regem as relações internacionais da República Federativa do Brasil.


Marque a opção CORRETA acerca do tema. 

Alternativas
Q4290392 Não definido
Foram entrevistados 650 moradores de Itaocara. Dos entrevistados, sabe-se que 420 são clientes da loja A, 134 são clientes da loja B e 150 não são clientes da loja A nem da B. Sabendo que é possível ser cliente das duas lojas citadas, o número de moradores entrevistados que são clientes da loja A e da loja B simultaneamente é: 
Alternativas
Q4290391 Não definido
O tampo de uma mesa tem o formato de um quadrado com lado medindo 75,5 cm de comprimento. Podemos afirmar que a área desse tampo é de, aproximadamente: 
Alternativas
Q4290390 Não definido
Antônio realizou um empréstimo de R$ 18 000,00 a uma taxa de juro simples de 25% ao ano. Ele deseja pagar o empréstimo em uma única parcela após 20 meses. Logo, o valor total (empréstimo mais juros) que Antônio pagará será de: 
Alternativas
Q4290389 Não definido
Joana vende bolos e, em uma promoção no mês de setembro, reduziu o valor de cada bolo em 8%. Porém, devido ao aumento do preço dos ingredientes, em outubro ela necessitou reajustar o preço de cada bolo com um aumento de 10%. Em relação ao preço do bolo antes da promoção, o novo valor do bolo em outubro representa um acréscimo de: 
Alternativas
Q4290388 Não definido
Em uma loja de Itaocara, um liquidificador custa R$ 149,00. Porém, se o pagamento for realizado à vista, o cliente consegue um desconto e paga R$ 126,65 pelo mesmo liquidificador. Logo, o percentual de desconto concedido para o pagamento à vista do liquidificador é de: 
Alternativas
Q4290387 Não definido
Considere um dado honesto de seis faces, numeradas de 1 a 6. Após lançá-lo uma única vez, a probabilidade de que a face que ficou voltada para cima não seja a com um número quadrado perfeito é de, aproximadamente: 
Alternativas
Q4290386 Não definido
Eduardo deseja ir à casa de seu cunhado Rogério passando pela padaria. Ele sabe que há 3 caminhos distintos de sua casa até a padaria e outros 4 trajetos diferentes da padaria à casa de Rogério. Dessa forma, o número máximo de maneiras distintas que Eduardo pode realizar o percurso de sua casa à casa de Rogério, passando pela padaria, é de: 
Alternativas
Q4290385 Não definido
Maria iniciou seu próprio negócio e estima que o seu lucro cresça anualmente, em reais, de acordo com a P.A. (2500, 2875, 3250, ...). A razão dessa P.A. é: 
Alternativas
Q4290384 Não definido
Considere a sequência definida por an = 5n + 2, com n Imagem associada para resolução da questão e 1 ≤ n ≤ 6. A opção que possui todos os termos dessa sequência escritos CORRETAMENTE é a:
Alternativas
Q4290383 Não definido
O IMC (Índice de Massa Corporal) é calculado por meio da fórmula Imagem associada para resolução da questão onde m é a massa corporal de uma pessoa, em quilogramas, e a é a sua altura, em metros. Se Douglas possui 69 kg de massa corporal e 1,70 m de altura, o IMC de Douglas é de, aproximadamente:
Alternativas
Q4290382 Não definido

“Desde que começamos a checar e-mails em nossos telefones celulares, a jornada diária de trabalho aumentou em média duas horas.” 4º parágrafo


Marque a opção que justifica o uso da vírgula no período acima.

Alternativas
Q4290381 Não definido

Nos deixa menos intolerantes com os e-mails e refresca nossa cabeça (...).” 12º parágrafo


É CORRETO afirmar sobre a colocação do pronome destacado nessa frase: 

Alternativas
Q4290380 Não definido
Marque a frase que NÃO apresenta desvio da norma padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4290379 Não definido

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Por que devemos focar no 'como' e não no 'por que' 1 trabalhamos


Em artigo para a BBC, vice-presidente do Twitter, autor de 'A alegria de trabalhar - 30 maneiras de reinventar seus hábitos e de se apaixonar novamente pelo seu trabalho' dá dicas de como tornar o trabalho 'menos desagradável'. 


Por Bruce Daisley, BBC - 06/06/2019 


    Por que o trabalho moderno parece tão insatisfatório? Será que estamos cometendo o erro de procurar o “por que”, quando deveríamos desesperadamente responder “como”? Se pudéssemos inventar empregos, teríamos que nos esforçar muito para criar algo tão pouco satisfatório quanto os trabalhos do início do século 21.


    Uma série de reuniões intermináveis que nos fazem esquecer do nosso próprio nome, e-mails que parecem idênticos àqueles que deletamos no dia anterior - tudo isso em meio ao burburinho dos escritórios de design aberto, sem paredes ou divisórias.


    Passei os últimos dois anos pesquisando e escrevendo um livro sobre como melhorar a cultura corporativa moderna - e o que observei foi um lembrete chocante do que precisa ser consertado. Os desafios envolvendo os ambientes de trabalho modernos vão além das distrações, se traduzindo em algo mais substancial. A Mental Health Foundation (ONG dedicada à pesquisa da saúde mental) diz que 74% dos britânicos se sentiram sobrecarregados por estresse em algum momento do ano passado, sendo o trabalho a principal causa.


    Não é de se espantar. Desde que começamos a checar e-mails em nossos telefones celulares, a jornada diária de trabalho aumentou em média duas horas. Segundo algumas estimativas, funcionários dos quais se espera que permaneçam on-line após o expediente passam mais de 70 horas conectados ao escritório por semana. Metade das pessoas que fazem horas extras apresentam os níveis mais altos de estresse.


    É por isso que palestras de consultores motivacionais, como Simon Sinek, parecem ser cada vez mais incompatíveis com a experiência dos profissionais no ambiente corporativo. Sinek ganhou fama e reconhecimento por insistir na tese de que os millennials* precisavam entender o “por que” do trabalho antes de se comprometerem com os desafios envolvidos. “Grandes empresas não contratam pessoas qualificadas e as motivam, elas contratam pessoas motivadas e as inspiram”, declarou Sinek.


    A inspiração, no caso, seria dizer “por que” eles estavam fazendo o trabalho. Mas está ficando claro que esse foco singular no “propósito” está criando dissonância e insatisfação no chão de fábrica. Profissionais de todas as idades se deparam com um dos grandes “problemas de primeiro mundo”: “Como posso estar trabalhando nesta nobre organização orientada por propósitos e ainda assim não estar feliz?” [...]


    Os protestos de funcionários do Google contra assédio sexual na empresa, em 2018, um ano após a denúncia feita por Susan Fowler contra a Uber, são marcos importantes de uma longa trajetória de descontentamento no ambiente de trabalho - apesar de haver respostas grandiosas para a pergunta “por que”.


    Está cada vez mais claro que, embora o foco no “por que” do trabalho possa criar uma visão atraente para um CEO se apoiar, não impede os funcionários de se sentirem desmotivados em suas mesas. Parece que é hora de deixarmos para trás a bravata do “por que” para entrar em uma discussão relativamente mundana de “como”: “Como posso me sentir mais realizado e menos ansioso no trabalho?”


    Embora não exista um Steve Jobs para revelar a versão mais nova e sofisticada do seu emprego, está ficando claro que somos capazes de promover mudanças no nosso dia a dia, por conta própria, que podem ajudar a tornar o trabalho menos desagradável. Uma vez que os profissionais aceitam que o “como” é importante, muitos se sentem revigorados ao perceber que têm autonomia para iniciar a mudança.


     O maior fardo do trabalho para a maioria das pessoas é o maldito tempo gasto em reuniões. O simples ato de reduzir pela metade o número de participantes pode ser um ato de misericórdia. O banco de investimentos Bridgewater Associates percebeu que reuniões com menos gente pareciam ser mais eficazes, elevando o nível das discussões. O desafio, nesse caso, é que todo mundo acredita que é na reunião na qual não se está presente que todas as coisas boas acontecem. Para provar que esse “medo de estar perdendo algo” era equivocado, eles começaram a gravar todas as reuniões - e o resultado foi que ninguém mais reclamou ao ser retirado da lista de participantes.


    Há outras questões: os funcionários estão cada vez mais cientes de que é comprovado por pesquisas que fazer uma pausa adequada para almoçar de três a quatro vezes por semana melhora a tomada de decisão e reduz o cansaço acumulado de sexta-feira que atormenta tanta gente.


    Indo mais além, se apropriar da tradição cultural sueca do “fika” para dar uma volta e tomar um café com um colega, como parte da rotina, parece ter efeitos positivos. Nos deixa menos intolerantes com os e-mails e refresca nossa cabeça à medida que encerramos a jornada de trabalho.


    Na verdade, o proveito de caminhadas pode ser estendido às reuniões, por exemplo, que poderiam ser conversas em movimento. A cientista Marily Oprezzo, de Stafford, no Reino Unido, descobriu que caminhar melhorou o pensamento criativo de 81% das pessoas que ela analisou. [...]


    Margaret Heffernan, que foi CEO de cinco companhias, descreveu a introdução de uma reunião social semanal em uma das empresas em que trabalhou, nos EUA, como “absolutamente transformadora” para a cultura corporativa. Heffernan observou que incentivar os funcionários a passar um tempo socializando entre si, durante a jornada de trabalho, os tornava mais propensos a cooperar ao longo da semana.


    Os ambientes corporativos estão contaminados pela síndrome da pressa, uma consequência das demandas implacáveis do trabalho moderno - e o impacto desse burnout (esgotamento físico e mental) pode ser complicado, especialmente para os profissionais mais jovens.


    Quando o trabalho é impiedoso, o foco no objetivo grandioso do “por que” trabalhamos não vai ajudar, talvez seja hora de cuidar do “como”.


 *"millennials” -

designação dada ao conjunto de pessoas que nasceram entre o

início dos anos 1980 e o final dos anos 1990.


*Bruce Daisley é vice-presidente do Twitter para Europa, Oriente

Médio e África. É autor do livro 'The Joy of Work - 30 Ways To

Reinvent Your Work Culture and Fall in Love With Your Job Again'

(“A alegria de trabalhar - 30 maneiras de reinventar seus hábitos e

de se apaixonar novamente pelo seu trabalho”, em tradução livre).


Texto Adaptado disponível em:

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/viva

voce/noticia/2019/06/06/por-que-devemos-focar-

no-como-e-nao no-por-que-trabalhamos.ghtml


1As grafias dos porquês encontradas neste texto foram mantidas

conforme aparecem na fonte apresentada.

A linguagem utilizada no texto lido é considerada predominantemente:
Alternativas
Q4290378 Não definido

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Por que devemos focar no 'como' e não no 'por que' 1 trabalhamos


Em artigo para a BBC, vice-presidente do Twitter, autor de 'A alegria de trabalhar - 30 maneiras de reinventar seus hábitos e de se apaixonar novamente pelo seu trabalho' dá dicas de como tornar o trabalho 'menos desagradável'. 


Por Bruce Daisley, BBC - 06/06/2019 


    Por que o trabalho moderno parece tão insatisfatório? Será que estamos cometendo o erro de procurar o “por que”, quando deveríamos desesperadamente responder “como”? Se pudéssemos inventar empregos, teríamos que nos esforçar muito para criar algo tão pouco satisfatório quanto os trabalhos do início do século 21.


    Uma série de reuniões intermináveis que nos fazem esquecer do nosso próprio nome, e-mails que parecem idênticos àqueles que deletamos no dia anterior - tudo isso em meio ao burburinho dos escritórios de design aberto, sem paredes ou divisórias.


    Passei os últimos dois anos pesquisando e escrevendo um livro sobre como melhorar a cultura corporativa moderna - e o que observei foi um lembrete chocante do que precisa ser consertado. Os desafios envolvendo os ambientes de trabalho modernos vão além das distrações, se traduzindo em algo mais substancial. A Mental Health Foundation (ONG dedicada à pesquisa da saúde mental) diz que 74% dos britânicos se sentiram sobrecarregados por estresse em algum momento do ano passado, sendo o trabalho a principal causa.


    Não é de se espantar. Desde que começamos a checar e-mails em nossos telefones celulares, a jornada diária de trabalho aumentou em média duas horas. Segundo algumas estimativas, funcionários dos quais se espera que permaneçam on-line após o expediente passam mais de 70 horas conectados ao escritório por semana. Metade das pessoas que fazem horas extras apresentam os níveis mais altos de estresse.


    É por isso que palestras de consultores motivacionais, como Simon Sinek, parecem ser cada vez mais incompatíveis com a experiência dos profissionais no ambiente corporativo. Sinek ganhou fama e reconhecimento por insistir na tese de que os millennials* precisavam entender o “por que” do trabalho antes de se comprometerem com os desafios envolvidos. “Grandes empresas não contratam pessoas qualificadas e as motivam, elas contratam pessoas motivadas e as inspiram”, declarou Sinek.


    A inspiração, no caso, seria dizer “por que” eles estavam fazendo o trabalho. Mas está ficando claro que esse foco singular no “propósito” está criando dissonância e insatisfação no chão de fábrica. Profissionais de todas as idades se deparam com um dos grandes “problemas de primeiro mundo”: “Como posso estar trabalhando nesta nobre organização orientada por propósitos e ainda assim não estar feliz?” [...]


    Os protestos de funcionários do Google contra assédio sexual na empresa, em 2018, um ano após a denúncia feita por Susan Fowler contra a Uber, são marcos importantes de uma longa trajetória de descontentamento no ambiente de trabalho - apesar de haver respostas grandiosas para a pergunta “por que”.


    Está cada vez mais claro que, embora o foco no “por que” do trabalho possa criar uma visão atraente para um CEO se apoiar, não impede os funcionários de se sentirem desmotivados em suas mesas. Parece que é hora de deixarmos para trás a bravata do “por que” para entrar em uma discussão relativamente mundana de “como”: “Como posso me sentir mais realizado e menos ansioso no trabalho?”


    Embora não exista um Steve Jobs para revelar a versão mais nova e sofisticada do seu emprego, está ficando claro que somos capazes de promover mudanças no nosso dia a dia, por conta própria, que podem ajudar a tornar o trabalho menos desagradável. Uma vez que os profissionais aceitam que o “como” é importante, muitos se sentem revigorados ao perceber que têm autonomia para iniciar a mudança.


     O maior fardo do trabalho para a maioria das pessoas é o maldito tempo gasto em reuniões. O simples ato de reduzir pela metade o número de participantes pode ser um ato de misericórdia. O banco de investimentos Bridgewater Associates percebeu que reuniões com menos gente pareciam ser mais eficazes, elevando o nível das discussões. O desafio, nesse caso, é que todo mundo acredita que é na reunião na qual não se está presente que todas as coisas boas acontecem. Para provar que esse “medo de estar perdendo algo” era equivocado, eles começaram a gravar todas as reuniões - e o resultado foi que ninguém mais reclamou ao ser retirado da lista de participantes.


    Há outras questões: os funcionários estão cada vez mais cientes de que é comprovado por pesquisas que fazer uma pausa adequada para almoçar de três a quatro vezes por semana melhora a tomada de decisão e reduz o cansaço acumulado de sexta-feira que atormenta tanta gente.


    Indo mais além, se apropriar da tradição cultural sueca do “fika” para dar uma volta e tomar um café com um colega, como parte da rotina, parece ter efeitos positivos. Nos deixa menos intolerantes com os e-mails e refresca nossa cabeça à medida que encerramos a jornada de trabalho.


    Na verdade, o proveito de caminhadas pode ser estendido às reuniões, por exemplo, que poderiam ser conversas em movimento. A cientista Marily Oprezzo, de Stafford, no Reino Unido, descobriu que caminhar melhorou o pensamento criativo de 81% das pessoas que ela analisou. [...]


    Margaret Heffernan, que foi CEO de cinco companhias, descreveu a introdução de uma reunião social semanal em uma das empresas em que trabalhou, nos EUA, como “absolutamente transformadora” para a cultura corporativa. Heffernan observou que incentivar os funcionários a passar um tempo socializando entre si, durante a jornada de trabalho, os tornava mais propensos a cooperar ao longo da semana.


    Os ambientes corporativos estão contaminados pela síndrome da pressa, uma consequência das demandas implacáveis do trabalho moderno - e o impacto desse burnout (esgotamento físico e mental) pode ser complicado, especialmente para os profissionais mais jovens.


    Quando o trabalho é impiedoso, o foco no objetivo grandioso do “por que” trabalhamos não vai ajudar, talvez seja hora de cuidar do “como”.


 *"millennials” -

designação dada ao conjunto de pessoas que nasceram entre o

início dos anos 1980 e o final dos anos 1990.


*Bruce Daisley é vice-presidente do Twitter para Europa, Oriente

Médio e África. É autor do livro 'The Joy of Work - 30 Ways To

Reinvent Your Work Culture and Fall in Love With Your Job Again'

(“A alegria de trabalhar - 30 maneiras de reinventar seus hábitos e

de se apaixonar novamente pelo seu trabalho”, em tradução livre).


Texto Adaptado disponível em:

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/viva

voce/noticia/2019/06/06/por-que-devemos-focar-

no-como-e-nao no-por-que-trabalhamos.ghtml


1As grafias dos porquês encontradas neste texto foram mantidas

conforme aparecem na fonte apresentada.

“(...) refresca nossa cabeça à medida que encerramos a jornada de trabalho.” 12º parágrafo


A oração sublinhada nessa frase tem o sentido de: 

Alternativas
Q4290377 Não definido

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Por que devemos focar no 'como' e não no 'por que' 1 trabalhamos


Em artigo para a BBC, vice-presidente do Twitter, autor de 'A alegria de trabalhar - 30 maneiras de reinventar seus hábitos e de se apaixonar novamente pelo seu trabalho' dá dicas de como tornar o trabalho 'menos desagradável'. 


Por Bruce Daisley, BBC - 06/06/2019 


    Por que o trabalho moderno parece tão insatisfatório? Será que estamos cometendo o erro de procurar o “por que”, quando deveríamos desesperadamente responder “como”? Se pudéssemos inventar empregos, teríamos que nos esforçar muito para criar algo tão pouco satisfatório quanto os trabalhos do início do século 21.


    Uma série de reuniões intermináveis que nos fazem esquecer do nosso próprio nome, e-mails que parecem idênticos àqueles que deletamos no dia anterior - tudo isso em meio ao burburinho dos escritórios de design aberto, sem paredes ou divisórias.


    Passei os últimos dois anos pesquisando e escrevendo um livro sobre como melhorar a cultura corporativa moderna - e o que observei foi um lembrete chocante do que precisa ser consertado. Os desafios envolvendo os ambientes de trabalho modernos vão além das distrações, se traduzindo em algo mais substancial. A Mental Health Foundation (ONG dedicada à pesquisa da saúde mental) diz que 74% dos britânicos se sentiram sobrecarregados por estresse em algum momento do ano passado, sendo o trabalho a principal causa.


    Não é de se espantar. Desde que começamos a checar e-mails em nossos telefones celulares, a jornada diária de trabalho aumentou em média duas horas. Segundo algumas estimativas, funcionários dos quais se espera que permaneçam on-line após o expediente passam mais de 70 horas conectados ao escritório por semana. Metade das pessoas que fazem horas extras apresentam os níveis mais altos de estresse.


    É por isso que palestras de consultores motivacionais, como Simon Sinek, parecem ser cada vez mais incompatíveis com a experiência dos profissionais no ambiente corporativo. Sinek ganhou fama e reconhecimento por insistir na tese de que os millennials* precisavam entender o “por que” do trabalho antes de se comprometerem com os desafios envolvidos. “Grandes empresas não contratam pessoas qualificadas e as motivam, elas contratam pessoas motivadas e as inspiram”, declarou Sinek.


    A inspiração, no caso, seria dizer “por que” eles estavam fazendo o trabalho. Mas está ficando claro que esse foco singular no “propósito” está criando dissonância e insatisfação no chão de fábrica. Profissionais de todas as idades se deparam com um dos grandes “problemas de primeiro mundo”: “Como posso estar trabalhando nesta nobre organização orientada por propósitos e ainda assim não estar feliz?” [...]


    Os protestos de funcionários do Google contra assédio sexual na empresa, em 2018, um ano após a denúncia feita por Susan Fowler contra a Uber, são marcos importantes de uma longa trajetória de descontentamento no ambiente de trabalho - apesar de haver respostas grandiosas para a pergunta “por que”.


    Está cada vez mais claro que, embora o foco no “por que” do trabalho possa criar uma visão atraente para um CEO se apoiar, não impede os funcionários de se sentirem desmotivados em suas mesas. Parece que é hora de deixarmos para trás a bravata do “por que” para entrar em uma discussão relativamente mundana de “como”: “Como posso me sentir mais realizado e menos ansioso no trabalho?”


    Embora não exista um Steve Jobs para revelar a versão mais nova e sofisticada do seu emprego, está ficando claro que somos capazes de promover mudanças no nosso dia a dia, por conta própria, que podem ajudar a tornar o trabalho menos desagradável. Uma vez que os profissionais aceitam que o “como” é importante, muitos se sentem revigorados ao perceber que têm autonomia para iniciar a mudança.


     O maior fardo do trabalho para a maioria das pessoas é o maldito tempo gasto em reuniões. O simples ato de reduzir pela metade o número de participantes pode ser um ato de misericórdia. O banco de investimentos Bridgewater Associates percebeu que reuniões com menos gente pareciam ser mais eficazes, elevando o nível das discussões. O desafio, nesse caso, é que todo mundo acredita que é na reunião na qual não se está presente que todas as coisas boas acontecem. Para provar que esse “medo de estar perdendo algo” era equivocado, eles começaram a gravar todas as reuniões - e o resultado foi que ninguém mais reclamou ao ser retirado da lista de participantes.


    Há outras questões: os funcionários estão cada vez mais cientes de que é comprovado por pesquisas que fazer uma pausa adequada para almoçar de três a quatro vezes por semana melhora a tomada de decisão e reduz o cansaço acumulado de sexta-feira que atormenta tanta gente.


    Indo mais além, se apropriar da tradição cultural sueca do “fika” para dar uma volta e tomar um café com um colega, como parte da rotina, parece ter efeitos positivos. Nos deixa menos intolerantes com os e-mails e refresca nossa cabeça à medida que encerramos a jornada de trabalho.


    Na verdade, o proveito de caminhadas pode ser estendido às reuniões, por exemplo, que poderiam ser conversas em movimento. A cientista Marily Oprezzo, de Stafford, no Reino Unido, descobriu que caminhar melhorou o pensamento criativo de 81% das pessoas que ela analisou. [...]


    Margaret Heffernan, que foi CEO de cinco companhias, descreveu a introdução de uma reunião social semanal em uma das empresas em que trabalhou, nos EUA, como “absolutamente transformadora” para a cultura corporativa. Heffernan observou que incentivar os funcionários a passar um tempo socializando entre si, durante a jornada de trabalho, os tornava mais propensos a cooperar ao longo da semana.


    Os ambientes corporativos estão contaminados pela síndrome da pressa, uma consequência das demandas implacáveis do trabalho moderno - e o impacto desse burnout (esgotamento físico e mental) pode ser complicado, especialmente para os profissionais mais jovens.


    Quando o trabalho é impiedoso, o foco no objetivo grandioso do “por que” trabalhamos não vai ajudar, talvez seja hora de cuidar do “como”.


 *"millennials” -

designação dada ao conjunto de pessoas que nasceram entre o

início dos anos 1980 e o final dos anos 1990.


*Bruce Daisley é vice-presidente do Twitter para Europa, Oriente

Médio e África. É autor do livro 'The Joy of Work - 30 Ways To

Reinvent Your Work Culture and Fall in Love With Your Job Again'

(“A alegria de trabalhar - 30 maneiras de reinventar seus hábitos e

de se apaixonar novamente pelo seu trabalho”, em tradução livre).


Texto Adaptado disponível em:

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/viva

voce/noticia/2019/06/06/por-que-devemos-focar-

no-como-e-nao no-por-que-trabalhamos.ghtml


1As grafias dos porquês encontradas neste texto foram mantidas

conforme aparecem na fonte apresentada.

Embora não exista um Steve Jobs para revelar a versão mais nova e sofisticada do seu emprego (...).” 9º parágrafo


A substituição da palavra destacada nesse período altera seu sentido em:

Alternativas
Respostas
1741: B
1742: D
1743: B
1744: A
1745: D
1746: B
1747: C
1748: A
1749: D
1750: C
1751: A
1752: A
1753: B
1754: D
1755: D
1756: B
1757: A
1758: D
1759: B
1760: A