Questões de Concurso Sobre não definido

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Q4264824 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
O plural do substantivo composto destacado neste fragmento “(...) o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, (...).” é o mesmo que o plural do substantivo composto apontado na alternativa:
Alternativas
Q4264823 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Quanto à classificação dos tipos de sujeito, assinale a opção correta que indica o tipo de sujeito para o verbo destacado na passagem “Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs.”: 
Alternativas
Q4264822 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
O vocábulo destacado em “E ele é. Guerreiro down, diga-se.” funciona como um:
Alternativas
Q4264821 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
As aspas foram empregadas no fragmento “Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, (...) ”, pois se trata de:
Alternativas
Q4264820 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Na passagem “Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos.”, a parte destacada apresenta a figura de linguagem:
Alternativas
Q4264819 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Por ser o texto acima pertencente ao gênero entrevista, assinale a opção correta quanto à linguagem: 
Alternativas
Q4264818 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
É correto afirmar sobre o texto o que se encontra na alternativa:
Alternativas
Q4264817 Não definido
Observe a imagem e marque a resposta que corresponde a esse tipo de produção de lavouras.
35.jpg (316×266)
Alternativas
Q4264816 Não definido
Ao falarmos de curvas de nível estamos sempre falando de graduações de elevação na altura de um determinado relevo, que pode estar representada em mapas e também podemos falar dessas graduações não apenas como representações no mapa da altura, mas como verdadeiros degraus na altura do relevo, que podem ser feitos quando estamos falando das técnicas de plantio em curvas de nível.
Quando se faz curvas de níveis em um relevo que ai ser plantado, qual é a função das curvas de níveis nesse contexto:
Alternativas
Q4264815 Não definido
Os cursos técnicos têm ajudado muitos brasileiros a conseguir empregos através de suas especialidades em determinadas áreas, uma dessas áreas é o técnico em zootecnia. Marque a resposta que condiz com a função de um profissional em zootecnia:
Alternativas
Q4264814 Não definido
Existem 10 grupos de máquinas e implementos agrícolas usados na lavoura dependendo da função no campo: Qual dos equipamentos abaixo é utilizado para o preparo do solo:
Alternativas
Q4264813 Não definido
Plantações de pinus e eucalipto, implantadas em áreas degradas ou ocupadas pela agropecuária, podem contribuir para o surgimento de espécies nativas da flora. De acordo com o site da Embrapa, com o passar do tempo, os sub-bosques das plantações de eucalipto e de pinus se tornam um ambiente favorável para o desenvolvimento de espécies arbóreas nativas.
Como os pinus e eucaliptos contribuem para restauração de áreas degradadas:
Alternativas
Q4264812 Não definido
“Por consequência dessa mecanização, o comércio de suas tecnologias se tornou um mercado milionário em todo o mundo, pois elas são fundamentais para a própria existência e sobrevivência do homem. Para se ter uma ideia, acreditava- se que no ano 2000 a produção de alimentos não seria suficiente para o crescimento populacional verificado, resultando em fome global. A melhoria das técnicas de plantio e a mecanização, contudo, impediram que testemunhássemos uma tragédia como essa”...
Após a introdução das maquinas no campo a situação do trabalhador mudou muito devido:
Alternativas
Q4264811 Não definido
Mecanização do campo. O homem sempre foi dependente da natureza e da produção vinda do campo. Durante a maior parte de nossa história, a humanidade viveu atrelada aos fatores relacionados à produção no campo e buscando formas de aumentar sua produtividade. Mas esse avanço se deu, sobretudo, quando foram inventadas máquinas capazes de potencializar as tarefas. Após a leitura do texto marque a resposta sobre qual foi o ponto negativo com a mecanização do campo:
Alternativas
Q4264810 Não definido
Preço-das-carnes-dispara-nos-açougues-e-churrasco-vira-luxo.
"O presidente Jair Bolsonaro disse que o preço da carne no mercado brasileiro deve cair.
Por qual motivo o preço da carne bovina subiu tanto no Brasil:
Alternativas
Q4264809 Não definido
A pecuária brasileira é uma produtividade de destaque. O país leva a consideração no universo industrial, e preenche um dos melhores lugares em relação a produtividade agrícola e pecuária. Em suma, a pecuária do Brasil está relacionada a criação de bovinos, ainda que também tenha destaque com as aves, suínos, ovinos, equinos etc. podemos dizer que a pecuária brasileira está dividida em três categorias que são:
Alternativas
Q4264808 Não definido
Existem três tipos fundamentais de adubação: a de correção, efetuada antes do plantio; a de plantio ou crescimento, realizada na ocasião do plantio do porta-enxerto ou da muda até 2 a 3 anos; e a de manutenção, realizada durante a vida produtiva da planta.
Essa adubação tem a finalidade de fornecer nitrogênio às plantas durante os dois a três primeiros anos após a implantação. Utiliza-se a adubação orgânica (esterco) e/ou fertilizante químico à base de nitrogênio. Qual o tipo de adubação o texto relata:
Alternativas
Q4264807 Não definido
Adubação, a agricultura brasileira segue tendências de produção em alta escala e excelência em suas produções, para isso o uso da adubação correta se faz necessária e obrigatória. Sobre adubação, marque a questão que diz a consequência da falta de fósforo nos solos para as lavouras:
Alternativas
Q4264806 Não definido
O solo é originado de uma rocha matriz, pois inicialmente na crosta terrestre só havia rocha. Com o tempo e sob a ação do calor, do vento e da água, ela foi se desgastando e formando uma parte mineral (areia, calcário e argila) e uma outra parte orgânica (húmus = restos de animais vegetais em decomposição).
Sobre a classificação dos solos dizemos que:
Alternativas
Q4264805 Não definido
O solo é uma camada mais superficial da crosta terrestre, onde se desenvolvem muitas plantas e vive uma grande variedade de animais. Esta camada, o solo, não é muito profunda; tem, em média, trinta centímetros de espessura. Ela vem se formando há milhões de anos, com o acúmulo de pequeníssimas partículas, formadas pelo desgaste das rochas, que foram se misturando com os restos de animais e plantas.
Sobre a formação dos solos marque a resposta que é formada por matéria orgânica.
Alternativas
Respostas
15641: E
15642: A
15643: C
15644: B
15645: C
15646: D
15647: E
15648: B
15649: C
15650: A
15651: A
15652: A
15653: B
15654: C
15655: D
15656: B
15657: A
15658: B
15659: D
15660: C