Questões de Concurso Sobre não definido

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Q4379613 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Considerando os elementos do texto, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4379612 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Assinale a alternativa INCORRETA, conforme o conteúdo do texto:
Alternativas
Q4379611 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Um grupo de capoeiristas pode facilmente falar e entender a expressão “meia-lua”, enquanto pessoas de fora desse grupo talvez não entendam imediatamente o conceito específico dentro da capoeira. Um jogador de futebol pode usar a expressão “carrinho” com um sentido que não corresponde ao significado mais comum do termo e, por isso, pode não ser entendido por pessoas que não gostam de futebol. Essas situações de uso da língua retratam exemplos de
Alternativas
Q4379610 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
O uso de expressões diferentes para se referir à mesma coisa conforme a região do Brasil – como “mandioca” / “aipim” / “macaxeira” – tem relação com a
Alternativas
Q4379609 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Segundo o texto, a variação linguística 
Alternativas
Q4379608 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


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Qual frase nominal sumariza a temática do texto e poderia figurar como título?
Alternativas
Q4379182 Não definido
Uma fábrica possui uma demanda de 1.000 produtos por ano, um custo unitário de manter itens em seus armazéns de R$ 1,00 e, a cada nota fiscal emitida, a soma dos impostos pagos soma R$ 20,00. Considere, ainda, a fábrica que opera em sistema de consumo linear de produtos e reposição automática de estoques. Para calcular o Ct, é preciso saber o custo total de manutenção de uma unidade em estoque por pedido (Ce) e os custos totais de colocação por pedido (Cp). Dessa forma, é possível determinar o custo total pela soma de duas parcelas: 1) o custo de manutenção, obtido através da multiplicação do estoque médio (Q/2) pelo custo de manutenção por unidade (Ce); 2) o custo de pedido, multiplicando o custo total de colocação de pedido (Cp) pelo número de pedidos no período (D/Q). Assim, é possível formular a equação que define o custo total:

Ct = (Ce) . (Q/2) + (Cp) . (D/Q)

De acordo com as informações, a quantidade ideal de produtos pedidos por um gestor inteligente, ou seja, o Lote Econômico de Compra (LEC) é:
Alternativas
Q4379181 Não definido
Indústria 4.0 refere-se à indústria formada da união entre os mundos físico, digital e biológico para criar fábricas hiperconectadas e autogerenciáveis. A estimativa é que a migração para o conceito 4.0 reduza, no mínimo, 73 bilhões/ano de custos industriais no Brasil (ABDI). Esta Indústria é impulsionada pela utilização de sistemas digitais integrados e de tecnologias superavançadas, como Inteligência Artificial (IA ou AI), Internet das Coisas (IoT), Realidade Aumentada (AR), robótica, dentre outras evoluções, sendo, portanto, uma mudança de mentalidade. Sobre a Indústria 4.0, analise as afirmativas a seguir.

I. Robôs autônomos: substituição ou cooperação de tarefas executadas por humanos (normalmente perigosas ou repetitivas) pela mão de obra de robôs, que têm a capacidade de exercer o seu trabalho sem a necessidade de supervisão humana e, normalmente, possuem elevada eficácia em suas atividades.
II. Integração de sistemas: quando diferentes sistemas interagem de forma automatizada, centralizando as informações geradas como SAP; e-PDM; M.E.S; dentre outros. 
III. Manufatura aditiva: integração de elementos virtuais com o mundo real como o uso de câmeras e sensores embarcados em dispositivos, como tablets e celulares.
IV. Realidade aumentada: modo como os objetos físicos estão conectados e se comunicam entre si, por meio de sensores inteligentes e softwares que transmitem dados para uma rede.
V. Big Data e Analytics: o Big Data armazena os dados gerados; e Analytics processa tais dados, transformando- -os, assim, em informações.
VI. Computação em nuvem: também conhecida como Cloud; trata-se da entrega de recursos da TI sob demanda por meio da Internet, como IaaS (Infraestrutura como Serviço), PaaS (Plataforma como Serviço) ou SaaS (Software como Serviço).
VII. Internet das coisas: forma de fabricação por meio aditivo, em que um modelo tridimensional é gerado através de sucessivas deposições de camadas de material (impressão 3D).

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q4379180 Não definido
Questão 38 Tubino (1999) classifica os quatro tipos de processos produtivos, de acordo com o tipo de operação que sofre o produto e o nível de demanda; são eles: processos, repetitivos em massa, de projetos, repetitivos em lotes e contínuos.

I. Processos repetitivos em massa: são utilizados quando há produção de bens e serviços com elevada uniformidade, levando os produtos e os processos produtivos à total interdependência, favorecendo a automação, não existindo flexibilidade no sistema. É utilizado pelas empresas que utilizam intensivamente o capital, devido à necessidade de elevados investimentos em equipamentos e instalações.
II. Processo de projeto: lidam com produtos discretos, altamente customizados. Possui um período de tempo longo para a sua realização. Baixo volume e alta variedade. Tem início e fim bem definidos. O intervalo de tempo entre o começo de diferentes trabalhos é relativamente longo. Os recursos transformadores que fazem o produto, provavelmente serão organizados de forma especial para cada um deles.
III. Processos repetitivos em lotes: característicos da produção de um volume médio de bens ou serviços padronizados em lotes, sendo que cada lote segue uma sequência diferenciada de operações que necessita ser programada à medida que as operações anteriores forem realizadas.
IV. Processos contínuos: a demanda pelos produtos é normalmente estável, fazendo com que os seus projetos tenham poucas alterações a curto prazo, o que possibilita, semelhantemente à produção contínua, a montagem de uma estrutura produtiva altamente especializada e pouco flexível, em que os altos investimentos possam ser amortizados durante um longo prazo.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q4379179 Não definido

Um processo produtivo executa um determinado produto em 8 estações de trabalho: 



Imagem associada para resolução da questão



No planejamento, a produção deverá ser programada com base na seguinte estação de trabalho:

Alternativas
Q4379178 Não definido
A curva ABC é um ferramental que permite a identificação dos itens que demandam maior atenção do gestor, seja por algum tipo de deficiência, lucro, venda ou produtividade, com parâmetros que fogem dos fatores costumeiros, permitindo, assim, o tratamento adequado, considerando a sua importância relativa. Trata-se de um procedimento de divisão de itens em três classes (A, B e C), de acordo com a quantia demandada e a utilização de capital; é baseada na Análise de Pareto, também conhecida por Regra 80/20, ou seja, em que 80% dos problemas são, geralmente, causados por 20% dos fatores. Analise os valores apresentados por uma indústria que trabalha com 10 materiais, conforme tabela a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

Os materiais que compõem a região A da curva ABC são apenas 
Alternativas
Q4379177 Não definido
Admita que a Laticínios NAC S.A. atua no setor de produção de derivados do leite no município de Campo Mourão, desde 2015. Considere seus custos fixos mensais no valor de R$ 250.000,00 e os custos variáveis unitários em um valor médio de R$ 2,50 por unidade. Sabe-se que a empresa vendeu, em 2020, um total de 500.000 unidades e espera crescer 20% em venda para o ano de 2021, apesar de toda a crise econômica capitaneada pela vicissitude da Covid-19. Se a empresa praticar um preço médio de venda de seus produtos de R$ 7,50/unidade, o resultado a ser esperado para o ano de 2021 é que a Laticínios NAC S.A. irá operar:
Alternativas
Q4379176 Não definido
A relação entre demanda e capacidade tem se apresentado como um grande desafio a ser equalizado pelos gestores de produção. Visando à satisfação dos consumidores de serviços alinhada à alta concorrência apresentada pelo mercado, as organizações buscam superar, de forma contínua, as expectativas dos clientes. Analise o gráfico da figura a seguir:


Imagem associada para resolução da questão

Corresponde a uma definição correta da relação entre a demanda e a capacidade:
Alternativas
Q4379175 Não definido
Literalmente, Just in Time (JIT) significa “momento certo, hora certa”. O JIT é baseado na filosofia japonesa de produção enxuta, que objetiva produzir bens ou serviços na quantidade exata de sua demanda, no momento adequado de sua necessidade, de forma rápida e sem a necessidade da formação de estoques. É comprometido com qualidade e eficiência, visando a atender a solicitação instantaneamente com qualidade perfeita e sem desperdícios, fazendo com que o produto chegue ao seu destino no tempo certo. Deve-se produzir bens e serviços precisamente no momento em que são necessários, não antes, para que não formem estoque e não depois, para que seus clientes não tenham de esperar. Além da posição temporal, o JIT se refere a uma filosofia de trabalho amplamente comprometida com qualidade e eficiência. Sobre o Just in Time (JIT), analise as afirmativas a seguir.

I. Visa atender a demanda instantaneamente com qualidade perfeita e sem desperdícios.
II. São sinônimos do JIT: manufatura enxuta, manufatura de fluxo contínuo e produção sem estoque.
III. Utiliza a exposição do sistema aos problemas para enfrentá- -los de forma sistêmica e, assim, resolvê-los seguramente.
IV. Define os estoques como um “manto negro” que fica sobre o sistema de produção, evitando que os problemas sejam descobertos.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4379174 Não definido
Estoque é o conjunto de mercadorias armazenadas em um depósito, loja etc., podendo ser matérias-primas, produtos acabados, ou quase acabados etc., que constituem a propriedade de uma empresa. São os materiais que, em determinado momento, serão utilizados pelo estabelecimento. Considerando os principais tipos de estoque, relacione adequadamente as colunas a seguir.

1. Proteção.
2. Ciclo.
3. Antecipação.
4. Canal ou distribuição.

( ) É calculado para que a demanda não tenha que guardar a produção de outro lote que poderá demorar.
( ) Fabrica um pouco mais do que a demanda em período de estabilidade, prevendo que, em certos períodos, o estoque extra será oportuno.
( ) Tem como propósito compensar incertezas inerentes ao fornecimento e demanda, visando cobrir tais eventualidades.
( ) Existe porque o material não pode ser transportado de forma imediata entre o ponto de fornecimento e o de demanda.

A sequência está correta em
Alternativas
Q4379173 Não definido
Segundo a NR 24, do Ministério do Trabalho, em todos os estabelecimentos industriais, bem como nos que a atividade exija a troca de roupas, exigindo o uso de uniforme ou guarda- -pó, deverá haver local apropriado para vestiário dotado de armários individuais, observada a separação de sexos. Por sua vez, a área de um vestiário será dimensionada em função do mínimo de 1,50 m2 para um trabalhador. Sobre os armários de compartimentos, analise as afirmativas a seguir.

I. Ficam dispensadas de disponibilizar dois armários simples, ou armário duplo, as organizações que promovam a higienização diária de vestimentas ou que forneçam vestimentas descartáveis, assegurada a disponibilização de um armário simples para guarda de roupas comuns de uso pessoal do trabalhador.
II. Os armários simples devem ter tamanho suficiente para que o trabalhador guarde as suas roupas e acessórios de uso pessoal, não sendo admitidas dimensões superiores a: 0,40 m de altura, 0,30 m de largura e 0,40 m de profundidade.
III. Nos armários de compartimentos duplos, não são admitidas dimensões inferiores a 0,80 m de altura por 0,30 m de largura e 0,40 m de profundidade, com separação ou prateleira, de modo que um compartimento, com a altura de 0,40 m, se destine a abrigar a roupa de uso comum e o outro compartimento, com altura de 0,40 m a guardar a roupa de trabalho.
IV. Nos armários de compartimentos duplos, não são admitidas dimensões superiores a 0,80 m de altura por 0,50 m de largura e 0,40 m de profundidade, com divisão no sentido vertical, de forma que os compartimentos, com largura de 0,25 m, estabeleçam, rigorosamente, o isolamento das roupas de uso comum e de trabalho.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q4379172 Não definido
Globalização e avanços tecnológicos são fatores responsáveis pela substituição do desenvolvimento sequencial, metodologia tradicional de projeto de produtos, pelo desenvolvimento integrado, novo conceito que engloba metodologias de projetos mais eficientes e eficazes. Dentre as novas metodologias capazes de promover o desenvolvimento integrado, destaca-se a engenharia simultânea. Sobre a engenharia simultânea, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4379171 Não definido
Uma determinada organização industrial X organiza o seu planejamento de produção. Considerando que ela apresenta um Custo Fixo Mensal de R$ 3.000,00, um Custo Variável por Unidade de R$ 30,00 e um Preço de Venda de R$ 50,00, qual a quantidade mínima a ser produzida para garantir um lucro maior ou igual a R$ 10.000,00 por mês? 
Alternativas
Q4379170 Não definido
Uma indústria que produz equipamentos hospitalares de alta tecnologia apresenta um Custo Fixo Anual de R$ 30.000.000,00 e um Custo Variável por Unidade de R$ 4.000,00. Sabe-se que cada unidade fabricada é comercializada por um Preço de Venda Unitário de R$ 10.000,00. Assinale o valor correto do ponto de equilíbrio. 
Alternativas
Q4379169 Não definido
De acordo com o PMBOK há, basicamente, três tipos de estruturas organizacionais dentro de uma empresa: funcional, matricial e por projetos. Eles influenciam o modo como o trabalho de projeto é conduzido na organização, bem como determina o nível de autoridade que o gerente de projeto irá usufruir, sendo um dos motivos pelos quais algumas empresas são mais bem-sucedidas do que outras ao trabalhar com projetos de novos produtos. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.

I. A estrutura matricial é caracterizada por ter uma formação hierárquica onde cada colaborador tem um superior definido; os funcionários não se desvinculam fisicamente dos seus setores, mas se dedicam, exclusivamente, às demandas do projeto, se subordinando apenas ao gerente de projetos e não mais ao responsável pelo departamento onde está alocado.
II. Na estrutura projetizada, os funcionários não se desvinculam fisicamente dos seus setores, mas se dedicam, exclusivamente, às demandas do projeto, se subordinando apenas ao gerente de projetos e não mais ao responsável pelo departamento onde está alocado. Gerente e equipe trabalham em tempo integral no projeto.
III. Na estrutura funcional, os funcionários não se desvinculam fisicamente dos seus setores, mas se dedicam, exclusivamente, às demandas do projeto, se subordinando apenas ao gerente de projetos e não mais ao responsável pelo departamento onde está alocado.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Respostas
11861: C
11862: A
11863: C
11864: B
11865: D
11866: A
11867: B
11868: B
11869: B
11870: C
11871: B
11872: D
11873: B
11874: A
11875: B
11876: A
11877: C
11878: C
11879: C
11880: B