Questões de Concurso Sobre não definido
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I. Trata-se de um dos recursos mais comuns empregados pelos restauradores para efetuar o exame técnico das pinturas.
II. Esse artefato tem a propriedade de emitir radiações ultravioletas, que provocam o fenômeno de fluorescência de determinados materiais que se encontram na superfície da obra.
III. O método contribui, muitas vezes, com informações de grande utilidade que, reunidas a outras formas de análise, permitem ao especialista conhecer o estado de conservação da obra.
IV. As aplicações mais comuns envolvem investigar a condição dos vernizes (envelhecimento, espessura etc.), detectar possíveis retoques sobre a imagem, descobrir microrganismos (fungos e bactérias) e, por fim, analisar outras alterações ou substâncias depositadas sobre a pintura.
V. A análise rigorosa da fluorescência na pintura está muito longe de ser um problema de fácil solução; prova disso são as numerosas contribuições que o tema recebeu ao longo do tempo.
I. É indispensável realizar testes preliminares que permitam garantir a inocuidade da operação. Para maior segurança, excluem-se automaticamente os solventes que poderiam apresentar perigo para o objeto, não somente de imediato, mas também a longo prazo.
II. A maioria dos solventes não apresenta diferentes graus de toxidade, mas exige precauções em sua utilização.
III. Os solventes são utilizados puros ou em misturas voluntariamente simples, com dois ou no máximo três compostos. É errôneo acreditar que as reações dos constituintes se adicionam ao se misturarem. Estes podem, inclusive, se anular uns aos outros, contrariando a ação dissolvente.
IV. No caso de pinturas e esculturas policromadas, as principais aplicações dos solventes são a limpeza das sujeiras superficiais, a eliminação de um verniz e a eliminação de uma repintura.
V. A professora e química Liliane Masschelein-Kleiner é responsável por propor uma lista de solventes com as propriedades e características específicas desses materiais. Sua pesquisa vem ao encontro das necessidades do restaurador, que na maioria das vezes utilizava os produtos mais diversos em misturas complicadas, frequentemente provenientes de um empirismo pouco confiável.
I. Acetona
II. Metilcelulose
III. Paraloid B72
IV. Beva 371
V. Xilol
( ) Hidrocarboneto aromático utilizado puro ou em soluções na eliminação de repinturas e vernizes e na diluição de resinas acrílicas.
( ) Categoria de adesivo em filme ou gel. Excelente estabilidade e reversibilidade em testes de envelhecimento. Muito utilizado em reentelamento e na fixação de camadas pictóricas a óleo ou acrílicas em escamação.
( ) Utilizado como solvente de produtos orgânicos, agente de limpeza e eliminador de resíduos consolidantes, como o poli (acetato de vinila). Utilizado puro ou em soluções para remoção de vernizes, repinturas, fitas adesivas, crepes e gomadas.
( ) Copolímero de etilmetacrilato e metilacrilato. É uma das resinas mais estáveis para uso geral em conservação-restauração. Aplicado como verniz e consolidante.
( ) Aplicado como adesivo, agente espessante, coloide protetor, aglutinante para pigmentos, vernizes, papel, couro e fotografias. Encolante/consolidante em restauração de obras sobre papel, faceamento e velaturas.
I. Com relação aos bens culturais, o conservador-restaurador deve abster-se de consultar especialistas de qualquer outra atividade, pois estes podem comprometer a sua atuação, intervindo e afetando o resultado final.
II. Com relação ao proprietário ou responsável legal, o conservador-restaurador deve informá-lo sobre os meios adequados para a manutenção futura do bem, incluindo questões referentes à sua comercialização.
III. Com relação à pesquisa e documentação, durante o tratamento devem ser anotadas todas as intervenções de conservação-restauração, como produtos químicos (com a proporção ou percentagem de cada componente da mistura) e técnicas empregadas, seus efeitos e resultados, bem como quaisquer informações consideradas relevantes. A documentação fotográfica deverá acompanhar os passos mais expressivos do tratamento e registrar o efeito final da obra após o término do trabalho.
IV. O papel fundamental do conservador-restaurador é a preservação dos bens culturais para benefício da atual geração e das gerações futuras. Para isso, esse profissional realiza diagnóstico, tratamentos de conservação e restauração dos bens culturais, a respectiva documentação de todos os procedimentos, além do estabelecimento de atividades referentes à conservação preventiva.
( ) Caso necessário para o transporte seguro, devem-se solicitar auxiliares e equipamentos adequados, evitando sobrepeso.
( ) Devem-se utilizar carrinhos tipo dolly para o transporte de obras com maior peso.
( ) A pintura de vitrinas ou de apoios utilizados para exposição deverá estar concluída pelo menos dois dias antes de sua utilização.
( ) Deve-se trabalhar devagar, com planejamento prévio, verificando todas as necessidades com antecedência.
( ) Os monumentos deveriam ser preferencialmente consolidados a reparados e reparados a restaurados.
( ) Devem-se evitar acréscimos e renovações, que, se necessários, deveriam ter o mesmo caráter do original.
( ) Os completamentos de partes deterioradas ou faltantes, ainda que sigam a forma primitiva, deveriam ser de material diverso ou ter incisa a data de sua restauração; no caso das restaurações arqueológicas, deveriam ter formas simplificadas.
( ) As obras de consolidação não deveriam limitar-se ao estritamente necessário.
( ) Em relação à escultura, chama-se a atenção para os perigos dos complementos, que levam a enganos e a modificações no próprio equilíbrio da composição de grupos escultóricos.
( ) Como medida de precaução, as peças etnográficas, quando chegam ao museu, devem ficar separadas do restante do acervo durante um período de quarentena, para evitar possíveis contaminações.
( ) A iluminação durante a exposição deve ser mantida em níveis compatíveis para uma visibilidade confortável (circulação e apreciação dos objetos expostos) e para a conservação dos materiais mais sensíveis às irradiações luminosas.
( ) Os materiais que constituem os objetos etnográficos são insensíveis a luz natural e artificial, não havendo restrições para a quantidade de lux que pode ser utilizada na sala de exposição.
( ) Os insetos e animais roedores devem ser mantidos afastados dos espaços de guarda, através de contínua vigilância e limpeza.
( ) A higienização pode ser realizada sem critério, precisando-se levar em consideração o material que foi utilizado na confecção do objeto etnográfico.
( ) Papel – de 45% a 60%
( ) Têxteis de fibra natural – de 40% a 55%
( ) Madeira – de 50% a 65%
( ) Chumbo – abaixo de 30%
( ) Vidro – de 45% a 60%
I. Na maioria das vezes, danos irreversíveis no acervo são causados por pessoas habilitadas.
II. Antes do manuseio é fundamental que qualquer profissional do museu avalie o estado de conservação do objeto.
III. Somente pessoas capacitadas e autorizadas pela instituição devem manipular os objetos.
IV. Cada tipologia de acervo estabelece suas próprias regras para o manuseio, de acordo com o material e a técnica que constituem os objetos.
V. Quadros devem ser carregados individualmente, pela moldura ou pelo chassi, evitando tocar diretamente no suporte da obra.