Questões de Concurso Sobre não definido

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Q4380129 Não definido
Carolina irá encomendar um armário com três prateleiras. De acordo com os objetos que ela colocará no móvel, percebeu que a segunda prateleira deverá ter o dobro do tamanho da primeira e a terceira o triplo, considerando a altura total do armário que é de 240 cm.

Imagem associada para resolução da questão

É possível afirmar as alturas das prateleiras são, nessa ordem, em cm: 
Alternativas
Q4380128 Não definido
Aluguel pode subir 25%, mas situação
econômica favorece negociação

Inflado pelo dólar, o IGP-M, usado para reajustar os contratos, teve, neste mês, a maior alta desde 2003. O IGP-M é o índice mais usado para fazer os reajustes anuais dos aluguéis e também de diversos outros tipos de contratos, como academias, mensalidades de escolas e serviços às empresas. A variação em dozes meses registrada agora é a maior desde 2003, e isto em um momento em que a renda e o emprego vivem um de seus piores anos.

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/esporte/igpm-aluguelpode-subir-mas-da-para-tentar-negociar-veja-dicas/. Acesso em: 24/08/2021. Adaptado.)

Antes deste aumento, os gastos de uma família com aluguel já representavam 40% da sua renda total. Porém, com a venda de doces, sabe-se que a renda dessa família sofrerá um acréscimo de 10% nos próximos dias. Com o possível reajuste do aluguel e, ainda, considerando a contribuição da venda de doces, a porcentagem da renda dessa família, que será comprometida com o aluguel (x), deverá ser obtida obedecendo ao seguinte raciocínio: 
Alternativas
Q4380127 Não definido
Marcado pela sua altitude significativamente elevada frente ao restante do Brasil, o estado paranaense reflete paisagens, diversas composições naturais, bem como inspira o turismo da região. Apresenta, basicamente, superfícies planas, dispostas em grande altitude com planaltos escarpados. Ao longo da área paranaense, é possível identificar as seguintes unidades de relevo: 
Alternativas
Q4380126 Não definido
Os gráficos, estruturas visuais que representam informações, têm como objetivo destacar dados importantes em uma linguagem de fácil compreensão. 

Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/ha-mais-mulheresprofessoras-nas-series-iniciais-que-nas-series-finais/. Acesso em: 07/09/2021.)

Em relação às informações retratadas no gráfico “Há mais mulheres professoras nas séries iniciais que nas séries finais”, sobre as docentes mulheres, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4380125 Não definido
A partir do século XVI, os europeus começaram a conquistar o continente Americano e entraram em conflito com as populações aqui existentes. A partir da emancipação política, foi colocada em evidência a ocupação das terras paranaenses, principalmente após a vinda de imigrantes. Como as populações indígenas ocupavam essa região, tornou-se necessário criar políticas em relação ao destino dos indígenas. Fatos históricos ligados à ocupação do estado do Paraná indicam que:
Alternativas
Q4380124 Não definido
“Antônio Nóvoa, Catedrático da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa e Presidente da Associação Internacional de História da Educação, garante que o melhor lugar para aprender a lecionar é a própria escola e que ‘neste século, devido à complexidade do fenômeno educativo, à diversidade das crianças que estudam e aos dilemas morais e culturais que seremos chamados a enfrentar, teremos que repensar o horizonte ético da profissão (...). Para mim, ser professor no século XXI é reinventar um sentido para a escola, tanto do ponto de vista ético quanto cultural’.”

(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/179/entrevistaformacao-antonio-novoa. Acesso em: 26/08/2021. Adaptado.)

A principal função do trecho é:
Alternativas
Q4380123 Não definido
“Outro ponto que pode dificultar as denúncias no período de quarentena é o fechamento das escolas, porque muitos casos chegam ao conhecimento das autoridades pela percepção de professores e diretores. São esses profissionais que acabam identificando mudanças de comportamento das crianças e dos adolescentes que podem estar relacionadas a abusos sexuais. Com a suspensão das aulas presenciais, essa percepção e até mesmo a denúncia do caso ficaram inviabilizadas. Diante desse cenário, o TJ-SP lançou a campanha ‘Não se cale. Violência contra a criança é covardia, é crime!’ em seu site e redes sociais, para alertar sobre os crimes, incentivar a denúncia e orientar como ela pode ser realizada.”

Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2020-mai-18/campanhatrata-necessidade-denunciar-violencia-crianca. Acesso em: 26/08/2021. Adaptado.)

É possível depreender que a campanha expõe recursos visuais que apresentam uma tendência a: 
Alternativas
Q4380122 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Impactos da pandemia na educação


   Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid- -19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

    Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

    Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

   Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

    Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

   Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

    O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

    Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

   O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

   “Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.


(Disponível em: https://www.futura.org.br/impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
Considerando as ideias textuais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) “Dois a cada três alunos” representa o quantitativo aproximado de “70% dos alunos”.
( ) O ensino remoto proporciona a transformação individual, mas não a coletiva, por não haver conteúdo.
( ) Os impactos negativos causados pela pandemia na educação brasileira farão com que as crianças de dez anos não aprendam a ler adequadamente um texto simples.
( ) O ensino remoto é um impositivo necessário no contexto pandêmico.
( ) Um dos objetivos da educação é proporcionar a construção do bem comum.

A sequência está correta em
Alternativas
Q4380121 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Impactos da pandemia na educação


   Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid- -19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

    Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

    Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

   Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

    Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

   Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

    O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

    Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

   O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

   “Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.


(Disponível em: https://www.futura.org.br/impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
Considerando o segmento “Desigualdade social e os impactos na educação” referente ao texto “Impactos da pandemia na educação”, analise as afirmativas a seguir.

I. Há, no texto, dois erros de concordância verbal em: “A América Latina e o Caribe tem hoje (...) e já vive a chamada ‘crise de aprendizagem’, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação”.
II. Duas palavras diferentes receberam acento agudo, considerando a regra de acentuação gráfica para palavras proparoxítonas.
III. Na frase “(...) temos um nível de desigualdade maior que outros países (...)”, o segundo termo de comparação deveria, obrigatoriamente, ser introduzido por “do” que.
IV. As palavras “já” e “até” são acentuadas, pois se tratam de oxítonas terminadas em “a” e “e”.
V. O sinal indicativo de crase foi utilizado apropriadamente em “(...) condenada à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo”.

Está correto o se afirma apenas em
Alternativas
Q4380120 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Impactos da pandemia na educação


   Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid- -19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

    Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

    Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

   Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

    Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

   Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

    O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

    Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

   O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

   “Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.


(Disponível em: https://www.futura.org.br/impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
Foram retirados do texto parte de parágrafos reescritos, evidenciando algumas inadequações. É possível inferir que houve perda de sentido em: 
Alternativas
Q4380119 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Impactos da pandemia na educação


   Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid- -19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

    Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

    Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

   Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

    Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

   Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

    O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

    Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

   O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

   “Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.


(Disponível em: https://www.futura.org.br/impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
“Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.” (2º§) Os verbos destacados estão flexionados nos seguintes tempos e modos verbais, respectivamente: 
Alternativas
Q4380118 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Impactos da pandemia na educação


   Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid- -19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

    Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

    Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

   Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

    Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

   Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

    O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

    Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

   O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

   “Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.


(Disponível em: https://www.futura.org.br/impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
Considerando o segmento “Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo” referente ao texto “Impactos da pandemia na educação”, “Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019” (9º§). Sabendo que a população de jovens de 19 a 24 anos que estudavam em 2016 e em 2019 era, exatamente, a mesma e correspondia a 22.300.000 jovens, sobre os que fazem dupla jornada, assinale o INCORRETO.
Alternativas
Q4380117 Não definido
“[...] Atualmente, o erro não é só um erro, é uma possibilidade de rever conceitos, avaliar aspectos e/ou elementos que contribuíram direta ou indiretamente para o erro acontecer. Dessa forma, deve-se considerar que [...], do ponto de vista da invenção, um erro corrigido pode ser mais fecundo que um êxito imediato, porque a comparação da hipótese falsa e suas consequências proporcionam novos conhecimentos; a comparação entre erros dá lugar a novas ideias.”

(Piaget, 1987. P. 60-61 apud Colello, 2004. P. 35.)

Considerando o exposto é papel do professor alfabetizador, EXCETO:
Alternativas
Q4380116 Não definido
“O Referencial Curricular do Paraná estabelece os princípios orientadores da Educação Básica a serem considerados na elaboração do currículo pelas redes de ensino e suas escolas. Os mesmos visam à garantia dos direitos e objetivos de aprendizagem dos estudantes e são delineados a partir da trajetória do Paraná, sendo imprescindível afirmá-los no momento de reelaboração das propostas pedagógicas curriculares, pautadas no âmbito da gestão democrática.”

(Disponível em: http://www.referencialcurriculardoparana.pr.gov.br/ modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=11.)

O Referencial Curricular do Paraná tem como princípios orientadores, dentre outros:

I. Igualdade e equidade.
II. Educação como direito inalienável de todos os cidadãos.
III. Prática fundamentada na realidade dossujeitos da escola.
IV. Transição entre as etapas e fases da educação básica.
V. Avaliação dentroda perspectivaquantitativa e classificatória.

Estão corretos apenas os princípios
Alternativas
Q4380115 Não definido
“A escrita não é um produto escolar; mas, sim, um objeto cultural, resultado do esforço coletivo da humanidade [...]. Existe um processo de aquisição da linguagem escrita que precede e excede os limites escolares.” (Ferreiro e Teberosky, 2010. P. 44-45.)

Emília Ferreiro e Ana Teberosky partiram do pressuposto da teoria piagetiana; realizaram o estudo da Psicogênese da Língua Escrita, em Buenos Aires, na década de 70, do século anterior, e concluíram que, quando as crianças estão no processo de aquisição da língua escrita, elas pensam e notam o código, suas características formais gráficas e suas interpretações, principalmente no que tange: à quantidade mínima e à variedade de caracteres aceitas pelo sujeito; à relação entre desenho e texto; ao reconhecimento e à nomeação das letras; à distinção entre letras e demais sinais gráficos e à orientação espacial da leitura e da escrita etc.; e, dessa pesquisa, resultou a definição pelas autoras dos cinco níveis sucessivos e hipotéticos da escrita: grafismo, pré-silábico; silábico; silábico-alfabético; e, alfabético. Diante do exposto, analise as imagens a seguir.

Q16.png (283×647)
(Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/15/11/emilia-ferreiro-ana-teberosky-e-a-gnese-da-lngua-escrita.)

Considere as hipóteses definidas pelas autoras e as figuras dadas, relacionando-as. Assinale a alternativa que determina correta e sequencialmente as hipóteses da escrita.
Alternativas
Q4380114 Não definido
Segundo Magda Soares (2006), “letramento e alfabetização têm duas ações diferentes; porém, são inseparáveis”. Considerando o exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Alfabetização: é o processo de compreensão e expressão de significados morfológicos, sintáticos e semânticos da língua escrita.
( ) Letramento: é um conjunto de práticas sociais que usam a escrita e a leitura, que definem os modos privilegiados de participar e produzir na sociedade de cultura escrita, tanto em ambientes escolares quanto em demais ambientes sociais.
( ) Letramento: é o processo de aquisição da “tecnologia da escrita”, isto é, do conjunto de técnicas necessárias para a prática da leitura e da escrita – as habilidades de codificação de fonemas em grafemas e de decodificação de grafemas em fonemas.

A sequência está correta em
Alternativas
Q4380113 Não definido
Piaget (2006), Vygotski (2007) e Wallon (2007) são os teóricos mais defendidos da psicologia no Brasil, no campo educacional. Pode-se afirmar que eles possuem, nas suas construções, significativas contribuições; cada um a seu modo se destaca naquilo que se propõe. Em comum, buscaram explicar como surge o pensamento humano, ou seja, estudaram as funções psíquicas à luz de sua gênese e evolução; por isso, são classificados como teóricos da psicologia genética. Apesar de encontrar uma classificação comum, nos deparamos com uma série de conceitos, pressupostos, hipóteses, problematizações e abordagens metodológicas sobre suas teorias, partindo de enfoques distintos. Considere os teóricos citados e os relacione com as premissas a seguir.

I. “Para ______________, a aprendizagem se estrutura no processo de equilibração e envolve a assimilação e acomodação de novos esquemas de conhecimento. A inteligência depende do desenvolvimento biológico.”
II. “Para ______________, a aprendizagem é um processo conduzido pelos domínios funcionais, conforme o momento e o desenvolvimento da criança. A inteligência é uma relação indissociável entre desenvolvimento biológico e psíquico.”
III. “Para ______________, a aprendizagem tem caráter social e cultural. A internalização completa o processo, ou seja, adianta-se ao processo de desenvolvimento. A busca do conhecimento é uma função psicológica e especificamente humana.”

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores.
Alternativas
Q4380112 Não definido
Segundo Soares (2011), as discussões epistemológicas em torno do conceito de alfabetização não podem deixar de considerar algumas perspectivas que delimitam a natureza do processo da aquisição da leitura e da escrita, por ser um procedimento múltiplo, complexo, com diferentes facetas. Para ela, as perspectivas são:

1. Psicológicas.
2. Psicolinguísticas.
3. Sociolinguísticas.
4. Linguísticas.

Considerando as diferentes perspectivas e a sua ênfase, relacione adequadamente as colunas a seguir. (Algum número poderá se repetir.)

( ) Abordagens cognitivas e análise dos problemas linguísticos.
( ) “Ideologia do dom” (sucesso / fracasso na aprendizagem da leitura e da escrita).
( ) Disfunções psiconeurológicas da leitura e da escrita: afasia, dislexia, disgrafia, disortografia, disfunção cerebral mínima, dentre outras.
( ) Progressivo domínio de regularidades e irregularidades, ou seja, relação entre sons e símbolos gráficos / fonemas-grafemas.
( ) Problema dos diferentes dialetos e das diversas funções de comunicação usadas em inúmeras situações sociais e com distintos objetivos.

A sequência está correta em 
Alternativas
Q4380111 Não definido
Na Teoria Epistemológica de Piaget, a capacidade de organizar e estruturar a experiência vivida vem da própria atividade das estruturas mentais, que funcionam seriando, ordenando, classificando e estabelecendo relações. Há um isomorfismo entre a forma pela qual a criança organiza a sua experiência e a lógica de classes e relações. Os variados níveis de expressão dessa lógica são o resultado do funcionamento das estruturas mentais em diferentes momentos de sua construção. Tal funcionamento, explicitado na atividade das estruturas dinâmicas, produz, no nível estrutural, o que Piaget denomina de “estágios” de desenvolvimento cognitivo. Considerando que os estágios expressam as etapas pelas quais se dá a construção do mundo pela criança, NÃO se trata de uma de suas características:
Alternativas
Q4380110 Não definido
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente. 


Para Cagliari (1988), “as cartilhas surgiram muito antes das salas de alfabetização nas escolas, pois elas serviam de apoio impresso para quem queria aprender a ler e a escrever em casa. Somente após a Revolução Francesa, com o surgimento das escolas, as cartilhas foram se transformando e se adaptando às mudanças. [...] Reforça o autor que as cartilhas, inicialmente, foram criadas para colaborar com a leitura; no entanto, passou a ser um instrumento de ensino de escrita, onde a leitura ficou em segundo plano em decorrência das atividades de escrita como: ditados, cópias, exercícios de análise fonética e roteiros de compreensão textual. Quando se discute os instrumentos de alfabetização, paralelamente debate-se os seus métodos e há uma tradição polêmica sobre qual prática metodológica de alfabetização seria mais eficaz: analítica ou sintética?”. 
Considerando os métodos tradicionais de alfabetização: analíticos e sintéticos, que se subdividem em três, relacione-os adequadamente.

1. Alfabético.
2. Fônico.
3. Silábico.
4. Palavração.
5. Sentenciação.
6. Conto e historieta.

( ) Visualiza e memoriza as palavras para formar novos vocábulos.
( ) Tem como princípio que a leitura parte da decoração oral das letras do alfabeto. A principal crítica a tal método está relacionada à repetição de exercícios.
( ) Consiste em apresentar a palavra ao aluno acompanhada da imagem; porém, é dirigida aos detalhes da palavra como sílabas. A palavra é composta e decomposta.
( ) Consiste em uma ideia fundamental, fazendo com que a criança entenda que ler é descobrir o que está escrito. É também decompor pequenos textos em partes cada vez menores.
( ) Consiste no aprendizado através de associação entre fonemas e grafemas, ou seja, sons e letras se baseiam no ensino do código alfabético; tem como crítica o método da soletração.
( ) Consiste na decifração das palavras; a aprendizagem é feita através de uma leitura mecânica do texto. Nesse método, as cartilhas são utilizadas para orientar os alunos; são usados fonemas e seus grafemas.  A sequência está correta em 
Alternativas
Respostas
11701: C
11702: A
11703: C
11704: A
11705: A
11706: D
11707: C
11708: D
11709: C
11710: B
11711: A
11712: B
11713: B
11714: D
11715: B
11716: A
11717: A
11718: A
11719: A
11720: A