Questões de Concurso
Sobre tonalidade em música
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VILLA-LOBOS, Heitor. Cinq préludes. Max Eschig: Paris, 2006. Édités par Frédéric Zigante.
Considerando Dó Maior a tonalidade inicial do trecho, tem-se que:
Quais são as escalas empregadas nesses trechos?
Nesse arranjo, tem-se que:
Quanto ao modo das melodias e sua adequação ao canto coral pretendido pelo professor, tem-se que:
A partir da escrita composicional, quais são suas texturas e períodos?
CHEDIAK, Almir. As 101 melhores canções do século XX. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 2004. v. 1 e 2.
As músicas que representam A, B e C são, respectivamente:
Nesse trecho,
A peça a seguir corresponde ao Minueto n. três do Pequeno Livro de Anna Magdalena Bach. Utilize-o para responder à questão.

A peça a seguir corresponde ao Minueto n. três do Pequeno Livro de Anna Magdalena Bach. Utilize-o para responder à questão.

Observe o excerto musical a seguir.

Com base nos elementos musicais apresentados, a qual período da história da música pertence esta obra?
Com base no trecho musical a seguir, responda à questão.

Escala é um grupo ou uma seleção de notas a serem empregadas para uma determinada finalidade: composição, arranjo, improvisação etc. Sobre as escalas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O grau é a posição de nota na escala diatônica; é numerado por algarismos romanos. Sendo assim, é chamada de sensível quando a distância do VII para o VIII grau for de um semitom e de subtônica quando for de um tom.
( ) Comparando duas escalas com a mesma tônica; porém, uma maior e outra menor, tem-se o III, VI e VII graus como sendo diferenciáveis. Eles são chamados de graus modais; o III grau não é invariável e os graus VI e VII são variáveis, podendo diferenciar ou não.
( ) A escala maior harmônica é a escala maior primitiva com o VI grau abaixado em um semitom. A escala maior melódica é a escala maior primitiva com o VI e VI graus abaixados em um semitom.
( ) A escala menor harmônica é similar à escala menor primitiva; porém, com o VII grau elevado a um semitom, transformando-o em uma sensível. Esta escala se caracteriza por possuir um intervalo de 2ª maior entre VI e VII.
( ) A escala menor melódica é similar à escala menor primitiva; porém, com VI e VII graus elevados um tom.
A sequência está correta em
Observe o trecho musical a seguir:

Diante do exposto, podemos afirmar que o tom da melodia é
“O conhecimento progressivo dos instrumentos, de suas extensões, afinações, recursos, limitações, timbres em diferentes alturas, possibilidades de combinações entre si, digitações, etc., é da mais alta importância para o arranjador” (ALMADA, 2000).
Considerando um grupo instrumental formado por um violão, um saxofone alto afinado em mi bemol e um trompete afinado em si bemol, analise o trecho musical a seguir:
A tonalidade que o trecho apresentado deve ser escrito para o violão, para o saxofone alto e para o trompete, nessa ordem, deve ser:
Edgar Willems foi um educador musical húngaro que discutiu a educação musical no início do século XX. Seu método caracterizava-se por ser essencialmente vocal e permitir o contato direto da criança com os elementos fundamentais da música, voltado, principalmente, para o repertório folclórico. Uma premissa fundamental de Willems é que a música e o canto deviam ser ensinados de forma a proporcionar experiências prazerosas, e não como um exercício rotineiro e maçante. Dentro do seu método, destaca-se a manossolfa, muito utilizada em aulas de solfejo e percepção musical auditiva.
Um ponto a ser considerado no processo de ensino-aprendizagem da respiração adequada ao canto é saber a melhor forma de conduzir a inspiração e a emissão vocal. Ao cantar, o aluno deve, primeiramente, inspirar apenas pelo nariz, enchendo os pulmões, para que o ar passe pelas cordas vocais em posição fechada e chegue até a cavidade do diafragma. Caso contrário, o ar será comprimido apenas na caixa torácica. Após esta etapa, ocorre o processo de expiração, em que há a fonação. O ar é aspirado pelos pulmões e pela cavidade do diafragma, passando pelas cordas vocais em posição aberta para a produção do som.
Uma possível história da base musical do funk carioca pode ser resumida, cronologicamente, em três momentos diferentes: no início da década de 1990, começa o uso do beat box, uma forma de acompanhar ritmicamente o RAP com o uso de sons produzidos pela boca, sendo um dos mais conhecidos a onomatopeia “Tum-pá-pá Tum-pá”, prática que foi associada ao cantor Mr. Catra; no final da década de 1990 e no início de 2000, surge o chamado tamborzão, com a inserção do timbre do atabaque (percussão acústica) aos sons do beat box anterior; com a internacionalização do funk, durante a década de 2000, os produtores inspiraram-se no miami bass, passando a usar uma variação chamada de volt mix, que está mais em uso hoje em dia.
Considere-se que, ao analisar a partitura de uma Ária barroca, uma cantora percebeu que a música era dividida em duas partes, cada uma com as seguintes características: a primeira parte finaliza com uma cadência autêntica na tônica; e a segunda parte finaliza com uma cadência na dominante, com a informação “Da capo”. Nesse caso, trata-se de uma “Ária da Capo”, cuja forma musical é ternária.
