Questões de Concurso Sobre museologia
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I - Os museus deverão implementar o Plano Museológico, que deve ser revisto e atualizado, no máximo, a cada três anos.
II - É somente no Programa Arquitetônico-Urbanístico que as ações de acessibilidade no museu serão contempladas.
III - Os Programas Institucional, de Gestão de Pessoas, de Acervos, Educativo e Cultural e de Comunicação são recomendados no detalhamento de programas na lei.
IV - A direção do museu deve elaborar o Plano Museológico com base exclusivamente dos programas previstos na norma.
V - O Programa de Ética e Conduta, a ser elaborado no plano, deve considerar os princípios do Código de Ética do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS).
I. percentual de oficinas realizadas conforme o cronograma previsto;
II. percentual de jovens egressos que ingressaram em cursos técnicos ou universidades da área cultural;
III. percentual de participantes que desenvolveram habilidades técnicas e criativas após a formação.
Com base na teoria de avaliação, os indicadores propostos podem ser classificados, respectivamente, como indicadores de:
(Disponível em: https://whc.unesco.org/archive/convention-pt.pdf)
Com base nesse trecho, analise as afirmativas a seguir, considerando V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
( ) O patrimônio cultural e natural é um bem de transmissão intergeracional; por isso, seu valor é excepcional e sua natureza é imaterial.
( ) Os Estados-parte possuem a responsabilidade de proteger os bens situados em seus territórios; por isso, devem instituir um órgão para protegê-los e valorizá-los.
( ) O património cultural e natural é local, mas seu valor é universal; por isso, estão previstos instrumentos de apoio e colaboração internacionais.
A sequência correta é:
“Primeiro terreiro tombado pelo Iphan, o Terreiro Casa Branca do Engenho Velho, localizado em Salvador (BA), foi reconhecido como Patrimônio Cultural Brasileiro e inscrito nos livros do Tombo Histórico e Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, em 1984. O tombamento inclui uma área de 6.800 metros quadrados com edificações, árvores e seus principais objetos sagrados. Segundo a tradição oral, por volta da primeira metade do século XIX, três africanas da nação Nagô fundaram um terreiro de Candomblé em uma roça nos fundos da Igreja da Barroquinha, em pleno centro da cidade.”
(Adaptado de http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1636/)
Considerando a Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais (Unesco, 2005), o histórico de tombamento dos terreiros de religião de matriz africana no Brasil revela: