Questões de Concurso Sobre equinocultura em veterinária

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Q4338343 Veterinária
Em equinos, a puberdade, a primeira exteriorização do estro e a ovulação ocorrem entre os 14 e os 18 meses, em média. Entretanto, a vida reprodutiva em nossas condições de criação começa efetivamente ao redor de:
Alternativas
Q4282795 Veterinária
Um equino, macho, 10 anos, foi atendido em clínica oftalmológica com queixa de fotofobia severa, lacrimejamento excessivo e blefaroespasmo no olho esquerdo. O proprietário relata que o animal apresentou estes sinais há 48 horas, com progresso rápido. Ao exame oftalmológico, observa-se hiperemia conjuntival, edema de córnea (ceratite), miose (pupila contraída), presença de fibrina na câmara anterior (hipópion) e possível precipitado ceratoide. A pressão intraocular está reduzida (8 mmHg, referência: 15-25 mmHg). O veterinário suspeita de uveíte anterior aguda. Considerando os conhecimentos sobre etiologia, fisiopatologia, diagnóstico e tratamento de uveíte em equinos, analise as seguintes afirmativas: 

l. A uveíte em equinos é uma inflamação do trato uveal, que compreende a íris, o corpo ciliar e a coroide. A forma mais comum em equinos é a uveíte anterior, que se apresenta com sinais clássicos como fotofobia, lacrimejamento, blefaroespasmo, miose e edema de cérnea. A uveíte em equinos pode ser de origem infecciosa (leptospirose, toxoplasmose, tuberculose) ou não infecciosa (trauma, cirurgia oftalmológica prévia, síndrome do olho sensível), sendo a forma idiopática a mais frequente, representando aproximadamente 60-70% dos casos.
II. A redução da pressão intraocular em casos de uveíte anterior aguda ocorre devido à inflamação do corpo ciliar, que reduz a produção de humor aquoso. Este achado é típico de uveíte anterior e diferencia esta de outras condições oftalmológicas, como glaucoma primário, em que a pressão intraocular está elevada. A presença de hipópio (acúmulo de células inflamatórias na câmara anterior) é um sinal de inflamação severa e requer tratamento agressivo para evitar complicações como sinéquia posterior, catarata e perda de visão.
III. O tratamento da uveíte anterior em equinos deve incluir anti-inflamatórios tópicos potentes (como dexametasona ou betametasona), aplicados frequentemente (a cada 2-4 horas), associados a midriáticos (como atropina 1%) para manter a pupila dilatada e prevenir sinéquia. Além disso, anti-inflamatórios sistêmicos (AINEs como fenilbutazona 4 mg/kg a cada 12 horas) são essenciais para controlar a inflamação sistêmica. O uso de corticoides sistêmicos (como dexametasona 0,1 mg/kg a cada 12 horas) pode ser indicado em alguns casos de uveíte, pois estes medicamentos diminuem significativamente a inflamação intraocular.
IV. A uveíte recorrente equina (ERU), também conhecida como oftalmia periódica, é uma forma crônica de uveíte que afeta aproximadamente 5-15% dos equinos. Caracteriza-se por episódios recorrentes de inflamação intraocular, que podem levar à cegueira permanente se não tratados adequadamente. Fatores predisponentes incluem genética, raça (cavalos árabes têm incidência aumentada), possível etiologia infecciosa (leptospirose, Lyme) e possível autoimunidade. O tratamento inclui controle agressivo de cada episódio agudo e possível uso de medicações preventivas como ciclosporina tópica ou sistêmica.
V. A avaliação diagnóstica de uveíte em equinos deve incluir exame oftalmológico completo com lâmpada de fenda, tonometria e possível ultrassonografia ocular para avaliar estruturas posteriores. Testes laboratoriais como sorologia para leptospirose, toxoplasmose e tuberculose devem ser realizados rotineiramente em todos os casos de uveíte, pois identificam a causa em 100% dos casos. Além disso, radiografia de crânio deve ser realizada em todos os casos para descartar osteomielite ou sinusite que possam estar causando a uveíte.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4282791 Veterinária
Um equino, macho, 10 anos, apresenta histórico de laminite aguda há 6 meses que evoluiu para claudicação crônica persistente. O exame clínico revela deformidade da parede ungueal com crescimento anormal do casco, sensibilidade aumentada à palpação da sola e dificuldade na locomoção. A radiografia lateral do casco revela rotação da falange distal com deslocamento dorsal da ponta e possível osteólise do processo extensor. Qual das seguintes afirmações melhor descreve o manejo clínico e prognóstico da laminite crônica com essas alterações radiográficas? 
Alternativas
Q4282790 Veterinária
Um equino, fêmea, 12 anos, apresenta claudicação progressiva bilateral nos membros anteriores, com piora durante o exercício e melhora com repouso. O exame da flexão do carpo demonstrou-se positivo, e houve aumento da claudicação após compressão dorso-palmar com pinga de casco. A radiografia revela alterações degenerativas na superfície articular do osso navicular e possível entesopatia. Qual das seguintes alternativas melhor descreve a fisiopatologia e o manejo clínico da síndrome do navicular? 
Alternativas
Q4282784 Veterinária
Cavalo Quarto de Milha, 8 anos, atleta de tambor, é atendido com dor aguda nos quatro membros 48 horas após episódio de sobrecarga de concentrado. Apresenta postura clássica de “cavalo estaqueado”, pulso digital aumentado bilateralmente nos membros torácicos, escore de Obel grau 3 e sensibilidade ao teste de pinga de cascos na região da sola toe. Sobre o manejo da fase aguda da laminite, julgue as afirmativas a seguir se verdadeiras (V) ou falsas (F): 

I. Na fase aguda/desenvolvimental, a crioterapia digital contínua (< 5 °C) por 48-72 horas reduz comprovadamente a incidência e a gravidade da falha lamelar.
II. O exercício controlado em piso macio é recomendado nessa fase para estimular a circulação digital e acelerar a recuperação.
Ill. O bloqueio perineural digital palmar deve ser realizado para aliviar a dor e permitir a deambulação precoce do animal.
IV. O suporte mecânico do casco, o uso de AINE e a restrição de movimento integram o manejo adequado da fase aguda.
V. O escore de Obel é utilizado para graduar a intensidade da dor e da claudicação na laminite.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4282780 Veterinária
Potro, 36 horas de vida, 48 kg, em decúbito lateral, mucosas pálidas, TPC > 4 segundos, FC 140 bpm, hipotermia, glicemia 38 mg/dL, IgG sérica de 180 mg/dL e desidratação estimada em 10%. A conduta inicial correta é: 
Alternativas
Q4223416 Veterinária
Um equino adulto é atendido apresentando os seguintes sinais clínicos: sudorese intensa, rolar no chão, olhar para o flanco e ausência de eliminação de fezes nas últimas 12 horas. À auscultação abdominal observa-se hipomotilidade intestinal. Qual a principal suspeita clínica e o tratamento clínico imediato indicado?
Alternativas
Q4135325 Veterinária
Em uma propriedade com 40 equinos, três animais adultos apresentaram febre seguida, após cerca de uma semana, por ataxia, paresia dos membros posteriores e incontinência urinária. Um dos cavalos evoluiu para decúbito. O proprietário relatou que, nas semanas anteriores, houve um caso de aborto em uma égua e um surto de doença respiratoria em animais jovens. Com base no caso descrito, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4087475 Veterinária
Considere que um médico veterinário precisa realizar a vaginoscopia em uma égua com suspeita de pneumovagina. Para o caso em questão, o vaginoscópio mais indicado é o do tipo 
Alternativas
Q4086910 Veterinária
Assinale a alternativa que apresenta onde predominantemente ocorre a digestão de fibra em equinos. 
Alternativas
Q4062539 Veterinária
Um rebanho de equinos de trabalho mantido em sistema extensivo apresenta perda progressiva de peso, pelagem opaca, redução na capacidade de trabalho e aumento na incidência de infecções respiratórias. Avaliação clínica revela escore corporal reduzido e mucosas pálidas. Análise da forragem disponível mostra teor proteico inadequado e deficiência de minerais como fósforo e cálcio. Qual estratégia de manejo alimentar melhor otimiza estado nutricional e desempenho?
Alternativas
Q4028740 Veterinária
Em sistemas extensivos de criação de equinos, a manutenção do garanhão em manada influencia a dinâmica reprodutiva das éguas, envolvendo interações comportamentais, sinais de receptividade e aspectos relacionados à hierarquia social. Nesse contexto, a expressão do estro e a eficiência reprodutiva dependem tanto de fatores fisiológicos quanto da organização social do grupo. Considerando essas interações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3998683 Veterinária
No manejo reprodutivo de equinos, o entendimento dos mecanismos endócrinos e da fisiologia da gestação precoce é crucial para o sucesso da fertilidade do plantel. Sobre o reconhecimento materno da gestação e a formação das estruturas ovarianas na égua, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3955927 Veterinária
No estudo comparado do membro torácico, a extremidade distal apresenta variações significativas no número de dígitos funcionais.
Assinale a alternativa que descreve corretamente a anatomia da região do metacarpo e das falanges nas espécies domésticas.
Alternativas
Q3955914 Veterinária
Sobre a topografia e a osteologia do membro pélvico, qual característica diferencia claramente o fêmur do cavalo em relação ao do boi?
Alternativas
Q3919737 Veterinária
A adenite equina, comumente conhecida como garrotilho, é uma enfermidade muito comum nessa espécie. Assinale a alternativa que apresenta um fármaco de escolha para o tratamento dessa afecção.
Alternativas
Q3919731 Veterinária
 Comumente conhecidos como bernes, são parasitas obrigatórios de equinos, burros, mulas, zebras, elefantes e rinocerontes. Em equinos, as larvas parasitam o estômago dos animais. Qual é o parasita em questão?
Alternativas
Q3919728 Veterinária
 A papilomatose é uma enfermidade infectocontagiosa, de caráter tumoral, geralmente benigna e autolimitante, que acomete grande variedade de animais (e até humanos), em todo o mundo. O papilomavírus bovino exerce uma função importante na etiologia de uma neoplasia em equinos. Qual é a neoplasia em questão? 
Alternativas
Q3877949 Veterinária
O tipo de conformação está amplamente associado com sobrecargas e interferências no sistema locomotor, predispondo claudicações em equinos.
Sobre tais associações, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q3870800 Veterinária
Na locomoção do equino, o músculo bicípite do braço atua como um componente fundamental do mecanismo de sustentação porque:
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: E
4: B
5: C
6: C
7: A
8: C
9: B
10: E
11: E
12: E
13: A
14: C
15: E
16: A
17: E
18: D
19: D
20: B