Questões de Concurso Sobre equinocultura em veterinária

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Q4302537 Veterinária
A laminite, ou pododermatite asséptica, popularmente conhecida como aguamento, é definida como um processo inflamatório agudo ou crônico das estruturas sensíveis do casco, que resulta em claudicação e deformidades permanentes do casco. A laminite geralmente está relacionada à excessiva ingestão de grãos, apesar de também poder estar relacionada com fatores genéticos, idade, falta de exercícios, umidade ou quadros de toxemia. Os diversos fatores que possivelmente estão envolvidos no surgimento da doença variam em complexidade e grau de severidade conforme o manejo a que os animais estão sendo submetidos. Esse mal acomete todas as espécies de animais domésticos que possuem cascos, sendo mais comum em:
Alternativas
Q4282791 Veterinária
Um equino, macho, 10 anos, apresenta histórico de laminite aguda há 6 meses que evoluiu para claudicação crônica persistente. O exame clínico revela deformidade da parede ungueal com crescimento anormal do casco, sensibilidade aumentada à palpação da sola e dificuldade na locomoção. A radiografia lateral do casco revela rotação da falange distal com deslocamento dorsal da ponta e possível osteólise do processo extensor. Qual das seguintes afirmações melhor descreve o manejo clínico e prognóstico da laminite crônica com essas alterações radiográficas? 
Alternativas
Q4282790 Veterinária
Um equino, fêmea, 12 anos, apresenta claudicação progressiva bilateral nos membros anteriores, com piora durante o exercício e melhora com repouso. O exame da flexão do carpo demonstrou-se positivo, e houve aumento da claudicação após compressão dorso-palmar com pinga de casco. A radiografia revela alterações degenerativas na superfície articular do osso navicular e possível entesopatia. Qual das seguintes alternativas melhor descreve a fisiopatologia e o manejo clínico da síndrome do navicular? 
Alternativas
Q4282784 Veterinária
Cavalo Quarto de Milha, 8 anos, atleta de tambor, é atendido com dor aguda nos quatro membros 48 horas após episódio de sobrecarga de concentrado. Apresenta postura clássica de “cavalo estaqueado”, pulso digital aumentado bilateralmente nos membros torácicos, escore de Obel grau 3 e sensibilidade ao teste de pinga de cascos na região da sola toe. Sobre o manejo da fase aguda da laminite, julgue as afirmativas a seguir se verdadeiras (V) ou falsas (F): 

I. Na fase aguda/desenvolvimental, a crioterapia digital contínua (< 5 °C) por 48-72 horas reduz comprovadamente a incidência e a gravidade da falha lamelar.
II. O exercício controlado em piso macio é recomendado nessa fase para estimular a circulação digital e acelerar a recuperação.
Ill. O bloqueio perineural digital palmar deve ser realizado para aliviar a dor e permitir a deambulação precoce do animal.
IV. O suporte mecânico do casco, o uso de AINE e a restrição de movimento integram o manejo adequado da fase aguda.
V. O escore de Obel é utilizado para graduar a intensidade da dor e da claudicação na laminite.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4282780 Veterinária
Potro, 36 horas de vida, 48 kg, em decúbito lateral, mucosas pálidas, TPC > 4 segundos, FC 140 bpm, hipotermia, glicemia 38 mg/dL, IgG sérica de 180 mg/dL e desidratação estimada em 10%. A conduta inicial correta é: 
Alternativas
Q4269105 Veterinária
O garrotilho, adenite equina, é uma doença bacteriana contagiosa, causado por Streptococcus equi, que afeta o trato respiratório de equinos, principalmente de potros e adultos jovens. A respeito da enfermidade em questão, assinale a alternativa correta a respeito da sintomatologia clínica dos animais doentes.  
Alternativas
Q4257408 Veterinária
Considerando a clínica médica de equinos, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) A laminite equina de origem metabólica, frequentemente observada na Síndrome Metabólica Equina (SME) e na Disfunção da Pars Intermedia da Hipófise (PPID), é causada primariamente pela hiperinsulinemia persistente. Este desequilíbrio hormonal atua sobre as lâminas do casco ao induzir a ativação excessiva de receptores de IGF-1 (Insulin like Growth Factor 1) e seus substratos, desencadeando a separação lamelar sem a necessidade da mediação de endotoxinas ou metaloproteinases, que são os principais mecanismos envolvidos na laminite associada à sobrecarga de carboidratos.
( ) O diagnóstico da Disfunção da Pars Intermedia da Hipófise (PPID) é mais desafiador durante a estação do outono (hemisfério sul), pois a medição da concentração plasmática de ACTH (Hormônio Adrenocorticotrófico) endógeno pode apresentar um aumento fisiológico, exigindo o uso de faixas de referência específicas para a estação ou a aplicação de testes dinâmicos, como o Teste de Estímulo por TRH (Thyrotropin-releasing hormone), para confirmação.
( ) A dor abdominal (cólica) causada pelo deslocamento simples do cólon maior (não-estrangulante) é tipicamente caracterizada pela intensidade grave e ininterrupta, similar à observada em uma torção de cólon (volvulus), o que indica uma progressão rápida para choque e a necessidade imediata de laparotomia exploratória, independentemente da resposta inicial ao tratamento clínico com analgésicos. 
Alternativas
Q4239290 Veterinária
Sobre a pitiose em equinos, é correto afirmar que
Alternativas
Q4239289 Veterinária
Sobre a síndrome cólica dos equinos, é correto afirmar que
Alternativas
Q4239288 Veterinária
Sobre a laminite (pododermatite asséptica difusa) em equinos, é correto afirmar que
Alternativas
Q4239284 Veterinária
A passagem da sonda nasogástrica em equinos é um procedimento importante com o qual o clínico deve estar familiarizado. Sobre esse procedimento, analise as afirmativas abaixo, ponderando se são verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) Algumas indicações para esse procedimento incluem: descompressão do estomago, diagnóstico de função intestinal e administração de medicamentos.
( ) Não há resistência quando se sopra na sonda e pode-se detectar a passagem de ar, coordenada com a respiração.
( ) A epistaxe é uma complicação comum. Felizmente, é autolimitante na maioria dos casos, mas, em pacientes comprometidos, pode ser fatal.
( ) Um dos métodos para localizar a sonda no esôfago é que, ao se soprar no tubo, encontra-se uma leve resistência, ocorrendo distensão do esôfago e a sonda pode ser palpável no lado direito do pescoço.

A sequência correta é
Alternativas
Q4223416 Veterinária
Um equino adulto é atendido apresentando os seguintes sinais clínicos: sudorese intensa, rolar no chão, olhar para o flanco e ausência de eliminação de fezes nas últimas 12 horas. À auscultação abdominal observa-se hipomotilidade intestinal. Qual a principal suspeita clínica e o tratamento clínico imediato indicado?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2022 - USP - Medicina Veterinária |
Q4222162 Veterinária
Diarreia, definida como um aumento na frequência, fluidez ou volume dos movimentos intestinais, é um problema clínico comumente encontrado no cavalo. A diarreia pode ocorrer como doença do trato gastrointestinal ou como resposta secundária a outro processo de doença, como sepse ou doença hepática. Considerando a diarreia nos equinos e os mecanismos básicos descritos no desenvolvimento desta, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Ano: 2021 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2021 - USP - Medicina Veterinária |
Q4222068 Veterinária
A pneumovagina em éguas ocasiona processo inflamatório que prejudica a fertilidade. Está relacionada à má conformação vulvar, geralmente por abertura acentuada na rima dorsal ou inclinação excessiva. A correção pode ser da causa, com melhora no escore corporal, mas também por técnicas operatórias, sendo que as mais difundidas são:
Alternativas
Q4220873 Veterinária
Assinale a alternativa correta quanto ao diagnóstico por imagem do sistema locomotor de equinos. 
Alternativas
Q4220871 Veterinária
Em relação ao diagnóstico por imagem do tórax de grandes animais, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4220853 Veterinária
Um equino que apresenta sinais de dor como olhar para o flanco, brincar com a água, deitar e rolar, escoicear o abdômen provavelmente está acometido por uma afecção conhecida como abdômen agudo. Trata-se de uma enfermidade de tratamento clínico ou cirúrgico, a depender da alteração encontrada no trato gastrointestinal (Auer & Stick, 2018). Diante do exposto, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4177659 Veterinária

A brucelose pode ocorrer em equinos. Particularmente, nessa espécie, o aborto não é comum, mas, sim, a lesão na articulação da região das cruzes, e, por esse motivo, em equinos, é denominada "mal da cernelha". Com base na história natural da  brucelose, assinale a alternativa que apresenta o motivo da ocorrência da lesão na articulação em equinos, em vez da ocorrência de aborto. 

Alternativas
Q4176932 Veterinária
Sobre o período de desenvolvimento intra-uterino denominado gestação ou prenhez, considere as afirmativas abaixo.
I. Nos animais que apresentam semiplacenta, o descolamento do epitélio coriônico ocorre com hemorragias devido à grande perda de porções do endométrio, permanecendo retida no interior do útero.
II. O embrião do equino produz uma enorme quantidade de P4, acreditando-se inicialmente que esta seria a substância que teria a função do interferon tau (INF-t) no reconhecimento materno da gestação.
III. Ocorre a manutenção da forma esférica do embrião equino, que permanece esférico durante as primeiras oito semanas de gestação, ao contrário das demais espécies domésticas, nas quais o córioalantoide se expande, alongando-se.
IV. Ao exame ultrassonográfico em modo B, a gestação da égua pode ser detectada a partir do 16º dia, com a visualização de estruturas embrionárias.
V. O reconhecimento materno da gestação ocorre por volta do 9º ao 11º dia de gestação nas ovelhas e nas vacas.
Estão corretas
Alternativas
Q4176923 Veterinária
Considere as afirmativas abaixo.
I. O estro e o metaestro em vacas bovinas duram, respectivamente, 12 horas e 6 dias em média.
II. O estro e o metaestro em vacas bubalinas duram, respectivamente, 24 horas e 6 dias em média.
III. O estro e o metaestro em éguas duram, respectivamente, 7 dias e 10 dias em média.
IV. O pró estro e o metaestro em búfalas duram, respectivamente, 3 dias e 4 dias em média.
V. O estro em éguas e em ovelhas dura, respectivamente, 168 horas e 30 horas em média.
Estão corretas
Alternativas
Respostas
1: B
2: E
3: B
4: C
5: C
6: D
7: E
8: A
9: D
10: C
11: E
12: A
13: B
14: A
15: D
16: B
17: A
18: D
19: D
20: E