Questões de Concurso
Sobre equinocultura em veterinária
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( ) A laminite equina de origem metabólica, frequentemente observada na Síndrome Metabólica Equina (SME) e na Disfunção da Pars Intermedia da Hipófise (PPID), é causada primariamente pela hiperinsulinemia persistente. Este desequilíbrio hormonal atua sobre as lâminas do casco ao induzir a ativação excessiva de receptores de IGF-1 (Insulin like Growth Factor 1) e seus substratos, desencadeando a separação lamelar sem a necessidade da mediação de endotoxinas ou metaloproteinases, que são os principais mecanismos envolvidos na laminite associada à sobrecarga de carboidratos.
( ) O diagnóstico da Disfunção da Pars Intermedia da Hipófise (PPID) é mais desafiador durante a estação do outono (hemisfério sul), pois a medição da concentração plasmática de ACTH (Hormônio Adrenocorticotrófico) endógeno pode apresentar um aumento fisiológico, exigindo o uso de faixas de referência específicas para a estação ou a aplicação de testes dinâmicos, como o Teste de Estímulo por TRH (Thyrotropin-releasing hormone), para confirmação.
( ) A dor abdominal (cólica) causada pelo deslocamento simples do cólon maior (não-estrangulante) é tipicamente caracterizada pela intensidade grave e ininterrupta, similar à observada em uma torção de cólon (volvulus), o que indica uma progressão rápida para choque e a necessidade imediata de laparotomia exploratória, independentemente da resposta inicial ao tratamento clínico com analgésicos.
( ) Algumas indicações para esse procedimento incluem: descompressão do estomago, diagnóstico de função intestinal e administração de medicamentos.
( ) Não há resistência quando se sopra na sonda e pode-se detectar a passagem de ar, coordenada com a respiração.
( ) A epistaxe é uma complicação comum. Felizmente, é autolimitante na maioria dos casos, mas, em pacientes comprometidos, pode ser fatal.
( ) Um dos métodos para localizar a sonda no esôfago é que, ao se soprar no tubo, encontra-se uma leve resistência, ocorrendo distensão do esôfago e a sonda pode ser palpável no lado direito do pescoço.
A sequência correta é
A brucelose pode ocorrer em equinos. Particularmente, nessa espécie, o aborto não é comum, mas, sim, a lesão na articulação da região das cruzes, e, por esse motivo, em equinos, é denominada "mal da cernelha". Com base na história natural da brucelose, assinale a alternativa que apresenta o motivo da ocorrência da lesão na articulação em equinos, em vez da ocorrência de aborto.
I. Nos animais que apresentam semiplacenta, o descolamento do epitélio coriônico ocorre com hemorragias devido à grande perda de porções do endométrio, permanecendo retida no interior do útero.
II. O embrião do equino produz uma enorme quantidade de P4, acreditando-se inicialmente que esta seria a substância que teria a função do interferon tau (INF-t) no reconhecimento materno da gestação.
III. Ocorre a manutenção da forma esférica do embrião equino, que permanece esférico durante as primeiras oito semanas de gestação, ao contrário das demais espécies domésticas, nas quais o córioalantoide se expande, alongando-se.
IV. Ao exame ultrassonográfico em modo B, a gestação da égua pode ser detectada a partir do 16º dia, com a visualização de estruturas embrionárias.
V. O reconhecimento materno da gestação ocorre por volta do 9º ao 11º dia de gestação nas ovelhas e nas vacas.
Estão corretas
I. O estro e o metaestro em vacas bovinas duram, respectivamente, 12 horas e 6 dias em média.
II. O estro e o metaestro em vacas bubalinas duram, respectivamente, 24 horas e 6 dias em média.
III. O estro e o metaestro em éguas duram, respectivamente, 7 dias e 10 dias em média.
IV. O pró estro e o metaestro em búfalas duram, respectivamente, 3 dias e 4 dias em média.
V. O estro em éguas e em ovelhas dura, respectivamente, 168 horas e 30 horas em média.
Estão corretas