Questões de Concurso
Sobre defesa sanitária em veterinária
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( ) A tuberculose é causada por bactérias em formato de bastonetes curtos, de natureza aeróbica e ácido-álcool resistentes, pertencentes à família Mycobacteriaceae, gênero Mycobacterium sp.
( ) No caso dos bovinos, a tuberculose é causada pelo Mycobacterium tuberculosis. Já o Mycobacterium bovis causa tuberculose somente em humanos, não sendo capaz de provocar a doença em bovinos.
( ) O PNCEBT estabelece como provas-padrão os testes alérgicos de tuberculinização intramuscular em bovinos e bubalinos com idade igual ou superior a seis meses.
( ) O Teste Cervical Simples (TCS) é o teste de rotina recomendado pelo PNCEBT, bem como o Teste da Prega Caudal (TPC). Neste último caso, o TPC é exclusivamente utilizado em estabelecimentos de criação especializados na pecuária de leite.
( ) O Teste Cervical Comparativo (TCC) é considerado o teste confirmatório pelo PNCEBT, utilizado em animais reagentes aos testes de rotina ou recomendado como teste de rotina para estabelecimentos de criação com ocorrência de reações inespecíficas, visando garantir boa especificidade diagnóstica.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
A vacinação contra a brucelose de fêmeas das espécies bovina e bubalina, na faixa etária de três a oito meses, é obrigatória em todas as unidades federativas brasileiras.
As regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e parte das regiões Norte e Nordeste integram a zona livre de peste suína clássica brasileira.
A vacinação contra a peste suína clássica é obrigatória nas regiões que não integram a zona livre da doença no Brasil.
No Brasil, a profilaxia da raiva dos herbívoros domésticos pode ser feita pela utilização de vacinas antirrábicas que contêm vírus vivo modificado ou vírus inativado.
No Brasil, são autorizadas para comercialização e uso apenas as vacinas contra a febre aftosa registradas e controladas pelo MAPA.
O PNEFA é concebido com base em responsabilidades compartilhadas, as quais são estabelecidas entre governo federal, serviço veterinário estadual e setor privado, porém, cabe ao governo federal o controle do trânsito internacional de animais e seus produtos.
A região norte do estado do Pará e os estados de Alagoas, do Ceará, do Maranhão, da Paraíba, de Pernambuco, do Piauí e do Rio Grande do Norte foram reconhecidos nacionalmente, em 2013, como partes integrantes de uma zona livre de aftosa com vacinação.
Em zonas livres de febre aftosa sem vacinação, a aplicação de vacinas contra a doença é proibida, embora sua comercialização seja autorizada.
Nas unidades federativas brasileiras que praticam a vacinação sistemática e obrigatória contra a febre aftosa, devem ser vacinados os bovinos, os bubalinos, os suínos, os caprinos e os ovinos.
É obrigatória a notificação imediata ao serviço veterinário oficial brasileiro de suspeita ou confirmação de qualquer doença passível da aplicação de medidas de defesa sanitária animal.
A notificação ao serviço veterinário oficial brasileiro de doença nunca registrada em território nacional acometendo animais é obrigatória, devendo ser realizada no período máximo de trinta dias após sua suspeita ou confirmação.