Questões de Concurso
Sobre defesa sanitária em veterinária
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As regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e parte das regiões Norte e Nordeste integram a zona livre de peste suína clássica brasileira.
A vacinação contra a peste suína clássica é obrigatória nas regiões que não integram a zona livre da doença no Brasil.
No Brasil, a profilaxia da raiva dos herbívoros domésticos pode ser feita pela utilização de vacinas antirrábicas que contêm vírus vivo modificado ou vírus inativado.
No Brasil, são autorizadas para comercialização e uso apenas as vacinas contra a febre aftosa registradas e controladas pelo MAPA.
O PNEFA é concebido com base em responsabilidades compartilhadas, as quais são estabelecidas entre governo federal, serviço veterinário estadual e setor privado, porém, cabe ao governo federal o controle do trânsito internacional de animais e seus produtos.
A região norte do estado do Pará e os estados de Alagoas, do Ceará, do Maranhão, da Paraíba, de Pernambuco, do Piauí e do Rio Grande do Norte foram reconhecidos nacionalmente, em 2013, como partes integrantes de uma zona livre de aftosa com vacinação.
Em zonas livres de febre aftosa sem vacinação, a aplicação de vacinas contra a doença é proibida, embora sua comercialização seja autorizada.
Nas unidades federativas brasileiras que praticam a vacinação sistemática e obrigatória contra a febre aftosa, devem ser vacinados os bovinos, os bubalinos, os suínos, os caprinos e os ovinos.
É obrigatória a notificação imediata ao serviço veterinário oficial brasileiro de suspeita ou confirmação de qualquer doença passível da aplicação de medidas de defesa sanitária animal.
A notificação ao serviço veterinário oficial brasileiro de doença nunca registrada em território nacional acometendo animais é obrigatória, devendo ser realizada no período máximo de trinta dias após sua suspeita ou confirmação.
I. O estado de Santa Catarina é o único estado brasileiro que mantém a situação de “área livre sem vacinação” desde 2007, reconhecido pela Organização Mundial para Saúde Animal (OIE).
II. O último foco de febre aftosa notificado no país ocorreu no ano de 2006, nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul.
III. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, entre os meses de agosto e setembro de 2013, reconheceu os estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e a região centro-norte do estado do Pará como “zonas livres de febre aftosa com vacinação”.
IV. Segundo a Organização Mundial para Saúde Animal (OIE), Paraguai, Colômbia e Peru, que fazem fronteira com o Brasil, estão em situação de “zona infectada”.
Estão corretas apenas as afirmativas
I. Estabelece o sacrifício de todas as aves com o diagnóstico positivo dentro do estabelecimento.
II. Realiza a imediata investigação no estabelecimento, após a denúncia ou notificação, conduzida por um médico veterinário do serviço oficial.
III. Restringe a movimentação de aves e seus produtos em uma área na Zona de Proteção de 3 km e transfere os animais de uma Zona de Vigilância de 10 km em torno do estabelecimento infectado.
IV. Estabelece o controle da movimentação de pessoas nas áreas de risco.
Estão corretas apenas as afirmativas
O status de um país ou região relativamente à ocorrência da EEB é determinado com base na avaliação de risco global da doença, devendo-se reavaliar o status oficial em caso de mudança da situação epidemiológica no país ou região decorrente de falhas na implementação das medidas de mitigação de riscos adotadas.
Em áreas que ocorrem casos de raiva, bovídeos e equídeos com idade igual ou superior a 3 meses esses animais devem receber, via subcutânea ou intramuscular, uma dose de vacina antirrábica com vírus atenuado.
Todos os animais ungulados presentes no território nacional devem ser vacinados, anualmente, contra a febre aftosa.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), todas as amostras virais da peste bovina, doença considerada oficialmente erradicada do mundo desde 2011, devem ser completamente destruídas até 2017.
O controle populacional do morcego hematófago Desmodus rotundus, principal transmissor da raiva aos herbívoros domésticos, é favorecido pela baixa capacidade reprodutiva dessa espécie.