Questões de Concurso Sobre saúde da criança na atenção básica em medicina

Foram encontradas 234 questões

Q1622653 Medicina
É relativamente recente a oferta de imunização ativa para hepatite A no calendário nacional de vacinação, que a prescreve
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Q1617056 Medicina

Leia as afirmativas a seguir:


I. A atuação da ESF no câncer infantojuvenil é de fundamental importância pelo fato de propiciar, pelas características de seu processo de trabalho, o diagnóstico e o início do tratamento oncológico adequado.

II. É vedado ao SUS realizar ações de vigilância nutricional.


Marque a alternativa CORRETA:

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Q1617055 Medicina

Leia as afirmativas a seguir:


I. Ser empático é um comportamento favorável ao atendimento em serviços de saúde.

II. Os tumores sólidos, em pacientes infantojuvenis, incluem os tumores de partes moles (rabdomiossarcomas, sarcomas sinoviais, fibrossarcomas).


Marque a alternativa CORRETA:

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Q1617054 Medicina

Leia as afirmativas a seguir:


I. A educação em saúde visa a diminuir a autonomia das pessoas no seu cuidado.

II. Os tumores sólidos, em pacientes infantojuvenis, incluem os do sistema nervoso central/cérebro.


Marque a alternativa CORRETA:

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Q1617052 Medicina

Leia as afirmativas a seguir:


I. Os tumores sólidos, em pacientes infantojuvenis, incluem os tumores abdominais (neuroblastomas, hepatoblastomas, nefroblastomas).

II. A Estratégia Saúde da Família busca criar fatores que colocam a saúde em risco.


Marque a alternativa CORRETA:

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Q1617042 Medicina

Leia as afirmativas a seguir:


I. A sobrevida de pacientes com câncer depende principalmente da localização do tumor, da histologia, da sua biologia e do estadiamento da doença ao diagnóstico.

II. Para o diagnóstico precoce do câncer, o pediatra e/ou médico da ESF devem estar também atentos às crianças portadoras de malformações e síndromes clínicas que estão associadas a um maior risco de desenvolvimento de neoplasias.


Marque a alternativa CORRETA:

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Q1617037 Medicina

Leia as afirmativas a seguir:


I. O profissional de saúde deve atender ao usuário dos serviços com educação e respeito.

II. Os tumores sólidos, em pacientes infantojuvenis, incluem os tumores ósseos.


Marque a alternativa CORRETA:

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Q1378605 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ao final da consulta, Ana Maria lembra-se de que João Pedro apresenta apenas um testículo na bolsa escrotal e que sempre achou isso estranho, mas os profissionais da UBS onde era atendida orientaram que ela aguardasse o testículo “descer”. Ao examinar a genitália da criança, o médico percebe esvaziamento da bolsa escrotal à esquerda e consegue palpar massa em região inguinal esquerda, sem sinais sugestivos de testículo retrátil. A conduta adequada para o momento é:
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Q1378604 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ana Maria retorna à UBS uma semana após a ida à UPA, com João Pedro bem melhor em relação ao quadro clínico anterior, desejando vacinar o filho, em especial , anti-influenza e contra o sarampo, pois ouviu falar no jornal que essas doenças eram muito graves em crianças pequenas e que a vacinação era uma forma segura de protegê-las. Ela apresenta a caderneta da criança, com calendário vacinal atualizado. Nesse caso, considerando as indicações para vacinação contra esses patógenos, o médico deve
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Q1378603 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Na UPA, João Pedro foi atendido e Ana Maria aproveitou para pedir ao médico que solicitasse os exames de rotina do filho. O médico plantonista informou que os exames não eram necessários naquele momento, pois
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Q1378602 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Considerando os princípios da medicina de família e comunidade (MFC), Ana Maria não precisaria buscar a UPA, nesse caso, visto que o profissional médico dessa especialidade
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Q1378601 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ao buscar atendimento na unidade básica mais próxima de sua residência, Ana Maria está orientada pelo princípio organizativo do SUS identificado como princípio da
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Q1312905 Medicina
São ações de promoção e prevenção da saúde infantil para recém-nascidos a termo, abordadas na consulta ambulatorial do quinto dia de vida, exceto:
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Ano: 2019 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Campo Bom - RS
Q1214348 Medicina
A escola é um espaço privilegiado para práticas de promoção de saúde e de prevenção de agravos à saúde e de doenças. A articulação entre escola e unidade de saúde é, portanto, uma importante demanda do Programa Saúde na Escola. Assim, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1088773 Medicina
Paciente de 3 meses, encaminhado ao serviço de pediatria de referência, por lesão extensa em face. A mãe refere que, no nascimento, a criança não apresentava qualquer lesão na face. Após alguns dias, surgiram manchas avermelhadas no lado esquerdo da face, que evoluíram e aumentaram de tamanho, ocupando toda a lateral do rosto, desde a fronte até o mento. A lesão apresenta relevo e algumas crostas hemáticas que a mãe refere ter sido locais que apresentaram sangramento. A criança apresenta dificuldade para realizar a abertura da pálpebra à esquerda, e a lesão no nariz também faz alguma obstrução nasal.
A conduta mais adequada, neste caso, é:
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Q1088770 Medicina
As doenças exantemáticas são frequentes. A maioria dos casos apresenta dificuldade diagnóstica. Em mais de 70% dos casos, a etiologia é infecciosa.
Assinale a alternativa INCORRETA, segundo as características das doenças exantemáticas:
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Q1088768 Medicina
Criança de um ano e três meses apresenta-se à consulta numa Unidade Básica de Saúde com quadro de diarreia há 3 dias, fezes não sanguinolentas, de consistência semilíquida e sem odor muito forte, aproximadamente 8 vezes ao dia. Apresentou febre e vômitos ocasionais nos dois primeiros dias. Como estava mais apática, mãe a trouxe para consultar. Não tem aleitamento materno desde os 6 meses e o seu grau de desidratação, nesta atual consulta, foi considerado leve, apesar de ainda não ter recebido terapia de reidratação oral de modo eficaz em casa.
A hipótese etiológica mais provável para esta situação é:
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Q1088767 Medicina
Nos últimos anos vem havendo queda na incidência de diarreia aguda em crianças, com queda expressiva da sua letalidade. Várias ações terapêuticas têm contribuído para reduzir esses impactos negativos causados pela diarreia. O reconhecimento da desidratação e as ações adequadas na sua prevenção primária ou secundária são essenciais para melhorar o prognóstico.
Das alternativas seguintes relativas à desidratação ou à sua terapia, qual a que encontra-se CORRETA?
Alternativas
Q1088766 Medicina
Paciente de 1 ano, feminino, com lesões de pele pruriginosas e recidivantes principalmente em regiões flexurais de braços e pernas, desde os 4 meses de idade, apresenta lesões também na face e na região do tronco. Mãe refere ter feito vários tratamentos para escabiose com melhoras ocasionais, mas que as lesões retornavam. A criança tem um sono agitado, com dificuldade para dormir constante e não deixa ninguém em casa dormir há alguns dias. Associado apresenta pele bastante seca e lesões, ocasionadas por picadas de inseto em braços e pernas, que a mãe refere que a criança coça bastante também.
Neste caso, a melhor conduta é:
Alternativas
Q1088765 Medicina
A puericultura, prática da Pediatria que acompanha preventivamente o desenvolvimento da criança como um todo, também se responsabiliza pelo cuidado da Saúde mental. O pediatra é o primeiro a ter a possibilidade de reconhecer e orientar os pais sobre os desvios da normalidade no desenvolvimento da criança. O pediatra deve estar treinado a identificar doenças infecciosas, emergências cirúrgicas, bem como transtornos do desenvolvimento psicomotor. Menino de 2 anos e 4 meses vem ao consultório do Pediatra acompanhado de seus pais e sua irmã de seis anos de idade. A mãe apresenta preocupação quanto à fala da criança, pois nesta idade, apenas vocaliza consoantes. Sua irmã, na sua idade, já falava e se comunicava normalmente. Os pais acham que ele está regredindo quanto suas habilidades comunicativas, pois há pouco tempo, esboçava duas a três palavras, mas agora só se comunica quando quer. Sobre a história pregressa do menino, nasceu de parto normal, a termo, APGAR 9/10, sugou ao seio materno sem dificuldades. A mãe realizou o pré-natal sem intercorrências, negando ter apresentado qualquer alteração quanto às sorologias. Nega ainda tabagismo, etilismo e uso de drogas ilícitas. Realizou todos os testes de triagem neonatal sem qualquer alteração.
Até os 12 meses de idade, apresentou neurodesenvolvimento psíquico e motor dentro da normalidade. Após essa idade, emitia sons de consoantes e vogais, mas suas palavras não faziam sentido como um todo, não apresentava interação social como mímicas, imitações, brincar de faz de conta. Neste momento, o Pediatra explica aos pais que:
Alternativas
Respostas
181: A
182: B
183: A
184: C
185: B
186: A
187: A
188: D
189: B
190: A
191: C
192: A
193: B
194: C
195: C
196: D
197: A
198: A
199: B
200: B