Questões de Concurso Sobre medicina

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Q3945373 Medicina
Durante uma intubação de emergência na UTI, um paciente em choque séptico desenvolve queda súbita da saturação durante videolaringoscopia. Qual é a intervenção mais efetiva e baseada em evidência para evitar dessaturação e reduzir complicações hemodinâmicas durante a sequência rápida? 
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Q3945372 Medicina
Diante de paciente de 64 anos com insuficiência respiratória hipoxêmica (PaO₂/FiO₂ = 120) e que necessita de intubação orotraqueal de emergência, qual é a melhor estratégia de pré-oxigenação para reduzir o risco de dessaturação grave? 
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Q3945371 Medicina
Qual dos seguintes achados é um preditor clássico de via aérea difícil durante intubação? 
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Q3945370 Medicina
Uma mulher de 72 anos chega com instabilidade hemodinâmica, extremidades frias, lactato elevado e história de dispneia progressiva. A tomografia revela um cisto hepático gigante comprimindo veia cava e câmaras cardíacas direitas. Segundo as considerações acima descritas, qual é a classificação correta e o princípio terapêutico apropriado? 
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Q3945369 Medicina
Um paciente de 58 anos chega com taquicardia, extremidades frias, confusão mental, oligúria e pressão arterial limítrofe. Diante desse quadro, qual das seguintes ações é essencial na avaliação inicial do choque e orienta o diagnóstico diferencial antes da terapêutica definitiva?
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Q3945368 Medicina
Segundo as Diretrizes para Suporte Básico de Vida, qual é a recomendação adequada para ventilação de um adulto em parada cardiorrespiratória que está sendo atendido por profissionais de saúde? 
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Q3945366 Medicina
Um homem de 72 anos procura o pronto atendimento com fraqueza intensa, inapetência e tontura há 24 horas. Durante a triagem, é utilizado um protocolo de classificação de risco. Considerando as evidências sobre a aplicação desses sistemas em pacientes idosos, qual é a principal limitação observada nesses sistemas em relação a essa população, com repercussão na priorização e no fluxo assistencial? 
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Q3945364 Medicina
Um paciente chega à emergência após agressão física grave. Apresenta fraturas múltiplas e refere que o agressor é o companheiro. Nesse caso, qual é a conduta correta do médico emergencista? 
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Q3945363 Medicina
De acordo com o Código de Ética Médica (Resolução CFM nº 2.217/2018), qual princípio fundamental orienta que o médico deve sempre priorizar o bem-estar do paciente e atuar com absoluto respeito à dignidade humana? 
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Q3945347 Medicina
Caso hipotético: mulher de 28 anos, previamente saudável, comparece à Unidade Básica com tosse produtiva por 4 semanas, febre vespertina intermitente, sudorese noturna recente e perda ponderal de aproximadamente 4 kg em 2 meses. Relata que vive com três crianças e que uma delas (filha de 4 anos) está com tosse crônica também. Aradiografia de tórax mostra opacidades reticulonodulares difusas predominantemente em lobos superiores bilaterais, sem cavitações evidentes. Realizou exame de escarro para baciloscopia (negativa) e exame molecular rápido (TRM-TB) — resultado “detectado”. Não há sinais de coinfecção por HIV.

Considerando as diretrizes mais recentes para o manejo da tuberculose no Brasil, a conduta mais apropriada é:
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Q3945346 Medicina
Caso hipotético: um paciente de 42 anos, residente em área endêmica, procura a Atenção Primária referindo, há cerca de 4 meses, manchas hipocrômicas e discreta hiperpigmentação em membros superiores e tronco, inicialmente pequenas e poucas, que se expandiram lentamente. Ele relata que, nas áreas manchadas, notou diminuição da sensibilidade ao tato e ao calor, especialmente nas extremidades. Ao exame físico, foram identificadas três manchas claras no antebraço direito e uma no tronco, todas com bordas pouco definidas, sem relevo elevado, e com resposta ausente à pinça de estesiometria térmica. Além disso, a palpação dos troncos nervosos revelou leve espessamento de um nervo ulnar. Não há linfadenomegalia. O exame de baciloscopia de pele não está disponível na unidade básica.

Com base nas diretrizes vigentes do Ministério da Saúde (MS) para hanseníase, a conduta mais adequada é:
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Q3945345 Medicina
Caso hipotético: mulher de 34 anos relata sintomas respiratórios há meses: tosse seca noturna 1–2 vezes por semana, uso de broncodilatador de resgate ocasional, episódios de aperto no peito desencadeados por exercícios intensos e despertares noturnos esporádicos. Nega internações prévias. Exame físico normal. Espirometria evidencia VEF1 pós-broncodilatador de 78% do previsto, com relação VEF1/CVF reduzida. Paciente nunca usou terapia controladora de doença contínua e está preocupada em “virar dependente de bombinhas”. Qual passo terapêutico inicial é recomendado pelas diretrizes atuais?
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Q3945344 Medicina
Caso hipotético: jovem de 17 anos apresenta dor testicular súbita e intensa no lado esquerdo, iniciada há 2 horas após atividade física leve. Refere náuseas e sensação de mal-estar, sem febre. Ao exame: testículo elevado, posição horizontalizada, intensa dor à palpação, reflexo cremastérico ausente, sem sinais cutâneos inflamatórios marcantes. História de episódios prévios leves de dor transitória no local. O serviço de APS onde ele é atendido está a 25 minutos de um hospital com urologia. Qual a conduta mais adequada considerando o risco de perda testicular? 
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Q3945343 Medicina
Caso hipotético: gestante de 28 semanas, primigesta, apresenta pressão arterial de 146/92 mmHg em duas medidas adequadas com intervalo de 4 horas. Relata cefaleia esporádica leve, sem escotomas ou dor epigástrica. Exames laboratoriais solicitados na mesma semana (proteinúria, DHL, transaminases, contagem plaquetária) todos dentro dos limites normais. Glicosúria ausente. Movimentos fetais presentes, altura uterina adequada, doppler obstétrico recente sem alterações. Sem história prévia de hipertensão ou uso de anti-hipertensivos.

Com base na classificação recomendada pelo Ministério da Saúde e guidelines internacionais, qual o diagnóstico mais provável? 
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Q3945342 Medicina
Caso hipotético: homem de 41 anos apresenta aumento de linfonodo cervical inferior direito há aproximadamente 12 dias, doloroso à palpação, móvel, de consistência fibro-elástica. Relata IVAS autolimitada 3 semanas antes. Afebril, sem sudorese noturna, sem perda ponderal, sem rigidez de nuca ou odinofagia. Laringoscopia simples sem alterações. Hemograma recente mostra leucócitos normais, sem desvio à esquerda. Nega contato com gatos, viagens recentes, uso de imunossupressores ou fatores de risco para ISTs. Solicita “um exame mais completo para descartar câncer”.

Qual a conduta mais adequada no contexto de APS, considerando o tempo de evolução e a ausência de sinais de alarme?
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Q3945341 Medicina
Caso hipotético: mulher de 51 anos procura a Atenção Primária à Saúde (APS) com queixas de ondas de calor diárias, pior à noite, despertares frequentes, redução da qualidade do sono e irritabilidade há cerca de 8 meses. Refere 10 meses de amenorreia, ciclos previamente irregulares, sem história pessoal ou familiar de câncer de mama, trombose, Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou doença coronariana. Pressão arterial 122/76 mmHg, IMC 24 kg/m², exame físico normal. Nega tabagismo. Mamografia de rastreamento há 9 meses normal. Exames laboratoriais prévios sem alterações. Pergunta se existe “algum tratamento mais eficaz do que fitoterápicos” para os sintomas. Considerando o quadro clínico e as recomendações de diretrizes nacionais e internacionais, qual é a conduta inicial mais adequada?
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Q3945339 Medicina
Caso hipotético: um homem de 34 anos procura a Atenção Primária à Saúde (APS) com quadro de febre alta há 3 dias, cefaleia intensa, dor retro-orbitária, náuseas e exantema discreto no tronco. Relata que a esposa teve diagnóstico confirmado de dengue há uma semana. Ao exame: PA 110/70 mmHg, FC 96 bpm, TRC < 2 s, sem sangramentos aparentes. Refere dor abdominal leve, porém sem sinais de irritação peritoneal. O hemograma realizado hoje mostra:

Hematócrito 47% (aumento de 20% em relação ao basal registrado há 6 meses)
Plaquetas 135.000/mm³
Leucócitos 4.000/mm³

Considerando o manejo na Atenção Primária e a classificação de risco atual da dengue segundo o Ministério da Saúde, qual é a conduta mais adequada?
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Q3945337 Medicina
Caso hipotético: homem de 54 anos, IMC 31 kg/m², pressão 128/82 mmHg, sem comorbidades conhecidas. Apresenta glicemia de jejum 152 mg/dL em duas ocasiões e HbA1c 7,4%. Nega sintomas clássicos de polifagia, poliúria ou polidipsia. Função renal normal (TFG 92 mL/min).

Considerando as recomendações atuais para manejo inicial do diabetes tipo 2 na Atenção Primária à Saúde (APS), qual é a conduta mais apropriada? 
Alternativas
Q3945336 Medicina
Caso hipotético: homem de 29 anos relata sangramento vermelho vivo ao evacuar, com dor anal aguda. Sem perda ponderal, febre, alteração do hábito intestinal ou história familiar relevante para neoplasia. Ao exame: fissura anal posterior.

Diante do quadro, a conduta inicial mais adequada no contexto de Atenção Primária à Saúde (APS) é: 
Alternativas
Q3945335 Medicina
Caso hipotético: homem de 47 anos apresenta dor torácica mal definida, sem irradiação, desencadeada por estresse emocional após morte de familiar e sem relação com esforço físico. Nega quadro prévio. Sedentário, porém eutrófico. Sem fatores de risco significativos. Exame físico e ECG basal normais realizados na última semana, após início do quadro. Nega acompanhamento médico regular.

Qual a conduta adequada segundo abordagem inicial de risco na Atenção Primária à Saúde (APS)?
Alternativas
Respostas
9401: C
9402: B
9403: B
9404: C
9405: B
9406: A
9407: A
9408: A
9409: C
9410: A
9411: A
9412: D
9413: C
9414: C
9415: E
9416: B
9417: D
9418: B
9419: E
9420: B