Questões de Concurso
Sobre pneumologia em medicina
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Homem de 71 anos de idade relata quadro de dispneia aos grandes esforços há cerca de 5 anos, evoluindo para esforços moderados, nos últimos 10 meses. Refere histórico de tabagismo por 35 anos, mas parou há 10 anos. Ao exame físico: PA: 155 x 105 mmHg, FC: 106 bpm, FR: 22 ipm e SatO2 : 93%. Uma espirometria é realizada com os seguintes resultados*: VEF1 : 58%; VEF1 /CVF < 70%.
(*resultados em relação ao previsto – CVF: capacidade vital forçada e VEF1 : volume expiratório forçado no 1o segundo)
Com os dados descritos, o diagnóstico mais provável é:
(__)Os testes de provocação brônquica têm lugar de destaque na investigação de asma brônquica, bem como de asma relacionada com o trabalho.
(__)A bronquite crônica e a limitação crônica ao fluxo aéreo (LCFA) são duas entidades distintas, podendo ou não estar relacionadas. A principal causa de ambas é, sem dúvida, o tabagismo, que agride tanto grandes vias respiratórias, preferencialmente acometidas na bronquite crônica, como pequenas vias respiratórias, preferencialmente acometidas na LCFA.
(__)As pneumoconioses são diagnosticadas por meio de histórico clínico e ocupacional, tempo de latência apropriado e alterações de imagem compatíveis. Raramente se utilizam métodos diagnósticos invasivos na sua exploração.
(__)As placas pleurais parietais isoladas são a manifestação mais comum das doenças associadas ao asbesto. Costumam causar sintomas, têm pouca repercussão funcional, sendo frequentemente achados radiológicos. Quando as placas são extensas, assim como quando há espessamento pleural difuso, acompanham-se de redução dos volumes pulmonares.
Após análise, marque a opção CORRETA.
André, 32 anos, tem asma brônquica e rinite alérgica desde os 3 anos de idade com diversas internações hospitalares e idas à urgência. Apresenta sintomas diurnos e despertares noturnos diariamente e faz uso de broncodilatador de curta ação. Há 2 dias, após mexer em livros antigos, vem evoluindo com tosse, sibilância e espirros.
Com base neste caso clínico, a classificação e o tratamento mais adequados para este paciente são
Mulher de 33 anos de idade queixa tosse frequente e episódios de engasgos. Ao exame físico, presença de microstomia e estertores finos em bases na ausculta pulmonar. Frente à imagem de radiografia do tórax (abaixo), solicita-se pesquisa de BAAR em 2 amostras de escarro que foram negativas.

Como próxima conduta, deve-se
I. Não recomendado para prematuros saudáveis com idade gestacional >29 semanas. II. Indicado para crianças de três anos ou menos com doença pulmonar crônica da prematuridade e/ou doença cardíaca com repercussão hemodinâmica. III. Para crianças elegíveis, está indicado na dose de 15 mg/kg/dose durante a sazonalidade do vírus sincicial respiratório. IV. Para crianças elegíveis, está indicada realização de até 5 doses anuais, com intervalos de 30 dias entre as doses, no período de sazonalizade do vírus sincicial respiratório.
Quais estão corretas?
I. Essa criança tem quadro de rinite persistente moderada/grave. II. Uso de corticoide intranasal está indicado para tratamento. III. Aconselha-se realizar revisão em 2 a 4 semanas depois de estabelecido tratamento, para avaliar paciente e a resposta ao tratamento.
I. Em crianças menores de 10 anos, a prova tuberculínica ≥10 mm é considerada padrão-ouro para diagnóstico de tuberculose pulmonar.
II. Em adolescentes, infiltrados e condensações nos terços superiores dos pulmões e escavações são geralmente observados, correspondendo ao padrão radiológico da tuberculose do adulto.
III. Lavados gástrico e bronco-alveolar, swab laríngeo, escarro induzido e aspirado nasofaríngeo são alternativas possíveis a serem realizadas nas crianças para isolamento bacteriológico.
I. Pós-infecciosos. II. Pós-transplante de medula óssea. III. Pós-transplante pulmonar.
Quais estão corretas?