Questões de Concurso
Comentadas sobre oncologia em medicina
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Nesse cenário, os resultados que indicariam baixo risco de malignidade e permitiriam, com isso, evitar uma cirurgia nesse momento são:
Com base nos dados do caso clínico, é provável que essa massa seja um:
Uma paciente de 52 anos de idade procurou o ambulatório, queixando-se de desconforto e aumento da mama esquerda. Relatou que fizera implantes texturizados há cerca de 12 anos. Ao exame físico, mostrou assimetria mamária, com aumento significativo da mama direita em relação à esquerda. A RNM demonstrou a imagem de uma massa heterogênea de 8 cm posterior ao implante circunscrita à cápsula, com abundante formação líquida.
A punção/biópsia guiada por ultrassonografia e o estudo imunohistoquímico confirmaram ALCL.
Diante do quadro, a conduta deverá ser:
O fator de risco mais significativo associado ao desenvolvimento do câncer de estômago no caso desse paciente é:
O tratamento indicado nesse caso é:
O tratamento indicado nesse caso é:
De acordo com o “American Joint Committe on Cancer”, esse paciente tem o seguinte estadiamento:
Uma paciente de 54 anos foi internada por tosse, desconforto respiratório e aumento do volume abdominal. Está em acompanhamento conjunto com a equipe de cuidados paliativos realizando paracentese de alívio devido à ascite. É portadora de câncer de ovário com metástases para peritônio. Após a realização de tomografia de tórax e abdômen com contraste para avaliar trombose de veias abdominais, observou-se trombo em tronco da artéria pulmonar esquerda de aspecto recente. A equipe médica não teve dúvida quanto à melhor condução do caso, após a análise do exame laboratorial: anemia: Hb 8,5 g/dl, leucócitos e coagulograma normais, plaquetas: 85 mil e função renal normal. A paciente estava estável e era eutrófica, não havendo histórico de sangramento recente.
Prontamente, a equipe realizou:
Em segunda quimioterapia para linfoma não Hodgkin (15 dias após a 1ª quimioterapia), uma paciente jovem apresentou cefaleia, rinite, tosse e febre oito horas após a infusão do medicamento, já no domicílio. Foi internada devido ao risco de infecção secundária à imunossupressão. Seu esquema era o R-CHOP, a saber: rituximabe, ciclofosfamida, doxorrobucina, vincristina e prednisona. Apesar de coleta de hemocultura, início de antibiótico empírico e oseltamivir, não houve qualquer outro sintoma na sequência de sua internação em 24 horas. Exames laboratoriais e de imagem foram normais.
O trabalho de investigação levou à possibilidade mais confiável nesse caso por:
Os tumores iniciais de laringe podem ser abordados por acesso endoscópico transoral com uso de laringoscopia de suspensão. Uma opção de ressecção é o uso de laser.
Sobre os lasers cirúrgicos em cirurgias de laringe, é correto afirmar que o laser (de):
Um paciente masculino de 72 anos, calvo, com histórico de grande queimadura no couro cabeludo na infância, evoluiu com degeneração maligna da área cicatricial. A biópsia mostrou um carcinoma espinocelular Grau II; não há evidência de linfonodos acometidos, a lesão mede 5,2 cm, com o centro sobre a região occipital, e não está aderida ao periósteo.
A melhor opção para reconstrução, nesse caso, é um:
Uma paciente de 60 anos apresentou lesão de 1,5 cm em pele perianal, cuja biópsia mostrou carcinoma epidermoide. A ultrassonografia endoanal e a ressonância magnética não mostraram metástases linfonodais e/ou à distância. Também não há evidências de invasão do complexo esfincteriano, bem como de estruturas adjacentes.
Nesse caso, a conduta mais apropriada é: