Questões de Concurso
Comentadas sobre neurologia em medicina
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Sobre o diagnóstico da DA, é correto afirmar que:
É muito provável que se trata de um caso de:
A cefaleia em questão é:
A contraindicação absoluta ao uso de trombolíticos é:
Nesse caso, a conduta mais indicada é:
Um paciente masculino de 72 anos, calvo, com histórico de grande queimadura no couro cabeludo na infância, evoluiu com degeneração maligna da área cicatricial. A biópsia mostrou um carcinoma espinocelular Grau II; não há evidência de linfonodos acometidos, a lesão mede 5,2 cm, com o centro sobre a região occipital, e não está aderida ao periósteo.
A melhor opção para reconstrução, nesse caso, é um:
O medicamento homeopático adequado para a enxaqueca dessa paciente é:
Uma mulher de 50 anos procura clínico geral porque vem apresentando dor de cabeça contínua há mais de 1 mês. A dor é holocraniana, de intensidade moderada. Na última semana, apresentou episódios de vômitos e mal-estar. Por mais de uma vez, durante este mês, sentiu por minutos um cheiro desagradável em associação com sensação de “desconhecimento” do ambiente, e hoje, pela manhã, após sentir o cheiro ruim, apresentou, segundo a família, uma convulsão. Na emergência, o exame neurológico era normal, exceto por edema de papila bilateral ao exame do fundo do olho.
A conduta obrigatória neste momento é:
Homem, 38 anos, sem comorbidades prévias, procura pronto-socorro com queixa de dormência e formigamento nos pés associados a lombalgia iniciados há 3 dias. Foi avaliado e liberado para casa com analgesia. Uma semana depois, ele retorna com incapacidade para deambular e dormência nas mãos há 24 horas. Ao exame, apresenta paraparesia (MRC=2), reflexos aquileus e patelares abolidos, sinal de Lasegue positivo bilateralmente e exame da sensibilidade normal.
Nesse cenário clínico, a confirmação do diagnóstico depende de:
Mulher de 23 anos apresenta, desde a adolescência, cefaleia hemicraniana de média a forte intensidade, pulsátil, associada a foto e fonofobia, náuseas, que dura em geral de 6 a 8 horas, melhorando após o sono. Em função da frequência das crises de cefaleia, ela vem usando analgésicos comuns 15 dias por mês nos últimos 3 meses. A mãe apresentava, até os 50 anos de idade, quadro semelhante. Os exames laboratoriais e de neuroimagem foram normais.
Diante desse cenário, a conduta inicial é:
Paciente feminina, 59 anos, com diagnóstico de esclerose múltipla há 10 anos, sem tratamento preventivo, procura neurologista com quadro de episódios recorrentes de dor facial unilateral em região mandibular à esquerda em choque e de forte intensidade há 1 mês. A dor dura segundos. A ressonância magnética de crânio evidenciou lesões hiperintensas em T2/FLAIR em substância branca periventricular e justacortical bilateral, sem captação de contraste.
A opção terapêutica de escolha é:
Homem de 34 anos procura neurologista por estar apresentando, há 3 meses, dor na cabeça, que a cada dia se agrava. Nos últimos dias não pôde trabalhar por vômitos pela manhã, mal-estar e tonteira. Nega diabetes, hipertensão e trauma craniano. Recordase de parotidite há 6 meses. O exame neurológico é normal exceto pela perda de contorno papilar com áreas de hemorragia retiniana bilateralmente e paresia bilateral da abdução do globo ocular.
A tomografia de crânio excluiu processos expansivos e indicou a causa, sendo o paciente encaminhado para neurocirurgia com o seguinte diagnóstico:
Um paciente de 40 anos apresenta dor na região da coluna dorsal inespecífica de início há 1 ano e sintomas de mielopatia progressiva de início recente. A ressonância magnética da coluna dorsal revela alteração de sinal e espessamento medular, compatível com edema em vários segmentos, e vasos serpiginosos perimedulares com áreas de ausência de sinal (do inglês, flow void).
O principal diagnóstico é: