Questões de Concurso Sobre médico da família em medicina

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Q1946852 Medicina
Uma puérpera chega à UBS com queixa de dor na mama direita, fissura mamilar e apresentando edema, calor e rubor na mama afetada. A puérpera queixa-se também de febre, em torno de 40˚, medida na axila direita. Diante deste quadro, o provável diagnóstico, agente etiológico e as condutas adotadas devem ser, respectivamente: 
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Q1946850 Medicina
Uma gestante de 30 semanas apresenta teste rápido para sífilis positivo e VDRL positivo. Não sabe se já fez tratamento, mas afirma ser alérgica a penincilina. Qual a conduta adequada?
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Q1946848 Medicina
Mulher de 70 anos, com queixa de dor no peito sem relação com esforço, com irradiação para esterno, de duração variável há quase três meses. Perdeu seu filho por COVID-19 há 5 meses. Sente muita saudade dele, mas tem que retornar sua rotina de vida. Traz resultado de eletrocardiograma que identifica uma taquicardia sinusal.
A conduta a ser tomada é
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Q1946846 Medicina
Criança de 4 anos é trazida pela mãe por apresentar lesões de pele há 4 dias em membro inferior esquerdo (3 lesões) e uma lesão na asa do nariz, caracterizadas por vesículas que, ao romper, liberam secreção fluida amarelada, com grumos e presença de crostas melicéricas.
Baseado na descrição acima, o tratamento que deve ser empregado é
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Q1946844 Medicina
Mãe traz criança de três anos para avaliação na Unidade Básica de Saúde, com resultado de exame parasitológico de fezes com presença de giardíase.
O tratamento que deve ser prescrito nessa situação é
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Q1946843 Medicina
Mulher, 65 anos de idade, aposentada, viúva há dois anos. Refere que com a pandemia do COVID-19, e todo o distanciamento social necessário, passou a se sentir muito triste, sem vontade de levantar da cama e fazer suas atividades cotidianas. Piora progressiva nos últimos 6 meses. Por vezes pensa que não tem mais motivo para viver, teve ideação suicida, mas nunca fez planos. História de glaucoma de ângulo estreito. Mora sozinha. Nega etilismo ou tabagismo.
A droga de escolha para o tratamento da paciente é 
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Q1946840 Medicina
Paciente com 70 anos, chega na Unidade Básica de Saúde (UBS) para mostrar resultado de exames de rotina. Sem história de patologias prévias ou uso de medicamentos. Sedentário, IMC: 34 kg/m2. Nega tabagismo ou etilismo. Resultado de exames: Colesterol total: 140 mg/dL; HDL: 39 mg/dL; triglicerídeos: 114 mg/dL; creatinina: 0,8 mg/dL; potássio: 4,6 mEq/L; glicemia de jejum: 154 mg/dL.
A conduta a ser seguida para confirmação do diagnóstico de diabetes é
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Q1946838 Medicina
Médico acaba de fazer diagnóstico de hipertensão arterial em seu paciente da Unidade Básica de Saúde. A seguir, deve fazer rastreamento para hipertensão secundária e avaliação de dano em órgãos-alvo através de solicitação de exames complementares. 
Os exames complementares mínimos para esse rastreamento são:
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Q1946837 Medicina

As vestibulopatias são causas frequentes de consulta na Atenção Primaria à Saúde (APS).

A vestibulopatia mais comum na APS é

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Q1910265 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

A abordagem adequada frente à demanda, ilustrada na questão anterior, de Edberto quanto a exames de rastreio de câncer de pulmão configura que nível de Prevenção? 
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Q1910263 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

Após você realizar as orientações de redução de risco, quanto ao fumo, durante o aleitamento, você explora as motivações de Vanessa de planejar voltar a fumar após o término da gravidez. Vanessa informa que fuma “para fazer companhia ao Edberto”. Após identificar Edberto como um personagem chave para abordar o tabagismo de Vanessa, você agenda uma consulta para Edberto. Durante a consulta com Edberto, através da entrevista motivacional, você identifica que ele se encontra no estágio Contemplativo. Qual abordagem, a partir da entrevista motivacional, é a mais adequada nesse caso? 
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Q1910260 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

Em seu atendimento com Vanessa, com a finalidade de estabelecer um vínculo com uma paciente com contexto familiar e social tão complexo, você resolve confeccionar um Genograma de Vanessa. 


Imagem associada para resolução da questão


Considerando que o relato da Vanessa trouxe as mesmas informações previamente já passadas pelo Dr. Marcos Júlio, assinale a alternativa que traz uma informação não contemplada pelo Genograma ilustrado na Figura 1. 

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Q1910256 Medicina

Considere o texto abaixo para responder à questão.


“As mulheres são atingidas pela violência interpessoal de modo singular, na maioria das vezes, por parceiros íntimos ou familiares, envolvendo agressões físicas, sexuais e também danos psíquicos. [...] [...] Estudos nacionais e internacionais apontam entre os usuais fatores associados à violência por parceiro íntimo o consumo de substâncias psicoativas. [...] Adicionalmente relevante se torna o consumo de medicamentos, realizado especialmente por mulheres, e sua relação com os episódios de violência entre parceiros íntimos, o que pode ser considerado um novo desafio para os profissionais de saúde, [...] devido ao risco de corroborar para uma medicalização excessiva. Na América Latina, [...] o uso de álcool pelo parceiro íntimo se insere entre as demais características apresentadas pelas mulheres agredidas, a saber: coabitação com o parceiro sem casamento formal; muitos filhos; não compartilhamento da tomada de decisão; disparidade no nível de instrução. Assim, o consumo de álcool, especificamente, está incluído entre os riscos para a violência doméstica, principalmente se o padrão de consumo for elevado. [...].”

SILVA, Valéria Nanci. “Violência e uso de substância psicoativas: um estudo com mulheres usuárias de um serviço de Atenção Primária à Saúde de São Paulo / Valéria Nanci Silva. – São Paulo, 2008.


O texto faz referência a que fenômeno observado na saúde pública? 

Alternativas
Q1910253 Medicina
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) foi formulada pela primeira vez em 2006, sendo considerada um marco histórico na Atenção Primária à Saúde no Brasil. Assinale a alternativa que contempla o principal objetivo da PNAB de 2006. 
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Q1910251 Medicina

Correlacione a Tabela A, com os Atributos Nucleares da Atenção Primária, e a Tabela B, com exemplos de situações vivenciadas pelo médico na Atenção Primária. 


Tabela A 

(I) Acesso/Atenção ao primeiro contato

(II) Coordenação

(III) Longitudinalidade

(IV) Integralidade/ Cuidado Abrangente


Tabela B

( ) O médico acompanha suas famílias adscritas durante todos os ciclos de vida daquela família: desde a chegada de um novo membro através do nascimento, até as crises decorrentes do falecimento de familiares.

( ) Durante um caso clínico complexo na APS, o médico referencia o paciente para ambulatório especializado. Após dois meses, o paciente retorna com a contrarreferência do especialista focal trazendo o plano terapêutico e a programação dos futuros atendimentos no ambulatório de especialidades. 

( ) O atendimento clínico na APS contempla o paciente com suas multimorbidades e a experiência subjetiva do paciente em relação ao seu adoecimento. 

( ) Durante a reunião ordinária de equipe, é pactuado que sejam garantidas vagas de demanda espontânea mesmo nos turnos de demanda programada. A intenção é organizar a dinâmica da UAPS de forma a garantir atendimento de casos agudos.


Assinale a alternativa que traz a ordem correta, de cima para baixo. 

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Q1910248 Medicina
Os pais de uma criança de seis anos de idade vêm ao ambulatório com queixas de que a criança está com posturas desafiadoras; recusa em aceitar ordens ou solicitações de adultos, com os quais discute com frequência; e tendendo a responsabilizar os outros pelos seus atos. Esses sintomas ocorrem em casa e em outros espaços sociais. Diante desse relato, qual a principal hipótese diagnóstica? 
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Q1910246 Medicina

Na Atenção Básica de Saúde você atende uma puérpera amamentando seu filho de 45 dias de vida. Ela informa suas dúvidas acerca do bem estar do filho por causa do ritmo de mamadas, do sono e do ganho de peso dele.

Qual a alternativa correta em relação a tais aspectos? 

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Q1910236 Medicina
O Guia Alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos trouxe uma atualização de Dez passos para Doze Passos para uma Alimentação Saudável, ampliando a importância do conhecimento na manutenção da alimentação saudável no lactente. Qual recomendação é dada pelo Guia Alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos acerca da oferta da alimentação infantil?
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Q1908233 Medicina
A infecção do trato urinário (ITU) é uma das queixas mais prevalentes na Atenção Primária a Saúde, principalmente em mulheres com vida sexual ativa, gestantes e na menopausa.
Em todas estas condições o agente etiológico mais frequentemente identificado nas culturas de urina é a(o):
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Q1896442 Medicina
Marília é gestante, 36 semanas, primípara, chega para consulta de Pré-Natal com Dra. Mariana, médica da ESF, e relata estar há 3 semanas expondo os seios ao sol e lavando-as com água de colônia, como forma de preparo dos seios para a amamentação. No mesmo dia, Dra. Mariana atendeu Marquênia, no 10˚ dia de puérperio, com relato de dor intensa nos seios, bastante endurecidos e avermelhados.
O que Dra. Mariana precisa orientar para essas pacientes?
Alternativas
Respostas
2021: C
2022: D
2023: C
2024: E
2025: D
2026: D
2027: C
2028: C
2029: B
2030: D
2031: D
2032: B
2033: C
2034: A
2035: D
2036: C
2037: B
2038: A
2039: B
2040: A