Questões de Concurso Comentadas sobre medicina intensiva em medicina

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Q3820740 Medicina
Assinale a alternativa que descreve corretamente o perfil de choque apresentado, de acordo com o quadro clínico e o respectivo tratamento preconizado.
Alternativas
Q3820579 Medicina
Homem, 42 anos, acompanhamento prévio por diabetes mellitus insulino-dependente, apresenta-se ao pronto atendimento com quadro de vômitos, dor abdominal, relato de aumento da frequência urinária. Pressão arterial de 98 x 60 mmHg, frequência cardíaca 124 bpm, frequência respiratória 32 ipm. Gasometria venosa com acidose metabólica, com pH de 7,1, HCO3 8, hemoglicoteste de 420 mg/dL, cetona sérica positiva, potássio sérico de 3,2mEq/l e sódio sérico de 130mEq/l. Osmolaridade plasmática de 300. Qual a primeira medida antes do início de insulina em bomba de infusão contínua?
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Q3820578 Medicina
Mulher, 68 anos, IMC 35, hipertensa, chega à emergência com dispneia, ortopneia e oligúria há 48 horas. Ao exame físico, pressão arterial de 94 x 60 mmhg, frequência cardíaca 118bpm, frequência respiratória 30 ipm, saturação de oxigênio de 86% em ar ambiente, pele fria, extremidades cianóticas, turgência jugular e estertores em bases bilateralmente. Realizado ecocardiograma que demonstrou veia cava inferior dilatada e com colapsabilidade inspiratória reduzida, fração de ejeção estimada em 28%, VTI aórtico de 11 cm, PSAP 55 mmHg. Exames laboratoriais: BNP 88 pg/mL; NT-pro BNP 2600 pg/mL. Gasometria: pH 7,29; PaCO2 49 mmHg; PaO? 55 mmHg; HCO3- 22. Qual conduta imediata está correta?
Alternativas
Q3820571 Medicina
Homem, 67 anos, previamente hígido, admitido em hospital com relato de dor abdominal difusa, febre e vômitos iniciados há 24 horas. Ao exame físico, pressão arterial 86 x 54 mmHg, frequência cardíaca 122 bpm, frequência respiratória 30 ipm, saturação de oxigênio em ar ambiente de 92%, temperatura axilar 38,8ºC. Realizado 30ml/kg de cristaloide endovenoso e iniciado Noradrenalina a 0,18 µg/kg/min, mantendo pressão arterial média de 68 mmHg. Débito urinário desde admissão em 0,3ml/kg/h, lactato inicial 1,8 mmol/L, seguido de 2,9 mmol/L. Realizado POCUS evidenciando veia cava inferior dilatada, VTI aórtico de 10 cm, ventrículo esquerdo dilatado, pulmões com linhas B. Qual a melhor conduta a seguir?
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Q3820483 Medicina
Paciente do sexo masculino, 64 anos de idade, portador de hipertensão arterial com hipertrofia ventricular e função ventricular esquerda preservada, chega à emergência com dispneia intensa, sudorese e ortopneia iniciadas há 1 hora. Ao exame físico: PA: 220 × 120 mmHg, FC: 110 bpm, FR: 34 irpm, SatO2: 86% em ar ambiente. Murmúrio vesicular presente com estertores difusos até ápices, ritmo cardíaco regular com B3 audível, sem sopros. Eletrocardiograma: taquicardia sinusal, sem isquemia aguda.

Qual é a conduta inicial?
Alternativas
Q3820477 Medicina
Na reanimação cardiorespiratória pediátrica (RCP) com ritmo não chocável (assistolia/atividade elétrica sem pulso), qual sequência de prioridades e medicação representa o manejo inicial conforme as diretrizes?
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Q3820474 Medicina
Paciente do sexo masculino, 35 anos de idade, politrauma, com traumatismo crânio encefálico grave, chega à sala de emergência trazido pelo serviço de resgate com escala de coma de Glasgow de 5, com pupilas anisocóricas e hipertensão intracraniana (PIC = 28 mmHg) no monitor, associado a PA: 150 × 90 mmHg e FC: 122 bpm.

Qual é a intervenção terapêutica imediata?
Alternativas
Q3820467 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente, sexo masculino, de 16 anos de idade, há 6 dias com febre, com melhora há 24 h, associada a cefaleia, sonolência, sangramento gengival, mialgia, vômitos, dor abdominal intermitente e tontura ao levantar, chega à UPA. Ao exame físico: PA: 100 × 66 mmHg; FC: 112 bpm; abdome com hepatomegalia 2 cm; dor à palpação em FID, sem sinais de irritação peritoneal. Petéquias discretas, prova do laço positiva. Exames complementares iniciais: Ht: 44% (prévio 38% há 48 h); Hb: 13,8 g/dL; plaquetas: 58.000/mm3; leucócitos: 3.100/mm3; Na+: 132 mEq/L; K+: 3,6; Cr: 0,8; TGO/ TGP: 68/74 U/L. Albumina: 3,1 g/dL. Ultrassom: discreto derrame pleural direito e traço de líquido livre em fossa ilíaca direita.
O paciente persiste com baixo débito urinário, perfusão periférica diminuída e hipoperfusão.

Qual é a estratégia imediata de fluidoterapia?
Alternativas
Q3820465 Medicina
Em emergência hipertensiva com lesão de órgão-alvo, qual meta inicial de redução pressórica é adequada?
Alternativas
Q3820464 Medicina
Em pacientes com SDRA moderada a grave em ventilação mecânica invasiva, qual estratégia ventilatória está mais associada à redução de mortalidade segundo as diretrizes?
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Q3820390 Medicina
Paciente de 65 anos dá entrada ao pronto atendimento por convulsões tônico clônicas generalizadas. Relato do pré-hospitalar de que o paciente apresentou 4 crises com duração aproximada de 3 minutos durante o trajeto, sem recuperação no nível de consciência. Atualmente, encontra-se sem abertura ocular, sem resposta motora ou verbal. Realizada glicemia capilar com resultado de 160 mg/dL e 10 mg de diazepam endovenoso, seguida de fenitoína 20 mg/kg em taxa de infusão 50 mg/min, sem mudança do quadro clínico.

Qual é a abordagem adequada a partir desse momento?
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Q3820386 Medicina
Homem de 62 anos, previamente hipertenso, foi admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) por pneumonia adquirida na comunidade. Na sala de emergência, havia recebido ceftriaxona e azitromicina, além de expansão volêmica com ringer lactato em um volume total de 30 mL/kg. Devido à manutenção da instabilidade hemodinâmica, foi iniciada norepinefrina, com a qual se obteve uma pressão arterial média de 67 mmHg. Na admissão à UTI, apresenta débito urinário de apenas 10 mL/h, extremidades frias, tempo de enchimento capilar de 6 segundos e lactato sérico de 5,8 mmol/L (VR: 0,5-2,0). Para avaliar melhor o estado hemodinâmico, a equipe realizou ultrassonografia à beira do leito, que revelou ventrículo esquerdo dilatado, com padrão hipodinâmico e com presença de líquido posterior à aorta descendente no eixo paraesternal longo. A veia cava inferior apresentava diâmetro de 2,2 cm, sem colapsibilidade significativa.

Diante desse cenário, qual conduta deve ser priorizada para otimizar a perfusão do paciente?
Alternativas
Q3820377 Medicina
Homem de 62 anos, tabagista e hipertenso, apresenta dor torácica iniciada há trinta horas. Chega ao pronto-socorro com pressão arterial de 80 x 50 mmHg, extremidades frias, estertores pulmonares difusos e rebaixamento do nível de consciência.
O ECG mostra ondas Q em parede anterior e elevação residual do segmento ST. Qual é a conduta mais adequada?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: HIAE Prova: VUNESP - 2025 - HIAE - Acesso Direto |
Q3820147 Medicina
Uma mulher de 35 anos foi socorrida pelo resgate após incêndio no seu local de trabalho. A paciente trabalhava em um ambiente pequeno e fechado e foi retirada do local, agitada e confusa, após vinte minutos do início do incêndio. Sinais vitais no local: pressão arterial de 120 x 70 mmHg, frequência cardíaca de 95 bpm, frequência respiratória de 22 ipm, saturação de O2 de 96% em ar ambiente. Chega ao serviço de emergência em prancha rígida, com colar cervical e máscara de O2 com fluxo de 12 L/min. Queixa-se de dor em face e tórax. Respiração sem ruídos. Queimadura de face e região anterior e superior do tórax não circunferencial, saturação de O2 de 98%. Escala de coma de Glasgow: AO 4 RV 5 RM 6.

Diante desse quadro, assinale a alternativa que descreve corretamente alteração(ões) do exame físico que é(são) indício(s) de gravidade e, respectivamente, a conduta prioritária no atendimento.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: HIAE Prova: VUNESP - 2025 - HIAE - Acesso Direto |
Q3820146 Medicina
Mulher de 42 anos, vítima de capotamento de veículo a 90 km/h seguido de colisão com árvore, há uma hora, condutora do veículo, com cinto de segurança, é levada pelo resgate em prancha rígida e com colar cervical. A avaliação, quando a paciente foi admitida na unidade de saúde, demonstra:

•  A: conversa, respiração sem ruídos, saturação de O2 igual a 92% com máscara não reinalante a 15 L/min;

•  B: frequência respiratória de 18 ipm, MV+ sem ruídos adventícios, escoriações em tórax anterior e posterior, sem alterações à inspeção e à palpação;

•  C: pressão arterial de 100 x 70 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, tempo de enchimento capilar de 4 segundos, escoriações abdominais e hematoma em flanco direito e dor difusa à palpação abdominal, FAST positivo em quadrante esplenorrenal e hepatorrenal, pelve estável, membro inferiores sem deformidade ou sangramento externo;

•  D: pupilas isocóricas e fotorreagentes, escala de coma de Glasgow: AO 4 RV 5 RM 6;

•  E: escoriações em dorso, sem dor à palpação da coluna vertebral.


Considerando o quadro, é correto afirmar que, no momento de admissão da paciente, as condutas pertinentes envolvem fazer expansão volêmica com
Alternativas
Q3819951 Medicina
Um homem de 45 anos encontra-se internado há 05 dias em leito de UTI devido a quadro de choque séptico de foco cutâneo (abscesso perianal) revertido após drenagem cirúrgica. Em uso de noradrenalina em baixas doses e necessidade de ventilação mecânica há 3 dias, por quadro de insuficiência respiratória secundária à pneumonia hospitalar. Hoje, foi submetido à sondagem nasoenteral para alimentação. Exames laboratoriais revelam melhora lenta, porém progressiva do quadro infeccioso. Exames laboratoriais Hb: 9,8 mg/dL, leucócitos: 11.000, PCR de 2,2 (antes 6,2) INR de 2,2 e plaquetas de 58.000/mm3. A equipe médica discute a necessidade de profilaxia medicamentosa para úlcera de estresse com inibidor da bomba de prótons (IBP).

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3819936 Medicina
Mulher, 35 anos de idade, tabagista, é admitida para investigação de fraqueza muscular ascendente e progressiva que se iniciou cerca de três semanas após quadro de síndrome gripal, sendo diagnosticada síndrome de Guillain-Barré. Evoluiu com desconforto respiratório progressivo, expansibilidade torácica globalmente reduzida, sons respiratórios presentes, porém difusamente diminuídos sem ruídos adventícios. Frequência respiratória de 16 rpm. Radiografia de tórax sem alterações significativas.

Qual gasometria arterial em ar ambiente é compatível com o quadro clínico?
Alternativas
Q3819932 Medicina
Mulher, 75 anos de idade, apresenta infecção por influenza, com evolução para síndrome do desconforto respiratório agudo e necessidade de intubação orotraqueal. Ventilação mecânica iniciada com fração inspirada de oxigênio de 80% e PEEP de 8 cmH2O. A relação PaO2 /FiO2 está em 100, e há dificuldade em manter oxigenação adequada. Para melhora da saturação de oxigênio, opta-se por aumentar PEEP para 12 cmH2O e iniciar bloqueio neuromuscular (rocurônio).

A pressão arterial média diminui de 70 mmHg para 60 mmHg após esse ajuste, o que ocorre por
Alternativas
Q3819926 Medicina
Homem, 65 anos de idade, 70 kg, portador de hipertensão arterial e diabetes mellitus, é admitido com febre e tosse há 2 dias, evoluindo com sonolência e dispneia. Na admissão, apresenta pressão arterial de 75  ×  45 mmHg, frequência cardíaca de 115 bpm, frequência respiratória de 24 rpm e saturação de oxigênio de 87% em ar ambiente. É iniciada ceftriaxona + claritromicina, administrando 2.000 mL de ringer lactato nas três primeiras horas de admissão, sendo também necessário iniciar noradrenalina, que, após 3 horas, está em 0,20 mcg/kg/min para manter pressão arterial média de 65 mmHg.

De acordo com as recomendações da Surviving Sepsis Campaign, em qual momento está indicado iniciar a hidrocortisona para esse paciente? 
Alternativas
Q3819874 Medicina
Criança de 7 anos é trazida ao pronto-socorro após colapso súbito durante uma partida de futebol. Chega inconsciente, sem respiração e sem pulso palpável. Monitor cardíaco é conectado e mostra ritmo de taquicardia ventricular sem pulso (TVSP). Enquanto a equipe ventila com bolsa-válvula-máscara e oxigênio a 100%, a compressão torácica é iniciada. Após 2 minutos de reanimação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, o ritmo continua sendo taquicardia ventricular sem pulso.

Nesse momento, segundo as Diretrizes de Reanimação Cardiopulmonar Pediátrica da Sociedade Brasileira de Pediatria, qual a próxima conduta indicada?
Alternativas
Respostas
961: C
962: A
963: E
964: B
965: C
966: B
967: A
968: B
969: A
970: E
971: A
972: B
973: B
974: A
975: C
976: C
977: B
978: D
979: C
980: C