Questões de Concurso Comentadas sobre medicina intensiva em medicina

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Q1702663 Medicina
Marque a alternativa correspondente a Urgência hipertensiva:
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Q1702656 Medicina
Paciente masculino, 25 anos, sem comorbidades prévias, chega ao pronto-socorro em estado grave após sofrer um acidente automobilístico. Ao exame, paciente encontravase com Glasgow 5, hipocorado +2/4, cianótico, anictérico, perfusão capilar lentificada, pressão arterial 80 x 40 mmHg, FC: 140 bpm, FR: 26 irpm. Qual será o possível tipo de choque que o paciente em questão se encontra?
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Q1692301 Medicina
Paciente que deu entrada em parada cardiorrespiratória com ritmo de torsade de pointes, submetido à cardioversão elétrica e retorno ao ritmo sinusal, apresenta no ECG de 12 derivações um intervalo QT prolongado. Além de interromper um provável fármaco desencadeador, o manejo mais adequado para esse distúrbio de ritmo deve incluir a administração intravenosa de qual dos seguintes fármacos?
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Q1691376 Medicina
Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito.  

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


O ácido acetilsalicílico provavelmente teve de ser suspenso durante o período em que o paciente esteve sedado. Para administração por sonda nasogástrica, ele precisaria ser triturado e diluído em solução aquosa. Esse fármaco não é estável em solução aquosa.

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Q1691375 Medicina
Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito.  

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


Para induzir a sedação do paciente, o fármaco de escolha é o midazolam intravenoso, a cada seis horas.

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Q1691374 Medicina
Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito.  

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


No caso descrito, fica muito claro o papel do farmacêutico na avaliação dos medicamentos, nas formas farmacêuticas e nas vias de administração: a prescrição e a administração dos medicamentos deve ser avaliada por esse profissional.

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Q1691372 Medicina
Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito.  

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


Como alternativa, o paciente poderia ter recebido dopamina para reanimação para PCR, uma vez que esse fármaco produz efeitos cronotrópicos positivos e negativos, além de promover a liberação de noradrenalina.

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Q1691371 Medicina
Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito.  

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


A amina simpaticomimética noradrenalina, por via intravenosa, poderia produzir os efeitos inotrópicos e cronotrópicos positivos requeridos.

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Q1691370 Medicina
Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito.  
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir. 
No processo de reanimação para PCR, o paciente provavelmente recebeu adrenalina intravenosa como fármacos inotrópico e cronotrópico positivos. 

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Q1691012 Medicina
A parada respiratória possui inúmeras causas e pode ocorrer em diversas situações. É um procedimento correto, para os casos de parada respiratória, o que está descrito em:
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Q1691011 Medicina
O Transporte de vítima em caso de extrema urgência é um procedimento que deve ser realizado com muito cuidado. É recomendando o transporte da vítima quando vítima:
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Q1690955 Medicina
Pacientes com distúrbios de hipoventilação crônica frequentemente se queixam de cefaleia ao despertar. Qual a causa desse sintoma?
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Q1686780 Medicina

Um paciente de 39 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (atropelamento por um caminhão). Imediatamente após ser socorrido pelo serviço de resgate, chega ao hospital com relato de cinemática grave do mecanismo do trauma. Durante exame físico, verifica-se a via aérea pérvia, e o paciente está conversando. Constatam-se assimetria torácica com identificação de tórax instável à direita, murmúrio abolido na ausculta pulmonar deste lado, FR = 34 irpm, SatO2 = 88% com oxigênio, máscara com reservatório a 10 L/min, com esforço ventilatório. Há os seguintes sinais de choque: extremidades frias e mal perfundidas, pulsos finos periféricos, pressão arterial média não invasiva = 40 mmHg e FC = 135 bpm. Identificam-se abdome com dor à palpação difusa, com sinais de irritação peritoneal e pelve estável. O exame de ultrassonografia realizada na sala de emergência (POCUS) evidencia líquido livre difuso intra-abdominal. Com Glasgow 12, o paciente apresnta pupilas isocóricas e fotorreagentes, está confuso e desorientado, tem hematoma no dorso, flanco e ferimento aberto no tórax à direita, sem fraturas em membros e sem outras alterações vistas no exame físico ou sinais vitais.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Esse paciente apresenta-se em choque grau 1.

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Q1686779 Medicina

Um paciente de 39 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (atropelamento por um caminhão). Imediatamente após ser socorrido pelo serviço de resgate, chega ao hospital com relato de cinemática grave do mecanismo do trauma. Durante exame físico, verifica-se a via aérea pérvia, e o paciente está conversando. Constatam-se assimetria torácica com identificação de tórax instável à direita, murmúrio abolido na ausculta pulmonar deste lado, FR = 34 irpm, SatO2 = 88% com oxigênio, máscara com reservatório a 10 L/min, com esforço ventilatório. Há os seguintes sinais de choque: extremidades frias e mal perfundidas, pulsos finos periféricos, pressão arterial média não invasiva = 40 mmHg e FC = 135 bpm. Identificam-se abdome com dor à palpação difusa, com sinais de irritação peritoneal e pelve estável. O exame de ultrassonografia realizada na sala de emergência (POCUS) evidencia líquido livre difuso intra-abdominal. Com Glasgow 12, o paciente apresnta pupilas isocóricas e fotorreagentes, está confuso e desorientado, tem hematoma no dorso, flanco e ferimento aberto no tórax à direita, sem fraturas em membros e sem outras alterações vistas no exame físico ou sinais vitais.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Pela pontuação da escala de coma de Glasgow, o paciente tem indicação de intubação orotraqueal imediata.

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Q1686778 Medicina

Um paciente de 39 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (atropelamento por um caminhão). Imediatamente após ser socorrido pelo serviço de resgate, chega ao hospital com relato de cinemática grave do mecanismo do trauma. Durante exame físico, verifica-se a via aérea pérvia, e o paciente está conversando. Constatam-se assimetria torácica com identificação de tórax instável à direita, murmúrio abolido na ausculta pulmonar deste lado, FR = 34 irpm, SatO2 = 88% com oxigênio, máscara com reservatório a 10 L/min, com esforço ventilatório. Há os seguintes sinais de choque: extremidades frias e mal perfundidas, pulsos finos periféricos, pressão arterial média não invasiva = 40 mmHg e FC = 135 bpm. Identificam-se abdome com dor à palpação difusa, com sinais de irritação peritoneal e pelve estável. O exame de ultrassonografia realizada na sala de emergência (POCUS) evidencia líquido livre difuso intra-abdominal. Com Glasgow 12, o paciente apresnta pupilas isocóricas e fotorreagentes, está confuso e desorientado, tem hematoma no dorso, flanco e ferimento aberto no tórax à direita, sem fraturas em membros e sem outras alterações vistas no exame físico ou sinais vitais.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Esse paciente tem indicação de drenagem torácica direita, seguida de laparotomia exploradora de urgência, além de ressuscitação volêmica e transfusão sanguínea.

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Q1686777 Medicina

Um paciente de 39 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (atropelamento por um caminhão). Imediatamente após ser socorrido pelo serviço de resgate, chega ao hospital com relato de cinemática grave do mecanismo do trauma. Durante exame físico, verifica-se a via aérea pérvia, e o paciente está conversando. Constatam-se assimetria torácica com identificação de tórax instável à direita, murmúrio abolido na ausculta pulmonar deste lado, FR = 34 irpm, SatO2 = 88% com oxigênio, máscara com reservatório a 10 L/min, com esforço ventilatório. Há os seguintes sinais de choque: extremidades frias e mal perfundidas, pulsos finos periféricos, pressão arterial média não invasiva = 40 mmHg e FC = 135 bpm. Identificam-se abdome com dor à palpação difusa, com sinais de irritação peritoneal e pelve estável. O exame de ultrassonografia realizada na sala de emergência (POCUS) evidencia líquido livre difuso intra-abdominal. Com Glasgow 12, o paciente apresnta pupilas isocóricas e fotorreagentes, está confuso e desorientado, tem hematoma no dorso, flanco e ferimento aberto no tórax à direita, sem fraturas em membros e sem outras alterações vistas no exame físico ou sinais vitais.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O objetivo maior da resposta inflamatória é manter a homeostase.

Alternativas
Q1686776 Medicina

Um paciente de 39 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (atropelamento por um caminhão). Imediatamente após ser socorrido pelo serviço de resgate, chega ao hospital com relato de cinemática grave do mecanismo do trauma. Durante exame físico, verifica-se a via aérea pérvia, e o paciente está conversando. Constatam-se assimetria torácica com identificação de tórax instável à direita, murmúrio abolido na ausculta pulmonar deste lado, FR = 34 irpm, SatO2 = 88% com oxigênio, máscara com reservatório a 10 L/min, com esforço ventilatório. Há os seguintes sinais de choque: extremidades frias e mal perfundidas, pulsos finos periféricos, pressão arterial média não invasiva = 40 mmHg e FC = 135 bpm. Identificam-se abdome com dor à palpação difusa, com sinais de irritação peritoneal e pelve estável. O exame de ultrassonografia realizada na sala de emergência (POCUS) evidencia líquido livre difuso intra-abdominal. Com Glasgow 12, o paciente apresnta pupilas isocóricas e fotorreagentes, está confuso e desorientado, tem hematoma no dorso, flanco e ferimento aberto no tórax à direita, sem fraturas em membros e sem outras alterações vistas no exame físico ou sinais vitais.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Durante a resposta inflamatória ao trauma, o sistema renina-angiotensina-aldosterona faz com que haja estímulo para absorção de água e sal a partir dos túbulos distais e o acúmulo de potássio.

Alternativas
Q1686775 Medicina

Um paciente de 39 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (atropelamento por um caminhão). Imediatamente após ser socorrido pelo serviço de resgate, chega ao hospital com relato de cinemática grave do mecanismo do trauma. Durante exame físico, verifica-se a via aérea pérvia, e o paciente está conversando. Constatam-se assimetria torácica com identificação de tórax instável à direita, murmúrio abolido na ausculta pulmonar deste lado, FR = 34 irpm, SatO2 = 88% com oxigênio, máscara com reservatório a 10 L/min, com esforço ventilatório. Há os seguintes sinais de choque: extremidades frias e mal perfundidas, pulsos finos periféricos, pressão arterial média não invasiva = 40 mmHg e FC = 135 bpm. Identificam-se abdome com dor à palpação difusa, com sinais de irritação peritoneal e pelve estável. O exame de ultrassonografia realizada na sala de emergência (POCUS) evidencia líquido livre difuso intra-abdominal. Com Glasgow 12, o paciente apresnta pupilas isocóricas e fotorreagentes, está confuso e desorientado, tem hematoma no dorso, flanco e ferimento aberto no tórax à direita, sem fraturas em membros e sem outras alterações vistas no exame físico ou sinais vitais.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


A segunda fase da resposta normal à inflamação é caracterizada pelas fases corticoadrenérgica, de transição, de anabolismo precoce e de anabolismo tardio.

Alternativas
Q1686774 Medicina

Um paciente de 39 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (atropelamento por um caminhão). Imediatamente após ser socorrido pelo serviço de resgate, chega ao hospital com relato de cinemática grave do mecanismo do trauma. Durante exame físico, verifica-se a via aérea pérvia, e o paciente está conversando. Constatam-se assimetria torácica com identificação de tórax instável à direita, murmúrio abolido na ausculta pulmonar deste lado, FR = 34 irpm, SatO2 = 88% com oxigênio, máscara com reservatório a 10 L/min, com esforço ventilatório. Há os seguintes sinais de choque: extremidades frias e mal perfundidas, pulsos finos periféricos, pressão arterial média não invasiva = 40 mmHg e FC = 135 bpm. Identificam-se abdome com dor à palpação difusa, com sinais de irritação peritoneal e pelve estável. O exame de ultrassonografia realizada na sala de emergência (POCUS) evidencia líquido livre difuso intra-abdominal. Com Glasgow 12, o paciente apresnta pupilas isocóricas e fotorreagentes, está confuso e desorientado, tem hematoma no dorso, flanco e ferimento aberto no tórax à direita, sem fraturas em membros e sem outras alterações vistas no exame físico ou sinais vitais.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Quanto à resposta metabólica ao trauma, na segunda fase, espera-se que o paciente entre em uma fase na qual o metabolismo decorre da redução da secreção e da atividade de interleucinas, catecolaminas, corticoides e hormônio do crescimento, com redução dos níveis de insulina.

Alternativas
Q1686773 Medicina

Um paciente de 39 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (atropelamento por um caminhão). Imediatamente após ser socorrido pelo serviço de resgate, chega ao hospital com relato de cinemática grave do mecanismo do trauma. Durante exame físico, verifica-se a via aérea pérvia, e o paciente está conversando. Constatam-se assimetria torácica com identificação de tórax instável à direita, murmúrio abolido na ausculta pulmonar deste lado, FR = 34 irpm, SatO2 = 88% com oxigênio, máscara com reservatório a 10 L/min, com esforço ventilatório. Há os seguintes sinais de choque: extremidades frias e mal perfundidas, pulsos finos periféricos, pressão arterial média não invasiva = 40 mmHg e FC = 135 bpm. Identificam-se abdome com dor à palpação difusa, com sinais de irritação peritoneal e pelve estável. O exame de ultrassonografia realizada na sala de emergência (POCUS) evidencia líquido livre difuso intra-abdominal. Com Glasgow 12, o paciente apresnta pupilas isocóricas e fotorreagentes, está confuso e desorientado, tem hematoma no dorso, flanco e ferimento aberto no tórax à direita, sem fraturas em membros e sem outras alterações vistas no exame físico ou sinais vitais.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Nessa fase inicial em que o paciente se encontra, em relação à resposta ao trauma, espera-se metabolismo anaeróbico, acidose e hiperlactiacidemia. O objetivo é a perfusão de órgãos nobres.

Alternativas
Respostas
2601: C
2602: B
2603: C
2604: C
2605: E
2606: C
2607: E
2608: E
2609: C
2610: E
2611: D
2612: D
2613: E
2614: E
2615: C
2616: C
2617: E
2618: C
2619: E
2620: C